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domingo, 30 de novembro de 2014

Óleos e Protecção Solar


Óleos com propriedades que protegem de raios UV:

Óleo de semente de cenoura: SPF 38-402.
Óleo de semente de framboesa: SPF 28-503. 
Óleo de gérmen de trigo: SPF 204. 
Óleo de abacate: SPF 4-155. 
Óleo de coco: SPF 2-86.
Óleo de Macadamia: SPF 68. 
Óleo de Amêndoas: SPF 59. 
Manteiga de Karité: SPF 3-610. 
Óleo de Jojoba: SPF 4
Azeite: SPF 2-87.


 Certifique-se de testar estes óleos em sua pele antes de usá-los para se certificar de que você não tem reações adversas. Teste os óleos ao longo de vários dias para garantir que não haja reações adversas.

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Óleo de coco
Este é um alimento com diversas possibilidades de aplicação. Você pode usá-lo para fazer limpeza de pele, desobstruir os poros e diminuir as acnes. Pode aplicar nos cabelos e remover maquiagem, inclusive na área dos olhos. Óleo de coco é melhor para pele oleosa, pois é rico em ácido láurico e tem componentes antibacterianos e antimicrobianos. No entanto, o uso excessivo na pele normal pode secar o rosto e corpo.
O óleo de coco possui SPF de 10, ou seja, seu fator de proteção contra os raios solares é de 10. Pode até parecer baixo, mas não é! Estudos revelaram que um protetor solar com SPF 15 pode bloquear até 93% dos raios UVB. Já os protetores com SPF 30 bloqueiam cerca de 97%, e um com SPF 50 bloqueia 98%. Além disso, o óleo de coco não bloqueia por completo os raios UVB, que são necessários para a síntese de vitamina D que, por sua vez, é essencial para a fixação do cálcio nos nossos ossos.
De acordo com Bruce Fife, ND, autor de “Coconut Cures: Preventing and Treating Common Health Problems with Coconut Oil”, o óleo de coco aplicado na pele protege contra queimaduras solares, protegendo a pele e os tecidos subjacentes contra os danos que a exposição excessiva ao sol pode causar. Em vez de queimaduras e pele vermelha, produz um bronzeado suave, dependendo da quantidade de tempo que exposição ao sol. Contudo, Bruce Fife alerta para os riscos da utilização de óleo de coco hidrolisado ou processado. Devemos certificar-nos que o óleo de coco é puro e não processado.
Outra vantagem de utilizarmos o óleo de coco no lugar dos protetores convencionais é que o óleo de coco é livre de substâncias tóxicas e, ainda, hidrata a nossa pele!


Para que serve cada óleo?

Óleo de rícino:
excelente para hidratar e humedecer a pele. Possui acção antioxidante, combatendo o envelhecimento.
Óleo de argão: fornece vitaminas para a pele deixando-a mais saudável, principalmente para quem tem problemas com acnes. O óleo é antioxidante, o que o torna um excelente combatente ao envelhecimento.
Óleo de uva: ajuda a controlar a produção natural de óleo, combatendo a oleosidade natural da pele. Além disso combate o envelhecimento e fornece vitaminas.
Óleo de camomila: é ideal para acalmar a pele, aliviando irritações e vermelhidão. Tem acção anti-inflamatória, sendo bom para quem tem pele sensível.
Óleo de coco: hidratante natural que oferece nutrição e saúde para a pele.
Óleo de amêndoas: é bom para tratar peles muito secas.
Óleo de lavanda: ideal para quem busca o clareamento da pele. Possui acção reparadora e hidratante.
Óleo de girassol: tem alto poder de hidratação da pele e de manutenção da barreira cutânea. Para peles mistas.
Óleo de abacate: benéfico para a pele seca e pode até mesmo ser usado para ajudar a tratar o eczema.
Azeite: excelente hidratante até mesmo para os cabelos. O azeite também pode ser usado para remover maquiagem e limpar a pele.



Propriedades dos óleos vegetais e essenciais e suas utilizações na saúde, beleza e proteção da pele

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Beringela


A beringela é um ingrediente comum na cozinha indiana, grega e francesa. É oriunda da Índia e parte do sudoeste Asiático, mas o seu cultivo estendeu-se a todo o mundo. 
A beringela crua é um vegetal/fruto muito pouco calórico, com apenas 16 calorias em 100 gramas. É muito rica em água (93%) e fornece boas quantidades de potássio (200 mg/100g de beringela). Contribui com fibra alimentar (2,5 g/100 g), cálcio (10 mg/100 g) e fósforo (12 mg/100 g de beringela). É uma planta herbácea da família das solanáceas (que inclui a batata, o tomate, o pepino e o pimento). Os seus frutos são geralmente de cor violeta ou roxo escuro e de forma alongada, embora existam variedades redondas e de cor amarela ou branca.
O responsável pela cor púrpura e brilhante da casca da beringela é um tipo de fitoquímico, da família dos compostos fenólicos, chamada antocianina. Estudos laboratoriais revelam que esta substância actua como antioxidante, impedindo a acção nefasta dos radicais livres de oxigénio. Isto ajuda a proteger o organismo dos danos celulares, nomeadamente com propriedades anticancerígenas, e a reduzir a oxidação do colesterol e consequente risco de arterosclerose.

O consumo regular de sumo de beringela mostrou-se útil na diminuição dos níveis de colesterol total, promovendo a saúde dos vasos sanguíneos. É igualmente indicado o seu consumo em dietas que visem baixar a tensão arterial.
Apesar de ser pouco calórica e não ter gordura na sua composição, a beringela tem a capacidade de absorver grandes quantidades de gordura na sua preparação. Não deve por isso ser frita nem ser cozinhada com muita gordura.


Como tirar o sabor amargo da beringela
Salgar as beringelas antes de as cozinhar ajuda a eliminar o suco de sabor amargo e reduz a humidade. Ao tornar a polpa menos densa, este processo impede que a polpa absorva tanta gordura. Corta-as às rodelas ou em cubos, salpica-as com sal e deixa-as em repouso durante 30 minutos. Depois passa-as por água, enxagua-as com papel absorvente e cozinha. O aço comum oxida rapidamente a polpa da beringela (fica escura), por isso deves cortá-la com uma faca de aço inoxidável.
Na escolha das beringelas, procura as que se encontrem bem rijas, com a pele polida, brilhante e sem manchas. São de evitar as que estiverem verdes e prefere as que ainda tiverem o pedúnculo e o cálice. 

domingo, 9 de novembro de 2014

Pesquisa mostra que 50% dos derivados de arroz ultrapassam os limites de arsênio

Cereais assassinos? 


Uma nova pesquisa descobriu que mais da metade dos produtos fabricados com arroz na Grã-Bretanha, possuem níveis altos, acima da média permitida, de arsênio.









Os produtos incluem o cereal Rice Krispies, da Kellogg’s, e Smooth Baby Rice, da Heinz.
A União Europeia definiu novos níveis máximos de arsênio que produtos alimentícios podem conter – o que não ocorria anteriormente. De acordo com as análises, água e outros tipos de comida possuem níveis aceitáveis, o que não ocorreu com o arroz, que possuía níveis preocupantes e que excediam os limites estabelecidos.

O Channel 4, canal de TV da Grã-Bretanha, irá exibir um programa hoje à noite com os dados dos testes de 81 produtos. Os estudos foram financiados pelo Institute for Global Food Security e realizados na Queen’s University. Eles descobriram que 58% dos produtos excedem os novos limites estabelecidos de arsênio em produtos infantis, que deverão entrar em vigor em alguns meses.
Embora existisse limites rígidos para a quantidade de arsênio permitido na água, não existiam limites máximos que os alimentos podem conter – o que preocupa cientistas que afirmam que podem haver problemas de saúde com a exposição a este elemento que é um verdadeiro veneno para as células.

As novas recomendações da UE propostas vão limitar a 200 partes por bilhão (ppb) de arsénio para adultos e apenas a 100 ppb para crianças e bebês.

Mesmo cereais orgânicos derivados de arroz possuíam níveis altos, com até 323 ppb.
As novas regras irão obrigar os fabricantes a controlarem de modo rígido os níveis em seus produtos, reformulando a composição, ou serão obrigados a removê-los das lojas de toda a Europa.
Enquanto não é prejudicial em pequenas quantidades para os seres humanos, os cientistas dizem que a exposição a altos níveis de arsênio inorgânico durante um período prolongado, pode levar ao câncer ou doença cardíaca.

O professor de Ciências Biológicas, Andrew Meharg, da Queen’s University, disse: "A União Europeia vai definir normas para níveis de arsênico no arroz usado em comida infantil em no máximo 100 ppb. Mesmo assim, em minha estimativa, é extremamente elevado, ele deveria ser, pelo menos, 50 ppb”.
Ele prossegue: "Os limites são definidos de modo a não perturbar o comércio de arroz, em vez de priorizar os riscos para a saúde humana”.

Na Grã-Bretanha, o consumo de arroz aumentou mais de 5 vezes nos últimos 40 anos.

De acordo com o portal DailyMail, as marcas Kellogg’s, Organix e Boots emitiram nota afirmando que levam a segurança em seus produtos muito à sério.

A Boots afirmou que continuará a trabalhar estreitamente com os fornecedores e especialistas de regulação para garantir que seus alimentos para bebê sejam totalmente seguros, em conformidade com os regulamentos futuros.

A Organix disse ao Channel 4 que vai testar seus alimentos de forma rigorosa e que os pais não devem ter nenhum motivo de preocupação. Acrescentou ainda que  parabeniza as novas propostas de regulamentação e que vão atender as futuras alterações legislativas.

A Kellogg’s afirmou que seus cereais não estão na categoria de alimentos para lactantes e crianças jovens. Um porta-voz da empresa disse: "O teste que fizemos mostra que os níveis estão dentro dos limites mais atualizados propostas. Vamos continuar a trabalhar com as agências governamentais, cientistas, acadêmicos e outros na indústria alimentar a nível global para rever os dados sobre este tema".



Foto: Reprodução / DailyMail / GoldenRice / Duke
Fonte

Os Melhores, os Piores, Essenciais, Antioxidantes, Alcalinos e Ácidos

Os 10 piores Alimentos para consumo 
– Açúcar Refinado
Trigo (glúten)
Leite Animal
Sal Refinado
Refrigerante
Carne Vermelha e Branca
Farinhas Brancas
Alimentos Fritos
Alimentos Industrializados
Óleo Vegetal

Os Melhores Alimentos para consumo

-Leite Materno
-Óleo de côco;
-Quinoa (cada 100 gramas contém 15 g de proteínas, 68 g de carboidratos, 9,5 g de ferro, 286 mg de fósforo, 112 mg de cálcio e 5 g de fibras).
-Chá Verde
-Azeite Oliva
-Açafrão da Terra
-Alho
-Brócolos
- Abacaxi

Os 5 Nutrientes Essenciais para saúde plena

-O Rei ( Cloreto de Magnésio)
-O Iodo
-A Vitamina D
-Ómega 3
-Cálcio 

Os Principais Antioxidantes 

-Carotenoides 
-Vitamina A
-Vitamina C e E;
-Selénio,
-Flavonoides,

-Zinco e Cobre

Alimentos Acidificantes:
(Devem ser eliminados da dieta)


Alimentos Alcalinizantes:
( Devem ser introduzidos a dieta)





adaptado de curasnaturais

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Açúcar de Coco


O açúcar de Coco tem feito parte da culinária e do grupo das ervas medicinais usadas no sudueste asiático por muito tempo, especialmente por pessoas que buscam uma alimentação mais saudável ou que sofram de problemas de diabetes.
O Açúcar de Coco é um dos adoçantes mais saudáveis e dos melhores substitutos do açucar pelos benefícios que oferece.
O Açúcar de Coco é extraído do fluido das flôres da Palma de Coco, quando as folhas são colhidas, o seu nectar é retirado e aquecido ligeiramente numa caldeira ficando um caramelo espesso, ao arrefer é triturado em pequenos cristais. Estes cristais dissolvem-se facilmente e dão um agradável sabor doce a todas as receitas.
O Açúcar de Coco é muito mais nutritivo que os outros adoçantes comuns comercializados, tem elevada quantidade de Potássio, Magnésio, Zinco e Ferro e é uma fonte natural de Vitaminas B1, B2, B3 e B6.
O sabor do Açúcar de Coco é muito parecido com o sabor do açúcar castanho, mas tem um indice glicémico muito mais baixo (Gi=35) sendo assim menos perigoso para a saúde que o açúcar normal (Gi=68). Isto quer dizer que o Açúcar de Coco produz uma libertação lenta de energia e não produz os altos e baixos do açúcar. O maior componente do açúcar de Coco é a sucrose (70-79%) seguido de glocose(3%) e frutose (9%).
Muitos estudos já foram feitos com sucrose e frutose e novas pesquisas mostram que o consumo elevado de frutose pode ser prejudicial para a saúde.
O Açúcar de Coco é um adoçante não processado, não adulterado, não filtrado, não contém preservativos e é 100% natural.
O Açúcar de Coco é conhecido por ser o adoçante mais sustentável do mundo. As palmas de Coco que são diferentes das de onde se extrai o óleo de Palma, produzem 75% mais açúcar que a cana de açúcar e requerem menos água e nutrientes.
A Palmas de Coco são também chamadas árvores da vida, por estarem na origem de mais de 100 produtos diferentes e serem assim muito úteis aos agricultores, pois delas podem fazer muitos usos.
O Açúcar de Coco pode ser usado como substituto do açúcar nas receitas e é equivalente 1:1 em quantidades ao açúcar normal.

Modo de usar - Como um adoçante de forma semelhante ao açúcar de cana, para adoçar bebidas, receitas doces, pode ser também aquecido e usado em receitas cozinhadas como bolos, pudins e doces tal como o açúcar normal, usado em receitas como substituto do açúcar normal a quantidade a usar será a mesma.

Dosagem diária máxima recomendada - 3g (1 colher de chá)


Fonte: Biosamara