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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Evite o leite… pela sua saúde!

Not milk


O leite, particularmente o de vaca, é a mais comum das alergias a alimentos [Fonte: RonaNowak-Wegrzyn]. Mesmo quando não se é alérgico o leite é frequentemente intolerado no tracto intestinal [Fonte: Nowak-Wegrzyn] e o problema vai muito além da intolerância à lactose pois este provoca inchaço intestinal, prisão de ventre e refluxo. Clinicamente, o leite, está ainda ligado ao aumento de problemas de pele (eczema), sinusite, enxaquecas e dores nas articulações [Fonte:  Grant].


Na realidade o leite é muito mais do que uma bebida, é um fenómeno cultural e industrial passível de ser analisado ao longo da história das civilizações. O mito do leite espalhou-se pelo mundo baseado na crença de que é rico em proteínas e cálcio e essencial para a saúde, especialmente dos ossos. Todavia os estudos mostram que são mais os malefícios e os efeitos nefastos à saúde do que os benefícios. Surpreendentemente não só o corpo humano é incapaz de absorver o cálcio do leite de vaca (especialmente pasteurizado), mas também ficou já provado que o leite pode aumentar as perdas de cálcio nos ossos.

Ressalvamos que lacticínios naturalmente processados e sem adição de açúcares ou adoçantes estão já livres de acidez e os estudos atestam que o iogurte, as natas e o kefir que não possuem rBGH (hormona) têm francos benefícios para a saúde humana.


quinta-feira, 31 de março de 2016

Cálcio no Organismo: Por que o leite de animais é contraindicado?

Quais as melhores fontes para os vegetarianos. Por que a falta deste mineral é tão comum? Só tem no leite dos animais? Saiba tudo aqui.
Se você acha que isso é natural, é porque seus olhos estão fechados!
Só tem cálcio no leite dos animais? Não. Mamíferos naturalmente só bebem leite da própria mãe de amamentação. Após isso, sua alimentação muda e seus nutrientes são adquiridos de outra forma. Só o humano, por meio da exploração comercial e até falta de informação alimentar adequada, continua bebendo leite, e de outra espécie (vaca, cabra, búfala, etc.). Portanto, sequer é natural. Muito menos essencial. Você gostaria que roubassem o leite de seu filho (bebê)? A vaca, a cabra, a búfala e outros mamíferos lactantes também não! E o que acha de tratar um ser vivo animal como uma "máquina artificial de produzir leite"? As vacas leiteiras, por exemplo, são inseminadas artificialmente e ordenhadas várias vezes ao dia, o que lhes causa graves infecções dolorosas nas tetas, e caminho aberto para insetos e moscas varejeiras. E já imaginou uma mulher na idade reprodutiva sendo mantida grávida constantemente para produzir leite e seu bebê lhe sendo retirado após o parto? Pois é isto que acontece com as vacas leiteiras, constantemente prenhas para produzir leite em grande quantidade e suas crias lhes são roubadas no mesmo dia do nascimento. Nada disto é justo e muito menos saudável. Por isso, as vacas que têm um ciclo natural de vida de cerca de 25 anos, não passam de 5 anos nestes “campos de concentração animal”. Imagina o leite produzido por estas vacas? O que esperar da qualidade nutricional deste leite, que é uma excreção natural da vaca como pus da inflamação sendo contaminado por hormônios reprodutivo e do estresse constante, e ainda, por insetos diversos?
Para corroborar, veja o que o nutricionista funcional e pesquisador português Pedro Bastos diz sobre o consumo de leite animal: “Não considero o leite de vaca e de outras espécies um alimento adequado ao ser humano. Após a amamentação, nenhum mamífero consome leite (e muito menos de outra espécie). Este padrão também foi seguido, durante 2,5 milhão de anos, pelos vários hominídeos (incluindo os homo sapiens) que habitaram a terra. Só após a revolução agrícola (há 10 mil anos), através da domesticação de animais, é que a exploração e consumo de laticínios se tornou possível. O leite é, assim , um alimento relativamente recente na alimentação do ser humano, o que explica que 70% da população adulta mundial apresenta intolerância à lactose”.
A intolerância à lactose é uma dificuldade/impossibilidade de digerir o açúcar do leite, e esta intolerância é mais comum do que se imagina, pode nascer com o bebê (de origem genética), ou se adquirir em qualquer época da vida. Sendo que, muitas pessoas não percebem que após a ingestão de leite ou derivados, acontecem digestão lenta e pesada, gases, inchaço, distensão e/ou desconforto abdominais, prisão de ventre, pequena ou grande diarréia, e presença de muco são decorrentes da falta muito corriqueira, da enzima lactase no organismo, que quebra as moléculas da lactose. É muito provável que a grande maioria dos leitores deste artigo tenha deficiência desta enzima.
Um copo de leite de vaca tem 300 calorias, 51 mg de colesterol, e 16 gr de gordura. E nem adianta o semi, o desnatado ou o light, todos contém num mísero copo mais de 135 milhões de pus, antibióticos bovinos, hormônios de crescimento, hipofisários, adrenal, intestinal e para-tiroideanos, etc..Um litro de leite de vaca pode conter 20 milhões de bactérias e 750 milhões de células de pus de inflamação. E o que dizer do queijo de origem animal, que além de levar coagulantes e conservantes artificiais, e outros elementos químicos é cheio das maléficas gorduras LDL colesterol (só presente nos produtos de origem e derivados animais). Ou seja, o leite e seus derivados são umas miríades de hormônios químicos e substâncias artificiais que sobrecarregam e exigem muito do sistema digestivo, do fígado, do pâncreas, do rim e todo o intestino para se livrar de seus componentes tóxicos e pesados.
E um estudo publicado pela Associação Médica Americana nos “Archives of Pediatric & Adolescent Medicine” mostrou, em 2012, que as crianças selecionadas que consumiram as maiores quantidades de leite, sofreram mais fraturas ósseas do que aquelas que consumiram menos leite. E isto não foi uma surpresa. Estudos anteriores mostram que o consumo de leite não melhora a saúde dos ossos ou reduz risco de osteoporose. A idéia de que o leite de vaca é uma boa fonte de cálcio, com bom aproveitamento para os ossos é um mito, pois devido a sua acidez natural, depois de anos consumindo o leite de vaca ou outro de origem animal, ocorre o efeito rebote de enfraquecimento dos ossos pela osteopenia, e depois com o agravamento, pela osteoporose.
Quem precisa do leite da vaca ou de outro animal? Erroneamente, o leite animal é rotulado como um alimento quase perfeito. É considerado essencial na constituição óssea e na prevenção da osteoporose. Ironicamente, nem adianta dar uma de bezerro (que é o verdadeiro destinatário do leite da vaca) e tomar leite e derivados o dia todo, achando que garantirá um esqueleto de melhor qualidade. A questão é que o leite animal é abundante em cálcio, mas também rico em proteínas. E o grande problema das dietas com proteínas em excesso é que levam à desmineralização dos ossos. A conseqüência direta disso é a osteopenia, e em seguida, osteoporose. Esse processo ocorre porque o excesso de proteínas sobrecarrega os rins e para neutralizar esse distúrbio o cálcio "sai" dos ossos para ajudar a filtrar essas substâncias. Imagina isto acontecendo durante décadas.
Na idade adulta é comum algumas pessoas desenvolverem indícios que não suportam leite animal e seus derivados, pois há uma queda natural da produção da enzina lactase no intestino. O leite de animais e derivados é totalmente dispensável. A ingestão de cálcio por meio de verduras, grãos e sementes é a melhor maneira de repor o mineral.
Os alimentos vegetais mais ricos no mineral Cálcio são: Coentro cru (tempero) tem 784 mg em 100g, a semente de chia contém 714 mg nos mesmos 100g, o leite de soja fortificado sem DNA transgênico (2 copos por dia fornecem cerca de 500 mg), tofu ou queijo de soja (livre de transgenia,100g tem 100 a 350 mg, preferencialmente, grelhado sem óleo, temperado, em patê, etc), algumas verduras verde-escuras (couve crua tem 131 mg em 100g, couve refogada tem 177 mg em 100g), agrião (1 xícara crua ou duas cozidas tem 133 mg), escarola (1 xícara cozida ou duas cruas tem 100 mg), mostarda (1 xícara cozida ou duas cruas tem 103 mg) , rúcula crua (tem 117 mg em 100g ou 160mg em 2 xícaras cruas) e brócolis cru tem 86 mg em 100 g, figo seco, melado de cana, entre outros também são ricos no mineral. Oleaginosas (como amêndoas e avelã), sementes (como linhaça, chia, gergelim e girassol) e molho tahine contêm cálcio, mas são calóricas demais, e por isso, devem ser consumidos com moderação pelos que não querem engordar.
Que tal uma salada cheia do mineral? Junte vagem, brócolis e cenoura. Esses vegetais são suficientes, eles têm em torno de 123 mg de cálcio, mas para enriquecer ainda mais salpique gergelim. Vai dar uma quantidade de cálcio 232 mg aproximadamente.
Sopa de legumes também tem cálcio. Use legumes ricos em cálcio e também coloque um pouquinho de gergelim, bastante salsinha e cebolinha.
Um almoço que tenha feijão, arroz integral e também uma folha verde escura refogada, como agrião e couve manteiga, vai fornecer aproximadamente 500 mg de cálcio. E para deixar o feijão mais rico ainda em cálcio, pode-se acrescentar salsinha, cebolinha e couve. Fazendo essa mistura se obtém 84 mg de cálcio.
A couve também pode ser aproveitada no suco de laranja. Bater duas laranjas com uma folha de couve tem aproximadamente 70 mg de cálcio.
E entre as frutas mais ricas em cálcio estão mamão, a tangerina, o figo e o morango. Três porções destas frutas vão oferecer aproximadamente 150 mg de cálcio num dia.
E que tal um leite de quinua, saboroso e fonte de cálcio? Você pega duas colheres de sopa do grão e coloca para ferver em 500 ml de água, durante 15 minutos. Depois tira, coloca no liquidificador e bate bem. Coando você vai ter um leite. Pode adoçar com Stévia ou bater com mamão, morango ou qualquer fruta que você quiser para aumentar a quantidade de cálcio.
Apesar de usarmos poucos, devemos usar as especiarias todos os dias. O uso regular dessas ervas e especiarias, é garantia de maior aporte do mineral, pois elas são riquíssimas em cálcio. São elas: orégano, pimenta-do-reino, noz moscada, cravo e canela. Não obstante, usar a pimenta-do-reino com parcimônia, já que esta tende a arritar a mucosa do estômago de pessoas mais sensíveis.
Uma mistura que é cálcio puro: faca um mix de sementes de girassol , gergelim e linhaça (levemente triturada) ou chia (não precisa triturar) e coma 1 colher de sobremesa cheia por dia na salada , na sopa, no iogurte dos leites vegetais, no suco ou nas frutas. E só contém 60 calorias em média! Além de o cálcio ser encontrado em boa quantidade nas sementes, tem ótima biodisponibilidade , ou seja , é facilmente absorvido pelo organismo. E é bom lembrar que a linhaça e a chia são ótimas fontes de ômega-3, gordura boa, que aumenta a densidade dos ossos. Evite comer espinafre, acelga, cacau e beterraba (em especial as folhas) nas refeições ricas em Cálcio, pois estes alimentos contêm oxalato, um inibidor de absorção de cálcio.
Então, evite creme de espinafre com leite de soja, ou leite de soja batido com cacau, ou ainda, bolinho de tempeh com salada de acelga e/ou beterraba, se estes forem suas principais fontes de cálcio diário.
E ainda outros alimentos com ácido oxálico e fitatos:
O ácido oxálico encontrado também no gérmen de trigo, nozes, feijão e tomate aumenta a eliminação de cálcio pelas fezes. O fitato age da mesma forma. Um exemplo de alimento com essas duas substâncias são os cereais integrais (farinha integral, de centeio, aveia, etc.). No entanto, isso não significa que eles devem deixar de ser ingeridos, já que são ricos em fibras necessárias para o bom funcionamento do intestino. Em casos de pessoas que já tenham doenças nos ossos, uma boa alternativa é ter uma alimentação com bastante frutas, vegetais e legumes, o que garantirá o pH ácido ao estômago - condição necessária para a boa absorção do cálcio. Quanto maior a ingestão desses alimentos, maiores as chances de você consumir zinco, mineral que equilibra o pH do estômago e atenua o problema.
E sempre fique longe das gorduras de origem animal. Existe um tipo específico de gordura que faz com que o cálcio seja liberado pelas fezes, em vez de ir para os ossos: os ácidos graxos saturados de cadeia longa, encontrados em manteiga e nas gorduras das carnes animais. Ao chegar ao intestino, esse tipo de gordura forma de novo a tal substância chamada oxalato, que se liga às moléculas de cálcio, formando um complexo insolúvel. Esse complexo acaba sendo excretado nas fezes, além de entupir artérias e causar danos celulares. Mais um motivo para se adotar a dieta 100% vegetariana que pode suprir toda a nossa necessidade de cálcio de forma saudável!
Embora aconteça raramente, é possível que o ferro em excesso (ocorre quando há suplementação acima do necessário) faça com que o cálcio não seja absorvido. Isso acontece por causa de uma disputa entre esses dois minerais, Eles são absorvidos pela mesma 'porta' chamada de glute, que encaminha as substâncias à corrente sanguínea e competem entre si para serem absorvidos.O cálcio costuma ganhar o páreo, mas perde quando o ferro está em uma quantidade muito maior. No entanto, isso é raro de acontecer, já que geralmente as dietas são mais ricas em cálcio do que em ferro. Mas se houver suplementação ferropriva peça a orientação de seu médico ou nutricionista.
O excesso de proteína pode roubar o cálcio do organismo: Isto é mais difícil de acontecer com a alimentação 100% vegetariana, mesmo assim, é bom entender o processo. O organismo gasta muito cálcio para processar a proteína. Por isso, abusar nas fontes de proteínas pode aumentar a eliminação de cálcio pela urina, dificultando a sua absorção. Mas como saber se você está passando dos limites na ingestão de proteínas? Uma pessoa que não seja atleta precisa de 0,8 a 1g de proteínas diárias por quilo de seu peso. Quem passa dessa 1g já tem a chamada dieta hiperprotéica. Por isso, se for atleta ou quiser aumentar o aporte de proteína, para ganho de massa muscular, por exemplo, o faço com acompanhamento de nutricionista para não haver a perda de cálcio.
A vitamina D (sol) intensifica a absorção do cálcio ingerido.
A necessidade diária de cálcio: Crianças de 1 a 3 anos devem ingerir 500 mg/dia; de 4 a 6 anos, 600 mg/dia; e de 7 a 10 anos, 700 mg/dia. Adultos precisam de 1.000 mg/dia. O consumo diário de cálcio para adolescentes é 1.300 mg/dia. Grávidas e lactantes acima dos 18 anos é de 1000 mg. Idosos é de 1200 mg. E alguns médicos recomendam para mulheres na menopausa e homens na andropausa (acima de 50 anos) até 1500 mg/dia (este valor deve ser discutido e acompanhado por médico ou nutricionista).
A população mundial (onívora principalmente), de forma geral, apresenta dificuldade em ingerir a quantidade de cálcio necessária diariamente. Se uma pessoa teve uma alimentação rica em cálcio, vitamina D e ômega-3 durante a infância e adolescência, ela terá menos chances de ter osteoporose quando adulta. A necessidade do nosso organismo nas primeiras três décadas de vida aumenta gradualmente a quantidade de Cálcio no corpo (ossos, dentes e sangue) e depois disso ele passa a se reduzir lentamente ano após ano. O que vai determinar quando as reservas cairão chegando a um limite preocupante é o pico por volta dos 35 anos. Se a pessoa consome pouco Cálcio em sua 1ª fase adulta, poderá apresentar problemas futuros por ter este pico baixo. Então qual seria a saída? Independente da idade, o Cálcio deveria ser um dos micronutrientes de maior atenção de nossa alimentação em quantidades que supram sempre nossas necessidades. Mais do que calcular o quanto consumiu é fundamental que haja o hábito de incluir leite de soja enriquecido com o mineral, sementes e oleaginosas, e alguns temperos e verduras de cor escura na dieta básica diariamente.
A atividade física não acarreta uma maior necessidade considerável no consumo de Cálcio. Podemos inclusive dizer que um atleta por consumir mais calorias diariamente e, talvez por ter uma alimentação em teoria mais regrada, acaba inclusive com um consumo maior do que o da média da população.
A falta de cálcio no organismo pode levar a espasmos musculares e nervosos, raquitismo, osteomalácia (muito confundida com a osteoporose, nesta doença ocorre uma falha na mineralização da matriz óssea, causando também fraturas) e osteoporose ( perda de massa óssea, enfraquecimento dos ossos, e inclusive dores e fraturas), entre outros problemas.
E hábitos como colocar um pouquinho mais de sal na comida podem atuar como vilões para o organismo, ajudando na perda do mineral, segundo o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia. Portanto, nada de exagerar no cloreto de sódio (sal)!
Como reter o cálcio no organismo de modo eficaz:
1. Abuse de leite de soja (sem transgênicos, e preferencialmente orgânicos), principalmente, os enriquecidos com o mineral, e derivados (principalmente tofu e missô), aumente a ingestão para três porções por dia.
2. Coma vegetais verde-escuros (couve, rúcula, escarola, agrião, etc.) pelo menos duas porções (uma porção = um pires) por dia.
3. Exponha-se ao sol (maior fornecedor de vitamina D): pelo menos 15 minutos por dia, das 7h às 10h, ou a partir das 16h, ajuda a fixar o cálcio. Se for impossível, por questões de saúde ou local de moradia, por exemplo, a alternativa é consumir suplementos de vitamina D.
4. Faça exercícios: O estímulo dos exercícios físicos ajuda na absorção do mineral. Uma caminhada vigorosa diária de 30 minutos, já faz muito pelos ossos. Assim como, a ginástica localizada, a musculação orientada e sem exageros, a power yoga, as lutas marciais, e esportes diversos, como futebol, vôlei, basquete, boxe, etc..
5. Coma semente de linhaça ou chia, são ricas em ômega-3 e cálcio, mas a semente de linhaça deve ser levemente triturada. 1 colher de sopa ao dia é o suficiente. Misture na comida, no leite de soja, suco, saladas, etc..
6. Evite frituras, que atrapalham a absorção dos nutrientes.
7. Evite a cafeína: o consumo de três ou mais xícaras por dia(equivalentes à 300 mg) de café ou chás escuros (mate, preto, verde) aumentam a acidez do sangue. O organismo, para compensar, retira cálcio dos ossos para tornar o ambiente mais básico. E a cafeína, principalmente presente no café, tem efeito diurético, o que faz com que o cálcio seja eliminado pela urina. Consuma as bebidas ricas em cafeína longe dos alimentos ricos em cálcio.
8. Evite refrigerantes, inclusive os diet e light: os acidulantes dos refrigerantes fazem um trabalho parecido com o da cafeína e atrapalham a absorção do nutriente, além de enfraquecer os ossos. E ainda, essa bebida é rica em fósforo, que inibe a absorção de cálcio pelo corpo. O fósforo aumenta a liberação do paratormônio, hormônio que controla a quantidade de cálcio que temos nas células e nos ossos. Se ele está elevado, acaba mobilizando mais cálcio do osso pra corrente sanguínea, descalcificando os ossos.E este processo danoso é acentuado com os refrigentes à base de cola.
9. Evite bebidas alcoólicas: O álcool promove um desequilíbrio bioquímico que reduz a capacidade do corpo para produzir um novo tecido e repor as perdas.
10. Evite o cigarro e o tabaco em geral (narguilé, cachimbo, charruto, etc.): As reações químicas das mais de mil substâncias presentes no cigarro e nos outros fragilizam o organismo e dobram as necessidades nutricionais dos fumantes. O monóxido de carbono, por exemplo, reduz em até 15% a capacidade do sangue de transportar oxigênio e, com isso, os ossos ficam mais frágeis e perdem a densidade.
11- O azeite extra-virgem de oliva com baixo teor de acidez (menor que 0,5%) facilita a absorção de cálcio dos alimentos. Então, que tal uma pastinha à base de tofu com azeitona e azeite? Deliciosa, riquíssima em proteínas e gorduras saudáveis e biodisponível em cálcio. Ou então, o caldo de missô acompanhado por um fio de azeite.
12- O mineral Cálcio tem melhor absorção durante o sono noturno. Então, a dica é comer um punhado (1 colher de sopa) de sementes, amêndoas, castanha de caju e avelãs. Ou então, uma fatia de mamão com sementes de chia, ou ainda, um figo antes de dormir.
Somos 100% vegetarianos, não precisamos do leite dos animais para sobreviver, exceto eles próprios, somos conscientes da importância do cálcio para nossa saúde, dentes e ossos, e sempre estamos com índices ideais deste mineral em nossas dietas!
Jaqueline Louize
Nutrição / Educação física

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Não beba leite... pela sua Saúde!

Leite

DON’T DRINK YOUR MILK - Frank A. Oski (download do pdf)

Frank Oski nasceu em 1923 e graduou-se na Faculdade de Medicina da Universidade de Swuartmore, EE.UU. Em 1958 obteve o seu Mestrado na Universidade de Pensilvania.

Levou a cabo seus estudos de pediatria no Hospital da Universidade de Pensilvania e mais tarde estudou Hematologia no Hospital Infantil de Harvard, Boston.

Em 1963 foi eleito sócio do Departamento de Pediatria da Escola de Medicina na Universidade de Pensilvania. Mais tarde assumiu o cargo de Professor e Reitor do departamento de Pediatria no Centro médico da Universidade do Estado de Nova Iorque.

Em 1985 se encarregou do departamento de Pediatria na Escola de Medicina da Universidade de Johns Hopkins.

O hábito de consumir leite de vaca, está relacionado com a falta de ferro em crianças; Uma boa parte da população mundial, é vítima de Cãibras, Diarreias e também de múltiplas formas de alergias; E há forte possibilidade de que seja um factor determinante na origem de arteriosclerose e ataques de coração.

Em muitos lugares do mundo e especialmente no este da Azia, África, América do Sul e Europa pessoas há que consideram o leite de vaca inadequado para o consumo de adultos: (Pag.4).

Em 1965 a Escola de Medicina de Johns Hopkins levou a cabo um estudo e descobriram que 15% dos pacientes de raça branca e uns 75% de raça negra não toleram o consumo de leite devido á lactose. A partir de então, se iniciaram estudos a nível Mundial e actualmente sabemos que essas percentagens, são muito maiores. Normalmente o ser humano perde a actividade da lactose no intestino delgado entre a idade de um ano e meio e quatro anos. Este é um acontecimento totalmente normal no processo de maturidade tanto de homens como de outros mamíferos. (Pag. 9)

A natureza, não nos oferece alimentos que contenham lactose, como o leite, depois do período do desmame. (Pag.11)

Quando convertemos o leite em Iogurte, muita da lactose é convertida em glucose ou galactose. De uma forma parecida, quando o queijo curado, muita da lactose se converte em simples açúcar. É por isto que estes produtos são tolerados por pessoas que não toleram o leite. (Pág. 13)

Os problemas Gastrointestinais, podem ser sintomas da intolerância á lactose. (Pag. 16)

Um destes sintomas é o que se origina nas paredes dos intestinos. Dada á intolerância do Leite, os intestinos sangram e vertem entre 1 e 5 milímetros de sangue. O problema é que a quantidade de sangue é pequena para poder ser detectada nas paredes. e só se pode detectar a alteração, mediante análises químicas. Se estima que a metade dos casos de crianças com défices de ferro nos Estados Unidos se devem a este problema gastrointestinal derivado do consumo de leite de vaca. (Pag. 17).

Outra séria complicação que resulta do consumo do leite de vaca, é a nefrose. Um grupo de investigadores da Universidade de Colorado e outro da Escola de Medicina da Universidade de Miami identificaram esta enfermidade em crianças com idades compreendidas entre os dez e os catorze anos. A nefrose é uma alteração dos rins. Esta alteração provoca uma perda permanente de proteínas que desembocam na urina. O resultado desta enfermidade, é um nível baixo de proteínas no sangue; e eventualmente resulta numa acumulação de líquidos, inchaço de mãos e pés. Algumas crianças, podem inclusive, desenvolver nefrose crónicas o que lhe pode levar á morte. Normalmente estas crianças, são tratadas com um tipo de cortisona, mas uma percentagem destas crianças não melhoram com o tratamento da cortisona. Foi com este grupo de crianças, que se fizeram estudos nas duas Universidades Americanas. No princípio, suspeitaram que o problema vinha de algum tipo de alergia. Para sua surpresa descobriram que quando o leite de vaca era eliminado da sua dieta. a perda de proteínas cessava e as crianças recuperavam rapidamente. Depois da dita recuperação, se administrou novamente leite de vaca ás crianças, e num período de um a três dias, as crianças, começavam a perder outra vez os níveis de proteína no sangue. (Pags. 21 y 22)

Certo Cardiologista estudou em certa ocasião os corações de mais de 1.500 crianças que haviam morrido por causas acidentais, melhor dizendo, não morreram de enfermidades. Não obstante, em muitas dessas crianças, se encontraram danos nas artérias coronárias. Quando se tratou de descobrir os factores que determinaram a razão porque umas crianças tiveram danos nas artérias e outros não, foi comprovado que o único factor que diferenciava um grupo do outro, era a alimentação durante a infância. Descobriu-se que a maioria das crianças que haviam sido amamentadas com leite materno, tinham as artérias em condições normais; por outro lado a maioria das crianças que tinham problemas arteriais, haviam sido alimentados com leite de vaca durante a sua infância. É portanto razoável concluir que o leite materno e o leite de vaca, foram determinantes nas mudanças das artérias das crianças. (Pag. 34)

Existem evidências que apoiam a convicção de que as crianças que se alimentam de leite materno durante a lactação, são menos propensas a enfermar do que aquelas que não o utilizam. Na década dos anos trinta se fez um estudo com 20.000 crianças na cidade de Chicago que corrobora com esta idéia. O estudo aconteceu quando os antibióticos para eliminar as infecções bacterianas não existiam. No estudo, um grupo de crianças foi alimentado com leite materno durante os primeiros nove meses de vida; um segundo grupo foi alimentado parcialmente com leite materno; e um terceiro grupo foi alimentado com leite de vaca pasteurizado e açucarado. A todas as crianças, se lhe deu suco de laranja a partir do primeiro mês, e óleo de fígado de bacalhau a partir das seis semanas. Se acrescentou também á dieta cereais a partir do quinto mês e vegetais a partir do sexto mês.

Que aconteceu? A mortalidade das crianças alimentadas á base de leite materno foi de um 1.5/1.000, entretanto a mortalidade das crianças alimentadas á base de leite de vaca se situou em 84.7/1.000 durante os nove primeiros meses de vida. A mortalidade por infecções gastrointestinais foi de 40 vezes superior nas crianças que não foram alimentadas com leite materno, enquanto que a mortalidade por infecções respiratórias foi 120 vezes superior.

Estudos anteriores a estes levados a cabo em diferentes cidades americanas mostraram resultados similares. As crianças alimentadas á base de leite de vaca tinham 20 vezes mais possibilidades de morrer durante os primeiros anos de vida do que os não consumiam. (Pags. 38 e 39)

Apesar de um litro de leite de vaca conter 1.200 miligramas de cálcio e um litro de leite materno conter 300 miligramas, uma criança que consuma leite materno assimila mais cálcio que se bebesse leite de vaca. O problema, é que o leite de vaca contem muito fósforo e este elemento interfere na absorção do cálcio. (Pags. 48 e 49)

O leite de uma vaca, por muito sadia que seja, sempre está infectado com bactérias fecais que se depositam no úbere e nas mamas. (Pags. 54)

Se o facto de que o leite contenha bactérias nocivas, não for suficiente para demover os bebedores de leite, a União de Consumidores de EE.UU. encontrou num estudo, que 25 amostras analisadas, só 4, não estavam contaminadas com pesticidas. As outras 21 tinham residuos de hidrocarbonatos clorados. Existem evidências de que estes hidrocarbonatos, á medida que se acumulam no corpo, podem provocar mutações que resultam em deficiências no nascimento duma criança. Estes mesmos hidrocarbonatos, podem produzir câncer. (Pags. 55)

A penicilina é um antibiótico muito utilizado para combater as mastites das vacas. Supostamente não se deve ordenhar as vacas sem que tenham transcorrido 48 horas desde o tratamento da penicilina. Não obstante, amiúdo esta norma não se cumpre e a penicilina aparece em pequenas quantidades no leite. Outra substância que se encontra no leite de vaca é a hormona progesterona que se converte em androgénios, que foi implicada como um factor que provoca o acne, pelos no corpo etc. (Pag. 56)

Diarreia, Cãibras, sangue gastrointestinal, anemia, erupções cutâneas, arteriosclerose, e acne, são enfermidades, que segundo se sabe, estão relacionadas com o consumo do leite de vaca. Alem destas enfermidades, crê-se que o consumo de leite de vaca pode estar relacionado com a leucemia, a Esclerose múltipla, a Artrite reumática e as cáries dentárias. (Pag59)

Uma revista médica inglesa, de reputação mundial, “The Lancet”, publicou um editorial intitulado “Atenção á Vaca” Nela se citava uma experiência na qual se alimentou vários chimpanzés recém nascidos com leite de vaca não pasteurizado. Dois dos seis chimpanzés desenvolveram leucemia e morreram. É importante saber que o leite com que foram alimentados estava infectado com um tipo de vírus chamado de tipo C, que é uma infecção comum nas vacas e provoca um tipo de leucemia nas vacas. (Pag. 59 e 60)

É irónico saber que muitas mães dão a seus filhos leite pensando que fortalecem os dentes quando o que provoca é uma destruição dos mesmos. Este dado que foi corroborado por um estudo do odontologista francês Castanho, da Universidade de Pensilvania numa de suas investigações. (Pag. 64)

Traduzido por Dr. Fernando M. Gonçalves (PH-DN) Naturologo.

(Prof. De Oligoterapia e Enzimologia. Pesquisador em matéria de nutrição)


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sábado, 24 de julho de 2010

Leite, Alimento ou Veneno?

O leite contém poderosos hormônios de crescimento provenientes de vacas tratadas com proteína bovina geneticamente modificada. Esta realidade é fruto de séria controvérsia trazida à luz pela engenharia genética, e colocou a indústria de laticínios americana sob uma investigação rigorosa. Uma das conseqüências mais preocupantes do hormônio de crescimento bovino é que ele aumenta os níveis de um poderoso hormônio de crescimento, o IGF-I. O IGF-I é um fator chave no crescimento e proliferação do câncer. O autor não espera que você aceite essas descobertas chocantes sem provas, por isso, pega você pela mão e mostra as camadas de fraude científica perpetuada pela FDA e com a ajuda de várias revistas científicas. Fruto de exaustiva pesquisa, este livro investiga como foram usados bilhões de dólares da indústria de laticínios norte-americana para influenciar a FDA e o Congresso americano assim como a comunidade científica e médica, enganando o consumidor sobre os perigos do leite e produtos dele derivados.
Quando comprei este livro eu tinha muitas dúvidas e informações que escutei ao longo da minha vida e gostaria de poder me aprofundar mais no assunto, sendo assim decidi adiquirir este livro para poder assim entender mais sobre o assunto, e gostaria de compartilhar com você alguma destas dúvidas:
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Sempre escutei que:

a) Câncer é crescimento descontrolado de células defeituosas
b) Hormônios fazem coisas crescerem e quando adicionamos mais hôrmonios os resultados se aceleram ainda mais
c) Fazendas de leite adicionam hormônios na ração bovina para dar mais lucros.
Quando vemos um bezerrinho pensamos que bonitinho ele é, mas depois de passar alguns meses se alimentando do leite de sua mãmãe vaquinha,
ele vai crescendo e se preparando para se tornar um animal de uns 500kg a 700kg, robusto, forte e super resistente.

Minhas perguntas antes de ler o livro:

1) Será que os próprios hormônios que já esxistem no leite de vaca já não seria suficiente para desrregular nosso corpo?
2) Adicionando hormônios sintéticos não seira pior ainda?
3) Será que o leite de vaca em nosso corpo trás os mesmos benefícios que para os bezerrinhos simpáticos?
4) Será que câncer de mama está relacionado com hormônios naturais e não naturais presentes no leite?
5) Se leite é fonte de cálcio de onde a vaca tira tanto cálcio? Não seria muito mais interessante eu buscar esta fonte?

Entendendo o leite

Quando pensamos em leite pensamos em um alimento saudável, cheio de energia, proteínas, cálcio, não é mesmo? Mesmo eu não tendo TV em casa nos últimos 12 anos eu tenho na memória a mesma imagem que você.

Sumário do Livro

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1) Leite é saúde: A mensagem da indústria
Neste capítulo você poderá ver que a indústria do leite joga pesado com o marketing direto e indireto. Direto em dizer que é um produto saudável e indireto em usar imagens de pessoas magrinhas, saudáveis, esportistas, bonitas e felizes. Gostaria de lembrar que sou mineiro e que vivenciei o ambiente de fazendas a minha vida inteira, e os produtores são os que ficam com a menor parte do bolo.
Outra informação super interessante é que pelos cálculos do governo americanos o orçamento gasto em alimentos, 40% foi para a indústria leiteira, será que isso não influência nas teses nutricionais que insistem em dizer que o leite deve fazer parte da pirâmide alimentar.
Já vi muitas pessoas que tem muita facilidade em cortar o leite completamente de suas dietas, mas esquecem que por exemplo precisá-se de 12litros de leite para fazer 1 litro de sorvete, 10 litros para 1litro de queijo.
Especialistas são chamados para falar bem do leite, médicos renomados, nutricionistas, especialistas em nutrição e será que estas pessoas estão totalmente erradas? Onde eles se baseiam para nos fazer acreditar que sim , o leite é saúde.  O ponto em comum em todas as pessoas que falam bem do leite é:
Ele alimenta? Sim pois é um alimento rico em gordura, proteínaas.
Ele sim é saudável? Pode ser que já foi um dia, quando o foco não era o lucro. Leite principalmente quando in natura ou cru não tem nada a ver com o que é vendido hoje nos supermercados, além de durar 50 vezes mais do que durava antigamente, muito produtos químicos estão sendo adicionados para controlar a não somente sua durabilidade mas sua acidez, textura e produtividade. No início do anos 40 uma vaca gerava um pouco mais de 1 litro por cabeça, hoje as Mac-Vacas também consequiram um tamanho G para suas tetas, elas agora geram 50litros.
O leite assim como o açúcar e a farinha são produtos que precisam existir, para sustentar o modelo de economia que escolhemos. Sem este modelo não poderiamos ter celulares novos a cada 15 dias, um novo computador a cada 3 meses.
Umas frutas e umas folhas verdes com um pouco de água no café da manhã mesmo que ofereçam mais nutricionalmente,  isso significa muitos empregos a menos, muita gente sem ganhar milhões, isso não é interessante para o capitalismo moderno.
Veja pelos gráficos e tire suas conclusões:
Suco com couve e manga e água de coco
Leite humano
Folha de couve
Leite de vaca integral
Não quero dizer que as todas as pessoas to mundo devem tomar uma gororoba verde deliciosa super nutritiva, mas pelo menos não poderia estar tomando algo que as fizesse doente e pior ainda, pelos menos que elas tenham o direito de saber que faz mal. Como o cigarro antes as pessoas pensavam que fazia mal, hoje pelo menos elas sabem que faz mal e se querem é problemas delas.
2) Uma breve história do leite nos EUA
Muitas vezes me questionei a importância de certas ciências, mas graças a Deus somos humanos e gostamos de coisas diferentes e graças aos historiadores, hoje descubro informações que me fazem entender tudo de uma forma tão mais fácil. Quando nos vemos em nossas casas lendo nossos e-mails, mudando os canais de TV com um controle remoto, nos esquecemos que a muitos poucos anos atrás o mundo estava vivenciando uma guerra mundial e que tudo agora parece fácil e até pensamos que os filmes esageram, mas que muita gente sofreu com estas guerras loucas. Muita gente passou fome, e que em momentos de fome não nos preocupamos muito com o que é saudável ou não e sim com o que alimenta e mata a fome e neste requisito o leite é fantástico é como ter uma boa fonte de gordura na geladeira sem necessidade de pagar a conta de luz. Adicionando a isto um pequeno pomar e uma pequena horta pode se viver por muitas décadas com muita saúde. O grande problema que não estamos mais vivendo em guerra e que podemos nos dar o luxo de escolher o que vamos comer, mas escolhemos nos alimentar como se ainda estivessemos vivendo em plena guerra.

3) O leite mudou: Engenharia genética
Infelizmente a ciência cria remédios, vacinas e ajuda a muitas pessoas mas ela também cria bombas, armas e drogas. Artigos científicos provam que branco é preto e que preto é branco, tudo vai depender de como se escreve e quem é o dono do papel e da caneta. A ciência prova e comprova tudo. Neste livro você vai encontrar argumentações científicas e indagações bastante substânciais. O que mais me impressiona e quão profundo foi o autor na busca pelas verdades dos fatos ou pelos menos pela outra versão da história que não é exibida nas revistas comerciais.

4) Cientificamente comprovado: Hormônios do leite constituem risco a saúde
Neste capítulo eu esperava mais informações com mais fontes, mas o que tem já faz entender o assunto mas sinto que ainda tenho buscar mais informações, pois ainda não existe pesquisas que comprovam diretamente a relação entre consumo de laticínios com câncer de mama. Não pelo menos neste livro. Fica indireto esta informação pois o óbvio que os hormônios que fazem as tetas de uma vaca ficarem enormes para dar mais lucros geraria problemas nas mulheres.

5) Efeito dominó: O a FDA ( a ANVISA dos americanos) enganou os EUA
(Me pergunto se a FDA enganou o EUA, alguém enganou a FDA, ou será que alguém pagou a FDA?)

6) A trama ganha consistência: O conluio entre Monsanto, FDA e o Congresso
Não vou escrever o que pensei na hora que lí isso pois pode ter crianças lendo esta frase

7) O quarto poder: O que disseram sobre o novo leite ao povo americano
Meus Deus o buraco é bem mais embaixo

8 ) Leite, nem tão natural assim
Como que não, ele vem da vaquinha que fica solta no pasto, feliz e contente? Tudo bem que derrubamos a mata atlântica, cerrado e agora a amazônia por conta delas mas até então isso prova que o leite é o que tem de melhor no mundo foi as vaquinhas coitadas não sabem usar moto-serra

9) Consumo de leite: Uma segunda opinião da classe médica
Que bom que tem outro lado, já estava me sentindo sozinho

10) Uma análise da composição do leite
Quero muito comprar este livro

11) Câncer: Ligação entre hormônios de crescimento do leite e o consumo de laticínios
Definitivamente vou comprar este livro

12) A verdade sobre o cálcio, osteoporose e alergias ao leite
Leite e osteoporose, nossa sempre pensei que fosse o contrário

13) Doeça da vaca louca
Obvio que as vacas fiquem loucas, foram projetadas para comer gramas e o ser humano pega carcaças de vacas mortas, seca, tritura é da para vacas vivas engordarem mais rápido e as vacas que são loucas?

14) Alternativas ao leite
Nem preciso ler este capítulo, afinal de contas escrevi um livro sobre este assunto:www.sucovivo.com

Agora gostaria de comentar o que achei de mais interessante neste livro

Após ler este livro eu fiquei chocado, comecei a ler este livro às 4h da manhã acordei desesperado de vontade de escrever este post no meu blog para ajudar o mundo a conhecer a importância deste livro.
Quero muito que você compre este livro também, não ganho nenhum centavo recomendando este livro para você, quero apenas que você compre este livro e dê de presente para seus amigos. Pois tirar o leite e seus derivados da dieta pode ser um ganho de saúde notável logo nas primeiras semanas. Ao longo deste 9 anos que tirei o leite quase que completamente da minha dieta, escutei depoimento de muitas pessoas que se sentiram muito melhor quando também pararam de consumir. Meu pai apenas tirou o leite e reduziu muito o consumo de queijo e sentiu uma melhora muito grande e minha mãe comentou que ele parou de roncar um pouco. Como a caseína  gera muito muco no nosso corpo, este muco obstrui as vias respiratórias gerando assim um ambiente perfeito para roncar.
Analisando todos os capítulos o que mais me chamou a atenção foi o que diz que o leite não é uma boa fonte de cálcio, pois para nosso corpo absorver o cálcio ele precisa do magnésio e o leite como você poder ver no gráfico abaixo ele é pobre em magnésio. Sendo pobre neste mineral o cálcio somente é absorvido 25% e os outros 75% o que acontesse:

O leite pode gerar ainda por cima problemas de:

Aartrite
Gota
Inflamação nas juntas
Pedras nos rins

Outro problema

Além de ser um alimento ser rico em cálcio mas não em magnésio é ele passa a ser um alimento ácido pois o magnésio é que ajuda a diminuir a acidez. Outro problema junto com isso é o elevado nível de proteínas do leite, ou seja baixo em magnésio, rico em proteínas é a cobinação que se chama de “Verdadeiro causador da osteoporose” pois esta doença não está relacionada diretamente com uma dieta com pouco cálcio e sim uma dieta que promove a perda do cálcio. Apartir dos 18 anos não crescemos mais sendo assim porque nossos ossos perdem cálcio? Para baixar a acidez dos alimentos que consumimos.

O que podemos fazer para não temos osteoporose, então?

Beber leite definifivamente não! segundo o livro, fazer exercício sim, tenistas profissionais tem muito mais densidade óssea no braço que joga do que no braço que não joga, sendo assim o fluxo de sangue ajuda a evitar a perda e ainda ajuda a fixar o cálcio nos ossos.
Tomar banho de sol sim, agora ir a praia e jogar futbol melhor ainda, correr na areia, pedalar ao ar livre é o que você deve fazer para evitar a osteoporose, lembre-se tomar leite não previne, calsa osteoporose.
Fumar e beber álcool, diariamente é o que pode fazer de melhor ainda mais.

Veja este dados nutricionais:

Vitaminas e minerais
100g de Couve
100g de leite  Integral
100g de Leite Pasteurizado
100g de Leite Humano
100g de Suco Verde
Cálcio
135mg
113mg
119mg
32mg
64.8mg
Magnésio
34mg
10mg
13mg
3mg
24,7mg
Vitamina D
-
40IU
-
4IU
-
Proteínas
3,3g
3,2g
3,3g
1g
1,7g
Calorias
50cal
60cal
64cal
70cal
43cal
Informações nutricionais
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* Suco verde (4 copos de couve picadinha, 1 copo de manga, 1 copo de água de coco)
O leite perdeu em tudo pois sua relação alta em cálcio e baixa em magnésio não é interessante para a absorção do cálcio.