quinta-feira, 16 de junho de 2016

Ingredientes/Produtos de Origem Animal













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Os aditivos alimentares são largamente utilizados pela indústria alimentícia. Aqui vale a máxima “é a dose que faz o veneno”. Na prática isso significa controlar o consumo de alimentos industrializados, diversificando ao máximo a dieta. Assim, o consumidor elimina o risco de estar acumulando altos níveis de uma determinada substância química no organismo. A dosagem de cada um dos aditivos considerada segura é determinada pela FAC e pela OMS – respectivamente Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e Organização Mundial de Saúde. Veja o significado e a indicação dos estranhos nomes nos rótulos dos produtos industrializados:

C: São corantes naturais (Cl) ou artificiais (C2).
F: Indica aromatizantes ou flavorizantes, que têm o papel de realçar, respectivamente, o odor e o sabor dos alimentos. Há naturais e artificiais.
EP: Sinónimo de espessante, cuja função é dar consistência ao alimento. Geralmente, é de origem vegetal.
U: É o umectante. que impede o ressecamento do alimento.
AU: São os anti-umectantes, que evitam a absorção de umidade.
ET: Indica a presença de estabilizantes para impedir que os diferentes ingredientes se separem. Os mais comuns são óleos naturais.
H: Sigla dos acidulantes, responsáveis por acentuar o sabor ácido do alimento industrializado. Alguns estão naturalmente presentes nas frutas.
D: Ou edulcorantes. Usados nos produtos dietéticos em substituição ao açúcar.
P: Significa a presença de conservantes.
A: São os anti-oxidantes, que evitam a rancificação de produtos gordurosos.

Qual o melhor adoçante?

Adoçantes

Os adoçantes são produtos desenvolvidos para conferir sabor doce aos alimentos e bebidas, com o objetivo de substituir o açúcar branco parcial ou totalmente. Eles podem ter a formulação à base de edulcorante artificial ou edulcorante natural extraído de frutas ou vegetais. Os tipos de adoçante mais consumidos são:

Adoçantes artificiais: aspartame, sacarina, acessulfame-k e ciclamato
Adoçantes naturais: stevia, sucralose e poliois (xilitol, manitol e sorbitol)

PARA QUEM É INDICADO O ADOÇANTE?
O adoçante é recomendado para pessoas que precisam controlar a ingestão de açúcar ou retirá-lo totalmente da dieta, como no caso dos diabéticos. Por conter não conter calorias, o adoçante também é usado por quem quer reduzir ou controlar o peso.

ADOÇANTE FAZ MAL?
Apesar de serem considerados seguros, os adoçantes artificiais, como o aspartame e o ciclamato, são polêmicos, pois diversos estudos indicam que podem provocar o desenvolvimento de doenças, como o câncer. E ainda, diversas pesquisas colocam em cheque a eficácia dos adoçantes artificiais, como aspartame e sacarina, para a perda de peso, especialmente quando utilizado em bebidas como refrigerantes diet/light.
A conclusão de diversos estudos sugere que os adoçantes artificiais não ajudam a reduzir o peso. As hipóteses são de que os adoçantes artificiais podem aumentar o apetite, estimulando o mecanismo de recompensa do cérebro para compensar a “falta de calorias” de alimentos doces.
Além disso, alguns especialistas não indicam o consumo de adoçantes artificiais, já que são substâncias que o organismo não reconhece e que podem ter efeitos tóxicos com o consumo prolongado. Por este motivo, os adoçantes naturais estão alta, já que parecem ser mais benéficos para o organismo.

AFINAL, QUAL O MELHOR ADOÇANTE?
Os adoçantes naturais são as melhores opções para substituir o açúcar refinado, conheça mais sobre eles:

STEVIA
A stevia (esteviosídeo), adoçante natural extraído de uma planta chamada Stevia rebaudiana, de origem latino-americana, é um dos melhores adoçantes para substituir o açúcar refinado. É utilizada há muitos anos pelos índios guaranis para conferir o sabor doce aos chás. A stevia não fornece calorias e tem o poder para adoçar 300 vezes maior que o açúcar.
Além de ser consumida como adoçante de mesa – para adoçar café, sucos ou chás – a stevia também é usada pela indústria na fabricação de produtos, como doces, bebidas, goma de mascar e iogurtes.

BENEFÍCIOS DA STEVIA
Adoçante natural
Não calórico
Não cariogênico (não favorece o aparecimento de cáries)
Possui estabilidade no aquecimento
Contribui para reduzir o consumo de açúcar
Pode ser consumida por pessoas com fenilcetonúria
De acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), a ingestão segura recomendada de stevia é de 4g/kg/dia. Dentro desse limite, a stevia não apresenta contraindicações ou efeitos colaterais, por isso, pode ser consumida por todos.

XILITOL
É obtido a partir da hidrogenação do monossacarídeo xilose. Ótima opção para substituir o açúcar, pois é nutritivo e oferece muitos benefícios para a saúde. O xilitol é um pó branco, com sabor doce e poder adoçante bem próximo da sacarose. Pode ser utilizado por diabéticos, pois contém baixo índice glicêmico. Além disso, destaca-se por ajudar a reduzir a incidência de cáries e a remineralizar os dentes.

BENEFÍCIOS DO XILITOL
Possui baixo índice glicêmico
Pode ser usado por diabéticos
Tem poucas calorias
Pode ajudar no controle do colesterol
Auxilia no tratamento de doenças respiratórias
Recomenda-se consumir, no máximo, 60g de xilitol por dia. Acima disso, ele pode ter efeito laxativo.

MANITOL
Extraído de algas marinhas e vegetais, como a beterraba. Também é obtido a partir da glicose e da hidrólise do amido. O manitol deve ser consumido com moderação, pois ajuda a estimular a produção de insulina. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a dose diária recomendada para o consumo de manitol até 150mg/kg de peso. Em excesso, ele pode causar diarreia.

BENEFÍCIOS DO MANITOL
Adoça até 70% mais do que a sacarose
Pode ser levado ao fogo

SORBITOL
É encontrado nas frutas, como maçã e ameixa, e nas algas marinhas, mas também é obtido do açúcar invertido e do amido. É menos calórico do que o açúcar branco e adoça até 50 vezes mais.

BENEFÍCIOS DO SORBITOL

Usado para adoçar gomas de mascar e geleias
Pode ser levado ao fogo
Assim como o manitol, o sorbitol deve ser consumido com moderação, já que pode causar desconforto abdominal.

Fonte: natue.com.br

domingo, 12 de junho de 2016

Qual é a diferença entre OGM e Transgênico?


Um Organismo Geneticamente Modificado ( OGM) é um ser vivo que sofreu alguma mudança artificial em seu material genético, mediante manipulação da engenharia genética. A mudança pode ser apenas em mudanças na estrutura ou na função do próprio material genético do organismo, mas não introduziu nenhum material genético de outra espécie no material genético original, então esse organismo é considerado somente um OGM.

Um Transgênico é um OGM que recebeu uma parte do material genético de outra espécie. Um organismo geneticamente modificado foi submetido a técnicas laboratoriais que, de alguma forma, modificaram seu genoma, enquanto que um organismo transgénico foi submetido a técnica específica de inserção de um trecho de DNA de outra espécie. Assim, o transgénico é um tipo de OGM, mas nem todo OGM é um transgénico. Devido a relação existente entre esses termos, frequentemente, eles são utilizados de forma equivocada como sinónimos.

Todo Transgênico é OGM, porém nem todo OGM é um Transgênico.

Assim, todo organismo transgénico é um OGM, já que sofreu alterações genéticas artificiais. Porém, um OGM só se torna um transgénico se houver recebido uma transferência genética de uma outra espécie nesse processo de manipulação .Com A sigla OGM é muito utilizada, mas hoje vem sendo simplificada para GM, ou seja, geneticamente modificado. Outro termo muito utilizado é PGM que significa planta geneticamente modificada.


Como reconheço um OGM?

Em geral, não é possível reconhecer visualmente um ser vivo transgénico ou qualquer outro organismo geneticamente modificado. Na maioria dos casos, são necessárias análises laboratoriais para verificar, confirmar ou atestar se foram realizadas modificações genéticas através de intervenção ou manipulação humana.

Plataforma Transgénicos Fora

sábado, 11 de junho de 2016

Frutos secos ou frutos secos?

                 

Oleaginosas                                Frutos Secos

 Pode parecer estranha a pergunta, mas como em Portugal se usa a mesma palavra para designar frutos desidratados e sementes de frutos secos, e as suas propriedades nutricionais bem como o seu valor calórico variam muito em função da sua origem, venho hoje trazer um pouco mais de esclarecimento a esta questão.

Quando nos referimos a frutos secos, podemos estar a falar de:
- ameixas, pêssegos, tâmaras, figos, alperces, uvas ou morangos,

mas também de:
- nozes, avelãs, amêndoas, pinhões, cajus, amendoins, etc.

Qual a diferença entre eles?
O primeiro grupo, refere-se a frutos cujo teor de água foi removido, quer por secagem natural ao sol, quer por processos físicos artificiais como os excicadores ou desidratadores o que lhes confere uma grande estabilidade nutricional e durabilidade. São habitualmente bastante doces porque, se o fruto original já contém açúcar, ao perder água, aumenta a concentração do mesmo. Imaginemo-nos a comer um pacote de açúcar sem água ou a ingeri-lo depois de dissolvido numa porção da mesma. Parece óbvio que sentiremos muito mais a doçura no pacote de açúcar isolado do que na bebida com açúcar, embora a quantidade de açúcar ingerida seja exatamente a mesma.
Isto, se não forem imersos numa solução de açúcar antes de serem secos. Nestes casos, falamos de frutos cristalizados e, estes sim, têm um teor de açúcar muito superior ao fruto que lhe deu origem e, por esse motivo, com menor interesse nutricional do que os primeiros.

Por terem praticamente o mesmo valor nutricional dos frutos secos, serem facilmente transportados e, devido à ausência de água, estarem naturalmente conservados, são indicados numa dieta/alimentação saudável, mesmo em substituição de frutos frescos. Neste caso, deverá aumentar-se um pouco o consumo de água para compensar a falta da mesma na composição do fruto e otimizar a relação com as fibras que os constituem. Como não possuem gordura, também não possuem gorduras saturadas ou colesterol (este é característico de alimentos de origem animal). São ricos em fibras e potássio e pobres em sódio o que os torna importantes para o tratamento da hipertensão arterial. Embora o teor dos nutrientes varie com o do fruto fresco, podemos falar em bons teores de vitamina A sobretudo nos de cor amarela, vitamina K, ferro e cálcio entre outros. Segundo estudos recentes, dietas ricas em frutos secos estão associadas a menores índices de massa corporal (IMC), parâmetro que relaciona o peso com a altura, e a uma maior saciedade. O seu valor calórico por unidade é semelhante ao do fruto fresco, uma vez que apenas perderam água, nutriente que não possui calorias.

O segundo grupo, oleaginosas, refere-se a sementes de frutos que efetivamente constituem a parte edível (aquilo que se come) dos mesmos, uma vez que o fruto em si (a casca que temos que partir para largar a semente) é muito duro e/ou seco. Por serem ricos em gordura, nutriente com uma grande densidade energética, contêm normalmente mais de 500 kcal por 100 g, o que obriga a um consumo moderado dos mesmos. Moderado em quantidade mas abundante na frequência, o que significa que deveriam ser comidos em pequena quantidade mas diariamente, sobretudo pelo seu valor nutricional: são importantes fornecedores de proteínas, gorduras monoinsaturadas ou insaturadas (importantes no combate às doenças cardiovasculares), de ácidos gordos essenciais, de vitamina E, fibras e minerais como magnésio e selénio.

Em resumo, tanto os frutos secos (desidratados) como os frutos secos (oleaginosos), podem e devem ser incluídos numa alimentação saudável, como snacks ou incorporados em saladas ou outros pratos, tendo apenas em atenção o seu valor calórico e, por isso, a quantidade que se deve consumir.

Paula Veloso - Nutricionista

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Vitamina K


Funções: processo de coagulação sanguínea.
Fontes: vegetais de de folhas verde-escuras, nabo.
Deficiência: hemorragia.
Excesso: anemia hemolítica, hernicterus em crianças. 

Além de estar presente nos alimentos, a vitamina K também é produzida no organismo pelas bactérias boas que estão no intestino.

 A vitamina K ajuda na coagulação do sangue evitando hemorragias, na cicatrização e na reposição de nutrientes dos ossos, além de ajudar na prevenção de tumores e doenças do coração.

 Os alimentos ricos em vitamina K não perdem a vitamina quando são cozidos, pois a vitamina K não é destruída pelos método de cozimento.




Os Alimentos Ricos em Vitamina K contribuem para evitar hemorragias, sangramentos excessivos, fraturas nos ossos e até mesmo osteoporose.

A vitamina K também desempenha um papel fundamental na coagulação sanguínea, na cicatrização de tecidos e na boa saúde dos ossos.

Mas se ela é tão importante, porque o assunto “alimentos ricos em vitamina K” é quase que desconhecido da maioria das pessoas?

Pelo simples fato da vitamina K ser um nutriente já produzido em grande parte pelo nosso organismo e a necessidade de sua ingestão é pequena e facilmente suprida por uma alimentação saudável.

É aí que mora o perigo. A baixa ingestão de alimentos ricos em vitamina K.

Fontes de Vitamina K

A Vitamina K se divide em 3 tipos e suas fontes são distintas:

Vitamina K1 – encontrada nos Alimentos Ricos em Vitamina K
Vitamina K2 – produzida no nosso corpo pelas bactérias da flora intestinal
Vitamina K3 – feita em laboratório para fins de suplementos alimentares.

Como os problemas de saúde provocados pela falta de vitamina K podem ser simples, como um sangramento do nariz ou mesmo graves, como um aborto por descolamento de placenta, vale a pena conhecer quais são os alimentos ricos em vitamina K e assim se proteger desses possíveis males.

É importante saber que os alimentos ricos em vitamina K não devem ser congelados, pois a vitamina K acaba sendo destruída em baixas temperaturas.
Por outro lado, os alimentos ricos em vitamina K podem ser cozidos. A vitamina K não é destruída com o calor do cozimento.
Outra informação legal que devemos lembrar é a quantidade recomendada para consumo, que para as mulheres é de 90 mcg e 120 mcg para os homens.

Essa lista foi elaborada de acordo com a concentração de “filoquinona” (esse é o verdadeiro nome da vitamina k1) para cada 100 g de alimento.

Alimentos ricos em vitamina K

  •  Espinafre Cozido – 541 mcg
  • Couve – 440 mcg
  • Chá Verde – 433 mcg
  • Repolho – 339 mcg
  • Agrião – 315 mcg
  • Chá Preto – 262 mcg
  • Alface Romana – 103 mcg
  • Cenoura – 104 mcg
  • Óleo de Soja – 193 mcg
  • Couve de Bruxelas – 177 mcg
  • Brócolis Cozido – 141 mcg
  • Couve-flor – 150 mcg
  • Acelga – 123 mcg
  •  Aspargos – 34 mcg


Como variações na concentração podem ocorrer quando os alimentos ricos em vitamina K são ingeridos crus ou cozidos, o recomendado é comer uma porção maior para garantir que nenhum nutriente irá faltar.

sábado, 28 de maio de 2016

10 dicas para lavar a roupa de forma ecológica


Ao contrário do que muitas pessoas possam pensar, viver uma vida mais amiga do ambiente não implica sacrifícios, mas antes uma mudança de mentalidades e de hábitos em ações do quotidiano tão simples como lavar a roupa. Saiba como tratar da roupa de forma ecológica, sem sacrificar a maravilhosa sensação que é vestir uma camisola ou deitar-se em lençóis acabados de lavar.
  1. Sempre que possível, lave a roupa em água fria, que fica tão bem lavada como se fosse utilizada água quente. Para além disso, apresenta três importantes vantagens ecológicas: poupa-se energia, dinheiro e prolonga-se a vida do próprio vestuário. Lavar a roupa a altas temperaturas deve ser uma exceção e não a regra.
  2. Utilize detergentes e amaciadores para a roupa amigos do ambiente, ou seja, produtos que sejam biodegradáveis e que não contêm lixívia, corantes, aromas e ingredientes que têm na sua base petróleo. Respeite as doses indicadas nas embalagens dos detergentes e amaciadores para evitar o desperdício.
  3. Evite usar lixívia, substituindo-a por água oxigenada a 3%, que tem o mesmo efeito, mas é uma alternativa muito mais ecológica. Adicione 1 copo de água oxigenada à máquina sempre que lavar roupa branca e, nestes casos, pode e deve utilizar água quente. Outra alternativa amiga do ambiente à lixívia é o sumo de limão: adicione ½ copo à lavagem de roupa branca.
  4. Confecione o seu próprio detergente de roupa 100% natural: desfaça um sabonete puro (use um ralador ou picadora), coloque-o num tacho que possa ir ao lume e cubra o sabonete com água. Aqueça em lume brando, mexendo sempre até o sabonete dissolver por completo. Noutra panela, aqueça cerca de 9 litros de água e despeje para um balde ou outro recipiente de grandes dimensões. Adicione o sabonete derretido e ainda quente a essa água e mexa bem; junte ½ copo de bórax e 1 copo de carbonato de sódio (atenção que não é a mesma coisa que bicarbonato de sódio, mas também pode ser adquirido em supermercados e drogarias) e mexa bem. Deixe arrefecer. Uma vez frio, esta mistura vai apresentar o aspeto e a textura de um gel – deve tapar o balde/recipiente e sempre que lavar roupa deve agitar bem antes de adicionar ½ copo deste detergente ecológico a cada lavagem.
  5. Sabia que o vinagre é um amaciador de roupa 100% natural? Basta adicionar ½ copo de vinagre branco a cada lavagem e, se quiser, pode perfumá-lo com algumas gotas do seu óleo essencial preferido. Em alternativa, confecione o seu próprio amaciador de roupa ecológico: junte 1 copo de bicarbonato de sódio e 2 copos de água num balde ou outro recipiente fundo; misture bem e vá adicionando 1 copo de vinagre branco. Adicione 1 ou 2 gotas de óleo essencial para perfumar e transfira o amaciador para um frasco ou embalagem com tampa. Antes de colocar 1/3 copo na máquina de lavar roupa, agite bem.
  6. Não necessita de adquirir tira-nódoas químicos, podendo remover as nódoas da roupa utilizando produtos naturais e ecológicos como, por exemplo, bicarbonato de sódio, bórax ou vinagre.
  7. Na hora de secar roupa, a forma mais ecológica de o fazer é ao ar livre, preferencialmente numa corda ou em cabides de madeira – evite os estendais de plástico. As máquinas de secar roupa são enormes consumidoras de energia, o que também se reflete na conta da eletricidade. Se não tiver alternativa, pode minimizar os efeitos das máquinas de secar roupa no meio ambiente efetuando o máximo de secagens seguidas, de forma a aproveitar o calor acumulado.
  8. Evite levar roupa para a lavandaria, lavando peças mais delicadas à mão ou artigos de grandes dimensões (como tapetes) no quintal, com recurso a um balde de água, detergente ecológico e uma vassoura.
  9. Lavar a roupa de forma ecológica também passa por adequar o programa da máquina de lavar roupa à carga de roupa em si, o que se traduz num desgaste menor da roupa, poupanças energéticas e de água.
  10. Respeite o ambiente e diminua o consumo de eletricidade ao colocar a máquina de lavar e/ou de secar a trabalhar apenas durante os tarifários mais económicos. Uma vez que a maioria dos modelos são programáveis, é possível efetuar este gesto ecológico a qualquer hora do dia. Viva sempre uma vida mais verde, mesmo quando trata da roupa suja!
Fonte: umavidaverde

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Asafoetida


Asafoetida: especiarias asiáticas incomumO aroma lembra uma mistura de alho e cebola... é amarga.
É muito conhecida pelos seguidores de Hare Krishna, conhecidos por não usar alho e cebola na sua culinária.

Além disso a asafoetida é conhecida pelas suas habilidades fortes de anti-flatulência e melhora a digestão.

Propriedades medicinais: anti-coagulante, digestivo, hipotensor, anti-flatulento, anti-gripal.

Indicações: bronquite, cólica, constipação, convulsão, dor, gases, tosse forte, vermes, gripe. Afecções respiratórias: tosse forte, tosse espasmódica, bronquite, espasmos da glote, coqueluche. Afecções gastro-intestinais: gases, cólicas, espasmos, gastrite crónica, dispepsia e cólon irritável. cólicas flatulentas.

Utilização: por cada dente de alho use 1 colher de café de assafoetida. Caso nunca tenha usado comece com menos quantidade para se habituar ao paladar.

domingo, 22 de maio de 2016

Combinações Perfeitas dos Alimentos para os Veg(etari)anos

Combinações da Saúde
"Quanto mais complexa for uma refeição (maior quantidade de grupos alimentares diferentes misturados), mais prolongado será o processo de digestão e assimilação dos alimentos. Misturar alimentos com tempo de digestão curto juntamente com outros, cuja digestão costuma ser mais prolongada, interfere no processo, podendo provocar fermentação, excesso de gás, sensação de inchaço, etc. (...) 
Por norma, a fruta é o alimento de digestão mais rápida e simples. Quanto mais rica em água for, mais rápida será a sua digestão. Por esta razão, a fruta não deve ser misturada com qualquer outro tipo de alimento (excepto os vegetais de folhas verdes tenras, que podem ser usados em conjunto com a fruta, por exemplo na preparação de batidos verdes)."

Boas combinações:
-Fruta + Salada verde
-1)Salada + 2) Sopa
-Salada + sumo de vegetais
-Salada + Quinoa/Batatas/Arroz
-Salada + frutos secos/sementes demolhados
-(caso ainda consumam pão, dêem preferência ao integral!!) Pão integral + vegetais frescos e crus

Más combinações:
-Salada + sementes e frutos secos + arroz/batatas
-Fruta + frutos secos/sementes
-Fruta + leite de amêndoa/arroz/aveia
-Fruta + pão

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Dores de dentes


O cravinho(contêm uma substância chamada eugenol que funciona como um excelente sedativo) é a base das anestesias usadas em medicina dentária. Excelente para aliviar a dor, é um antisséptico que serve para dor de dentes, higiene oral e infecções gengivais: 1 colher de chá de botões de cravinho, adicione água a ferver, abafe 10 minutos e coe. Ainda morno, faça bochechos, 3 a 4 vezes por dia.



Mastigar um pouco de salsa várias vezes ao dia pode ajudar a aliviar a dor de molares de forma natural.





Se não tem nenhum problema em comer alho, com certeza que esse remédio caseiro aliviará a dor de molares naturalmente. Aplique um pouco de alho fresco recém-picado na gengiva do molar afetado, devido às suas propriedades antibióticas e anti-inflamatórias ajudará a melhorar notavelmente as dores.



O chá preto é também um bom aliado para aliviar a dor de dente molar naturalmente devido ao seu conteúdo de ácido tânico, que é um analgésico e anti-inflamatório que ajudará a reduzir as dores no molar. Aplique diretamente uma bolsa de chá preto que tenha sido colocada previamente em água quente para que solte a teína. Não a coloque quente em sua boca, espere que esteja à temperatura ambiente e depois aplique-a. Faça isso várias vezes ao dia.


Quando a dor de dente molar se deve a um abscesso ou alguma infecção devido a um alimento decomposto entre os molares, o sal é um grande aliado devido ao seu poder antisséptico. Misture meio copo pequeno de água com uma colher de sopa de sal e realize gargarejos após cada refeição. Isto ajudará a controlar uma possível infecção e a diminuir a dor.



Aplique uma compressa gelada de forma externa, no lado da mandíbula onde tem a dor de dente molar, para ajudar a reduzir a inflamação e o desconforto. Lembre-se de envolver a compressa em um pano para diminuir o desconforto do contato com o frio.



A água oxigenada aplicada diretamente na zona também é um bom remédio caseiro para aliviar a dor de molar.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Diferenças entre quinoa branca/dourada e vermelha/castanha



Quinoa é um cereal por vezes referido como o “rei dos grãos”, devido ao seu valor nutricional robusto, é originário da América do Sul, mas é distribuído em todo o mundo, valorizado pela sua riqueza em carboidratos e teor de fibra. É também uma das poucas plantas que oferece uma proteína completa, o que significa que contém todos os aminoácidos essenciais que o corpo não pode produzir por si. A quinoa vem em variedades diferentes com diferenças nutricionais.

Calorias
Se você quer perder peso, quinoa branca é a escolha mais saudável, pois é ligeiramente mais baixa em calorias. Uma porção de ¼ de chávena/xícara de quinoa branca fornece 160 calorias, enquanto a mesma porção de quinoa vermelha contém 180 calorias. A diferença não é suscetível de ser significativa, a menos que você consuma quinoa muitas vezes. Se  mudou de comer ½ chávena/xícara de quinoa vermelha para ½ chávena/xícara de quinoa branca diariamente, vai economizar 280 calorias semanais.

Gordura
Apesar de quinoa branca é mais baixa em calorias, é menos adequada para dietas de baixo teor de gordura, pois contém 4 g por 1/4 de chávena/xícara, em comparação com 3 g em ¼ de chávena/xícara da quinoa vermelha. Embora a gordura da dieta seja rica em calorias, proporciona muitos benefícios à saúde, pois ajuda o corpo a absorver vitaminas, promove a função saudável do cérebro e garante o crescimento e desenvolvimento adequados.

Carboidratos
Os carboidratos são a principal fonte do seu corpo de energia, por isso, alimentos ricos em carboidratos são ideais para atletas. Quinoa vermelha é mais rica em carboidratos, com 33 g por 1/4 chávena/xícara comparado a 29 g em uma porção de ¼ de chávena/xícara de quinoa branca. Nenhum tipo de quinoa é adequado para dietas de baixo carboidrato, o que pode ser benéfico para a perda de peso.

Fibra
Se você quiser aumentar a sua ingestão diária de fibras, quinoa branca é uma escolha muito melhor, porque ela fornece quase o dobro da fibra da quinoa vermelha. Uma porção de ¼ de chávena/xícara de quinoa branca fornece 11 g de fibras, enquanto quinoa vermelha contém 6 g. A fibra dietética é útil para perda de peso porque proporciona saciedade, mas também promove a saúde do seu sistema digestivo e pode ajudá-lo a gerir o seu açúcar no sangue e os níveis de colesterol.

Proteína
Quinoa branca e vermelha tem quantidades similares de proteínas. Quinoa branca é um pouco maior neste nutriente, com 7 g por 1/4 de chávena/xícara em comparação com 6 g em cada ¼ de xícara de quinoa vermelha. Proteína constrói e mantém os tecidos do seu corpo por isso é vital para a sua saúde. Também, pesquisas sugerem que dietas ricas em proteína podem ser preferíveis a menores dietas ricas em proteínas para perda de peso.

Vitaminas e minerais
Quinoa vermelha e branca tem conteúdo semelhante de vitaminas e minerais, mas quinoa branca é um pouco mais saudável em termos desses nutrientes. Uma porção de ¼ de copo de quinoa branca fornece 15 % da ingestão diária recomendada de ferro e 2% da ingestão diária recomendada de cálcio, enquanto quinoa vermelha contém 12%, e 0%, respectivamente. Além disso, a quinoa branca oferece 4% da ingestão diária recomendada de vitamina A em cada porção de ¼ de chávena/xícara, enquanto a quinoa vermelha fornece nenhuma.

domingo, 1 de maio de 2016

Bebê que mama precisa tomar vitamina D?



Se o leite materno é um alimento completo, por que seu pediatra prescreveu vitamina D? Veja o que é, qual sua importância e quando precisa tomar a vitamina D.


Toda mãe sabe que o Leite Materno é o melhor alimento para o bebê, e que ele deve ser exclusivo até os 6 meses, ou seja, o bebê não deve tomar mais nada além do leite materno. O leite materno é maravilhoso e tem inúmeros benefícios, mas existe uma vitamina que não tem a quantidade suficiente para o bebê no leite materno, e por isso pode ser que seu Pediatra te oriente a dar vitamina D para o bebê.

O que é a Vitamina D, e qual sua importância?
A vitamina D, é conhecida como a vitamina da Luz do Sol. Na sua forma ativa, a vitamina D vai ajudar o cálcio a se depositar nos ossos da criança, permitindo que eles cresçam fortes e saudáveis. E ajuda também, da mesma forma, na formação dos dentes. Além disso, estudos comprovam o benefício da vitamina D à longo prazo, na prevenção de algumas doenças, e no bom funcionamento do sistema imunológico (as defesas do corpo).

O leite materno não é completo? Por que precisa dar mais vitamina?
A quantidade de vitamina D no leite materno varia de mulher para mulher de acordo com sua alimentação e exposição ao sol. O leite materno tem Vitamina D, mas em pequena quantidade.
A natureza é sábia, e permitiu que o leite materno tivesse pouca vitamina D porque ela é produzida naturalmente no nosso corpo, quando a pele é exposta à luz do sol. Por isso, se existe um exposição regular à luz do sol, não é necessário tomar a vitamina. Mas o homem foi destruindo a camada de ozônio, e atualmente existe uma preocupação muito grande com os malefícios dos raios ultravioletas do sol. O uso do protetor solar impede a produção da vitamina D. Além disso a pele dos bebês é muito sensível e deve ter muito cuidado com o sol. Outro fator que também influencia à baixa produção de vitamina D é a região onde a pessoa mora. O Brasil é muito grande, e tem regiões que não tem sol o ano inteiro.
A quantidade de vitamina D no leite materno é cerca de 25 UI/L, sendo que a dose recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatra e pela Sociedade Americana de Pediatra é de 400UI por dia até os 18 meses de vida. Então, se não existe exposição regular do bebê à luz do sol, será preciso complementar dando a vitamina D, para garantir o bom crescimento, com ossos fortes.

Onde mais existe vitamina D?
A vitamina D é importante também para os adultos, e especialmente para as mães que amamentam. Ela pode ser encontrada em alguns alimentos como o óleo de fígado de peixe, ovo e os derivados do leite. Mais ainda que a mãe se alimente muito bem, a quantidade que passa para o bebê não é suficiente.
No caso das crianças que tomam Fórmula (leite específico para bebês), o uso da vitamina D dependerá da quantidade diária que ele toma, pois as fórmulas já são enriquecidas com vitaminas.
Cada caso deve ser avaliado individualmente para saber se o bebê precisa ou não tomar a vitamina. Siga sempre as orientações do seu pediatra.

E seu bebê? Está tomando alguma vitamina?

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Sementes que ajudam a controlar a hipertensão


Pequena no tamanho e enorme de nutrientes. As sementes de linhaça, abóbora, girassol e gergelim são fontes de fibras, vitaminas, sais minerais, proteínas e antioxidantes. Regularizam o funcionamento do intestino, protegem das doenças cardiovasculares, combatem o envelhecimento e ainda são fontes de magnésio, essencial na formação do esqueleto e no combate a osteoporose.

 O que você esta esperando para incluir essas pequenas notáveis na sua alimentação? “É só desfrutar das sementes, sem exageros, e elevar a saúde com nutrientes essenciais e ideais para o bom funcionamento do organismo”, afirma a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional. A semente de linhaça possui, além dos carboidratos, proteínas, gorduras e fibras, 27 componentes anticancerígenos e por causa disso vira uma grande aliada na prevenção do câncer de próstata, de cólon e de pulmão. Outra grande característica, é ser a mais rica fonte de ômega 3 (gordura boa) existente na natureza, evitando doenças cardiovasculares.

“É uma semente muito benéfica. A linhaça tem cinco vezes mais fibras que a aveia e contém 100 vezes mais lignina (fibras insolúveis dietéticas) que os melhores grãos integrais. Portanto, é um alimento importante para o bom funcionamento do intestino”, ressalta a nutricionista.
Cheia de potássio, mineral capaz de auxiliar no controle da pressão arterial, a semente de abóbora chama a atenção dos nutricionistas. Por dia, homens e mulheres precisam de dois mil miligramas do mineral e a semente de abóbora possui 919 miligramas. Além disso, é rica em fibra, que funciona bem contra a prisão de ventre, e vitamina A, boa para os olhos por prevenir doenças como degeneração macular. “Outro diferencial da semente de abóbora é a grande quantidade de vitamina E, nutriente que combate o envelhecimento”, afirma a especialista Roseli.

A semente de girassol que também tem fibra e possui vitamina A, só que em menor quantidade do que a semente de abóbora, merece atenção por ser rica em gordura monoinsaturada, nutriente essencial por afastar males cardiovasculares, grande medo da atualidade. O mineral da semente de girassol, o magnésio, também é uma procura da sociedade moderna, ele ajuda na formação do esqueleto e combate a osteoporose. Homens e mulheres precisam de 420 miligramas de magnésio por dia e a semente de girassol possui, em 100 gramas, 354 miligramas.

Também pequena no tamanho e enorme de nutrientes, a semente de gergelim, rica em cálcio, fósforo, ferro e vitaminas do complexo B, é altamente eficaz na lubrificação do intestino, graças a sua ação emoliente e de laxante suave no organismo, pois umedece e lubrifica. Além de evitar inconvenientes como a prisão de ventre, a hemorróida e o câncer de colón.


As sementes que ajudam a controlar a hipertensão
Chia, linhaça e semente de girassol, ricas em ômega 3, são algumas das sementes que auxiliam na prevenção e no combate à hipertensão, doença crônica silenciosa que pode ter consequências graves e levar à morte por ocorrência de infarto ou derrame.

— O ômega 3 atua na prevenção de doença cardiovascular, pois ajuda a diminuir o colesterol e a pressão arterial —

Segundo a nutricionista, a quantidade diária ideal de chia ou linhaça é de uma a duas colheres de sopa, que podem ser adicionadas a bebidas ou comidas. Para sementes de girassol, a medida recomendada é de 30 gramas por dia.

— Outros alimentos, como castanhas, amêndoas e nozes são fontes de gorduras insaturadas e magnésio, nutrientes que auxiliam no combate à hipertensão. O suco de uva também tem efeito protetor contra doenças do coração — complementa.

A nutricionista recomenda priorizar na dieta frutas, verduras, legumes ricos em potássio, cálcio e magnésio, cereais integrais como arroz, aveia e farelo de trigo e ingerir no mínimo dois litros de água por dia.

Outra medida é reduzir o consumo de sódio, substituindo sal comum por sal light — que tem teor reduzido de sódio — e condimentos naturais, como alho, cebola, orégano, manjericão, alecrim, entre outros. Temperos e salgadinhos industrializados, patês, manteiga e margarina salgadas, carnes processadas têm bastante quantidade de sal e devem ser evitados.

— Aliada à alimentação adequada, é essencial a prática de atividades físicas regulares, reduzir o consumo de álcool e evitar o hábito de fumar — conclui.


nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde

sexta-feira, 29 de abril de 2016

NUTRICIONISTAS, PEDIATRAS, NATUROPATAS, HOMEOPATAS, DIETISTAS, MACROBIÓTICA, AYURVEDA



Em Portugal ainda não são muitos os médicos e nutricionistas vegetarianos ou que defendam a alimentação vegetariana. Muitos profissionais têm apenas uma formação convencional, tornando-se difícil para eles aconselhar pacientes vegetarianos.
Esta lista pretende ser uma pequena ajuda para aqueles que, por vezes, procuram uma alternativa ao seu médico de família. Espera-se que sejam úteis a principiantes ou para esclarecer dúvidas que não impliquem um diagnóstico detalhado.

Uma alternativa aos médicos e nutricionistas costumam ser os naturopatas. Em lojas de produtos naturais ou em clínicas de medicinas alternativas, um pouco por todo o país, encontram-se facilmente naturopatas. Geralmente estes, mesmo que não sejam vegetarianos ou não promovam de forma directa o vegetarianismo, costumam ser mais compreensivos em relação a este regime alimentar e estar mais informados sobre o assunto.

Se conhece algum contacto que deva ser adicionado a esta lista, por favor, deixe aqui.


~ LISBOA

NUTRICIONISTAS

Fernanda Martins
Nutrição e Macrobiótica
Contacto 96 474 69 43
Av. 5 de Outubro, 72 - 2º andar
https://www.facebook.com/profile.php?id=1479386309
LISBOA

- Madalena van Zeller Muñoz
Membro da American Dietetic Association.
Contactos:
R. Rodrigues de Freitas, 3, 2ºE
2780-293
tel: 93 828 73 98 | 21 441 2913
http://www.madalenamunoz.com
http://consultoriodenutricao.blogs.sapo.pt
OEIRAS

- Florbela Mendes
Contactos: 96 373 81 19 ou 93 628 50 68
http://www.florbelamendes.net
LISBOA

- Ana Seródio
Consultório: Rua Dr. José Fernandes, nº1, 3º Esqº, 2745
Contactos: Tel:938851465
QUELUZ

Magda Roma
autora do livro "A Dieta Anticancro"
Contactos 211 329 312 ou 910 192 458
https://www.facebook.com/magda.roma
https://www.facebook.com/dietaanticancro
http://www.wellmeconcept.com/
LISBOA

Inês Gil Forte
Avenida de Roma, nº 91, CV Dto. 1700-334
Marcação: inesgforte@gmail.com
 http://inesgilforte.blogspot.com/
 LISBOA

Brígida Ribeiro
 brigida.ribeiro.nutri@gmail.com)
 https://www.facebook.com/BrigidaRibeiro
LISBOA/SINTRA

Fabio Martins
912533705
fabioferrony@gmail.com
https://www.facebook.com/fabioferrony
SINTRA

- Ana Catarina Tavares (nutricionista Vegan)
- Centro Social de Morelena na Travessa Flor da Aldeia, 2715-039 Morelena - Pêro Pinheiro,
SINTRA
- Clinica Medica Espaço Inova na Rua Junta de Freguesia n 7 , Igreja Nova - MAFRA
- Centro de Fisioterapia do Centro de Dia Algueirão Mem-Martins  em Rua Duarte Pacheco Pereira n.º 7 Mem-Martins
SINTRA
- CREN All for you na Praceta Fernando Pessoa 8, 2685
PRIOR VELHO
- Clinica Aurora na Avenida Chaby Pinheiro N.º 31, 3A 2725-256
MEM MARTINS
- Sítio Azul Centro Terapêutico, Rua dos Lusíadas nº5,5A e 5B.
S. PEDRO DO ESTORIL 2765-538 E
https://www.facebook.com/lifestylenutritious/

 Sandra C Gomes Silva
Nutricionista - Vegetariana
Cédula 2340N da Ordem dos Nutricionistas
Autora do blogue www.ovegetariano.pt
 www.facebook.com/blogovegetariano
Autora dos manuais "Linhas de orientação para uma alimentação vegetariana saudável" e "Alimentação vegetariana em idade escolar", editados e divulgados pela Direção-Geral da Saúde.
Consultas online e presenciais
Contacto: geral@ovegetariano.pt
LISBOA 

- Marta Carrilho
Dietista, com 10 anos de experiência em prática clínica. Atende adultos e crianças com alimentação vegetariana. É diretora da NutriSão® - Clínica & Atelier de Gastronomia.
Tlf. 96 26 58 432
email: geral@nutrisao.com
www.nutrisao.com
LISBOA

- Conceição Mora
Edifício Saldanha Residence
Av. Fontes Pereira de Melo, 42
Porta 2- I, Gabinete 11.
Telefone: 213 142 430
LISBOA
Rua Luiz de Camões nº 44
Contato para marcações:
91 571 42 37 ou email: nutricds@hotmail.com
LINDA-A-VELHA

- Sara Barreirinhas
Consultas: Clínica Moiticare: Rua Doutor Alexandre Sequeira 1-B,
Marcações: 210 483 268
MOITA
Centro Clínico de Setúbal: Rua Garcia Perez nº 32
Marcações: 265 525 923/265 525 842
SETÚBAL
Associação de Mulheres com Patologia Mamária (AMPM):
 Rua Alfredo da Silva, Barreiro;
Marcações:
www.facebook.com/dietista.sara
diet.sarabarreirinhas@gmail.com
Ginásio Factor Físico: B. Planet, Loja L, Estrada Nacional 10, km 18,5, 2830-411
 Marcações: 964 532 100
COINA - BARREIRO


Carla Fernandes
http://www.carlafernandes.eu/
https://www.facebook.com/carla.fernandes.904750
 918369104
Carcavelos 
 Parede 
 Figueira da Foz 
 Pombal 
 Fátima


NATUROPATIA, HOMEOPATIA, MACROBIÓTICA, DIETISTA, AYURVEDICA

- Paula Soveral
Naturopatia, Ayurveda, Macrobiótica
(Presidente da Direcção Técnica da Sociedade Portuguesa de Naturalogia)
Aconselhamento e Orientação Alimentar (há mais de 10 anos)
Contactos: paulasoveral.terapias@gmail.com
http://meditando.pt/
LISBOA

Antonella Vignati
Naturopata, Educadora Perinatal Conselheira de Aleitamento Materno (OMS/UNICEF)
Centro do Bebé
Av. Guerra Junqueiro n. 4, 2º esq.
Tel: 21 093 96 62
info@centrodobebe.pt
http://www.centrodobebe.pt/portfolio/antonella-vignati-naturopata/
LISBOA

- Eduarda Alves
 Dietista, membro efectivo da Ordem dos Nutricionistas, com mais de 18 anos de experiência hospitalar.
 Atende adultos e crianças com alimentação vegetariana.
Atua em diversas áreas como Nutrição Clínica, Nutrição Funcional, Coaching Nutricional, Suplementação e Fitoterapia.
Autora de vários livros de Nutrição.
www.EduardaAlves.PT
Consulta de Nutrição
CLÍNICA VITA-SANA
AGUALVA - CACÉM
21 914 07 55 / 91 846 57 44/ 91 956 54 27
HOSPITAL DA ORDEM TERCEIRA
21 323 03 00 / 21 323 03 98
LISBOA

- Miguel Pereira
Macrobiótica.
Aconselhamento para uma alimentação mais saudável.
Adaptação do padrão de alimentação ao perfil de cada pessoa.
Contactos: Espaço Anima -
Tel: 919879000
LISBOA, junto ao metro de Alvalade

- Manuela Tavares
Homeopata, com muita experiência com crianças vegetarianas.
Avenida Almirante Reis Nº82 1º Esquerdo
Tlf: 21 797 17 19
Tlm: 91 223 85 73 (urgências médicas)
E-mail: consultorio.rafael@sapo.pt
http://consultoriorafael.blogspot.pt/
21 797 17 19
LISBOA

- Nuno Oliveira
 Homeopatia
Rua D. João I, nº 118 B, Caparide
2785-378 S. Domingos de Rana
Tel : 21 099 84 56
VATNI - Chiado
Rua Serpa Pinto 17- A/D
1200-443 Chiado,
Tel : 21 346 33 36 (Segundas feiras)
nunooliveira.homeopatia@gmail.com
https://www.facebook.com/nunosinde
LISBOA

 Dr. Gabriel Campuzano
Homeopatia Clássica
http://spn.eco-gaia.net/?q=node%2F80
Consultas:
- Prama - Espaço de Equilíbrio, Praça João do Rio, 8, 5º dtº.,
LISBOA (entre a Praça do Areeiro e a Alameda): às 2ªs feiras. Marcações: 213523113
- Centro Clínico das Picoas, R. Andrade Corvo, 16, r/c dtº.,
LISBOA: às 3ªs feiras. Marcações: 213153355
- SPN, R. do Alecrim, 38, 3º,
LISBOA(ao Chiado): às 5ªs e 6ªs feiras.
Marcações: 213463335 (dias úteis, 12h às 19h)
- Clínica Moderna da Mulher, Rua Joaquim Ereira nº 1596 - Torre,
CASCAIS: às 4ªs feiras. Marcações: 214835679 / 918726699

- Francisco Varatojo
Macrobiótica
Orientação Alimentar e Diagnóstico
http://www.institutomacrobiotico.com/pt-pt/imp/contactos
LISBOA

- Eugénia Varatojo
Macrobiótica
Alimentação para Bebés e Crianças
IMP Lisboa
segundas, quartas e sextas, às 10h30, 11h30 e 14h30
Preço: 60€
Rua Anchieta, 5 - 2º Esq.
1200-023
Tel. +351 21 324 22 90
Tlm. 96 252 49 07 / 91 031 06 65
Fax: +351 21 324 22 91
E-mail: info@institutomacrobiotico.com
http://www.institutomacrobiotico.com/pt-pt/imp/contactos
LISBOA

- Marta Carrilho
directora da NutriSão® - Clínica & Atelier de Gastronomia.
Tlf. 96 26 58 432
 geral@nutrisao.com
 www.nutrisao.com
LISBOA

- Helia Sampaio
Morada: Rua Cândido dos Reis nº 94
2800-269 ALMADA (1 minuto a pé do terminal fluvial mts e tst)
E-mail: almalternativa.u.l@hotmail.com
Telefone: 924318910
https://www.facebook.com/almalternativa.u.l
LISBOA

- Carla Alexandra Quaresma
Aconselhamento Nutricional e Naturopatia
pelo Colégio Internacional de Ciência Tradicionais.
Nº de telefone: 967556790 /214407286
Morada: Rua Dr. Manuel Fernandes Duarte, nº 3, 1ºdto,
OEIRAS (perto da estação de comboio de Oeiras).

-   Tania Costa
Naturopatia Pediátrica - Aconselhamento vegetariano,
https://www.facebook.com/tania.costa.1800
(ervanária Biodieta)
A-dos-Cunhados/TORRES VEDRAS

- Mário Jorge , naturopata vegetariano, conselhos dietéticos, macrobióticos.
Contacto 256582728
OVAR

- Ana Ribeiro
Aconselhamento alimentar
anaribeiro@sapo.pt

~ PEDIATRIA

Filipa Soares Vieira
Hospital São Francisco Xavier
LISBOA
CUF Miraflores
Alameda Fernão Lopes, 16 Miraflores
https://www.saudecuf.pt/miraflores/encontre-um-medico/filipa-soares-vieira
ALGÉS
Clinica Navegantes
Av. Dr. Francisco de Sá Carneiro N14 A 2780-240
 214 412 533 ou 967 664 862
geral@clinicanavegantes.com
http://www.clinicanavegantes.com/
OEIRAS 

Volker Dieudonné
Pediatria, Psiquiatria da Infância e da Adolescência
Trabalho clínico em todas as áreas pediátricas e pedopsiquiátricas
Acompanhamento de crianças vegetarianas
https://www.saudecuf.pt/cascais/encontre-um-medico/volker-dieudonne
CUF
CASCAIS

Joana Appleton Figueira (vegetariana)
Pediatria Geral, Terapias Complementares e Pediatria Integrativa e Nutrição.
https://www.facebook.com/joana.a.figueira
LISBOA

Prof. Mário Cordeiro
Policlínica Do Areeiro
Av. Guerra Junqueiro, nº 15-2º. 1000-166
218439319
LISBOA

Prof. Paulo Oom
Director do Departamento de Pediatria do Hospital Beatriz Ângelo na Quinta da Caldeira, em Loures
consultas
Avenida Fontes P Melo 3,9º-E. 1050-115
213 583 910
LISBOA

Bruno Teixeira
RIR Clínica da Criança e do Adolescente
brunoteixeira@rireomelhorremedio.pt
brunoteixeira48@gmail.com
 Marcação de consultas: geral@rireomelhorremedio.pt
227129284 ou 917899978
Rua José Domingos Gonçalves Oliveira, 60,Vila Nova de Gaia 
PORTO

Graça Bastos
Lda Medialtis - Clínica Médica e Clínica de Santana
Margem Sul


~ PSICÓLOGOS/PSIQUIATRAS

Laura Sanches
psicóloga Clínica e psicoterapeuta
Av. Guerra Junqueiro nº11 r/c esq.
telf: 210964820 ou 964960144
www.espaco-vida.com
LISBOA




~ MEDICINA

Cátia Santos
Médica vegetariana
Consulta de Clínica Geral (Adultos).
City Clinic Center
R. Luís Joaquim do Caes, 2900-714
265 548 260
catiafersantos@gmail.com
SETÚBAL

Alberto Silva
Hospital de Santiago
http://www.hospitaldaluz.pt/setubal/pt/profissionais/medicos/?contentID=50642&specialityId=15068
SETÚBAL


~ CONSULTORIA

Rita Quintas
Com Quintas - Consultoria em Vegetarianismo
Lisboa e arredores (em sua casa ou na minha)
https://www.facebook.com/comquintas
Tel: 967527446
Email: comquintas.vegpt@gmail.com
http://www.comquintas.com/
LISBOA
Isabel Costa
Naturopata  a exercer na área da alimentação desde 2002 através de consultas, formação e aulas de culinária. Formadora no IMT, autora do primeiro livro escrito e publicado em Portugal sobre alimentação crudivora em 2012 pela editora Ariana que se intitula "Pela Sua Saúde!", co-organizadora do Congresso Multidisciplinar sobre Alimentação Saudável.
contacto: isacosta@netcabo.pt

~ PORTO

Inês Araújo Pombal
Nutricionista Vegetariana.
Contactos: ines.pombal@gmail.com
Telemóvel: 916451348
https://www.facebook.com/ines.pombal.5

Lea Caniço
Nutricionista, Membro da Ordem dos Nutricionistas.
Master em Medicina Natural
Aconselhamento de alimentação natural e vegetariana
Contactos:
lea.canico@gmail.com blog
nutricionalmentesaudavel.blogspot.com
91 7669900

Conceição Alves
Psicopedagogia clínica. Naturopatia. Electrosomatografia, técnica de diagnóstico.
Contactos: alves.m.c@sapo.pt
Centro Comercial Porto Gran-Plaza,
Rua Fernandes Tomás, Loja 102 Piso 1, 4000-211
geral@dicas-dequilibrio.pt

 Sandra C Gomes Silva
Nutricionista - Vegetariana
Cédula 2340N da Ordem dos Nutricionistas
Autora do blogue www.ovegetariano.pt
 www.facebook.com/blogovegetariano
Autora dos manuais "Linhas de orientação para uma alimentação vegetariana saudável" e "Alimentação vegetariana em idade escolar", editados e divulgados pela Direção-Geral da Saúde.
Consultas online e presenciais
Contacto: geral@ovegetariano.pt
PORTO


~ AÇORES


Catarina Rola
Dietista
E-mail: catarina_rola@hotmail.com
Telemóvel:961299028

~ AVEIRO

- Sara Fernandes
Nutricionista
911 124 486
https://www.facebook.com/sara.fernandes.395
http://www.nutrisabores.net/ns2/index.php/consultas/orientacao-alimentar
ÁGUEDA


~ ALGARVE

- Vera Belchior
Naturopata desde 2008 e autora do livro Nascer e Crescer Vegetariano
verabelchior@gmail.com
https://www.facebook.com/vera.belchior.7
TAVIRA, ALBUFEIRA, LAGOA


~ BRAGA

 Sandra C Gomes Silva
Nutricionista - Vegetariana
Cédula 2340N da Ordem dos Nutricionistas
Autora do blogue www.ovegetariano.pt
 www.facebook.com/blogovegetariano
Autora dos manuais "Linhas de orientação para uma alimentação vegetariana saudável" e "Alimentação vegetariana em idade escolar", editados e divulgados pela Direção-Geral da Saúde.
Consultas online e presenciais
Contacto: geral@ovegetariano.pt
BRAGA

- Sílvia Palas
Aconselhamento em Naturopatia e Macrobiótica Curso de Macrobiótica pelo IMP (Instituto Macrobiótica de Portugal), Master em Medicina Natural pela Faculdade de Medicina de Santiago de Compostela e curso de Naturopatia pelo IPS(Instituto Profissional de Estudos da Saúde, Licenciada em Terapia Ocupacional.
silvia.palas@hotmail.com| tlm: 966112393
BRAGA


~ MADEIRA

Andreia Jesus Castro dietista/nutricionista
Conselheiro no Conselho Geral da ordem dos nutricionistas
Cédula 1025N
Contacto: 965330265
andreiajesus26@gmail.com
FUNCHAL

~ MATOSINHOS, BARCELOS 

- Sílvia Palas
Aconselhamento em Naturopatia e Macrobiótica Curso de Macrobiótica pelo IMP (Instituto Macrobiótica de Portugal), Master em Medicina Natural pela Faculdade de Medicina de Santiago de Compostela e curso de Naturopatia pelo IPS(Instituto Profissional de Estudos da Saúde, Licenciada em Terapia Ocupacional.
silvia.palas@hotmail.com| tlm: 966112393

~ MONTIJO | ÉVORA | PONTE DE SÔR

- Marta Carrilho
Dietista, com 10 anos de experiência em prática clínica. Atende adultos e crianças com alimentação vegetariana. É diretora da NutriSão® - Clínica & Atelier de Gastronomia.
Tlf. 96 26 58 432
email: geral@nutrisao.com
www.nutrisao.com

~ VISEU

- Cláudia Maranhoto
Dietista
Consulta clínica de aconselhamento a vegetarianos.
Elaboração de menus para ovo-lacto-vegetarianos e veganos.
Contacto: 232450281
https://www.facebook.com/DietistaClaudiaMaranhoto
http://www.claudiamaranhoto.net/
VISEU, NELAS, CARREGAL DO SAL



LISTA EM ACTUALIZAÇÃO


ENVIEM-NOS OS VOSSOS CONTACTOS POR FAVOR.











segunda-feira, 25 de abril de 2016

Malefícios da PTS?


Hiperproteica e de baixo valor nutricional. É um subproduto processado.
 Além de hipercalórica a soja(PTS- proteina textureizada de soja /PVT- proteina vegetal textureizada) é processada e completamente desnecessária na alimentação, principalmente de crianças... os asiáticos consomem produtos fermentados(missô, tempeh, natto, shoyu) esta soja não fermentada (contém antinutrientes- inibidor da enzima tripsina e fitatos, ou ácido fítico, substâncias que bloqueiam a absorção de uma série de substâncias essenciais ao organismo, como o cálcio, ferro, magnésio e zinco. O tofu(não fermentado) deve ser consumido com moderação como fazem os asiáticos.
 E fica a dica: Quando consumir tofu, lave com água corrente, pois grande quantidade dos antinutrientes ficam no seu soro.

 A proteína texturizada de soja (PTS) ou "carne de soja", como é popularmente conhecida. A sua produção é feita a partir de farinha desengordurada de soja, por um processo chamado de extrusão termoplástica. O teor de proteínas presente nos produtos comerciais de proteína texturizada de soja (PTS) é de 50% a 52%.

domingo, 24 de abril de 2016

Nutrição VEGetariANA - Vitamina D


DEFICIÊNCIA DE VITAMINA D

A vitamina D(calciferol) apresenta-se em duas formas: a vitamina D2 (ergocalciferol), que se encontra na levedura que foi exposta aos raios ultravioleta (irradiação), e a vitamina D3 (colecalciferol), que se encontra em óleos de fígado de peixe e na gema do ovo. A vitamina D3 também se produz na pele quando esta é exposta aos raios ultravioleta, como acontece com a luz solar. O leite vegetal pode ser reforçado com qualquer das formas da vitamina D. No fígado, a vitamina D transforma-se de maneira a poder ser transportada pelo sangue. No rim, esta forma modifica-se posteriormente para produzir hormonas derivadas da vitamina D, cuja função principal é aumentar a absorção do cálcio no intestino e facilitar a formação normal dos ossos.

Em caso de deficiência de vitamina D, os valores de cálcio e de fósforo em sangue diminuem, provocando doença óssea porque não há quantidade suficiente de cálcio disponível para conservar os ossos saudáveis. Esta situação denomina-se raquitismo nas crianças e osteomalácia nos adultos.

A deficiência de vitamina D pode ser o resultado de uma exposição inadequada à luz solar ou da ausência de vitamina D na dieta.
A deficiência de vitamina D durante a gravidez pode causar osteomalácia na mulher e raquitismo no recém-nascido. Dado que o leite humano não contém grandes quantidades de vitamina D, os lactentes podem desenvolver raquitismo, inclusive nas regiões tropicais, se estiverem protegidos do sol.
Esta deficiência verifica-se nos idosos porque a sua pele produz menos vitamina D, inclusive quanto exposta à luz solar. Existem várias formas hereditárias pouco frequentes de raquitismo provocadas pela alteração do metabolismo da vitamina D.


Sintomas, diagnóstico e tratamento
Os espasmos musculares (tetania) causados por uma concentração baixa de cálcio podem ser o primeiro sinal de raquitismo nos lactentes. Uma criança de mais idade pode demorar a sentar-se e a gatinhar e os espaços entre os ossos do crânio (fontanelas) podem demorar a fechar-se. As crianças de idade compreendida entre 1 e 4 anos têm uma curvatura anormal da coluna vertebral, pernas arqueadas e joelhos para dentro, e podem demorar a aprender a andar. As crianças maiores e os adolescentes têm dores quando andam. O achatamento dos ossos pélvicos nas raparigas adolescentes pode provocar o estreitamento do canal de parto. Nos adultos, a perda de cálcio dos ossos, particularmente da coluna vertebral, pelve e pernas, provoca fraqueza e pode ocasionar fracturas.
O diagnóstico de raquitismo ou osteomalácia baseia-se nos sintomas, no aspecto dos ossos nas radiografias e nos baixos valores sanguíneos de cálcio, fosfatos e subprodutos da vitamina D. O raquitismo e a osteomalácia podem ser curados administrando vitamina D por via oral em doses diárias equivalentes a cinco vezes a quantidade diária recomendada durante 2 ou 3 semanas. Certas formas hereditárias de raquitismo geralmente melhoram quando são tratadas com hormona da vitamina D.

EXCESSO DE VITAMINA D 
O consumo de uma dose semelhante a dez vezes a quantidade diária recomendada de vitamina D durante vários meses pode causar intoxicação e determinar concentrações elevadas de cálcio no sangue. Os primeiros sintomas de intoxicação com vitamina D são perda do apetite, náuseas e vómitos, seguidos por sede excessiva, aumento da emissão de urina, fraqueza, nervosismo e hipertensão arterial. O cálcio pode depositar-se em todo o organismo, especialmente nos rins, onde pode provocar lesões permanentes. A função renal deteriora-se, permitindo que as proteínas passem para à urina e que aumente a concentração de ureia, um produto de eliminação, no sangue. 
 O tratamento consiste em interromper os suplementos de vitamina D e continuar com um regime baixo em cálcio para diminuir os efeitos da sua alta concentração. 
 Podem administrar-se corticosteróides para reduzir o risco de lesão nos tecidos e cloreto de amónio para manter a acidez da urina, diminuindo deste modo o risco de formação de cálculos de cálcio.

Fonte: manuaismsd

Existe uma vitamina que quase todos precisamos de tomar: Vitamina D
A deficiência de Vitamina D (saiba mais) é muito comum na população em geral e é apontada como responsável pelo aumento das doenças auto-imunes a nível mundial.

Os níveis de vitamina D no sangue dependem da exposição solar e este tipo de doenças são mais frequentes nos países com latitude elevada, onde a exposição solar é reduzida. Níveis de vitamina D podem ser influenciados geneticamente e aumentar a susceptibilidade de vir a sofrer de doenças auto-imunes.

A deficiência de vitamina D é comum em indivíduos com mais de 60 anos e pode contribuir para a aceleração do envelhecimento e aparecimento das doenças degenerativas.

A Vitamina D em doses elevadas já faz parte do arsenal terapêutico em algumas doenças auto-imunes. Verificam-se os óptimos resultados na Esclerose Múltipla, Artrite Reumatóide, Psoríase, dermatite atópica, Lupus, doença de Chron, colite Ulcerosa e muitas outras.

Actualmente existem estudos que comprovam a sua eficácia na saúde reprodutiva, na prevenção do cancro, diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares e hipertensão arterial.

A especificidade dum medicamento é a capacidade para se ligar a receptores específicos como por exemplo proteínas, para se tornarem activos. Alguns ligam-se directamente ao DNA como a Vitamina D, antibióticos, antineoplásicos.

A Vitamina D que afinal é uma hormona esteróide é classicamente responsável pela regulação dos níveis de cálcio, fosforo, e mineralização óssea.

A vitamina D tem receptores específicos-VDR que estão presentes em vários tipos de celulas. Existem 2 formas de vitamina D: colecalciferol D3, é produzida na pele e o ergocalciferol D2 é de origem vegetal.

O colecalciferol, a forma mais importante, é sintetizada na pele, pela acção da radiação solar UV, onde a pró –vitamina D 3, 7 –desidrocolesterol, é convertida em pré- vitamina D3. É transportada ligada a uma proteína, DPB, que é uma alfa 1 –globulina e necessita de ser activada em calcitriol -1,25OH2 D3 ,no figado. A enzima hepática, responsável por este processo, está ligada ao citocromo P 450, e tem representação genética no gene CYP27B1. Pode haver mutação do gene CYP27B1, provocando baixos níveis de Vitamina D e consequente alteração da função celular.

Na comunidade científica existe alguma polémica quanto aos níveis ideais de Vitamina D. Internacionalmente é considerado normais valores entre 30 a 100 ng / ml e alguns investigadores consideram que o ideal seria manter o nível 60 a 80 ng/ml para benefício da saúde celular.

As concentrações de vitamina D durante o ano, na maior parte da população, têm variações que graficamente tem a forma de U, isto significa aumento da radiação UV durante o verão e baixa durante o inverno. As flutuações na concentração de vitamina D segundo alguns investigadores não são desejáveis.

É desejável que as concentrações se mantenham altas e estáveis durante todo o ano para haver benefícios para a saúde.

Fonte: Esmeralda Azul



A importância da vitamina D para a saúde

1. Qual é a importância da vitamina D para a saúde?
A vitamina D é essencial para o metabolismo do cálcio, uma vez que estimula a absorção de cálcio nos ossos, ajudando a prevenir a osteoporose e promovendo o fortalecimento das articulações.
Ela também ajuda no combate à hipertensão, no controle de peso e tem importante papel no funcionamento adequado da tireóide e na secreção de insulina pelo pâncreas.
Ela também influencia no sistema imunológico, sendo responsável por aumentar a funcionalidade das células responsáveis por destruir os invasores do sistema imunológico, e atua no tratamento de doenças auto-imunes e no processo de diferenciação celular, sendo que a falta deste nutriente pode favorecer 17 tipos de câncer. Esta substância ainda age na secreção hormonal e em diversas doenças crônicas, como o diabetes tipo 2.

Por todos esses motivos, ela se tornou sinônimo do “nutriente da longevidade”.

O consumo da vitamina D também é essencial para as gestantes, pois a sua falta pode provocar abortos no primeiro trimestre e hipertensão arterial no final da gravidez, além de aumentar as chances da criança nascer autista.

Portanto, a vitamina D tem sido receitada como fator de proteção para diversos problemas de saúde, que vão desde a hipertensão ao diabete, passando pelo enrijecimento das artérias. Entretanto, novos estudos apontam que o excesso de vitamina D no organismo também pode ser deletério.

2. Um estudo feito na Universidade Johns Hopkins verificou que os níveis de vitamina D acima do normal podem aumentar o risco de inflamações cardíacas. Qual é a explicação para isso?
 Já se sabe que níveis baixos de vitamina D são prejudiciais ao coração. Entretanto, um estudo da Universidade Johns Hopkins constatou que os níveis de vitamina D acima do normal no sangue também são responsáveis pelo aumento do risco de inflamações cardíacas.

Na realidade, ainda não estão claros os motivos dos níveis mais altos de vitamina D causarem essas inflamações e aumentarem o risco cardíaco. A principal hipótese é que isso ocorra pelo fato da vitamina D promover a maior concentração de cálcio no sangue, que por sua vez promove a calcificação das artérias do corpo, incluindo coração, cérebro e rins, causando inflamação nos órgãos correspondentes.

3. Quais são os outros perigos do excesso de vitamina D no organismo? O excesso de vitamina D pode promover uma maior concentração de cálcio no sangue, que por sua vez promove a calcificação das artérias do corpo, incluindo coração, cérebro e rins. A calcificação é o primeiro passo para a formação de placas ateroscleróticas nas artérias, causando o seu entupimento e as suas prejudiciais conseqüências, como o infarto, o derrame e a falência dos rins.

Além disso, a superdosagem dessa substância também pode provocar a formação de cálculos renais e calcificação das articulações.

4. A vitamina D se acumula no organismo? Qual é a explicação para o excesso de vitamina D sendo que estudos apontam que existe uma carência desta vitamina entre a população?
A vitamina D é um hormônio esteróide lipossolúvel, depende da exposição da pele ao Sol para que seja produzida naturalmente pelo organismo, tanto que o seu apelido é “Vitamina Sol”. Ela é essencial para estimular a absorção de cálcio nos ossos.

Por pertencer ao grupo das vitaminas lipossolúveis, ou seja, aquelas que não se dissolvem na água, a vitamina D se acumula nos tecidos gordurosos do organismo, e a sua superdosagem pode ser deletéria para o indivíduo, ao contrário das vitaminas hidrossolúveis, cujo excesso é eliminado na urina.

Infelizmente, cerca de 80% das pessoas que vivem no ambiente urbano estão deficientes nesta substância.

A principal causa pelo excesso de vitamina D no organismo é o uso abusivo de suplementos pelas pessoas sem acompanhamento médico. E muito importante que o uso de suplementos seja supervisionado pelo médico para que se evite a falta ou superdosagem dessa vitamina no organismo, que como vimos podem trazer prejuízos grandes para quem faz o uso irregular.

5. Qual seria a recomendação diária de vitamina D para uma mulher adulta?
A recomendação diária de vitamina D para uma mulher adulta, de acordo com o U.S. Dietary Reference Intake (DRI), é de 600 UI/dia, que pode ser obtida a partir da exposição da pele dos braços e pernas ao Sol por 15 a 20 minutos por dia. Entretanto, a recomendação varia de acordo com a idade e o sexo, e como forma de prevenir doenças e manter a massa óssea, a vitamina D é importante para todas as idades. Se a pessoa apresentar deficiência de vitamina D por muito tempo, a tendência é o aumento da insulina, problema que pode evoluir para o diabetes tipo 2 e aumento dos níveis de triglicerídeos no sangue.

6. Para evitar o excesso de vitamina D, o que é médico costuma observar antes de prescrevê-la?
 Se depois de exames clínicos e laboratoriais for necessário fazer suplementação de vitamina D, esta medida precisa ser bem acompanhada através de orientações quanto aos hábitos saudáveis para a sua produção natural no organismo, além da realização de exames laboratoriais periódicos para o seu controle, evitando-se assim a sua superdosagem no organismo.

É preciso ficar atento aos riscos associados ao uso de suplementos vitamínicos sem necessidade, especialmente a vitamina D. As pessoas que tomam suplementos de vitamina D precisam ter certeza de que essa suplementação é necessária, ou seja, é fundamental o acompanhamento médico.

Fonte: dalcor

sábado, 23 de abril de 2016

Combinação de Alimentos - Parte 3

Ros'Ellis Moraes *
Uma boa dica para entender a importância da combinação dos ali­mentos é observar o efeito que os alimentos produzem no nosso cor­po, após as refeições. Se ficarmos com gases, azia, prisão de ventre, diarreia, inchaço ou náusea, é um sinal do organismo indicando que a nossa digestão está comprometida. É um alerta para prestarmos aten­ção ao que estamos comendo, se estamos excedendo a quantidade, e, principalmente, como estamos combinando esses alimentos.
A regra principal para a combinação de alimentos é comer na mes­ma refeição os alimentos que na experiência pessoal sejam fáceis de digerir. Classes diferentes de alimentos exigem diferentes tempos e meios digestivos para a digestão adequada.
Precisamos considerar que, dependendo da constituição individual, existem pessoas que têm um poder digestivo muito melhor. No entanto, as pessoas que apresentam um sistema digestivo delicado de­vem praticar as recomendações de combinação de alimentos como um meio preventivo para manter a boa saúde.
A combinação adequada dos alimentos contribui para a boa diges­tão. Os diversos grupos de alimentos apresentam estruturas quími­cas diferentes, o que mobiliza produções de enzimas específicas para cada processo digestivo. Por isso, é muito importante associar­mos alimentos compatíveis em cada refeição.
O PRINCÍPIO QUE NORTEIA A COMBINAÇÃO DE ALIMENTOS DIZ QUE...
Não se deve misturar:
* Amidos e proteínas pesados na mesma refeição.
Por exemplo carne, leite ou queijo com pão.
* Frutas e proteínas, porque as frutas liberam secreções alcalinas que
neutralizam as secreções ácidas necessárias para a digestão de proteínas.
* Frutas e vegetais.
* Melão e Melancia com qualquer alimento.
É FÁCIL DIGERIR
- Frutas doces com frutas doces
- Frutas solitárias: Melão e Melancia. Não combinam com mais nada: só limão e ervas digestivas como hortelã e erva-doce.
- Frutas ácidas com frutas ácidas
- Frutas ácidas com semi-ácidas
- Frutas doces com semi-ácidas
- Frutas com grãos germinados, hidratados e fermentados
- Proteínas e hortaliças
- Abacate e verduras
>> Limão combina com qualquer alimento

POUCO DIGESTIVO
. Frutas doces + frutas ácidas
. Leguminosas germinadas + frutas
. Cereais + açúcar

INCOMPATÍVEIS
> Frutas + hortaliças (exceto a maçã, que pode ser combinada com hortaliças)
> Frutas + açúcar

CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES
. O excesso de comida, mesmo de um único alimento, sobrecarrega o sistema digestivo.
. Os líquidos devem ser tomados 40 minutos antes das refeições, pois eles diluem as enzimas que atuam na digestão dos alimentos.
. Os vegetais produzem secreções alcalinas.
. Cereais integrais, como por exemplo o arroz integral e as farinhas integrais germinadas frescas, formam menos ácidos que a farinha branca ou o arroz polido.
. A germinação das sementes é um processo alcalinizante; dessa maneira podemos melhorar a digestibilidade das leguminosas. As leguminosas germinadas e fermentadas são alcalinas. Os brotos das leguminosas (como moyashi) são alcalinizantes.
. O cozimento em altas temperaturas, acima de 45 graus Celsius, é um processo acidificante.
. Evite alimentos gelados ou muito quentes. Ambos agridem o organismo. Alimentos gelados inibem a ação das enzimas no organismo, o que dificulta os processos digestivos.
Observação: Na alimentação viva, as combinações dos alimentos serão adaptadas, já que muitos alimentos não serão utilizados. Observamos também que é muito mais fácil para o organismo digerir alimentos crus, mesmo quando misturamos alimentos incompatíveis da classificação higienista tradicional.
Os alimentos germinados e fermentados normalmente
combinam bem com refeições doces e salgadas. 

 
(*) Ros'Ellis Moraes é nutricionista formada pela UNB e autora do livro Alimentação Viva e Ecológica, de onde este texto foi extraído (pág. 149 a 152).

Fonte: Doce Limão