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domingo, 8 de junho de 2014

Tabela de Alimentos Vegetais Ricos em Gordura

Fontes de Ómegas:
Óleo de Cânhamo
Óleo de Semente de Uva
Óleo de Linhaça
Azeite
Abacate
Avelã
Amêndoa
Castanha de Caju
Amendoim
Castanha do Brasil
Pistachio

Sementes: chia, linhaça, sésamo, girassol, cânhamo, abóbora, papoila, alfafa... 

Sementes de chia28 g5,06 g
Sementes de linhaça20 g1,6 g
Nozes28 g2,6 g

Dose diária recomendada de ômega 3

A dose diária recomendada de ômega 3 é de 250 mg para adultos; 100 mg para crianças e de 450 mg na gravidez. 


As quantidades nas tabelas seguintes são arredondadas. A razão de ómega-6 para ómega-3 é calculada com números não arredondados.
Excepto indicação em contrário, os cálculos baseiam-se na Base de Dados de Nutrientes da USDA.

Frutos e Outros Alimentos

Qtd.Sat. %BMUFA %BPUFA %Bn-6 (g)n-3 (g)n-6/n-3Vit. E (mg)A
abacate (cortado aos cubos)1 C1769142,80,216,62,0
amêndoa, torrada, 22 miolos1 oz867253,60,0-7,5
castanha-do-maranhão, seca, 6–8 miolos1 oz2636386,70,0-2,2
caju, torrado1 oz2162182,20,0-0,2
sementes de chia (Salvia hispanica)1 oz117821,65,060,33NA
linhaça, moída1 T919720,41,60,30,0
avelã, torrada1 oz878142,40,0-4,4
macadâmia, torrada, 10–12 miolos1 oz168220,40,16,60,2
azeitona, grande5147790,20,012,30,7
amendoim, torrado1 oz1552334,40,0-2,2
noz pecã, torrada1 oz962295,60,319,71,1
pistácio, 47 miolos1 oz1355323,90,152,21,2
feijão de soja, cozido0,25 C1624611,90,37,50,8
feijão de soja, torrado0,25 C1624614,60,67,5N/D
sementes de girassol, torradas1 oz1120699,30,0-14,3
tempeh, cozinhado100 g3538272,50,121,0N/D
tofu, cru, coagulado com sulfato de cálcio0,5 C1624615,50,77,5N/D
noz preta1 oz724709,50,910,10,7
noz1 oz10147610,82,64,20,8

Óleos

Os óleos são apresentados em ordem decrescente da razão MUFA/ómega-6, para mostrar primeiro os óleos ricos em ácidos gordos monoinsaturados que não contêm grandes quantidades de ómega-6.
Qtd.Sat. %BMUFA %BPUFA %Bn-6 (g)n-3 (g)n-6/n-3Vit. E (mg)A
óleo de girassol, alto teor oleico, mín.: 70%1 T108640,50,018,7N/D
óleo de avelã1 T882111,40,0-6,4
óleo de açafroa, oleico, mín.: 70%1 T778152,00,0-4,7
azeite1 T147791,10,113,21,7
óleo de abacate1 T1274141,80,113,1N/D
óleo de amêndoa1 T973182,40,0-5,3
óleo de colza1 T762312,81,32,22,9
óleo de amendoim1 T1849344,30,0-1,7
óleo de girassol, linoleico, máx.: 60%1 T1147425,40,0-8,1
óleo de sésamo1 T1542445,60,0-0,2
óleo de milho1 T1325617,90,183,02,9
óleo de soja1 T1524616,90,97,51,5
óleo de noz1 T1024667,21,45,10,1
óleo de linhaçaC1 T72171280,25N/D
óleo de girassol, linoleico, mín.: 60%1 T1120698,90,0-6,1
óleo de grainha de uva1 T1017739,50,0-3,9
óleo de açafroa, linoleico, mín.: 70%1 T7157810,10,0-4,6
Sat. - gordura saturada
MUFA - ácidos gordos monoinsaturados
PUFA - ácidos gordos polinsaturados
n-6 - gorduras ómega-6
n-3 - gorduras ómega-3
C - 1 chávena ~ 237 mL
oz - 1 onça ~ 28 g
T - 1 colher de sopa ~ 15 mL
N/D - não disponível
  1. Na União Europeia, a DDR de vitamina E para adultos é de 10 mg.
  2.  Percentagem do total de calorias
  3.  Valor obtido a partir da tabela de nutrientes do óleo de linhaça da Spectrum Organics

Fonte: Muda o Mundo

terça-feira, 6 de maio de 2014

Omegas 3, 6 e 9

whole_and_ground_flax_seed
Nas dietas veganas e vegetarianas, a linhaça é uma das melhores e principais fonte de ômega 3, mas sua ingestão deve ser feita também por onívoros devido à quantidade de benefícios que ela traz!
Sendo fonte de energia e essencial para o bom funcionamento do organismo, os ácidos graxos são classificados em monoinsaturados, poliinsaturados e saturados. Hoje, especificamente, falaremos sobre 2 tipos de ácidos graxos poliinsaturados, os ômegas 3 e 6, e o ômega 9, que é monoinsaturado. De um modo geral eles são peça-chave para a manutenção do sistema cardiovascular, imunológico e do cérebro, entre outras funções.
Abordar esse assunto é indispensável não só pela importância desses ácidos graxos para a saúde como também para orientar vegetarianos e veganos a obtê-los de outras fontes que não os peixes, famosos nesse sentido. E é claro, se você é onívoro (come carne assim como vegetais), a postagem também pode ser muito útil. Confira mais detalhes abaixo:

Ômega 6: benefícios e fontes 

O ômega 6, também chamado de w-6 ou n-6, que assim como o ômega 3 é denominado de “ácido graxo essencial” pois deve ser obtido pela alimentação, estimula o crescimento da pele e cabelos, mantem a saúde dos ossos, regula o metabolismo e o sistema reprodutivo, de acordo com a Universidade de Maryland. Vale notar que existem tipos diferentes de w-6, como o ácido linoleico, gama-linolênico e o araquidônico (esse último presente apenas em fontes animais).
Entre as fontes de ômega 6 (notadamente, ácido linoleico e gama-linolênico) podemos citar:
  • Óleos de girassol, milho, soja, prímula e canola
  • Semente de abóbora (sementes de um modo geral apresentam ômega 6)
  • Oleaginosas (a principal fonte são as nozes. Outras fontes são castanha-do-pará/brasil, castanha de caju, pistache, macadâmia, avelã, amêndoa, etc)
De um modo geral, o ômega 6 pode ser encontrado na maioria dos alimentos vegetais (frutas, sementes, grãos, cereais, etc), não sendo necessário que o vegetariano ou vegano se preocupe muito com a possibilidade de não obtê-lo, já que ela é bem pequena (a menos que você não tenha uma alimentação muito bacana). Em uma dieta balanceada, com muitos legumes, verduras, hortaliças, frutas e etc e algumas porções de oleaginosas, é perfeitamente possível suprir a demanda de w-6 pelo organismo.

Tome cuidado: ômega 6 pode fazer mal!

O ômega 6, em quantidades adequadas, é de fato muito benéfico, mas a dieta do homem contemporâneo, que tende a ser desregrada, rica em gordura, pode apresentar quantidades muito elevadas de ômega-6 e ser paupérrima em ômega 3. O resultado disso para a saúde é desastroso.
Em 2008, pesquisadores do Instituto para Doenças Neurológicas Gladstone (Gind, em inglês), na Califórnia, acharam indícios que o ômega 6 estaria sendo responsável por danos cerebrais e foi associado ao Mal de Alzheimer. Outras pesquisas apontam que a uma dieta muito rica em ômega 6 pode aumentar a chance de doenças cardiovasculares (AVC, infarto, etc), desencadear processos inflamatórios, entre outros males.

Ômega 3: benefícios e fontes

O ômega 3, também chamado de w-3 ou n-3, um ácido graxo essencial (que assim como o w-6 deve ser obtido pela alimentação, pois o corpo não produz), é conhecido por trazer uma quantidade estonteante de benefícios, entre os quais:
  • Ação antioxidante (combate os radicais livres, causadores do envelhecimento e doenças como o câncer)
  • Aumenta o bom colesterol (HDL)
  • Diminui o mal colesterol (LDL), que em excesso é responsável por doenças cardiovasculares, e também diminui as taxas de triglicerídeos (gorduras) no sangue, que em quantidades fora do normal também causam doenças cardiovasculares, entre outros males
  • Tem ação anti-inflamatória e anti-trombótica
  • Combate doenças como depressão, psoríase, acne
  • Está associado à manutenção adequada das funções cerebrais
  • Regula a pressão arterial
  • Fortalece o sistema imunológico (que protege nosso corpo de doenças)
  • Auxilia na absorção do cálcio
Como fontes vegetais de ômega 3 podemos citar:
  • Linhaça (é a melhor e principal fonte de ômega 3 na dieta vegana e vegetariana. O óleo de linhaça tende a fornecer maiores quantidades desse ácido graxo (e deve ser consumido sem aquecimento!), mas as sementes, preferencialmente trituradas, também se apresentam como uma boa fonte)
  • Chia
  • Vegetais verde escuros (couve, espinafre, rúcula, escarola, etc)
  • Nozes
  • Óleo de cânhamo, canola e nozes
  • Algas (especialmente a spirulina)

A relação entre ômega 3 e 6

É importante notar que, para metabolizar adequadamente o ômega 3, é necessário que não haja excesso do consumo de ômega 6. Confira o trecho do texto do nutricionista George Guimarães (no seu site Nutriveg), especializado em dietas veganas e vegetarianas:
“Para um bom aproveitamento do w-3, é necessário observar também a ingestão do w-6. Acontece que a dieta vegetariana tende a ser deficiente em w-3 ao mesmo tempo em que excede em w-6. Apesar do w-6 também ser um nutriente essencial, se a relação de w-6 para w-3 (w-6:w-3) estiver muito alta, isto prejudica a utilização do w-3, pois ambos competem pelas mesmas enzimas no metabolismo. Em outras palavras, se houver w-6 demais, o w-3 sai prejudicado. Temos então que, para cuidar da ingestão do w-3, faz-se necessária não apenas a inclusão de boas fontes de w-3, mas também uma redução nas fontes de w-6. Idealmente, a ingestão de w-6 deve ser 4 vezes superior à ingestão de w-3 (4:1), mas é comum observarmos na dieta vegetariana uma relação extremamente elevada de 16:1, chegando até 32:1″

Consuma óleos com boa proporção entre ômega 3 e 6

Antes de mais nada, você sempre deve dar preferência para óleos orgânicos (se possível), não-transgênicos (os transgênicos estão associados a leque de doenças, lembram?), prensados à frio (pois preservam mais nutrientes) ou extra-virgens. Certifique-se de que durante o processo de obtenção do óleo não seja usado nenhum solvente (como o hexano, tóxico e cancerígeno) ou que o óleo não seja parcialmente hidrogenado. Na hora de armazenar, é imprescindível guardá-lo longe da luz (que faz com que perda os benefícios), do calor e bem fechado.
Para evitar um desequilíbrio entre o consumo de w-3 e 6, o óleo vegetal a ser consumido deve ter uma proporção bem próxima entre ômega 3 e 6 (quanto mais perto do 1:1, melhor), ou ter mais ômega 3 que 6, preferencialmente. Não que óleos ricos em ômega 6 não possam ser bons, mas como o w-6 geralmente é obtido em boas quantidades e inclusive até excede o necessário, é preciso enfatizar os óleos ricos em w-3, ou que não tenham w-6 em excesso (ou no mínimo tenham uma proporção bem próxima entre w-6/w-3).
Veja a tabela abaixo:
oil ratio
Com base na tabela e outras que é possível encontrar na internet, o melhor óleo seria o de linhaça, sem sombra de dúvida. No entanto, outras opções também seriam o óleo de cânhamo, de soja e nozes (esses últimos mais fáceis de achar no Brasil). O de canola também costuma a ser indicado por ter boas quantidades de w-3 e um bom balanço entre w-3 e 6, mas existem certos “poréns” que acabam por torná-lo menos recomendado. Falo mais à frente.

Ajustando a quantidade de ômega 3 na dieta vegana e vegetariana

Como na dieta vegetariana e vegana o consumo de w-6 tende a ser muito superior que o w-3, recomenda-se um enfoque na ingestão de w-3 e diminuição do consumo de w-6. Segundo Dr. Eric Slywitch, médico e nutrólogo, especialista em dietas veganas e vegetarianas, existem algumas estratégias:
  • Dar preferência ao uso de óleos com melhor proporção de w-6:w-3
  • Utilizar óleos monoinsaturados, como o de oliva extra-virgem prensado a frio
  • Evitar alimentos processados, pois muitos são fontes de gorduras trans e possuem elevado teor de w-6, como alimentos prontos, snacks e frituras
  • Estimular o consumo de sementes oleaginosas
  • Ingerir cerca de 3 g (2 a 4 g) por dia de w-3. Intensifique o uso de linhaça e de algas. Uma colher de chá (5 gramas de óleo) de óleo de linhaça contém 2,7 gramas de w-3. Uma colher de sopa de semente de linhaça contém cerca de 2 gramas de w-3. O teor de w-3 em diversos vegetais estudados varia de 22 a 195 mg por 100 g do produto. Vegetais com teores em torno de 100 a 150 mg por 100 g são: salsinha, espinafre e brócolis. A hortelã e o agrião possuem 195 e 180 mg, respectivamente
  • Não aquecer os óleos que forem utilizados para consumo

Sobre o DHA e EPA (tipos de ômega 3) na dieta vegana e vegetariana

DHA (Ácido docosahexaenoico) e EPA (Ácido eicosapentaenoico) são tipos de ômega 3 que são encontrados em quantidades relevantes apenas em alimentos de origem animal (notadamente a carne de peixe e o óleo destes). Muitos criticam a dieta vegana ou vegetariana por conta disso, mas os argumentos são falhos uma vez que o ALA (ácido alfa-linolênico), outro tipo de ômega 3 e o mais abundante nos vegetais, pode ser convertido em DHA e EPA pelo organismo.
Observe o que diz o nutricionista Dr George Guimarães sobre essa questão:
“Alguns céticos insistem que o w-3 presente nos alimentos vegetais não é tão bem aproveitado quanto o w-3 oriundo dos alimentos de origem animal. Este argumento parte do fato de que os w-3 presentes nos alimentos de origem animal apresentam-se na forma de cadeias mais longas, que são uma forma mais refinada do ácido graxo. Estes resultam da ação de enzimas peculiares ao metabolismo animal e o organismo humano é tão capaz de transformar as formas mais brutas do w-3 nas formas de ácidos graxos de cadeia mais longa quanto os outros animais.
Com isso, é correto dizer que os alimentos vegetais não fornecem (com raras exceções) EPA e DHA, que são estas formas do w-3 de cadeia mais longa, mas uma vez que o organismo humano converte o ácido alfa-linolênico (w-3 vegetal) em EPA e DHA (w-3 animal), o fato de a dieta vegetariana ser deficiente em EPA e DHA se torna irrelevante. A questão da ineficiência na conversão do w-3 torna-se uma questão legítima apenas quando a relação w-6:w-3 está muito elevada, pois neste caso as enzimas envolvidas no seu processamento não serão capazes de desempenhar a sua função apropriadamente. Mas como vimos no parágrafo anterior, as estratégias para sanar esse problema são conhecidas e são tão simples de serem aplicadas quanto eficientes.”

A polêmica do óleo de canola 

Além disso, no processo de refino o óleo de canola costuma a ser parcialmente hidrogenado: isso implica no surgimento de gorduras trans, altamente maléficas para o coração. Não é raro, também, que sejam usados, durante o processo de obtenção desse óleo, solventes tóxicos e cancerígenos como o hexano. Importante notar que não só o óleo de canola pode passar por esses processos, como também os óleos de soja, milho, girassol, etc.
Muitos sites na internet afirmam que o óleo de canola é tóxico e está relacionado a um leque de doenças. No entanto, até o presente momento não achei nenhuma postagem totalmente confiável, mostrando pesquisas que validam a afirmação. Por enquanto, vale ficar alerta e, na dúvida, passar longe do óleo de canola.

Ômega 9: funções e fontes

O ômega 9, também é conhecido como w-9, n-9 ou ácido oleico, é um ácido graxo monoinsaturado não essencial, diferente do w-3 e 6. Isso quer dizer que, uma vez que tenhamos ômega 6 e 3 no organismo, o ômega 9 pode ser produzido. Mas ele também pode ser ingerido pela alimentação.
Os ácidos graxos monoinsaturados estão relacionados a níveis de triglicerídeos mais saudáveis e também ajudam na diminuição do colesterol ruim (LDL), além de aumentar o colesterol bom (HDL). Eles têm, também, ação antioxidante, anti-inflamatória e estudos vêm mostrando que o w-9 inibe o excesso de cortisol, o “hormônio do estresse”, que em excesso pode provocar uma série de doenças.
Entre as fontes de ômega 9 podemos citar:
  • Abacate
  • Azeite  extra virgem
  • Oleaginosas
Sempre é importante lembrar que o azeite extravirgem deve ser consumido, preferencialmente, sem aquecimento, ou no máximo para refogar rapidamente os alimentos, em fogo bem baixo.

Doses diárias recomendadas de ômega 3, 6 e 9

Procurando em várias fontes não consegui achar a necessidade diária de ômega 9, mas aqui diz que duas colheres de sopa de azeite extravirgem já forneceria a quantidade necessária. Já em relação à dose diária de w-3 e 6, confira abaixo:
Como já dito anteriormente, na dieta vegana e vegetariana a quantidade de w-6 e 3 a ser ingerida é diferente das dietas onívoras, devendo-se aumentar a quantidade de ômega 3 (geralmente ficando em cerca de 3 gramas). Na prática, se você ingerir 1 colher de sopa de óleo de linhaça ou cerca de 2 colheres de sopa de semente de linhaça (triture no liquidificador/processador antes para facilitar a digestão), suas necessidades diárias de ômega 3 estão completas. Da mesma maneira, se você ingerir algumas unidades de sementes oleaginosas (cerca de 2 ou 3), como nozes, consumir sementes como chia ou abóbora, e manter uma dieta balanceada, as necessidades também serão supridas.
_______________________________________
Para finalizar, procure consultar um nutricionista especializado para montar uma dieta balanceada para você e, se for o seu caso, indicar suplementação (só tome cuidado porque a maioria dos suplementos não-veganos podem conter gelatina e óleo de peixe). A obtenção de ácidos graxos na dieta vegetariana e vegana não é nenhum bicho de sete cabeças e, mantendo uma alimentação adequada, você não só suprirá suas necessidades como também levará uma vida muito mais saudável!
Fontes e referências: 
http://lookaholic.wordpress.com/2013/12/02/omega-3-6-e-9-na-dieta-vegana-e-vegetariana/

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Efeitos falaciosos do Ómega 3

Estudo mostra que o suplemento não afecta o desempenho cerebral
 De acordo com recentes pesquisas, os suplementos de ómega 3 provenientes de peixe não melhoram a capacidade mental das crianças. Um estudo com crianças em idade escolar revelou que a leitura, dicção e coordenação não foram minimamente alteradas pela toma de suplementos de ómega 3.

Fallacy of fish oil revealed as study finds supplements DON'T boost children's brain power


Autor: tradução de Vera Martins

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Sabia que a semente de linhaça é fonte de Omega 3?

Esta sementinha apresenta benefícios maravilhosos à saúde, como melhorar o trabalho do trânsito intestinal, devido às fibras presentes, além de possuir propriedades funcionais em sua composição.
Oriunda da Ásia, a semente de linhaça pertence à família Linácea . Existem dois tipos: a linhaça dourada e a marrom.
Não há diferença na composição nutricional entre os dois tipos, ou seja, possuem os mesmos nutrientes, porém a marrom é cultivada em regiões de clima quente e úmido, com uso de agrotóxicos e a dourada é plantada em regiões frias e cultivada de forma orgânica.
A semente de linhaça é fonte de ácidos graxos ômega3 e ômega6, minerais, vitaminas e fibras, além de um composto chamado lignana. Justamente por ter estas propriedades, é considerado um alimento funcional. Dessa forma torna-se um alimento saudável e indicado para incluir na alimentação da população. Uma colher de sopa de semente de linhaça tem aproximadamente 66 kcal.

Lignana
Lignana, que é um composto fito-químico que, segundo estudos, pode atuar na prevenção do câncer de mama e, por apresentar uma estrutura química similar ao estrógeno, pode ajudar a prevenir os sintomas da menopausa. A linhaça é a fonte mais rica de lignana encontrada.

Fibras
As fibras regulam o intestino, pois desempenham papel importante no trânsito intestinal, aumentando o bolo fecal. Ajudam a normalizar os índices de colesterol e glicose sanguínea e previnem o câncer de colon. Uma colher de sopa de semente de linhaça tem 4,3g de fibras.

Ácidos graxos ômega 3 e ômega 6
Este tipo de gordura é antioxidante e proporciona benefícios ao organismo, como: impedir a formação de placas de ateroma e consequentemente prevenir doenças cardiovasculares; ajudar na construção de moléculas de hemoglobina, que carregam o oxigênio pelo sangue; renovação celular; estimula a produção de prostaglandinas, compostos que melhoram a circulação sanguínea e removem o excesso de sódio dos rins; diminui ainda a retenção de líquidos e actua no sistema imunológico.

Vitaminas e minerais
A semente de linhaça tem vitamina A, E, B1, B6, B12, potássio, sódio, magnésio, fósforo, ferro, cobre, zinco, manganês e selênio. Cada uma dessas vitaminas e minerais tem funções importantes no organismo humano.

Foi realizado um estudo sobre alguns benefícios do uso da semente de linhaça na constipação, menopausa e tensão pré-menstrual, com 30 mulheres, onde verificou-se que a semente de linhaça é benéfica no combate à constipação. Em relação à menopausa seriam necessários que outros estudos fossem realizados para comprovar os efeitos positivos, mas sobre a TPM os resultados foram insatisfatórios. (comigo resultou)

Forma de preparo
Os benefícios da linhaça se potencializam quando a semente é tostada, moída ou triturada. Você pode incluir em preparações como bolos, tortas, sopas ou acrescentar em frutas, iogurtes, vitaminas, etc. (eu uso em tudo)

Normalmente, eu deixo de molho 1-2 colheres de sopa num copo com água mineral durante a noite. No dia seguinte trituro e bebo em jejum. Dizem que não é agradável mas eu gosto do sabor, até de óleo de linhaça gosto (o meu neto adora), que uso todos os dias para temperar a comida, Em TUDO! E fico super satisfeita quando vejo o resultado do meu HDL que é na faixa dos 60-70 (tenho 56 anos!)



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A lipoproteína de alta densidade (em inglês: High Density Lipoprotein - HDL) faz parte da família das lipoproteínas. É chamada de "colesterol bom", porque acredita-se que ela seja capaz de retirar ateromas das artérias.

O HDL transporta colesterol dos tecidos do corpo humano ao fígado.