Mostrar mensagens com a etiqueta ingredientes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ingredientes. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Ingredientes/Produtos de Origem Animal













https://www.facebook.com/media/set/?set=a.607827572585930.1073741831.153068531395172&type=3

Os aditivos alimentares são largamente utilizados pela indústria alimentícia. Aqui vale a máxima “é a dose que faz o veneno”. Na prática isso significa controlar o consumo de alimentos industrializados, diversificando ao máximo a dieta. Assim, o consumidor elimina o risco de estar acumulando altos níveis de uma determinada substância química no organismo. A dosagem de cada um dos aditivos considerada segura é determinada pela FAC e pela OMS – respectivamente Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e Organização Mundial de Saúde. Veja o significado e a indicação dos estranhos nomes nos rótulos dos produtos industrializados:

C: São corantes naturais (Cl) ou artificiais (C2).
F: Indica aromatizantes ou flavorizantes, que têm o papel de realçar, respectivamente, o odor e o sabor dos alimentos. Há naturais e artificiais.
EP: Sinónimo de espessante, cuja função é dar consistência ao alimento. Geralmente, é de origem vegetal.
U: É o umectante. que impede o ressecamento do alimento.
AU: São os anti-umectantes, que evitam a absorção de umidade.
ET: Indica a presença de estabilizantes para impedir que os diferentes ingredientes se separem. Os mais comuns são óleos naturais.
H: Sigla dos acidulantes, responsáveis por acentuar o sabor ácido do alimento industrializado. Alguns estão naturalmente presentes nas frutas.
D: Ou edulcorantes. Usados nos produtos dietéticos em substituição ao açúcar.
P: Significa a presença de conservantes.
A: São os anti-oxidantes, que evitam a rancificação de produtos gordurosos.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Sumagre ou Sumac

De sabor azedo, o sumagre, ou "sumac" --como é conhecido em alguns países--, é muito usado para fazer marinadas e temperar saladas, kebabs e grelhados. O fruto de cor escura, que não se decide entre o vermelho e o roxo, é bastante comum na Ásia, especialmente em países do Oriente Médio, como a Turquia, o Líbano e o Egito.


Sumagre - Rhus coriaria L.

O sumagre é uma especiaria muito usada no Oriente Médio para dar acidez aos pratos. Seu sabor é frutado mas muito suave, é pouco aromático.

Ele é o fruto vermelho seco do tamanho de uma ervilha de uma árvore que cresce também na região do mediterrâneo.

Existem outras variedades da planta, algumas são muito tóxicas e são usadas somente para ornamentação.

Normalmente as frutas são secas ao sol por alguns dias e depois processadas para serem vendidas inteiras ou em pó. Mas elas também podem ser fervidas em água com galho e folhas e depois coadas para a preparação do suco do sumagre.

Antigamente os Romanos o usavam no lugar do vinagre ou limão, que só chegou séculos mais tarde. Foi muito usado como corante para couro.

É considerado um bom digestivo.

Sumagre em pó
O sumagre moído é normalmente adicionado de sal que age como conservante e realça o sabor. Mas o sumagre de qualidade possui pouco sal.

Algumas vezes é adicionado de óleo de algodão para deixá-lo mais escuro e com textura úmida o que pode ocasionar grumos, o que é normal.
O pó de melhor qualidade tem textura grossa e uniforme, não possui cabinhos e é de cor forte.

Sumagre inteiro
As frutas inteiras secas devem ser amassadas e deixadas de molho em água. Depois devem ser espremidas para extrair todo o suco, que pode ser usado em marinadas, ensopados ou molhos.

Utilização na Gastronomia
O sumagre é conhecido na cozinha Sírio libanesa onde é usado em muitos pratos.
Além da acidez ele confere uma cor rosa avermelhada às preparações.
O pó pode ser usado em grelhads ou assadas como nos kebabs.
É usado em pães e em sopas. Fica ótimo em torradinhas de pão pita.
É também usado como condimento de mesa, junto com sal e pimenta.
Combina também leguminosas como grão-de-bico e lentilhas e vegetais como tomates e abacate. É misturado com cebolas cruas, que ficam com uma cor rosada muito bonita.
Combina muito bem em molhos e em marinada. E com saladas como o fattoush(salada com pão árabe, folhas e vegetais).
Dá um sabor único e cor diferenciada a pratos de arroz.
É essencial à mistura de temperos Zahatar.
Pode ser polvilhado por cima de seu hummus ou pasta de beringela para decorar e dar um toque final.
Como muitas vezes o sumagre pode ser salgado, prove o prato antes de adicionar o sal.



Sumagre: pode substituir por raspa de limão

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

INGREDIENTES QUE ESCONDEM SABORES INTENSOS E NUTRITIVOS

Quando passar à prática, não estranhe os nomes que aparecem nas listas de ingredientes. Muitos destes produtos já se encontram à venda nas maiores superfícies comerciais. Outros só estão disponíveis em lojas especializadas. Saiba o que são e como tirar partido deles da maneira mais saudável.


Açúcar mascavado - Proveniente da seiva depurada da cana-de-açúcar, é o mais antigo. Leva um xarope de melaço, o que lhe confere um sabor menos doce, mas muito mais intenso.

Adoçantes naturais - Feitos a partir dos cereais, têm um grande teor de hidratos de carbono. De doçura subtil e sabor rico, digerem-se lentamente. O malte de cevada, a geleia de milho e a delícia de trigo são os mais comuns.

Alcachofra - Planta herbácea da família dos cardos. É rica em fibras. Tem uma flor, que, antes de desabrochar, forma uma cabeça revestida por folhas. É essa e o seu receptáculo que se comem.

Beringela - Fruto de uma planta da família das solanáceas, possui uma forma arredondada e alongada, próximo do pimento. A sua pele é lisa e brilhante, de tom violeta-escuro. Tem um sabor forte. A polpa deve ser clara e firme.

Algas - Há quem lhes chame os "legumes" do mar. Muito usados pelos Chineses e pelos Japoneses, estes vegetais marinhos têm um valor nutritivo impressionante. São ricos em ferro, em iodo e em potássio e, consoante as espécies, chegam a ter mais cálcio do que os produtos lácteos. Exigem, no entanto, alguns cuidados:

Ágar-ágar - vendida em flocos ou em barras, é a ideal para gelatinas. Na altura de usar, demolhe-a durante vários minutos. Cozinhe-a, depois, até que se dissolva. Uma colher de sopa de ágar-ágar em pó equivale a seis folhas de gelatina de origem animal. É originária do Japão.

Aramé - Ideal para acompanhar vegetais, é uma alga muito fina. Deve demolhá-la por 20 minutos e cozinhá-la durante, pelo menos, meia hora.

Hijiki - Tem uma textura semelhante à aramé, e cozinha-se da mesma maneira, mas é mais espessa e sabe mais a mar. É muito rica em cálcio.

Kombu - Boa para acompanhar leguminosas. Torna-as mais macias e digeríveis. Também tem de ser demolhada. Demora mais tempo a cozinhar do que a wakamé. Chegam a ser precisos 45 minutos para que fique no ponto.

Nori - É a que se usa para fazer sushi. Tem um sabor agradável a peixe e é de preparação rápida. Basta tostá-la na chama do fogão. Partida em bocados é usada para polvilhar sopa e pratos de feijão.

Wakamé - Tem um sabor suave. Muito usada em sopas e pratos de legumes, também precisa de ser demolhada durante 20 minutos. O tempo de confecção varia entre os 15 e os 20 minutos.

Arroz jasmine - Arroz com aroma de mali, uma variedade de jasmim muito apreciada pelos Tailandeses. É constituído por grãos alongados, soltos e brilhantes, levemente translúcidos.

Arroz selvagem - Grão raro de uma planta aquática que cresce na margem de grandes lagos, não é na realidade arroz, mas um cereal, da família da aveia. Rústicos e sofisticados, de textura crocante, os seus grãos escuros atraem pelo seu sabor único, com leve acento a avelãs. Os índios Ojibwa e os Sioux ainda hoje o recolhem em canoas, como faziam há 500 anos.

Boulgour - Produto derivado do trigo, é feito com grãos que, ao começarem a germinar, são precozidos a 80ºC, secos pelados e partidos. Existe em vários tipos: branco ou castanho, grosso ou fino. Muito usado no Líbano, é rico em ferro, em fósforo, em magnésio e em vitamina B. Cozinha-se em água durante 25 minutos.

Cardamomo - Originária das florestas húmidas da Índia e do Sri Lanka, esta especiaria, da família do cravinho, vende-em vagem, moída ou em sementes, que são mais picantes. Muito usada em molhos, bolos e massas, é rica em magnésio.

Farinha - A farinha de trigo continua a ser a mais usada, mas existem cada vez mais alternativas:

Farinha de alfarroba - produzida em grãos de alfarroba tostados, pode ser usada como substituto do cacau e do açúcar. A cor e o sabor lembram o cacau. Tem um baixo teor de gordura e um elevado conteúdo de fibras e açúcar naturais.

Farinha de araruta - Feita a partir das raízes de araruta, uma planta herbácea originária do Brasil, é muito nutritiva. Muito usada em sopas, cremes, molhos doces e biscoitos.

Farinha de soja - Obtida a partir de grãos de soja integral, moídos e tratados, bem baixas percentagens de gordura e de fibras. Pode substituir parcialmente a farinha de trigo nas receitas tradicionais. Por cada três chávenas de farinha de trigo, use uma de soja e duas de farinha de trigo.

Cornichons - Pepinos pequenos, já eram comidos pelos Egípcios há cinco mil anos. Vendem-se em conserva. É raro encontrá-los frescos.

Cucuz - Obtém-se através de um processo de vaporização da sêmola de trigo, do qual resultam grãos ligeiramente mais grossos. É muito apreciado no Norte de África.

Curgete - Vegetal de sabor suave. Pode ser cozido a vapor, frito ou salteado. É rico em hidratos de carbono.

Endívia - Tipo de chicória. Pode ser comida crua, em saladas, mas o seu sasbor amargo faz com que seja preferível cozê-la. Ao comprar, prefira a sque não têm manchas, pisaduras, o coração branco ou amarelado.

Gengibre - Originário da Índia e da Malásia, é extraído do rizoma da planta de gengivre e tem um sabor picante. Pode ser consumido fresco, moído, conservado em aguardente, xarope ou cristalizado. Em pó, é um dos principais ingredientes do caril.

Feijão - Leguminosa de grãos comestíveis, foi introduzida na Europa no século XVI. Esistem vários tipos. Os feijõe são ricos em proteínas. O verde tem menos , mas é uma boa fonte de vitamina A. As novas variedades são cada vez mais procuradas.

Feijão azuki - Pequeno feijão encarnado, rico em proteínas. Particularmente delicioso quando confeccionado com abóbora, deve ser usado como complemento de cereais. Depois de demolhado durante 12 horas, coze por 50 minutos em panela de pressão. Deixe evaporar a água da cozedura em lume brando com a panela de pressão destapada. Junte o sal só no fim.

Feijão filet - Da família do feijão verde, é um dos mais recentes refinamentos da espécie. É colhido mais cedo e é mais tenro e saboroso do que o feijão normal. Basta lavá-lo, cortar-lhe a spontas e cozê-lo em água e sal durante 10 minutos.

Feijão de soja - Elaborado a partir da soja, tem muito do seu valor nutritivo. Prepara-se como o feijão branco

Folhas de videira - Usadas para envolver a comida e enfeitar pratos, vendem-se geralmente em conserva, mas também se podem comprar frescas. Neste caso, depois de lhes retirar o caule, mergulhe-as em água a ferver. Servem-se frias, regadas com limão.

Frutose - Extraída dos frutos maduros, também existe nos vegetais e no mel. Pura e na sua forma cristalina é o mais doce dos açúcares naturais. Realça o sabor natural dos alimentos e é indicada para quem tem problemas de estômago, de fígado e de coração.

Gomásio - Sal de sésamo. Feito com sementes de sésamo tostadas e moídas com sal, fortifica o sistema nervoso. Serve para temperar arroz integral.

Inhame - Rico em hidratos de carbono e vitaminas, este rizoma originário da Ásia é um dos alimentos medicinais mais eficientes que se conhece. Limpa o sangue, fortalece o sistema imunológico e facilita a digestão. É pobre em gorduras, ma sé uma grande fonte de energia. Deve ser firme, sem áreas amolecidas ou enrugadas e sem sinais de mofo. Só pode ser consumido cozinhado. As suas folhas podem ser comidas estufadas ou cozidas. Também é usado em farinha.

Leite vegetal - Embora continue a ser o mais consumido, o leite de origem animal tem cada vez mais alternativas orgânicas. O leite de arroz e o leite de avelãs já começam a ter adeptos, mas ainda não são os preferidos:

Leite de soja - De uma doçura suave e súbtil, é altamente digestivo e nutritivo. Tem um baixo teor de gordura. Não tem lactose, nem colesterol.

Leite de aveia - Tem um sabor mais suave do que o de soja. Ideal para quem digere mal a lactose. Tem apenas quatro por cento de gordura.

Lentilhas - São com a quinoa e com o seitan, uma das melhores alternativas à carne. Ricas em fósforo, em potássio e em vitaminas do complexo B, têm quatro vezes mais fibras que o arroz, a massa e as batatas. São mais digestivas que o feijão. Devem ser demolhadas durante 10 horas, antes de serem cozinhadas.

Levedura de cerveja - Excelente fonte de vitaminas e sais minerais, com um importante teor em ferro, este fungo unicelular, responsável pela fermentação alcoólica de soluções açucaradas, ajuda a colmatar deficiências em dietas carenciadas. É muito usado como suplemento vitamínico. Disponível em pó, em flocos e em líquido, deve ser adicionado à comida já depois de cozinhada.

Massa de arroz - Também conhecida como vermicelli, esta massa consistente e firme é feita a partir do arroz. É muito semelhante à somen, uma massa japonesa de trigo extremamente fina.

Massa brick - Massa folhada muito fina e quebradiça, também conhecida como malsouka, esta película fina de farinha de trigo é a base de muitos doces e salgados. É com ela que se faz o brick, uma entrada tunisina muito apreciada.

Melaço de cana - É mais uma alternativa ao açúcar. Obtido a partir do açúcar de cana, é rapidamente absorvido pela corrente sanguínea. Prefira o biológico, porque o tradicional pode conter resíduos químicos.

Millet - Também conhecido como painço, é um dos cereais mais ricos em proteínas. Deve ser tostado em óleo numa frigideira e, depois, cozido em água e sal durante 35 minutos.

Míscaros - Cogumelos da família das poliporáceas, encontram-se frequentemente nos pinhais, quando aparecem as primeiras humidades de Outono. Há espécies não comestíveis.

Miso - Há quem diga que é o mais rico dos derivados da soja. Pasta fermentada, obtida a partir de grãos cozidos e misturados com outros cereais, tem um sabor intenso e salgado, com um ligeiro travo a avelãs. A sua cor varia entre o bege e o castanho. Deve ser usado na fase final da cozedura da sopa, sem deixar ferver. É bom para temperar pratos vegetais e aromatizar molhos.

Natas vegetais - Feitas à base de gorduras vegetais, têm um sabor delicado e um baixo teor de colesterol. Também são cremosas.

Quiabo - Vegetal rico em vitaminas A, C e vitaminas do complexo B, contém muitos sais minerais. Quando o comprar, escolha-o claro, tenro, cheio e firme. Se a ponta não se quebrar com facilidade, é porque já está murcho ou muito fibroso.

Quinoa - Devido ao seu aspecto, é muitas vezes confundida com um cereal, mas não o é. Parecida com o cuscuz, é muito nutritiva e rica em proteínas. Cozinha-se em água e sal, durante 20 minutos.

Sal marinho - Obtido através da desidratação da água do mar, este não passa por um processo térmico de refinamento. É melhor assimilado pelo organismo.

Seitan - Alimento proteico derivado do trigo, rico em glúten, tem uma textura muito semelhante à da carne e cozinha-se como tal. De cor castanha e aspecto esponjoso e gelatinoso, é consumido pelos monges budistas há mais de sete mil anos. É extremamente rico em proteínas.

Sementes de girassol - Extraídas da flor de girassol, são quase todas transformadas em óleo. Ricas em protéinas, hidratos de carbono, sais minerais e fibras, também se utilizam para fazer mel.

Sementes de sésamo - Fruto de uma planta herbácea que é considerada o símbolo da imortalidade na Índia, estas sementes têm um sabor muito parecido com o da amêndoa. Torradas, são muito usadas como condimento de vegetais e molhos. Podem substituir o pão ralado em muitas receitas.

Sêmola - Extraída da parte mais nobre de cereais como o milho, o trigo e o arroz, é muito usada para fazer massas. Os grãos são humedecidos, moídos, secos e depois, passados. É rica em fibras e hidratos de carbono.

Tahin - Puré de grãos de sésamo moído, pode ser usado como manteiga, mas deve ser consumido em pequenas quantidades, porque é muito concentrado.

Tamari - Molho de soja de textura grossa feito a partir de shoyu.

Tempeh - Originário da Indonésia, é um dos raros produtos de origem vegetal que contém vitamina B12. Tem um sabor peculiar. Pode ser grelhado, frito ou estufado com vegetais.

Shoyu - Molho de soja obtido através da fermentação de uma mistura de feijão de soja, trigo, sal e água, é o ingrediente mais usado na cozinha japonesa. O que se vende nas lojas especializadas é diferente do molho de soja que os Chineses usam na sua cozinha.

Soja - Planta da família das leguminosas. Faz parte dos hábitos alimentares da Ásia., de onde é originári, há mais de três mil anos. Rica em proteínas e lípidos, tem o grão com mais vitaminas em todo o mundo vegetal. Em nacos ou em granulado, é usada como substituto da carne, mas também serve para fazer leite, manteiga, óleo e iogurtes. Os hambúrgueres, o chouriço e a farinheira de soja são muito apreciados.

Tofu - Produzido a partir da coagulação do leite de soja, este queijo de soja absorve o sabor dos alimentos. De cor esbranquiçada, é extremamente digestivo e muito pouco calórico. Rico em proteínas e fibras, é de tal maneira versátil, que pode ser confeccionado de "mil e uma" maneiras.

Trigo-sarraceno - Muito usado na cozinha russa, apesar do nome, não é um cereal, mas como é usado como o trigo acaba por ser encarado como tal. Por ser feio e mole, também lhe chamam trigo-preto. É com ele que se faz o soba, um macarão muito apreciado no Japão. Não tem glúten, mas é dos mais ricos em minerais. Contém os oitos aminoácidos essenciais.

Vinagre - Existem vários tipos de vinagres orgânicos. O de cidra, o de maçã e o de ameixa já começam a ser comuns, mas não são os únicos:

Vinagre de arroz - Usado pelos Orientais ha milhares de anos, tem um sabor agridoce. Contém aminoácidos que queimam as substâncias nocivas ao organismo. Há que o beba para fortalecer os músculos e para retardar os efeitos do envelhecimento.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

De areia a insetos: descubra 18 ingredientes muito estranhos

Você comeria insetos, areia e produtos feitos com fumaça? Se a resposta for não, prepare-se para a notícia a seguir: esses ingredientes são mais comuns nos alimentos do que você imagina. Por isso, o site Health.com listou as 18 substâncias mais estranhas presentes na nossa alimentação. Confira a seguir e não deixe de ler os rótulos.

Colágeno   Os vegetarianos se prepararem para um choque! A gelatina é derivada de colágeno, uma proteína muitas vezes coletados da pele de animais. A fonte varia dependendodo tipo de alimento, diz Andrew L. Milkowsi, professor de ciências animais da Universidade de Wisconsin Madison. A gelatina em sobremesas, por exemplo, vem principalmente da pele de porcos    Foto: Getty Images
Colágeno
Os vegetarianos se prepararem para um choque! A gelatina é derivada de colágeno, uma proteína muitas vezes coletados da pele de animais. A fonte varia dependendodo tipo de alimento, diz Andrew L. Milkowsi, professor de ciências animais da Universidade de Wisconsin Madison. A gelatina em sobremesas, por exemplo, vem principalmente da pele de porcos.
Onde encontrar: gelatina, cereais, iogurte, doces, e alguns tipos de creme de leite.
Carne mecanicamente separada  Carne mecanicamente separada é o que sobra depois que a carne grudada aos ossos de frango ou porco é esmagada por meio de um tubo de alta pressão. Parece uma pasta, diz Sarah A. Klein, advogada do Programa de Segurança Alimentar do Centro de Ciência no Interesse Público. Você esmaga pedaços de ossos, cartilagem e outras coisas que viram a pasta final    Foto: Getty Images
Carne mecanicamente separada
Carne mecanicamente separada é o que sobra depois que a carne grudada aos ossos de frango ou porco é esmagada por meio de um tubo de alta pressão. "Parece uma pasta", diz Sarah A. Klein, advogada do Programa de Segurança Alimentar do Centro de Ciência no Interesse Público. "Você esmaga pedaços de ossos, cartilagem e outras coisas que viram a pasta final".
Devido ao risco de encefalopatia espongiforme bovina, popularmente conhecida como a "doença da vaca louca", essa pasta não é mais comercializada.
Onde era encontrada: principalmente em cachorro-quente.

Monóxido de carbono  O mesmo monóxido de carbono que vem do escapamento do seu veículo é usado também no setor de embalagens de carne e peixes. Isso porque, o gás ajuda a conservar os alimentos. O processo é considerado seguro para a saúde, mas se tornou pouco utilizado após os consumidores criticarem o método    Foto: Getty Images
Monóxido de carbono
O mesmo monóxido de carbono que vem do escapamento do seu veículo é usado também no setor de embalagens de carne e peixes. Isso porque, o gás ajuda a conservar os alimentos. O processo é considerado seguro para a saúde, mas se tornou pouco utilizado após os consumidores criticarem o método.
Onde encontrar: o monóxido de carbono é injetado na embalagem assim que todo ar é retirado e, dessa forma, o gás bloqueia o processo de oxidação do alimento.
Pode ser encontrado em embalagens de carne, peixe ou frango.
Goma-laca  Se você é apaixonado por jujubas, saiba que esses doces são, muitas vezes, revestidos com a goma-laca, uma substância pegajosa secretada pelo inseto Kerria lacca, nativo da Tailândia    Foto: Getty Images
Goma-laca
Se você é apaixonado por jujubas, saiba que esses doces são, muitas vezes, revestidos com a goma-laca, uma substância pegajosa secretada pelo inseto Kerria lacca, nativo da Tailândia.
Onde encontrar: jujubas e doces com revestimenos brilhantes. Na embalagem, pode ser chamado de "esmalte confeiteiro".
Água salgada  Fabricantes injetam sal em alimentos como a carne crua (principalmente o frango) para realçar o sabor e aumentar o peso do produto antes de ser vendido. O problema é que excesso de sal pode elevar sua pressão e trazer riscos à saúde    Foto: Getty Images
Água salgada
Fabricantes injetam sal em alimentos como a carne crua (principalmente o frango) para realçar o sabor e aumentar o peso do produto antes de ser vendido. O problema é que excesso de sal pode elevar sua pressão e trazer riscos à saúde.
Onde encontrar: principalmente em carnes embaladas. Sempre leia os rótulos. Se encontrar informações que indiquem excesso de sal, evite!
Celulose  Derivada da polpa de madeira e de algodão, a celulose é utilizada na fabricação de papel e, às vezes, adicionada aos alimentos, como o queijo ralado    Foto: Getty Images
Celulose
Derivada da polpa de madeira e de algodão, a celulose é utilizada na fabricação de papel e, às vezes, adicionada aos alimentos.
Bisfenol A  Bisfenol A é uma substância presente em embalagens plásticas que pode causar sérios problemas de saúde, como infertilidade e câncer no ovário. Apesar de o bisfenol já ter sido removido da maioria das embalagens, ele ainda está presente em alguns enlatados, como o de tomate    Foto: Getty Images
Bisfenol A
Bisfenol A é uma substância presente em embalagens plásticas que pode causar sérios problemas de saúde, como infertilidade e câncer no ovário. Apesar de o bisfenol já ter sido removido da maioria das embalagens, ele ainda está presente em alguns enlatados.
Onde encontrar: "Isso pode ser especialmente problemático com alimentos ácidos como o tomate. A preocupação é de que haja vazamentos nos alimentos", explica Patty Lovera, diretora do Food &Water Watch.
Castóreo  Não é apenas coicidência, o castóreo é uma substância extraída de algumas glândulas localizada perto do ânus dos castores. Como é difícil adquirí-lo, este produto é muito caro e está mais presente em perfumes que em alimentos    Foto: Getty Images
Castóreo
Não é apenas coicidência, o castóreo é uma substância extraída de algumas glândulas localizada perto do ânus dos castores. Como é difícil adquirí-lo, este produto é muito caro e está mais presente em perfumes que em alimentos.
Onde encontrar: segundo o Food and Drug Administration, órgão governamental dos Estados Unidos da América que faz o controle dos alimentos, essa substância não está presente nos rórulos dos produtos porque é "reconhecida como segura". Muitas vezes, pode ser apenas mencionada como "aroma natual" nos rótulos.
Benzoato de sódio  Já sentiu um formigamento na garganta ao beber refrigerante? Isso pode ser benzoato de sódio. Este conservante comum é geralmente reconhecido como seguro pela FDA, mas isso não significa que você não deve evitá-lo. Segundo um estudo de 2007, publicado no The Lancet, uma mistura de benzoato de sódio e corantes alimentares estava ligada ao comportamento hiperativo em crianças    Foto: Getty Images
Benzoato de sódio
Já sentiu um formigamento na garganta ao beber refrigerante? Isso pode ser benzoato de sódio. Este conservante comum é geralmente reconhecido como seguro pela FDA, mas isso não significa que você não deve evitá-lo. Segundo um estudo de 2007, publicado no The Lancet, uma mistura de benzoato de sódio e corantes alimentares estava ligada ao comportamento hiperativo em crianças.
Onde encontrar: refrigerantes, sucos de frutas e molhos de salada.
Lodo rosa  O lodo rosa é um processo pelo qual a carne é centrifugada e lavada em uma solução de hidróxido de amónio e água    Foto: Getty Images
Lodo rosa
O lodo rosa é um processo pelo qual a carne é "centrifugada" e "lavada" em uma solução de hidróxido de amónio e água.
Onde encontrar: recentemente, nos Estados Unidos, o McDonalds anunciou que mudaria a receita de seus hambúrgueres após descobrirem que a carne era feita de lodo rosa.
Bacteriófagos   Vírus fazem mal à saúde. Mas a bacteriófagos é um vírus que se reproduz em massa que infecta e mata bactérias presentes nos alimentos    Foto: Getty Images
Bacteriófagos
Vírus fazem mal à saúde. Mas a bacteriófagos é um vírus que se reproduz em massa que infecta e mata bactérias presentes nos alimentos.
Onde encontrar: pode ser encontrado em carnes. Verifique a lista de ingredientes.
Antibióticos  Nós costumamos tomar antibióticos como medicamentos. Na pecuária, alguns animais também tomam para crescerem rapidamente e serem mais lucrativos para os fornecedores. No entanto, o uso excessivo de antibióticos na produção animal pode causar resistência das bactérias    Foto: Getty Images
Antibióticos
Nós costumamos tomar antibióticos como medicamentos. Na pecuária, alguns animais também tomam para crescerem rapidamente e serem mais lucrativos para os fornecedores. No entanto, o uso excessivo de antibióticos na produção animal pode causar resistência das bactérias.
Onde encontrar: carne bovina e carne de frango.
Dióxido de silício  Dióxido de silício, popularmente conhecido como areia, também pode ser encontrado em alimentos. Isso porque, de acordo com especialistas, ele absorve a umidade dos produtos. Vale lembrar que, se engolir um pouco de areia por acidente na praia não faz mal, na mesa de jantar também não trará riscos    Foto: Getty Images
Dióxido de silício
Dióxido de silício, popularmente conhecido como areia, também pode ser encontrado em alimentos. Isso porque, de acordo com especialistas, ele absorve a umidade dos produtos. Vale lembrar que, se engolir um pouco de areia por acidente na praia não faz mal, na mesa de jantar também não trará riscos.
Onde encontrar: sais e sopas
Carmim  Quando se trata de alimento, os insetos têm outros benefícios além de dar brilho em balas. Eles são bons para dar cor também, principalmente a vermelha. Carmim é uma coloração vermelha que vem da cochonilha, um tipo de besouro    Foto: Getty Images
Carmim
Quando se trata de alimento, os insetos têm outros benefícios além de dar brilho em balas. Eles são bons para dar cor também, principalmente a vermelha. Carmim é uma coloração vermelha que vem da cochonilha, um tipo de besouro.
De acordo com a FDA, esse ingrediente pode causar reações alérgicas em algumas pessoas e, por isso, é obrigatório que seja listado em rótulos de aliementos e cosméticos.
Onde encontrar: sorvetes e alguns sucos.
Propilenoglicol  Propilenoglicol é um concentrado oleoso presente da produção de temperos concentrados, cosméticos e preservaticos. Essa substância pode causar alergia em algumas pessoas    Foto: Getty Images
Propilenoglicol
Propilenoglicol é um concentrado oleoso presente da produção de temperos concentrados, cosméticos e preservaticos. Essa substância pode causar alergia em algumas pessoas.
Onde encontrar: refrigerantes, molhos de salada e cerveja
Carragenina  Você gosta de comer algas? Se a resposta for não, saiba que elas estão em todas as partes. Extraído a partir de algas marinhas, carragenano é um gel utilizado como estabilizante natural nos alimentos. Ele ajuda os líquidos a se manterem misturados   Foto: Getty Images
Carragenina
Você gosta de comer algas? Se a resposta for não, saiba que elas estão em todas as partes. Extraído a partir de algas marinhas, carragenano é um gel utilizado como estabilizante natural nos alimentos. Ele ajuda os líquidos a se manterem misturados.
Onde encontrar: frango, queijos e sorvetes. Além disso, vale lembrar que leite com achocolatado normalmente contém carragenina.
Fumaça líquida  O sabor dos alimentos defumados vem da fumaça líquida, um composto obtido pela queima de madeira. Ou seja, é feita uma fogueira dentro de um forno e a fumaça é canalizada a sob pressão para dentro de uma vasilha com água. É isso que dá um sabor diferenciado para esses alimentos    Foto: Getty Images
Fumaça líquida
O sabor dos alimentos defumados vem da fumaça líquida, um composto obtido pela queima de madeira. Ou seja, é feita uma fogueira dentro de um forno e a fumaça é canalizada a sob pressão para dentro de uma vasilha com água. É isso que dá um sabor diferenciado para esses alimentos.
Onde você vai encontrá-lo: produtos de churrasco, feijão, bacon e salgadinhos.
Amônia  A amônia é um produto químico de cheiro forte encontrado em produtos de limpeza e usado como gás para matar germes de alimentos. Era usada em carnes, mas seu uso foi proibido    Foto: Getty Images
Amônia
A amônia é um produto químico de cheiro forte encontrado em produtos de limpeza e usado como gás para matar germes de alimentos.
Onde era encontrado: em carnes, mas seu uso foi proibído.

Fonte

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ingredientes de Origem Animal

Os ingredientes de origem animal estão onde menos se espera, pelo que, como consumidores veganos, temos de estar particularmente atentos ao que compramos. Ler os rótulos poderá parecer tarefa cansativa ao início, mas, ao fim de algum tempo, verás que até é rápido e fácil. Como em tudo na vida, é uma questão de prática e de hábito.


Etiqueta de ProdutoLer o Rótulo de Um Produto

Por vezes, basta olhares para a informação nutricional dos produtos. Se um produto listar uma percentagem de colesterol superior a 0%, então podes voltar a pô-lo logo na prateleira, pois é certo que tem algum ingrediente de origem animal (alguns vegetais contêm colesterol, mas em quantidades desprezáveis). Contudo, o inverso não é válido: o facto de um produto não ter colesterol, por si só, não permite concluir que esse produto é vegano.

Para confirmares se um produto é vegano, percorre a lista de ingredientes. Verás que os ingredientes de origem animal mais óbvios saltam logo à vista: soro de leite, leite em pó, gema de ovo, caldo de carne, etc. Se não encontrares nenhum destes ingredientes, procura com mais atenção os ingredientes "escondidos": gelatina, caseína, albumina, etc. Em caso de dúvida sobre um ingrediente, a opção mais sensata é não comprar esse produto.

Não te deixes confundir por termos como "natural" ou "biológico". O facto de um produto ser rotulado como natural ou biológico não significa que não tem ingredientes de origem animal.

Por vezes, os ingredientes de alguns produtos mudam (por exemplo, pão que passa a conter soro de leite), pelo que é bom ires confirmando periodicamente os ingredientes dos produtos que antes sabias serem veganos para te certificares de que continuam a não incluir nenhum ingrediente de origem animal.

Uma coisa é certa: ler atentamente os ingredientes de um produto é algo que deveria ser feito por todos os consumidores, sejam eles veganos ou não. Afinal, é de nosso interesse sabermos o que estamos a ingerir.

Ingredientes de Origem Animal Comuns em Alimentos

ácido láctico
potencialmente não vegano; apesar do nome, o mais comum é ser de origem vegetal (obtido através da fermentação de amido de milho ou açúcar de beterraba).

albumina
potencialmente não vegano; o mais comum é ser albumina de ovo. Evitar, a menos que haja indicação de que é de origem vegetal.

aroma natural
potencialmente não vegano; o “aroma natural” pode ser qualquer coisa, incluindo subprodutos de carne. Evitar, a menos que haja indicação de que é de origem vegetal.

carmim/ácido carmínico
não vegano; extraído de insectos esmagados (cochonilha) e usado como corante.

caseína
não vegano; derivado de leite animal.

gelatina
não vegano; produzido a partir de ossos e ligamentos de animais.

glicerina
potencialmente não vegano; pode ser produzida a partir de gordura animal ou ser de origem
vegetal/sintética.

lactose
não vegano; derivado de leite animal.

lecitina
potencialmente não vegano; se for vegetal, o mais comum é ser listado como “lecitina de soja”.

ómega-3
potencialmente não vegano; se não for de origem vegetal, haverá provavelmente alguma indicação de que é proveniente de óleo de peixe.

soro de leite
não vegano; derivado de leite animal.

vitamina A
potencialmente não vegano; normalmente, é de origem sintética ou de origem animal (retinol). A alternativa vegetal são os carotenos (provitamina A).

vitamina D3
não vegano; normalmente, a vitamina D3 é obtida a partir de cera de lã de ovelha (lanolina) ou de óleo de peixe. A alternativa vegetal é a vitamina D2.

Informações Adicionais
Muitas vezes, não é possível concluir se um produto é vegano ou não analisando os ingredientes, pois há ingredientes que tanto podem ser de origem animal como de origem vegetal. Nesses casos, podes tentar procurar na Internet informação sobre se esse produto específico é adequado para veganos ou contactar o fabricante, perguntando se os ingredientes em questão são de origem animal ou vegetal.

Aditivos de Origem Animal

No recurso Food-Info.net, da Universidade de Wageningen - Holanda, encontras uma lista dos aditivos (os famosos números E) que costumam ser de origem animal:

Lista de Aditivos de Origem Animal (em inglês)

Uma forma de não teres de te preocupar muito com estes aditivos é dares preferência aos alimentos naturais e evitares os produtos (muito) processados. E a tua saúde também agradece.

Fonte

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Termos de Cozinha

 Portugal   -  Brasil


Aconchegar - Apertar
Aquecer - Esquentar
Arrefecer - Esfriar
Assar :cozinhar
Almofariz - Pilão
Boião - Pote
Biológico : Orgânico
Chávena - Xícara
Decoração - Acabamento
Esmagar - Socar
Espumadeira - Escumadeira
Estaladiço - Crocante
Estufar - Cozinhar com a panela tampada
Fervedor - Leiteira
Frasco - Vidro
Frigorófico - Geladeira
Fio de cozinha - Barbante
Fumado - Defumado
Lume - Fogo
Lume brando - Fogo brando
Tacho/Panela - Panela
Panar - Empanar
Panela tapada - Panela tampada
Passe-vite : Passapurê
Película aderente : Filme transparente
Pequeno almoço : Café da manhã
Picadora : Processador de alimentos
q.b. (quanto baste) - a gosto
Ramo - Maço
Varinha mágica - Mixer


Ingredientes

Alho Francês - Alho Poró
Açafrão das Índias - Curcuma, Açafrão da Terra
Açúcar em pó - Açúcar de Confeiteiro
Açúcar amarelo : Açúcar de cor acastanhada, não refinado
Aguardente - Pinga
Aipo - Salsão
Alperce - Damasco
Alfazema - Lavanda
Ananas : Abacaxi
Aneto (endro) : Dill
Caril - Curry
Bola : Pãozinho rústico
Bolinho : Pastel
Brócolos : Brócolis
Bulgur : Trigo para quibe
Cebolinho : Ciboulette
Chouriço vegetal: Linguiça vegetal
Colorau : Páprica
Cogumelos - Champignons
Crepe : Panqueca
Cebolo - Cebolinha verde
Coentros frescos - Cheiro-verde (Nordeste)
Cubo de caldo - Tablete de caldo
Côdea (do pão) - Crosta
Curgete (ou courgette) - Aboborinha Italiana
Espargos - Aspargos
Esparguete - Espaguete
Empadão - Escondidinho, Torta
Erva-cidreira : Melissa, capim-cidreira
Farinha de Milho - Fubá
Feijão-frade - Feijão fradinho
Feijão-verde - Feijão Vagem
Fermento padeiro : Fermento biológico fresco
Gelado - Sorvete
Gnocchi : Nhoque
Grelo : Broto, rebento
Ketchup - Catchup
Massa - Macarrão
Molho de Soja - Shoyu
Molho picante, molho de piri-piri : Molho de pimenta
Mozzarella - Mussarela
Natas de soja - Creme de leite de soja
Oregãos - Orégano
Óleo de Palma - Azeite de Dendê
Pão de véspera - Pão amanhecido
Pão pita - Pão sírio
Pão ralado - Farinha de rosca
Panar : Empanar
Pastel : Bolinho
Pimentão doce : Páprica
Piri-piri - Pimenta Malagueta
Pinhões - Pinoles
Papel Vegetal - Papel manteiga
Passa de uva - Uva passa
Pimenta preta - Pimenta do reino
Pimentos - Pimentão
Palitotos de la reine - Biscoito champagne
Queijo creme - Requeijão cremoso
Queijo flamengo - Queijo prato
Queque - Muffin
Malagueta - Pimenta dedo de moço
Rissóis - Rissoles
Rebento de Soja - Broto de feijão
Requeijão - Coalhada
Salsa - Salsinha
Salva : Sálvia
Sandes : Sanduíche
Sésamo : Gergelim
Sumo : Suco
Sultanas - Uva Passa Branca
Sumo - Suco
Tarte - Torta
Tartelete : Tortinha
Torta - Recambole
Vinho de arroz : Saquê