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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Chocolate, vinho, a serotonina e o bem estar.


Associação do chocolate com vinho é sabido que causa uma sensação de bem estar além do imaginamos. O chocolate é um alimento encontrado na forma pastosa, sólida e de bebida doce ou amarga, feito a partir da amêndoa torrada do cacau, protege o coração,pois reduz os níveis da pressão arterial. O vinho é resultado da fermentação parcial ou total de uvas frescas, inteiras ou esmagadas na sua formação é adicionado açúcares, ácidos, enzimas e nutrientes. O vinho produz resveratrol que ativa mecanismos cardioprotetores, podem diminuir o colesterol LDL. A associação do vinho com chocolate ativa o neurotransmissor serotonina que regulam alguns hormonios , além do sono e do apetite, os niveis baixos de serotonina causam ansiedade, depressão,obesidade, enxaqueca e esquizofrenia, por isso a recaptação de serotonina no sistema nervoso central é de fundamental importância para o equilibrio neural .  
O triptofano é um aminoacido presente tanto no chocolate quanto no vinho, é um precursor da serotonina,além de regular também endorfinas,além de possuirem propriedades antiinflamatorias. A saciedade e o prazer esta relacionado com om consumo do chocolate e o vinho em associação, pois potencializam o equilibrio dos aminoácidos encarregados de saciar e dozar a necessidade de satisfação,porém tem um aspecto viciante trazendo consequencia posteriores,mas controlaveis.
webartigos


O Vinho e a Depressão
São muitas as evidências e referências aos efeitos antidepressivos do vinho. Mas a que eles se devem? 
Sistema Límbico é a parte do cérebro onde se processam as emoções. A transmissão das informações captadas e processadas ocorre por uma rede de neurônios (células do sistema nervoso). A comunicação entre os neurônios se dá por neurotransmissores – mediadores químicos que transmitem o estímulo de uma célula para outra. Uma das mais importantes dessas substâncias é a serotonina. 
A depressão se manifesta devido a uma associação complexa entre a predisposição biológica da pessoa, situações adversas (como perda de um familiar, econômica, profissional ou social), características da personalidade e fatores ambientais. Sabe-se que a depressão é uma situação clínica que está relacionada com uma deficiência de serotonina no Sistema Límbico. A tiramina, que se encontra em abundância principalmente nos vinhos tintos, aumenta a produção serotonina. E é esta a explicação para o efeito antidepressivo do vinho. 
É muito importante salientar que estes efeitos só ocorrem se se beber vinho com moderação, regularmente, de preferência durante as refeições e por pessoas que não tenham contra-indicação ao uso de bebidas alcoólicas. Beber vinho em exagero, devido ao álcool, leva a transtornos comportamentais, mentais, sociais e familiares relevantes, desagradáveis e desaconselháveis.
Dr. Jairo Monson de Souza Filho
Especialista em Clínica Médica, Cardiologia


Vinho é saudável
Uma das características mais interessantes e atraentes do vinho, em particular o tinto, é a presença do resveratrol, uma substância antioxidante que ajuda na defesa dos vasos sanguíneos, reduz o risco de certos tipos de câncer, degeneração macular e diabetes. A maior fonte do resveratrol é a casca da uva, razão pela qual o vinho tinto está ligado a inúmeros benefícios – já que, ao contrário do vinho branco, a casca também é utilizada na produção. O resveratrol ainda afina as moléculas do sangue, prevenindo entupimento dos vasos, e diminui o nível de LDL no organismo, o chamado “Colesterol Ruim”.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Vinhos, cervejas podem ser consumidos por veganos?

Há milhares de anos que as bebidas alcoólicas fazem parte da dieta quotidiana. Quase todas as civilizações incorporaram diferentes produtos alcoólicos nos seus hábitos alimentares estando, portanto, o consumo de álcool intimamente ligado à cultura e aos costumes sociais dos diferentes povos. Em resumo, o consumo de álcool tem uma componente social importante com os seus respectivos benefícios e desvantagens.
O estilo de vida vegano não exclui, por isso, as bebidas alcoólicas em geral, mas apenas aquelas que contêm matérias primas ou auxiliares de origem animal.

O uso de produtos derivados animal na produção de bebidas alcoólicas é razoavelmente difundido, não porque não existam alternativas, mas porque tradicionalmente sempre foram usados e praticamente não existem reclamações por parte dos consumidores.


VINHOS
A maioria dos vinhos, após a fermentação, é refinado usando um dos seguintes produtos de origem animal: sangue (não para dar cor, mas para clarificar; mas actualmente já raramente usado), medula óssea, quitina (base orgânica das partes duras dos insectos e crustáceos como camarões e caranguejos), albumina de ovo, óleo de peixe, gelatina (geleia obtida pela fervura de tecidos animais como a pele, tendões, ligamentos, etc, ou ossos), cola de peixe, leite ou caseína. Alternativas não-animais incluem pedra calcária, caulino e "kieslguhr" (argilas), caseína de plantas, gel de sílica e placas vegetais.
Nos grandes supermercados já é possível encontrar algumas marcas de vinhos veganos. E os vinhos biológicos, cada vez mais fáceis de encontrar, também são, mais provavelmente, veganos.

Vinhos aptos para veganos:
Quinta da Esteveira
Quinta da Comenda
Dão
Cormaieur
Miolo
Piagentini
Valduga
Todos os vinhos da Adega Cooperativa da Covilhã e, provavelmente, da maioria das adegas cooperativás. 




Vinhos no Brasil:
O vinho precisa ser verificado antes do uso pois, assim como a cerveja, pode passar por um processo de clarificação usando ingredientes de origem animal.
Gelatina, caseína, albumina, hemoglobina, isinglass, entre outros produtos de origem animal, podem ser usados, embora sejam descartados após a clarificação com as impurezas e não integrem o produto final.
Os vinhos veganos ou apenas passam pelo processo de decantação natural (raro) ou são microfiltrados com placas de terra diatomácea ou outro elemento mineral.

Seguem algumas:

LIBERADOS:
Vinícola Perini
Vinícola Boutique Lidio Carraro
Vinícola Dom Cândido
Adega Chesini
Vinhos Lerentis
Família Tasca - Decio Tasca
Vinícola Miolo
Marco Luigi Vinhos Finos
Lidio Carraro Vinhedos & Vinhos Finos
Cereser
Vinhos Canção
Boscato Vinhos Finos
Vinícola Campo Largo
Marques da Casa Concha
Casillero Del Diablo (apenas os tintos)

NÃO LIBERADOS:
Salton
Vallontano Vinhos Nobres LTDA
Vinícola Courmayeur
Vinícola Garibaldi
Vinícola Aurora
Chandon
Vinícola Aliança
Peterlongo
Vinícola Campestre
Cantina da Serra
Sulvin Ind. e Com. De Vinhos Ltda
Vinibrasil
Concha Y Toro e vinícolas associadas, exceto Marques da Casa Concha e Casillero Del Diablo TINTO.


CERVEJAS
A cerveja é uma bebida que resulta da fermentação alcoólica por uma levedura seleccionada, de um mosto obtido a partir de matérias primas vegetais, mas às quais se adicionam matérias auxiliares e/ou auxiliares tecnológicos (substâncias usadas intencionalmente para desempenhar uma dada função tecnológica durante a obtenção, tratamento ou transformação de matérias-primas, géneros alimentícios ou seus ingredientes, que pode ocasionar a presença involuntária, mas inevitável, de resíduos ou de seus derivados no produto acabado), que, por vezes, são derivados de animais.

Regra geral, as cervejas condicionadas em barris (tradicionalmente inglesas e consideradas as "verdadeiras" cervejas) são clarificadas com uma espécie de cola de peixe ("isinglass"). Essa cola de peixe é uma forma de gelatina muito pura que se obtem a partir das bexigas de alguns peixes de água doce, especialmente do esturjão. As refinações aceleram o processo que de outra forma ocorreria naturalmente.
No entanto, as cervejas em barris, em lata e algumas engarrafadas são já frequentemente filtradas sem o uso de qualquer substância animal. O único ingrediente possivelmente derivado de animal usado na produção de cervejas de barril é o E471. As refinações derivadas de animal continuam, no entanto, ainda a ser usadas em todas as cervejas de produção Guinness e Bass. Por sua vez, as cervejas sem álcool são geralmente filtradas a frio, mas algumas podem envolver o uso de "cola de peixe".

As cervejas à venda em Portugal são, na sua maioria, veganas. Podendo, no entanto, por vezes, no seu processo de fabrico serem utilizados filtros de gelatina de porco.
A Central de Cervejas ( http://www.centralcervejas.pt ) e a Unicer, duas das maiores produtoras de cerveja em Portugal, garantem que todas as cervejas aí produzidas são isentas de ingredientes de origem animal. Tanto os produtos principais (cevada e cereais não maltados que são submetidos a um processo de decocção e às quais se adiciona Lúpulo e seus derivados) como os aditivos (antioxidante: metabissulfito de potássio E-224; estabilizador de espuma: alginato de 1,2 - propanodiol E-405; corante: caramelo E-150 e dióxido de carbono) e os auxiliares tecnológicos (clarificadores: terra de diatomáceas, carvão activado e celulose; estabilizadores coloidais: polivinilpirrolidona (PVPP), sílica-gel, taninos e enzimas proteolíticos - principalmente papaína, de origem vegetal e outros de origem bacteriana e/ou fúngica; correctores do teor enzimático dos maltes: enzimas amilolíticos, proteases e glucanases - de origem bacteriana e/ou fúngica) são de origem vegetal.

Marcas de Cervejas aptas para Vegans(Portugal):


Super Bock
Sagres
Jansen
Imperial
Golden Beer
Benfica
Sporting
F. C. Porto
Cergal
São Jorge
Topázio
Ónix
Heineken
Budweiser
Kronenbourg 1664
Wilford
BUD
Guinness

Marcas de Cervejas  aptas para Vegans(Brasil):

Cervejas da Ambev
Antarctica
Bohemia
Budweiser
Caracu
Kronenbier
Labatt Blue
Lakeport Brewing
Liber
Miller
Original
Polar
Puerto del Mar
Quilmes
Serra Malte
Skol
Stella Artois


Brahma (patrocina Rodeio)

Brahma Light
Brahma Extra



BEBIDAS ESPIRITUOSAS
A produção da maioria das bebidas espirituosas não parece envolver o uso de quaisquer substâncias animais. O vodka, que antes usava produtos de origem animal, é actualmente filtrado usando carvão de lenha.
No entanto, tudo leva a crer que a maioria das marcas de Vinho do Porto envelhecem o vinho com carne de porco, pelo que, provavelmente, não será uma bebida vegana.
Também Martini Rosso e Campari, assim como outras bebidas vermelhas, não são veganas por causa do E120 (insectos esmagados - corante vermelho) que é usado na produção da bebida.
Outro aspecto a ter em conta é que a algumas bebidas espirituosas pode ser adicionado açúcar refinado (de cana), o qual é ainda, por vezes, refinado com ossos de bovinos (apenas o açúcar de beterraba é vegetariano).
Para quem quiser obter informações fidedignas, o aconselhável é contactar as empresas produtoras das bebidas alcoólicas, de forma a conhecer a origem dos produtos usados no fabrico das bebidas.

Bebidas aptas para vegans:
Cockspur Rum
Cointreau
Croft Vintage Port
Gilbeys Gin
Jack Daniels
J&B Whisky
Malibu
Metaxa
Popov Vodka
Romana Sambuca
Sappline Gin
Singleton Whisky
Smirnoff vodkas
Southern Comfort
Safeways all spirits


Para saberes se uma bebida alcoólica é vegan ou não, consulta "Drink" em www.isitvegan.com

Também podem ajudar na consulta os seguintes sites
http://www.barnivore.com/wine (guia de vinhos veganos de diversos países, Brasil não incluído)

http://www.smithfieldwine.com/acatalog/Vegan-Wines.html (loja que identifica os vinhos veganos)

http://vegans.frommars.org/wine/ (guia de vinhos veganos de diversos países, Brasil não incluído)

http://www.vegansociety.com/AFSSearch.aspx?searchString=wine (guia da Sociedade Vegana. Pode ser refeita a busca por tipo de uvas ou mesmo marca específica. Somente são listados os vinhos veganos)


Referências:
http://www.vegansociety.com/html/info/info28.html
http://www.ivu.org/faq/drink.html
http://www.vegsoc.org/info/alcohol.html
http://secure46.cedant.com/timetogoveggie/wineshop/
http://www.barnivore.com/

Fonte: Centro Vegetariano e VegVida



Mais informação:


Veggie Wines - UK Information on wines, beers & spirits suitable for vegetarians and vegans.


Vinceremos Organic Wine 

Mulheres que bebem vinho engordam menos!

Ah, as mulheres! Não fiquei surpresa quando soube que as mulheres totalizam 53% dos bebedores de vinho nos Estados Unidos. Já sabia que elas eram as principais compradoras, mas não a maioria dos bebedores. E, mais: estão empatadas com os homens como parte do grupo que bebe vinho pelo menos uma vez por semana.
Não satisfeita ainda, leitora? Um hospital de Boston, afiliado à Universidade de Harvard, pesquisou 20 mil mulheres nos últimos 13 anos e o resultado foi pra lá de otimista. A pesquisa revela que as mulheres que bebem vinho moderada e regularmente não vão ganhar mais peso, a longo prazo. Ao contrário das que não bebem.
Ah, os homens! De qualquer modo, por experiência pessoal aqui e lá fora, quando um casal senta para jantar, a mulher não apita nada; é o homem quem pega ou recebe da lista de vinhos e é ele quem escolhe e faz o pedido. Talvez, no final, quando tudo acaba, ele faça a tradicional pergunta: “Estava bom para você?”
Bordeaux en primeur: Já falei 
aqui , sobre a corrida anual para analisar vinhos que mal entraram nos barris, com é o caso dos Bordeaux 2009. Por incrível que pareça, os vinhos dessa safra, considerada por alguns como “histórica”, agradou a gregos e troianos, enlevou os paladares de críticos americanos e europeus. Quem quiser saber as notas dos mais famosos críticos e só clicar em Bordeauxoverview. Estão lá as notas de Robert Parker, Jancis Robinson, Michel Bettane, Michel Rolland, James Suckling, Steven Spurrier, entre outros.
Vinho à bordo. Li que as empresas aéreas compram anualmente 17 milhões de litros de vinho por ano, em todo o mundo. Um sério crítico norte-americano, Dan Berger, coloca a American e a United nos dois primeiros lugares pelos vinhos oferecidos na primeira classe. Ele diz que para as classes econômicas (um tipo de tortura que a Anistia Internacional ainda não reconheceu) são vão vinhos “abaixo da média”.
Sobre a Air Japan, Berger diz os passageiros da primeira classe podem beber um champanhe caríssimo e que poucos conseguem comprar, o Champagne Salon 1997. Dele só foram produzidas 60 mil garrafas, cujo preço no varejo começa em US$ 220,00.
A australiana Qantas e a neozelandesa Air New Zealand receberam os primeiros lugares das dezenas de linhas aéreas analisadas pelo critico: “vinhos de grande qualidade e listas bem diversificadas”. A Singapore Airlines também aparece cotadíssima. Gasta US$ 16 milhões com vinhos, anualmente. Seus comissários de bordo fazem cursos de sommelier, sua base em Singapura mantém uma grande adega, com uma câmera de pressurização de modo a reproduzir a pressão, temperatura e umidade dentro de uma aeronave voando na altitude de cruzeiro.
Vinhos e destilados são oferecidos a bordo de aviões desde 1930. De lá para cá, tempos empresas que simplesmente dão de ombros para o que estão oferecendo ou aquelas que, como a Singapore e outras acima, vão a extremos para maximizar suas ofertas.
Pena que o crítico não analisou, que eu saiba, o que acontece na parte de baixo do Equador. Muy Bueno. Houve um tempo em que as celebridades colocavam (e ainda colocam) todas as suas fichas nos vinhos. Exemplos: o ator neozelandês 
Sam Neill, 63, Caçada ao Outubro Vermelho, Parque Jurássico, O Piano etc.), o diretor Francis Ford Coppola que, entre um Poderoso Chefão e outro, faz vinhos há 29 anos, a partir de sua Niebaum-Coppola, agora  Rubicon Estate. Não poderia deixar de lembrar o pioneiro, Fess Parker, recentemente falecido, aos 85 anos. Fess fez enorme sucesso numa série de TV, nos anos 50, interpretando Davy Crockett. Continuou na crista da onda, numa segunda série, desta vez na pele de Daniel Boone. Pegou todo o dinheiro que ganhou para fundar a vinícola que leva  o seu nome. Os vinhos de Fess Parker projetaram a Califórnia como grande produtora da bebida.
O mais comum, de uns bons tempos para cá, é o movimento contrário: as vinícolas procurarem as celebridades. Talvez seja essa o caso com o Galvão Bueno, o mais famoso locutor esportivo do país. A Miolo (agora Miolo Wine Group) associou-se ao narrador para lançar o “Bueno Paralelo 31”, o que aconteceu na Expovinis, em São Paulo. O vinho é um Cabernet/Merlot/Petit Verdot, assinado pelo famoso consultor de vinhos do mundo, o francês Michel Rolland, que também responde pelo “Bueno Cuvée Prestige”, feito em Garibaldi, Vale dos Vinhedos, de onde saem os melhores espumantes do Brasil-sil-sil.
Bem, amigas, nem sempre esse tipo de casamento dá certo. As vendas do Prosecco assinado pela 
Paris Hilton afundaram. Não se houve mais falar daquelas latinhas. Mas ela conseguiu criar alguma agitação com o lançamento da cerveja Devassa, cujo comercial foi proibido (o que deve ter resultado em mais vendas). Será que a cerveja vai vingar?
Acho que a imagem do famoso e controverso narrador poderá ajudar não só a Miolo, mas também a popularizar os vinhos nacionais, ajudar a tirar aquele ranço de “bebida de rico”. Torço por isso. Caso aconteça, será uma bela tacada mercadológica, daquelas que nem o
Taffarel conseguirá segurar. Muy Bueno.Da Adega
Rio Restaurant Week, 2ª. Edição. Diante do sucesso da primeira, claro que iria acontecer outra. Essa 2ª. Edição será entre 10 e 23 de maio, terá 90 restaurantes participantes, uma seleção de estilos e etnias diversas, animando um dos maiores acontecimentos gastronômicos do mundo. O grande desafio impostos a alguns dos melhores restaurantes da cidade é o de preparar cardápios diferenciados com entrada, prato principal e sobremesa a um preço fixo, igual para todos: almoço a R$ 27,50 e jantar a R$ 39,00. Um real será acrescentado à conta e destinado a uma entidade beneficente.

Eis a lista dos restaurantes:: Applebees, Aquarela, Aquim Café, Arab, Armazém Devassa, Atoa! Café, B 52 – Botafogo e Tijuca, Bar d’Hotel - Hotéis Marina, Benkei – Barra, Ipanema e Leme, Branche - Golden Tulip, Caroline Café, Casa Julieta de Serpa, Deck Contemporâneo, Devassa – toda a rede, Domenico, Emporium Pax - Botafogo Praia Shopping e Shopping de Gávea, Esch Café, Felice Caffé, Felice Terrazza, Fiammetta - Rio Design Barra e Rio Plaza, Filet e Folhas Up, Focaccia, Gabbiano, Garcia e Rodrigues – Barra e Leblon, Garden, Gatto Rosso, Gueisha Hi-Tech, Gula Gula – toda a rede, In House Café Bistrô, Jasmim Manga, Kaiten, La Cigale, La Finestra - Porto Bay, La Pasta Gialla, Le Baroque, Le bon Café, Lebronx, Luigi’s, Mamma Jamma, Manekineko, Mensateria, Meza Bar, Nam Thai, Nippo Sushi, No Mangue – Barra e Botafogo, Nori, Opium - Ipanema Plaza, Pax – Leblon e Rio Design Barra, Rancho Inn, Real Astoria, Rosita Café, São Sebastião, Sawasdee, Skylab - Hoteis Othon, Stravaganze, Sushi Rio, Tereze, Uno Grill, Vizta - Hotéis Marina, Wasabi Sushi, Zacks e Zazá Bistrô.
Saiba mais no site do  Restaurant Week e reserve seus lugares.

Vinhos e VEGetariANOS

Será que um vegetariano teria problemas em consumir vinhos? Vegetariano seria o adepto de uma alimentação exclusivamente à base de vegetais, claro. Numa versão mais radical, ele não consome produtos de origem animal, nem os que tenham sido testados em animais. São os chamados vegans ou veganos: não consomem carne, peixe, mariscos, laticínios, mel, ovos. E fazem disso uma filosofia de vida: não usam peles, couro, lã, seda, cera de abelha, própolis, medicamentos ou cosméticos testados em animais etc. Algumas fontes ensinam que vegetarianos e vegans (ou veganos) seriam hoje a mesma coisa. Outras estabelecem diferenças. 
Veja as que consultei: 
1) pt.wikipedia.org/wiki/Vegan 
2) 
http://www.vegetarianismo.com.br/pqv/index.html






Voltando à questão: qual seria o problema de consumir vinhos para vegetarianos ou para os vegans?
É cada vez mais raro no mundo dos vinhos, mas você ainda encontra em vinícolas do Velho Mundo, por exemplo, muitos produtores quebrando grandes quantidades de ovos, separando a clara da gema. O trabalho é lento e cuidadoso, mas eles o consideram essencial.
O objetivo é evitar que essas partículas turvem o vinho. Querem o vinho claro, brilhante, bonito de ver.
Claras de ovo têm sido utilizadas há centenas de anos nas regiões da Borgonha e de Bordeaux, na França, e também em Portugal, por exemplo. Conta-se que na terrinha os monges utilizavam as claras para "afinar" seus vinhos e passavam as gemas para as freiras. Daí o festival de doces com ovos, uma das deliciosas marcas da cozinha portuguesa. Mas outros elementos têm sido utilizados. E a maioria deles, para infelicidade dos vegetarianos, de origem animal. Gelatinas feitas de tecidos, cartilagens de animais (de vacas e porcos, em particular); aglomerados derivados de crustáceos (da quitina, mais especificamente, a substância que os reveste); gelatinas feitas de vísceras de peixes. Utiliza-se também a caseína, uma proteína existente no leite e até sangue coagulado, de origem animal.
O vinho normalmente contém apenas uvas, fermento e uma pequena porção de sulfitos (sais do ácido sulfuroso, acrescentados ou criados durante a fermentação), que servem para a conservação da bebida.
As claras de ovo e as demais substâncias de origem animal servem de "agentes clarificadores", que vão clarear o vinho removendo sólidos insolúveis. São células mortas, fragmentos das cascas das uvas, dos talos, sementes, polpas e também colóides, substâncias microscópicas, a maior parte formada de moléculas orgânicas que sobraram do processo de fermentação. Elas respondem, por exemplo, por qualidades como a viscosidade do vinho, o seu "corpo"; como estão em excesso, o produtor quer eliminá-las.
Esses produtores poderiam não utilizar nada e esperar que todos esses elementos se assentassem no fundo dos barris ou dos tanques de armazenamento da bebida, quando então começariam a retirar apenas a parte superior da bebida, devidamente "clarificada".
Mas isso levaria um tempo enorme, o que resultaria em gastos maiores, pois quanto mais tempo a bebida leva para ser comercializada, mais cara ela fica para o produtor (e, logo, para nós consumidoras).Então, nossos produtores há centenas de anos começaram a usar claras de ovos e outros elementos para "afinar" seus vinhos mais rapidamente. Eles têm uma polaridade oposta à dos vinhos. Assim, atraem aquelas partículas que turvam a bebida e as levam para o fundo do barril. Fica mais rápido e fácil de retirá-las, em seguida. Além disso, são baratíssimos.
Nem todos os produtores, contudo, utilizam elementos de origem animal. Empregam a bentonita, uma sílica (silicato de alumínio hidratado) natural, que absorve soluções aquosas - ou seja, têm o mesmo efeito das gelatinas. Só que sua origem é a terra. Vinhos clarificados com bentonita são perfeitamente aceites por vegetarianos. Mas como eles poderão saber? Essa informação não consta dos rótulos.
A verdade é que nenhum desses produtos vai aparecer ou alterar o vinho quando finalmente ele for colocado nas garrafas. Ninguém será capaz de percebê-los. Mas aqui o que conta é o princípio, a filosofia que orienta os vegetarianos.
Contudo, existem vinhos que podem servir a essa filosofia. São aqueles que têm nos rótulos dizeres como "não afinado e não filtrado" ("unfined and unfiltered"), particularmente
originários dos Estados Unidos, onde essas palavras servem até para demonstrar uma vantagem mercadológica.
Um vinho marcado como "unfined" não teria passado por um agente clarificador. O vinho às vezes foi filtrado (passou por um filtro microscópico para remover as impurezas), sem que tenha sido "afinado" (não se submeteu aos agentes clarificadores).Mas isso é o que dizem esses rótulos. Como ter certeza? Um pouco mais seguros são os vinhos "kosher" feitos segundo as estritas leis do judaísmo. A União das Congregações dos Judeus Ortodoxos dos Estados Unidos garantem que os vinhos por ela cerficados não usam qualquer tipo de agente clarificador de origem animal. Mas ressalvam que não podem assegurar as condições de produção dos vinhos kosher de outros países.
Nos supermercados ou lojas especializadas fica praticamente impossível para o vegetariano escolher o vinho mais apropriado: os rótulos não esclarecem nada sobre o processo de filtragem ou "clarificação". Talvez a solução esteja em consultar importadores ou lojas de sua confiança.
Mesmo alguns refrigerantes e sucos podem conter corantes de origem animal. É uma situação difícil. Na Inglaterra é publicado um guia que orienta os vegetarianos sobre que produtos comprar, inclusive bebidas, sem que se tema por contatos com produtos de origem animais na sua fabricação.
Talvez a coluna de hoje não tenha sido muito feliz para os vegetarianos. Mas eles são sabidos, estão atentos. Os vinhos deveriam ter mais informações em seus rótulos, só que atualmente apenas um país se preocupa que essa questão, os Estados Unidos, onde os rótulos seguramente vão transformar-se em bulas em pouco mais tempo. É só esperar.
Vinhos Vegetarianos (Não levam ingredientes de origem animal) 

 Neste álbum serão divulgadas marcas de vinhos que não usam ingredientes de origem animal na sua composição ou fabrico. 
A lista irá sendo actualizada consoante os emails que vou recebendo das marcas. [clique aqui] 

 Lista de Vinhos NÃO Vegetarianos [clique aqui]