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domingo, 1 de maio de 2016

Sementes que ajudam a controlar a hipertensão


Pequena no tamanho e enorme de nutrientes. As sementes de linhaça, abóbora, girassol e gergelim são fontes de fibras, vitaminas, sais minerais, proteínas e antioxidantes. Regularizam o funcionamento do intestino, protegem das doenças cardiovasculares, combatem o envelhecimento e ainda são fontes de magnésio, essencial na formação do esqueleto e no combate a osteoporose.

 O que você esta esperando para incluir essas pequenas notáveis na sua alimentação? “É só desfrutar das sementes, sem exageros, e elevar a saúde com nutrientes essenciais e ideais para o bom funcionamento do organismo”, afirma a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional. A semente de linhaça possui, além dos carboidratos, proteínas, gorduras e fibras, 27 componentes anticancerígenos e por causa disso vira uma grande aliada na prevenção do câncer de próstata, de cólon e de pulmão. Outra grande característica, é ser a mais rica fonte de ômega 3 (gordura boa) existente na natureza, evitando doenças cardiovasculares.

“É uma semente muito benéfica. A linhaça tem cinco vezes mais fibras que a aveia e contém 100 vezes mais lignina (fibras insolúveis dietéticas) que os melhores grãos integrais. Portanto, é um alimento importante para o bom funcionamento do intestino”, ressalta a nutricionista.
Cheia de potássio, mineral capaz de auxiliar no controle da pressão arterial, a semente de abóbora chama a atenção dos nutricionistas. Por dia, homens e mulheres precisam de dois mil miligramas do mineral e a semente de abóbora possui 919 miligramas. Além disso, é rica em fibra, que funciona bem contra a prisão de ventre, e vitamina A, boa para os olhos por prevenir doenças como degeneração macular. “Outro diferencial da semente de abóbora é a grande quantidade de vitamina E, nutriente que combate o envelhecimento”, afirma a especialista Roseli.

A semente de girassol que também tem fibra e possui vitamina A, só que em menor quantidade do que a semente de abóbora, merece atenção por ser rica em gordura monoinsaturada, nutriente essencial por afastar males cardiovasculares, grande medo da atualidade. O mineral da semente de girassol, o magnésio, também é uma procura da sociedade moderna, ele ajuda na formação do esqueleto e combate a osteoporose. Homens e mulheres precisam de 420 miligramas de magnésio por dia e a semente de girassol possui, em 100 gramas, 354 miligramas.

Também pequena no tamanho e enorme de nutrientes, a semente de gergelim, rica em cálcio, fósforo, ferro e vitaminas do complexo B, é altamente eficaz na lubrificação do intestino, graças a sua ação emoliente e de laxante suave no organismo, pois umedece e lubrifica. Além de evitar inconvenientes como a prisão de ventre, a hemorróida e o câncer de colón.


As sementes que ajudam a controlar a hipertensão
Chia, linhaça e semente de girassol, ricas em ômega 3, são algumas das sementes que auxiliam na prevenção e no combate à hipertensão, doença crônica silenciosa que pode ter consequências graves e levar à morte por ocorrência de infarto ou derrame.

— O ômega 3 atua na prevenção de doença cardiovascular, pois ajuda a diminuir o colesterol e a pressão arterial —

Segundo a nutricionista, a quantidade diária ideal de chia ou linhaça é de uma a duas colheres de sopa, que podem ser adicionadas a bebidas ou comidas. Para sementes de girassol, a medida recomendada é de 30 gramas por dia.

— Outros alimentos, como castanhas, amêndoas e nozes são fontes de gorduras insaturadas e magnésio, nutrientes que auxiliam no combate à hipertensão. O suco de uva também tem efeito protetor contra doenças do coração — complementa.

A nutricionista recomenda priorizar na dieta frutas, verduras, legumes ricos em potássio, cálcio e magnésio, cereais integrais como arroz, aveia e farelo de trigo e ingerir no mínimo dois litros de água por dia.

Outra medida é reduzir o consumo de sódio, substituindo sal comum por sal light — que tem teor reduzido de sódio — e condimentos naturais, como alho, cebola, orégano, manjericão, alecrim, entre outros. Temperos e salgadinhos industrializados, patês, manteiga e margarina salgadas, carnes processadas têm bastante quantidade de sal e devem ser evitados.

— Aliada à alimentação adequada, é essencial a prática de atividades físicas regulares, reduzir o consumo de álcool e evitar o hábito de fumar — conclui.


nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde

domingo, 9 de março de 2014

Conheça 7 razões pelas quais os vegetarianos vivem mais


Um novo estudo publicado pela publicação médica JAMA Internal Medicine[https://archinte.jamanetwork.com/article.aspx?articleid=1832195] analisou as informações de sete estudos clínicos e outros 32 publicados entre os anos de 1900 e 2013, onde os participantes mantiveram uma dieta vegetariana e descobriram que tinham menos pressão sanguínea comparado a quem come carne.

Confira abaixo sete razões para quais os vegetarianos podem viver mais do que os carnívoros.

1.
Pressão sanguínea baixa: no ultimo estudo, pesquisadores descobriram que não apenas os vegetarianos têm baixa pressão sanguínea na média, mas que estas dietas podem ser usadas para baixar a pressão em pessoas que precisem de uma intervenção.

2.
Baixo risco de morte: um estudo realizado em 2013 com mais de 70 mil pessoas descobriu que vegetarianos têm 12% a menos de riscos de morte quando comparado com não-vegetarianos. Com nada de gordura saturada e colesterol que entope as artérias, os vegetarianos têm um risco menor para doenças crônicas.

3.
Bom humor: um estudo de 2012 dividiu participantes indiferentemente entre três dietas: com todo tipo de carne permitida, apenas peixe e vegetariana. Os pesquisadores descobriram que, depois de duas semanas, as pessoas na dieta vegetariana apresentaram melhoras no humor em comparação com os outros grupos.

4.
Menos chances de doenças do coração: em outro estudo de 2013 no qual 44 mil pessoas mostrou que os vegetarianos são 32% menos suscetíveis a desenvolver doenças isquêmicas do coração.

5.
Baixo risco de câncer: pesquisadores da Universidade loma Linda, na Califórnia (EUA) estudaram versões diferentes da dieta vegetariana e o risco de câncer entre pessoas com baixo risco de ter a doença e descobriram que uma dieta vegetariana pode trazer benefícios. Embora o estudo não tenha um resultado determinante para o assunto, os veganos têm baixo risco para câncers, especificamente os mais comuns entre as mulheres, como o de mama.

6.
Baixo risco de diabetes: estudos mostraram que vegetarianos têm baixo risco para desenvolver diabetes. Mesmo que a dieta não cure a doença, pode baixar o risco de uma pessoa ao ajudá-la a mantes o peso e melhorar o controle de açúcar no sangue.

7.
Baixa probabilidade de obesidade: pesquisas mostram que os vegetarianos tendem a ser mais esguios que seus colegas carnívoros, e eles tendem a ter baixo colesterol e massa muscular. Alguns dados sugerem que uma dieta vegetariana pode ajudar com a perda de peso e a manutenção de um peso saudável com o tempo.