terça-feira, 28 de abril de 2015

Utilidades do vinagre na limpeza da sua casa



O vinagre pode melhorar o odor do banheiro
Você está preparado para ser surpreendido pelo poder do vinagre sobre aquela sujeira em seu banheiro ou em pisos de madeira? Acredite ou não, o vinagre é um agente de limpeza e desinfetante extraordinário. Este artigo inclui várias dicas de como usar o vinagre para lhe ajudar com a limpeza de casa. Começaremos com o banheiro, que geralmente está entre as tarefas mais difíceis do lar.

Banheiras
O ralo de uma banheira exige um solvente forte. Tente molhar toalha de papel com vinagre sem diluí-lo e coloque sobre o ralo. Deixe o papel secar, coloque algumas gotas de vinagre e esfregue com uma esponja.
Uma vez por ano, despeje uma garrafa de vinagre em sua banheira e ligue-a. Isto ajudará a evitar que os jatos sejam obstruídos por resíduos de sabonete.

Chuveiros
Bocais do chuveiro podem ser obstruídos por depósitos minerais da água. Remova os depósitos misturando 1/2 xícara de vinagre e 1/4 de água em uma bacia ou balde. Remova o bocal do chuveiro e deixe-o na solução de vinagre por 15 minutos. Para bocais plásticos, deixe-os por 1 hora em uma mistura de 500ml de vinagre e 500ml de água quente.

Remova a sujeira dos boxes e paredes borrifando-os com vinagre e deixe secar, então borrife novamente para umedecer e limpe com uma esponja. Caso necessário, reaplique e deixe por algumas horas. Então umedeça e limpe novamente.

Cortinas do box ou revestimentos podem ser cobertas por camadas de sabonete ou mofo. Mantenha uma garrafa de vinagre próxima ao chuveiro, e borrife nas cortinas uma ou duas vezes por semana. Não precisa enxaguar.
Às vezes, o mofo pode deixar manchas nas cortinas caso não seja removido rapidamente. Para remover estas manchas misture bórax com vinagre o suficiente para formar uma pasta, então esfregue na área manchada.

Sanita/Pias
Água dura e depósitos minerais ao redor da pia e torneiras de banheiras podem ser removidas cobrindo a área manchada com toalhas de papel molhadas no vinagre. Cubra e deixe sobre a área por 1 hora, então limpe com uma esponja úmida.

Vasos Sanitários
Despeje vinagre no vaso e deixe por 30 minutos. Então borrife bicarbonato de sódio em uma escova para limpeza de vasos e esfregue as áreas manchadas. Dê descarga.
Veremos na próxima seção que o vinagre também pode auxiliar na limpeza de outras partes da casa.

Vinagre x antiderrapante
Aqueles antiderrapantes em forma de flores que você colocou na banheira para evitar escorregões e quedas podem ter ficado bonitos quando colocados, mas agora estão desgastados, manchados e provavelmente fora de moda.
Para removê-los, umedeça a cola de cada um deles com vinagre. Mas antes aqueça o vinagre no microondas por aproximadamente 3 minutos para melhores resultados.

Deixe por alguns minutos, então retire os adesivos. Você poderá remover qualquer resto de cola com uma esponja humedecida.

Limpeza de carpetes e pisos
Além dos milagres no banheiro, o vinagre é ideal para a limpeza de tapetes e pisos.

Tapetes
Para limpeza geral em tapetes e carpetes, use a mesma proporção de água e vinagre. Umedeça a esponja na solução e passe levemente sobre o tapete. Deixe o tapete secar antes de utilizá-lo novamente.
Para manchas em tapetes, o vinagre às vezes é a melhor solução.

Lavagem de tapetes com vinagre
Este tratamento ajudará a manter seu tapete bonito e limpo por mais tempo entre as lavagens:

Misture 1/4 xícara de vinagre em 3 litros de água. Então utilize a solução em um aspirador de limpeza a vapor após lavar seu tapete para remover qualquer resíduo de sabão.


Aqui está a explicação de como remover alguns tipos de manchas de tapetes:

Ketchup: remova o catchup do tapete passando uma esponja com uma mistura de 1 xícara de vinagre e 2 xícaras de água. Com freqüência torça a esponja até que amancha tenha sido removida;

chiclete: para dissolver chiclete grudado no tapete ou qualquer tecido, molhe a área com vinagre e deixe por um tempo (para resultados mais rápidos, aqueça o vinagre antes). Com cuidado, puxe o chiclete para removê-lo;

chocolate: manchas de chocolate podem ser removidas com 1 parte de vinagre para 2 de água. Passe a mistura com uma esponja e limpe amancha com panos de limpeza até que seja totalmente removida;

café: café no tapete deve sair facilmente com água se você limpar imediatamente. Caso contrário, misture 1 parte de vinagre para 2 partes de água, e passe uma esponja com a solução no tapete. Remova o excesso e enxágüe até queseja removido por completo;

refrigerante: cubra imediatamente o refrigerante com toalhas de papel, então limpe a área com 1 parte de vinagre para 2 partes de água;

giz de cera: remova manchas de giz de cera do tapete ou qualquer outro tecido esfregando a área com uma escova de dente com vinagre;

cola: uma marca seca de cola branca pode ser removida do tapete com 1 parte de vinagre para 2 partes de água. Basta passar uma esponja na mistura e esfregar. Caso não resolva, cubra com vinagre quente e deixe por 10-15 minutos. Quando a cola estiver amolecida, levante-a usando uma faca ou esfregue com toalhas de papel;

tinta: uma mancha de tinta no tapete ou carpete deve ser imediatamente removida esfregando ou borrifando água na área manchada. Uma vez que a tinta tenha sido removida, passe uma mistura com metade de vinagre e metade de água naárea para remover a marca da borrifação.

mofo: quando mofo fica no tapete, ele vive e cresce. Mate-o com uma mistura de 50/50 de vinagre e água. Você pode utilizar um secador de cabelos em baixa potência para acelerar o tempo de secagem.

vinho tinto: remova imediatamente o líquido, então salpique a área com sal. Deixe por 15 minutos. O sal deve absorver o restante do vinho do tapete (como resultado tornando-se rosa). Então limpe a área toda com uma mistura de 1/3 de xícara de vinagre e 2/3 de xícara de água.


Pisos de superfícies duras

Seja cerâmica, linóleo e vinil ou madeira, o vinagre fará seu piso brilhar. Aqui está:

cerâmica: esfregue com uma mistura de 1 xícara de vinagre para 3 litros de água morna para que o seu chão de cerâmica brilhe;

linóleo e vinil: esfregue o piso de linóleo com uma mistura de 3 litros de água e 1 xícara de vinagre;

madeira: adicione uma xícara de vinagre puro para um balde de água, e esfregue levemente em pisos de madeira dura (não encharque). Não precisa enxaguar. Isto manterá o piso brilhante e removerá qualquer gordura ou sujeira.

Como você viu, o vinagre faz um ótimo trabalho na limpeza da casa.

Experimente.
Ficará surpreendido!!

Economize na limpeza da casa
Limpe a casa com vinagre

O vinagre é um bactericida caseiro. Obviamente não mata todos os germes, mas fique sabendo que nenhum produto mata, nem em hospitais. Pois bactérias estão em toda parte. Para o desespero de alguns, o fato é que o que prometem os produtos de limpeza do mercado, é apenas atenuar as neurozes das pessoas, pois vivemos expostos a bactérias. O que podemos fazer é manter limpo, e para isto o vinagre, a água quente e um pano limpo já bastam.

PAREDES:
faça uma solução de vinagre e água morna em partes iguais. Aplique-a sobre riscos de lápis e marcas espalhadas pelas paredes. Esfregue o local com um pano macio até que as manchas desapareçam.

ARMÁRIOS:
para eliminar o odor de mofo, esvazie os compartimentos e deixe pernoitar, dentro do móvel, uma bacia ou assadeira com vinagre branco puro. Em seguida, passe um pano embebido nesse líquido.

ODORES DE ANIMAIS:
para eliminar o cheiro de urina e fezes dos bichos de estimação, remova a parte sólida dos resíduos. Em seguida, aplique uma solução de dois terços de água morna e um terço de vinagre branco. Logo depois, aplique um pouco de vinagre puro sobre o local e deixe secar naturalmente.


Casa de Banho/BANHEIRO:
remova o mofo do rejunte dos azulejos aplicando uma boa quantidade de vinagre branco puro com uma escova de dente velha. Deixe-o agir por duas horas e, depois, lave a superfície com água e sabão. Para esfregar registros e as peças de louça, use uma esponja macia embebida numa solução (meio a meio) de água e vinagre.

LAVANDERIA:
coloque num borrifador a mesma quantidade de água e vinagre branco. Aplique sobre manchas nas roupas antes de colocá-las na máquina. Para aumentar o poder de limpeza do seu sabão em pó, espere a máquina de lavar encher e adicione à água uma xícara de chá de vinagre puro. Depois, deixe lavar normalmente.

COZINHA:
esqueceu a panela no fogo? Para retirar resíduos queimados do fundo de panelas e frigideiras, encha-as de água e adicione 4 colheres (sopa) de vinagre branco. Leve ao fogo e deixe ferver. Espere esfriar e lave normalmente. Mas há mais benefícios do vinagre na cozinha:
. para desinfetar a máquina de lavar louças, dê um ciclo de pré-lavar com uma xícara (chá) de vinagre.
. para deixar os copos de vidro brilhantes, deixe-os de molho numa bacia com água e gotas de vinagre branco. Depois, lave-os com detergente.
. para deixar o fogão novinho em folha após fazer frituras, deixe um pouco de vinagre sobre a gordura 15 minutos antes de começar a limpeza.



Despeje vinagre no vaso e deixe por 30 minutos. Então borrife bicarbonato de sódio em uma escova para limpeza de vasos e esfregue as áreas manchadas. Dê descarga.

Máquina de Lavar:
use quatro litros de solução de vinagre no ciclo principal para remover cal e restos de sabão da máquina de lavar, dando mais vida útil a ela.

Vidraças:
solução de vinagre e água morna limpa e não deixa riscos, nem marcas; vidros leitosos devem ser limpos com papa de vinagre e sal grosso.

Amaciante:
o vinagre substitui o amaciante, e as roupas ficam frescas, macias e cheirosas; peças de lã não ficam felpudas quando enxaguadas em água com vinagre.

Cobertores:
para evitar que eles não fiquem duros e ásperos, passe-os rapidamente em água com vinagre após a lavagem.

Fixação de cores:
tecidos coloridos não desbotam se mergulhados em vinagre antes da lavagem.

Cheiro de pintura: 
um pequeno recipiente com vinagre retira o cheiro desagradável de tinta fresca do ambiente.

Sujeira no carpete:
coloque vinagre no local atingido pela sujeira e limpe depois de algum tempo.


Dicas de uma amiga, Ellen do Desobediência Vegana.
Desobedecendo o padrão moral que nos foi ensinado.
A verdadeira revolução começa na cozinha e no supermercado.
Visitem este Blog!



Limpeza da cozinha com vinagre

Usando vinagre na limpeza do fogão

- Remoção de gordura do fogão:
Se fizer frituras em seu fogão e ele ficar todo engordurado deixe-o novinho da seguinte maneira:
• Esquente ¼ de xícara de vinagre branco;
• Coloque com uma colher sobre a gordura;
• Deixe fazer efeito por 15 minutos;
• Faça a limpeza como de costume.


- Limpeza das chapinhas do fogão:

• Esquente ½ xícara de vinagre;
• Misture 1 colher de sobremesa de sal;
• Coloque as chapinhas do fogão em uma assadeira pequena;
• Coloque a mistura de vinagre quente e sal;
• Deixe de molho por uma hora;
• Esfregue com palha de aço e sabão.
Limpeza de resíduos queimados do fundo de panelas:

Encha-as de água e adicione quatro colheres (sopa) de vinagre branco; leve ao fogo e deixe ferver e espere esfriar e lave normalmente.


Desentupa ralos de pias

• Aqueça 1 e 1/2 xícara de vinagre;
• Coloque 1 e 1/2 xícara de bicarbonato de sódio, dentro do ralo da pia;
• Despeje o vinagre quente por cima;
Cuidado: a interação desses dois ingredientes gera espuma e vapor. Recoloque a tampa do ralo. Deixe agir por três horas, sem usá-lo. Lave o ralo com água corrente.


Limpeza de cafeteira elétrica:

Faça a limpeza dos componentes internos da cafeteira, além da limpeza do recipiente de vidro, uma vez por mês.Depósitos de água escura vão se acumulando e tornando várias partes escurecidas, devido aos óleos do café e outros resíduos. Para solucionar este problema:
• Misture uma parte de vinagre para duas partes de água quente.
• Coloque um filtro de papel como de costume. Ponha a mistura de vinagre no recipiente para água.
• Ligue a cafeteira e deixe-a fazer o processo como se estivesse fazendo café, até a mistura ser toda passada para o filtro de papel. Jogue o filtro de papel e a água fora.
• Deixe sua cafeteira esfriar por 15 minutos, desligada.
• Enxágüe todas as partes que passaram por esse processo.
• Repita a mesma coisa, com água limpa.


Pronto! Sua cafeteira está pronta para um novo café. Você vai sentir a diferença.

domingo, 26 de abril de 2015

A importância de demolhar Sementes, Cereais e Leguminosas



demolhar
Todos nós sabemos que as sementes como as leguminosas, oleaginosascereais integrais devem ser colocados de molho algumas horas antes de cozinhar ou consumir. Muitas vezes pensamos que esse processo é para ajudar a cozinhar mais rápido e a diminuir a flatulência que alguns destes alimentos provocam, mas há também outros motivos por detrás deste processo.

Então porque razão devemos demolhar?


Na natureza as sementes encontram-se num estado “adormecido” e só se desenvolvem quando as condições são ideais. Elas possuem mecanismos de defesa que incluem inibidores de enzimassubstâncias tóxicas e anti-nutrientes que permitem manter todas as suas propriedades intactas até ao momento que em contacto com a água, neste caso com a chuva, começa o seu processo de germinação e se desenvolve a nova planta.
Ao demolhar estamos a imitar o processo que acontece na natureza, iniciando a germinação e só desta forma as enzimas começam a ser produzidas. As proteínas, os minerais, e as vitaminas ficam biodisponíveis e são mais fáceis de serem assimilados pelo nosso organismo.
Inibidores de enzimas – Existem dois tipos de enzimas, as enzimas digestivas (ajudam a digerir os alimentos) e as enzimas metabólicas (ajudam em todos os processos biológicos do organismo). Os inibidores de enzimas que estão presentes nas sementes, leguminosas, oleaginosas e grãos ajudam no seu processo de conservação da semente antes da germinação, mas se forem ingeridos pelo nosso organismo sem serem eliminados prejudicam não só o processo de digestão como o nosso corpo não é capaz de assimilar as suas proteínas, minerais e vitaminas.
Anti-nutrientes (ácido fítico) – A grande maioria dos cereais integrais ou grãos, e algumas sementes contém ácido fitico ou fitato que é uma forma utilizada pela planta para armazenar fosforo (um tipo de fosforo que só é absorvido pelos animais ruminantes). O fitato quando não é eliminado ou neutralizado pelo processo de demolhar liga-se a vários minerais como o Cálcio, Magnésio, Cobre, Ferro e Zinco impedindo a sua absorção.
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Ao demolhar conseguimos:
  • Melhorar a digestão destes alimentos (aumentamos a actividade enzimática)
  • Remover/reduzir o ácido fítico (aumentamos a biodisponibilidade do zinco e ferro)
  • Neutralizar inibidores de enzimas
  • Melhorar a absorção de vitaminas principalmente do complexo B
  • Melhorar a absorção das proteínas
  • Melhorar o sabor desses alimentos (diminuindo os taninos que são responsáveis pelo sabor adstringente)
  • Diminuir o processo de cozedura
Como demolhar?
Passo 1 – demolhar o alimento num recipiente de preferência de vidro ou de cerâmica, com o dobro da água à temperatura ambiente. No caso das leguminosas que demoram mais tempo a demolhar é aconselhado trocar a agua durante o processo.
Passo 2 – depois de demolhar descartar a água (pois contém toxinas), lavar novamente os alimentos com água limpa e só depois consumir ou iniciar o processo de cozedura.
Passo opcional – Adicionar 1 colher de sopa de sumo de limão ou vinagre de maça por cada chávena de água  à qual estamos a demolhar o alimento (isto ajuda a acelerar o processo de eliminação dos fitatos)
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Quanto tempo demolhar?
Embora cada semente tenha o seu tempo especifico para demolhar o ideal é deixar durante a noite e consumir ou cozinhar no dia a seguir. No caso das leguminosas costumo deixar de molho por 24 horas pois este tempo permite eliminar as substâncias indesejadas, reduz o processo de cozedura e diminuir o desconforto na digestão nomeadamente na redução dos gases. Outro truque é usar um pedaço de alga kombu no processo de cozedura (torna as fibras das leguminosas mais macias e digeríveis)
 Alimentos que devem ser demolhados antes de se consumir:
  • leguminosas secas (feijões secos, lentilhas, grão de bico, ervilhas secas, favas secas)
  • Oleaginosas e sementes (amêndoas, avelãs, cajus, nozes, sementes de girassol, abobora)
  • Cereais integrais/grãos ( arroz integral, grão de trigo, de cevada, de centeio, de aveia, trigo-sarraceno, quinoa)
Não precisa de demolhar: macadamias, pistachios, pinhões, castanha do Brasil, sementes cânhamo, sementes de chia, sementes de linhaça (desde que trituradas na hora)
Confesso, há muitos alimentos que consumo em pequenas quantidades e que não os demolho, como é o caso dos frutos secos e sementes, simplesmente porque tenho vontade de os comer e não tenho paciência em demolhar cada vez que me lembro de os consumir, mas consumo-os em pequenas quantidades e não sinto qualquer desconforto quando o faço. No entanto quando preparo alguma receita que leve estes alimentos como bebidas vegetais, sobremesas e Manteigas de frutos secos tento sempre demolha-los. No caso das farinhas integrais também não costumo demolhar, para esse processo junto fermento biológico e deixo levedar durante algum tempo, pois as leveduras vão ajudar no processo digestivo.

Fontes:
(1) Foodmatters
- Sandberg AS. Bioavailability of minerals in legumes. The British journal of nutrition. 2002; 88 Suppl 3:S281-5
- Benides CJ; Souza, MV; Sousa RB; Lopes MV. Fatores antinutricionais em alimentos. Segurança Alimentar e Nutricional, Campinas, 18(2): 67-79, 2011


fonte madebychoicesblog




terça-feira, 21 de abril de 2015

Açúcares e as alternativas



Vale a pena ler... o "longo post a falar sobre os açúcares e as alternativas muito bem explicado e fundamentado pelo Gabriel Mateus do "Projeto Safira" [clique aqui]
O índice glicémico é uma medida que nos dá conta do impacto que um alimento tem sobre os valores de açúcar no sangue. Quanto mais alto for esse valor, maior será esse impacto. O valor de referência é 100, o que corresponde à glicose pura.
 o açúcar de côco, tem IG tão alto como o mel e por isso tão perto do açúcar
O açúcar branco (sacarose) tem um índice glicémico de 65 (considerado alto). Muitas pessoas recomendam que se consuma geleia de arroz (também conhecido como mel de arroz), como sendo um substituto saudável do açúcar. Geralmente justifica-se dizendo que por ser composto por hidratos de carbono complexos, isso significa que tem uma absorção lenta, podendo inclusive ser consumido por diabéticos. No entanto, isso não é verdade. O mel de arroz é composto inteiramente por 3 tipos de açúcar, sem presença significativa de nenhum nutriente: glucose (monossacárido), maltose (2 moléculas de glucose) e maltotriose (3 moléculas de glicose). Só pela composição qualquer um pode deduzir que tenha um índice glicémico elevado, uma vez que é açúcar puro. No entanto, não tinhamos ainda até há algum tempo nenhuma medida ao índice glicémico. Quando finalmente este estudo foi feito, mostrou aquilo que eu já desconfiava: tem um índice glicémico de 98, praticamente idêntico à glicose pura.  
Concluindo: para quem queira substituir o açúcar por um adoçante com um impacto mais leve sobre os níveis de açúcar no sangue, a geleia de arroz consegue ser bem pior do que o açúcar branco.
Em relação ao xarope de ácer a questão fica um pouco mais complexa. Embora tenha um índice glicémico também relativamente alto (54), é também rico em inúmeros fitoquímicos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Um desses fitoquímicos, o Quebecol, parece ser muito promissor inclusive na prevenção do cancro. Mas o que sabemos resulta de estudos com células em laboratório. Resta saber como se comporta no nosso organismo e se os benefícios desses fitoquímicos são superiores aos riscos de um índice glicémico alto.
Um artigo sobre o Quebecol: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3816661/
Em relação ao Agave, o problema é outro. O Agave tem um índice glicémico baixo, não contribuindo muito para a subida dos níveis de açúcar no sangue. No entanto, é composto quase na totalidade por frutose. A frutose é metabolizada inteiramente no fígado e o seu consumo na forma concentrada está associado à síndrome metabólica, fígado gordo, triglicéridos elevados, diabetes, gota, entre outros. Na realidade a frutose tem um metabolismo parecido com o álcool e por isso muito médicos sugerem que se controle o seu consumo como se tratasse de uma substância tóxica. Embora estes problemas estejam associados quando se consome na sua forma concentrada, os mesmos não se verificam quando é consumida na forma de fruto inteiro. Têm aqui alguns links sobre o assunto:
https://youtu.be/nU_RkeA88DY


O mel de arroz: 
Não desejo alimentar nenhum tipo de polémica, mas gostaria mesmo que ficassem claros alguns aspetos relativamente ao tema da geleia de arroz : 
- A macrobiótica é um sistema muito válido assente não nos conhecimentos que nos chegam dos métodos científicos, mas de um sistema filosófico oriental. Como tal, as justificações que encontra para as recomendações que faz não pertencem ao âmbito da ciência mas sim da filosofia e do conhecimento empírico (ambos muito válidos). No entanto, quando fazemos afirmações de natureza científica, temos de as fundamentar com os dados que são produzidos pela investigação e não pela especulação. 
- O facto de um hidrato de carbono ser complexo (ter 3 ou mais moléculas de açúcar ligadas entre si), não significa que seja absorvido lentamente. Veja-se por exemplo, o amido. O amido é um hidrato de carbono complexo mas é absorvido de forma muito rápida pelo nosso organismo. 
- A rapidez com que um açúcar é absorvido pelo nosso organismo é medido através de um instrumento de classificação chamado índice glicémico. A carga glicémica mede a rapidez com que os açúcares são absorvidos em função da quantidade de hidratos de carbono presentes num determinado alimento. Por exemplo: a melancia tem um índice glicémico alto, no entanto, tem uma carga glicémica baixa, uma vez que teríamos de consumir muita melancia até atingirmos os 50 gramas de hidratos de carbono que são utilizados para medir o IG. 
- A geleia de arroz é composta por metade glicose (1 molécula de glicose) e maltose (2 moléculas de glicose) e outra metade por maltotriose (3 moléculas de glicose). Todos estes açúcares são rapidamente absorvidos pelo organismo. Como tal, simplesmente não se pode dizer que a geleia de arroz é de absorção lenta, porque não é! Nem sequer se pode dizer exatamente que se trate de um hidrato de carbono complexo, uma vez que apenas 53% da sua composição é de maltotriose. E só para terem uma ideia, enquanto uma molécula de maltotriose é composta por 3 moléculas de glicose, uma só molécula de amido tem entre 500 a centenas de milhar de moléculas de glicose ligadas!
- Quando queremos saber o IG de um alimento (a rapidez com que é absorvido pelo nosso organismo) temos de consultar as tabelas de referência, as quais obtêm esses valores através de estudos muito rigorosos onde são seguidos os melhores protocolos de investigação. A base de dados de referência do IG encontramos na Universidade de Sidney. Como já referi antes, aqui podem verificar o IG do mel de arroz: http://www.glycemicindex.com/foodSearch.php?num=2648&ak=detail
- Este assunto sobre o IG do mel de arroz não oferece discussão. Os dados que temos são claros. Tudo o resto são especulações que não ajudam a esclarecer ninguém e fazem um mau serviço. Volto a repetir: não existem dúvidas em relação ao IG do mel de arroz: trata-se de um açúcar de absorção muito rápida, superior à do açúcar branco! Não se pode diabolizar o açúcar branco por contribuir para subidas súbitas de açúcar no sangue e depois querer fazer passar o mel de arroz por um produto que não é. 
- O facto de sermos autoridades num sistema de pensamento tradicional como a macrobiótica, não diz nada sobre a nossa competência científica. É preciso acompanhar as publicações científicas e fundamentar as afirmações que fazemos com dados. 
- Os limites recomendados de não se consumir mais de 5% das calorias totais diárias ingeridas aplica-se para qualquer açúcar livre, nos quais se inclui o mel de arroz!  
- Outra questão: a carga glicémica é uma medida que se aplica a um alimento, não a uma refeição. Como tal, não podemos dizer que o mel de arroz tem uma carga glicémica baixa se consumirmos uma refeição rica em fibra. A carga glicémica de uma açúcar livre (obtido através da extração de um alimento, removendo as fibras) é sempre muito elevada, uma vez que por definição o açúcar refinado ou processado é composto exclusivamente por... açúcar. 
- Espero que tenha ajudado um pouco mais a dissipar confusões. Em relação às diferenças entre a frutose e a glicose (o mel de arroz não tem frutose), podemos depois falar.


Continue a ler [clique aqui]

ADOÇANTES SAUDÁVEIS [clique aqui]
açúcar de tâmaras OU pasta de tâmaras OU "mel" de tâmaras

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Conheça o poder das plantas e ervas carminativas



Existem algumas espécies na natureza conhecidas como plantas carminativas ou como alguns preferem dizer: ervas carminativas. Possuem ação junto ao sistema digestivo, facilitam a digestão de alimentos e ajudam inclusive a aliviar sintomas desagradáveis como flatulência.

Quais são essas plantas e ervas com propriedade carminativa?
O anis; cominho; erva-doce; camomila; melissa; hortelã; louro; funcho; gengibre; magnólia; noz moscada; erva cidreira; manjericão; alcachofra, entre outras. 

O gengibre é uma raiz, mas possui propriedades carminativas, auxilia no processo de digestão dos alimentos, obviamente que se utilizado em excesso pode causar irritação estomacal ou até mesmo azia, por isso a orientação da utilização é moderadamente.

A alcachofra é uma flor muito apreciada na culinária, mas que também facilita o processo de digestão no organismo.

Algumas plantas podem ser usadas por meio de chá, pois previnem e ajudam na desobstrução de gases dos tubos intestinais, mas as ervas podem complementar a preparação de alguns alimentos, desde os de mais fácil digestão até aqueles mais difíceis de serem digeridos.

O feijão, por exemplo, é um alimento difícil de ser digerido, pois possui alguns açúcares complexos, neste caso, o gengibre pode ser utilizado em lascas no momento do consumo ou no momento da preparação do feijão para facilitar o processo digestivo. Se for realizar o preparo de alguma hortaliça como o repolho, pode ser usado o cominho como tempero, entre outras combinações.

Essas ervas podem substituir o uso de condimentos na alimentação, que agridem o estômago e podem desencadear em uma série de sintomas desagradáveis.

O uso auxilia na eliminação de gases e confere a sensação de leveza e alívio de dores provenientes da contração abdominal. Use as plantas, ervas e alimentos com propriedades carminativas, cuide do seu aparelho digestivo.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Aprenda a germinar alimentos em casa


Os alimentos germinados são extremamente ricos do ponto de vista nutricional e tem uma excelente digestibilidade.

Poderá comprá-los já germinados, ou germiná-los em casa recorrendo a um germinador ou de forma mais manual.
Vamos saber como?

1ª passo: Escolha do alimento a germinar

No momento da seleção, prefira alimentos integrais, relativamente frescos e de preferência de agricultura biológica. Elimine os grãos partidos, ou com aspeto mais deteriorado, assim como as sujidades e cascas que possam estar presentes.


2º passo: Lavagem e demolha

Lave muito bem os grãos e coloque-os dentro de uma vasilha com água (de preferência mineral) cobrindo-os na totalidade. Deverá deixá-los assim durante algum tempo, que varia com o tipo de grão ou semente que pretende germinar. Por exemplo:
- trigo sarraceno: 15 – 20 min
- amaranto, quinoa: 2 – 4 h
- alfafa: 4 – 6h
- cevada, millet, aveia, trigo, centeio, milho, lentilhas, feijão frade: 8 – 14h
- amêndoa: 10 – 14h
- sementes de sésamo, de abóbora ou de girassol, feijão mungo: 8 – 14h
- arroz, grão de bico: 12 – 18h

Ao demolhar está a dar inicio a diferentes processos bioquímicos que vão dar origem à germinação. Ao fim deste tempo elimine a água, e lave-os muito bem.
Poderá já consumir alguns destes alimentos, como é o caso das oleaginosas e sementes, ou ter ainda que os cozinhar, como é o caso de leguminosas como o feijão, o grão ou as lentilhas (este passo é mesmo essencial para que estes alimentos sejam consumidos, pois sem serem demolhados são indigeríveis pelo ser humano).

3º passo: Germinação

O objetivo é manter as sementes húmidas (mas não com água) durante algum tempo (horas ou dias) até que comece a brotar a planta. Depois mantenha o processo até que a planta adquira o tamanho que pretende.
Para este processo pode usar um germinador, onde coloca as sementes sobre redes (que vão permitir que a água em excesso escorra), e onde vão ser pulverizadas com água para que se mantenham húmidas. Esse germinador pode ser elétrico (como este) onde a água circula automaticamente ou manual (como este) onde temos de ser nós a fazê-lo.

Caso não esteja interessado em adquirir um equipamento destes, pode germinar usando frascos de vidro de boca larga. Para isso, coloque as sementes no frasco e tape com um pano, prendendo-o com elásticos em volta (para fazer uma tampa). Vire o recipiente ao contrário para água escorrer totalmente, proteja-o da luz, guardando-o num local mais escuro e com uma temperatura a rondar os 20ºC – 25ºC.  Molhe as sementes cerca de 2 vezes por dia (agitando o frasco para que todas as sementes fiquem molhadas), escorrendo sempre e não deixando ficar depósitos de água.

Dependendo do tipo de cereal ou semente, bastarão alguns dias para que os possa consumir, que será quando o broto tiver pelo menos o tamanho da semente, que varia entre:
- 12h: quinoa
- 1 dia: amêndoa, sementes de girassol, de abóbora ou de sésamo, feijão mungo, lentilhas, grão de bico
- 1 – 2 dias: feijão frade, amaranto, trigo sarraceno, arroz, cevada, trigo, lentilhas, centeio
- 2 dias: aveia, millet
- 6 – 8 dias no caso da alfafa


Este tempo varia ainda com a temperatura e a altura pretendida para o alimento germinado.

4º passo:  Consumir!

Quando estiverem prontos, basta lavar os seus alimentos germinados e poderá usa-los em sumos, smoothies e saladas. Pode conservá-los no frigorifico no máximo uma semana.

Fonte: Esmeralda Azul

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Vitaminas do Complexo B


Grupo das principais vitaminas hidrossolúveis (complexo B):

* Vitamina B1 (tiamina)
* Vitamina B2 (riboflavina)
* Vitamina B3 (niacina)
* Vitamina B5 (ácido pantotênico)
* Vitamina B6 (piridoxina)
* Vitamina B7 (biotina)
* Vitamina B9 (ácido fólico)
* Vitamina B12 (cobalamina) 

Fontes: Todos os Legumes, Verduras e Frutas..


Vitamina B1 (tiamina): Mantém o sistema nervoso e circulatório em bom funcionamento. Previne o envelhecimento, melhora a função cerebral, combate a depressão e a fadiga.
Onde encontrar: vegetais de folhas (alface romana, espinafre), berinjela, cogumelos, grãos de cereais integrais, feijão, nozes.
Pessoas com deficiência de vitamina B1 apresentam inapetência, baixa aceitação da dieta e consequente perda de peso, confusão mental e fraqueza muscular. Em casos mais graves pode haver comprometimento do coração.

Vitamina B2 (riboflavina): Previne a catarata, ajuda na reparação e manutenção da pele e na produção de adrenalina.
Onde encontrar: vegetais, grãos integrais.

Vitamina B3 (nicotinamida): Reduz triglicéridos e colesterol. Auxilia no funcionamento adequado do sistema nervoso e imunológico.
Onde encontrar: levedura, cereais integrais, vegetais de folhas (brócolos, espinafre), aspargos, cenoura, batata-doce, frutas secas, tomate, abacate.

Vitamina B5 (ácido pantotênico): Auxilia na formação de células vermelhas do sangue e na desintoxicação química. Previne a degeneração de cartilagens e ajuda na construção de anticorpos. Onde encontrar: grãos integrais, amendoim, levedura, vegetais, algumas frutas (como abacate).

Vitamina B6 (piridoxina): Reduz o risco de doenças cardíacas, ajuda na manutenção do sistema nervoso central e no sistema imunológico. Além disso, alivia enxaquecas e náuseas.
Onde encontrar: cereais integrais, semente de girassol, soja, amendoim, feijão, banana, tomate, abacate e espinafre.

Vitamina B7 (biotina): Promove o crescimento celular, auxilia na produção de ácidos graxos e redução de açúcar no sangue.
A vitamina B7 previne a calvície e também alivia dores musculares – diz o médico.
Onde encontrar:  couve-flor, ervilha.

Vitamina B9 (ácido fólico): Promove a saúde dos cabelos e da pele, além de ser essencial na síntese de DNA.
A vitamina B9 fornece nutrientes para garantir a manutenção dos sistemas imunológico, circulatório e nervoso. A B9 também ajuda no combate do câncer de mama e de cólon – acrescenta.
Fontes: folhas verdes, cereais integrais e leguminosas.

Vitamina B12 (cobalamina): Age sobre os glóbulos vermelhos, células nervosas, no equilíbrio hormonal e na beleza da pele.
Onde encontrar: só existem em alimentos de origem animal. Alimentos fortificados/enriquecidos em B12. Suplementação.
Quando o consumo de alimentos ricos em vitamina B12 é pequeno, deve-se tomar um suplemento alimentar dessa vitamina para evitar a anemia e outras complicações – recomenda-se consultar um nutricionista/nutrólogo.
A falta de vitamina B12 pode provocar alterações neurológicas e anemia megaloblástica.

sábado, 28 de março de 2015

Truques de Cozinha: Como Substituir o Amido de Milho!


Polvilho Azedo: Assim como o amido ele possui uma textura aveludada e é uma farinha bem fina, pode ser usado  para engrossar molhos, cremes, sopas e etc.

Farinha de Trigo: É uma farinha pesada e precisa ser bem cozida para não deixar gosto de farinha em sua receita, por isso só use quando a receita puder ficar algum tempo no fogo para cozinhar.

Fécula de Batata: A fécula de batata é um ótimo espessante, e diferente do amido de milho ele não deixa a cor opaca, por isso caso queira manter a cor de um molho ou creme brilhosa e viva é o espessante mais indicado.

Fécula de Mandioca: Assim como a de batata também não deixa cremes e molhos com a cor opaca e é um ótimo espessante, porém quando usado com essa função deve ser usado sempre o dobro do que seria em amido de milho, ou seja: Se a receita pedir ¼ chávena/xícara de amido de milho troque por ½ chávena/xícara de fécula de mandioca).

Você conhece outra forma de substituir o amido de milho? Conta pra gente nos comentários.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Ervas Aromáticas

Você pode ter em casa, num pequeno canteiro ou vaso, sete ervas que não exigem muito cuidado e podem funcionar como aliadas.

As ervas aromáticas transformam positivamente os alimentos, e algumas combinações parecem ter nascido para ser mesmo utilizadas: manjericão com tomate, estragão com vinagre, o tomilho e o alecrim com molhos, e os orégãos com massas. Todavia, as combinações não deverão ser obrigatórias; o que é excitante na cozinha é o facto de haver sempre um grande âmbito para novas experiências e para a possibilidade de novas e bem sucedidas misturas de sabores.

As ervas aromáticas deverão ser utilizadas frescas, sempre que possível, sendo os orégãos a única excepção, visto que, por qualquer motivo, têm um aroma ainda melhor depois de secos. A maior parte das ervas pode ser facilmente cultivada. O tomilho pode ser tão bom fresco como seco, desde que tenha sido seco há pouco tempo. Sendo actualmente tão fácil obter ervas frescas durante todo o ano, é curioso lembrarmo-nos de que, ainda há pouco tempo, só se conseguiam comprar pequenas embalagens com uma curta variedade de ervas secas. De qualquer forma, muitas das ervas tenras, como o manjericão e a salsa, perdem por completo as suas características quando secas; se tiver grande abundância delas e as quiser conservar, poderá congelar pequenas quantidades em cubos de gelo ou, melhor ainda, conservá-las em azeite, dentro de boiões bem vedados. Assim, depois de ter usado as ervas, o azeite aromatizado poderá ser utilizado para temperar saladas.

Nada se compara à fragrância das ervas frescas em saladas ou espalhadas sobre legumes cozidos e as que têm folhas de belos formatos são excelentes para enfeitar um prato ou decorá-lo. Havendo ervas frescas em casa, não existe a preocupação de o prato ter um aspecto descolorido: desde que o gosto-base da comida seja bom, pode-se melhorar rapidamente o aspecto do prato com algumas ervas, Mesmo os melhores estufados, guisados ou sopas tornam-se mais apetitosos se se espalharem sobre eles ervas picadas, no último momento; são elas também que tornam diferentes os caldos e os molhos.

Fines Herbes
Expressão francesa utilizada para descrever uma mistura de ervas frescas - geralmente salsa, estragão, cebolinho e cerefólio -, que são finamente picadas e utilizadas.

Aipo
Rico em cobre, protege contra o cancro, doenças cardiovasculares e infecções. Contém também fósforo, que aumenta a resistência do organismo e ajuda a combater a fadiga. Por outro lado, o magnésio presente no aipo previne doenças de coração, cálculos renais e dá força muscular. Além disso, o zinco contribui para o apuramento dos sentidos da visão, paladar e olfacto.

Alho
Da família das cebolas, o alho é tão aromatizante como qualquer outra erva fresca. Liga bem com quase todos os ingredientes, excepção feita aos mais delicados, devido ao seu sabor intenso. Quando cru ou ligeiramente cozinhado o seu sabor é forte e intenso. Contudo, quando cozinhado, brandamente, por um tempo longo, fica com um sabor suave e doce. Alguns pratos ou molhos necessitam, apenas, de pequenas quantidades de alho, enquanto pratos de cozedura prolongada beneficiam com a adição de diversos dentes.

Cerefólio
É uma bonita planta de folhas plumosas, com o aroma delicado das sementes de anis. Utilize-as rapidamente, pois uma vez colhidas as folhas murcham logo. O cerefólio é muito usado na cozinha francesa, para dar gosto às omeletas mas também pode ser usado em saladas.

Arruda (folha) - As benzedeiras dizem que seu aroma espanta o mau-olhado. É a erva do arrependimento, pois estimula a consciência dos proprios erros. Não é planta comestivel.

Coentro (semente) - Bom para sistema digestivo. Indicado para tratamento de sarampo incubado.

Erva-doce (semente) - É digestiva. Lavar o rosto com seu chá tonifica a pele e comate as rugas.

Hortelã (folha) - Acalma, controla atitudes precipitadas e harmoniza o ambiente. Melhora a visão e clareia as ideias.

Malva (flor) - Suavisa o caráter, deixa a mulher feminina e o homem mais sensivel.

Mirra (resina) - Como incenso, neutraliza a negatividade dos ambientes. Não é comestivel.

Tomilho (folha) - Afasta a melancolia. Proporciona maior vigor fisico e ajuda a ter lucidez para tomar decisões consideradas dificeis.


Ramo de Cheiros
É um molho de ervas frescas, como tomilho, pés de salsa e folhas de louro, utilizado para dar gosto, às sopas, aos guisados e aos molhos. Faça a sua própria versão de ramo de cheiros com quaisquer ervas -e especiarias - à sua escolha.

Manjericão: fresco ou seco, o sabor adocicado é essencial nos pratos italianos.
É uma das mais importantes ervas culinárias, pois combina com quase tudo, principalmente com tomate. Pode ser usado em pratos com cogumelos, ensopados e sopas. É indispensável para o preparo do tradicional “molho pesto” e “molho vermelho”.
É uma das ervas mais versáteis que se pode cultivar em casa. As folhas verdes têm um aroma tentador e estonteante e um sabor pungente. Se cozinhar com ela adicione-a no final, para que conserve o sabor. O manjericão é muito usado nas cozinhas italiana e francesa, para dar sabor ao tomate, com o qual tem uma extraordinária afinidade, e é também misturado em saladas e em diversos molhos -sendo o mais popular o pesto italiano. Só para fazer o pesto é que as folhas de manjericão devem ser cortadas, porque perdem a cor; nos outros casos, rasgue-as com os dedos, em pequenos pedaços.

Louro: proporciona um sabor mais forte a ensopados. Remova as folhas antes de servir.
As aromáticas folhas de louro são utilizadas frescas ou secas e têm um lugar essencial num ramo de cheiros. Ficam particularmente bem com legumes como o feijão. Se se extrair a nervura central das folhas e estas forem finamente picadas, produzem um magnífico efeito nos molhos. Nos cremes doces, faz-se uma infusão das folhas inteiras em leite vegetal quente, antes de levar ao lume. Ao cozer batatas, junte-as à água.

Cebolinha: tem um sabor delicado e é normalmente usada como guarnição.
Os caules, de cor verde-viva, desta erva têm um gosto a cebola, o que faz deles uma guarnição ideal para saladas e sopas de tomate, recheio de batatas assadas e "vegletes"

Dill(endro ou aneto): membro da família da salsa, é composto por folhas secas e frágeis. Seu distinto sabor pode ser destaque em qualquer prato, mas deve ser usado com moderação.

Manjerona: com um sabor próximo ao orégano, a manjerona é normalmente usada em molhos de tomate.
É uma erva adocicada, semelhante aos orégãos, mas muito menos agressiva. O seu sabor delicado é destruído pela cozedura prolongada, pelo que é preferível adicioná-la pouco antes de servir. É boa quando adicionada a estufados ou sopa de legumes.

Hortelã: comercializada tanto fresca como seca, é usada em saladas e também em chás.
Entre as mais importantes ervas culinárias encontra-se a hortelã, que tem uma vasta gama de sabores -conforme a variedade. Como alternativa ao molho de hortelã, é excelente espetada num assado ou estufado; picada, fica bem em sopas de creme e em almôndegas. Tem um sabor interessante quando adicionada a molhos picantes de frutas e especiarias, a groselha negra, ameixas e outros frutos de Verão em calda, e fica óptima em saladas de fruta. A hortelã picada também pode ser espalhada sobre legumes cozidos.

Orégãos: o forte sabor pode facilmente marcar pratos leves. Perfeito na maioria dos pratos italianos.
Estreitamente relacionados com a manjerona, mas de sabor mais forte e aromático, os orégãos são muito úteis, pois são a única erva que fica melhor seca do que fresca. Ligam bem com legumes e com massas. Esta erva é muito conhecida pela sua utilização nas cozinhas italiana, grega e portuguesa.

Salsa: ao comprá-la fresca, procure por maços bem verdes com bom aroma. Para armazená-la, lave bem e escorra o excesso de água. Envolva a salsa em papel toalha antes de colocá-la num saco plástico. Guarde na geladeira até utilizar na preparação de pratos. É normalmente usada como guarnição.
Erva tradicional da cozinha internacional. É um excelente tempero e muito versátil para decoração de pratos. Largamente utilizada para preparar massas, sopas, saladas verdes, arroz, molhos (vinagrete), vegletes. Coloque a salsa pouco antes de terminar o cozimento pois ela cozida tem sabor amargo.
Embora tradicionalmente utilizada apenas para guarnição, a salsa fresca também dá um excelente sabor a sopas e molhos. Existem duas variedades, com folhas lisas ou frisadas, sendo a de folhas lisas mais decorativa e de sabor mais forte. Muita salsa picada, um pouco de alho esmagado e azeite extravirgem aromatizado constituem um excelente toque de acabamento para pratos de grelhados. A salsa também pode ser frita e servida, ou reduzida a puré, com um pouco de azeite ou manteiga vegetal, para obtenção de um molho rápido. Em alturas de abundância, a salsa faz uma boa salada e pode ser utilizada para fazer um molho verde.

Coentros: As folhas, as raízes, os caules e as sementes desta erva, fortemente aromática, têm gostos levemente diferentes. As folhas frescas são bonitas e dão imediatamente um gosto exótico a qualquer prato, se forem adicionadas antes de servir; também são excelentes em saladas e como guarnição. Pode cozinhar as raÍzes e os caules nos estufados e sopas, mas retire-as antes de servir.

Alecrim: embora não combine com outras ervas, seu sabor peculiar é uma boa escolha para pratos grelhados. Erva aromática usada em sopas, molhos e grelhados.
Tem um sabor forte, pelo que convém usá-Io parcimoniosamente e finamente picado. Os pés inteiros fazem uma boa base para grelhar. Experimente-o em infusão em pratos doces, como cremes, molhos doces, xaropes e gelado de baunilha.

Sálvia: o sabor da sálvia fresca é mais forte que a sálvia seca, entretanto combina com recheios.
É utilizada como tempero. Também é usada em pratos com queijos de sabor forte, além de aromatizar pães. Pode ser encontrada tanto fresca quanto seca.
Para combinar com tomate, alho e azeite, a salva é uma erva óptima. Também fica surpreendentemente bem em estufados com tomate, assim como em pratos quentes. A salva tem um sabor potente, pelo que deve ser usada com parcimónia. É excelente para recheios.

Segurelha: As variedades de Inverno e de Verão desta erva sabem vagamente a tomilho, mas são mais amargas. A segurelha de Inverno é ligeiramente mais suave. Utiliza-se (com discrição) em sopas de feijão verde, feijão com massa, em guisados e estufados.

Estragão: Pode ser encontrado fresco ou seco. É um condimento muito utilizado para aromatizar vinagres, pickles, mostardas e molhos. É muito usado em saladas, bem como em vários molhos. Estragão seco perde o sabor acentuado da folha fresca.
Uma erva com bonitas folhas finas, com um sabor forte mas subtil. Se a cultivar, assegure-se de que se trata da variante francesa, pois a russa cresce prolificamente mas não tem o mesmo sabor. O estragão é famoso pela sua aplicação em manteigas vegetais, molhos, mas também pode ser usado em tempero de saladas.

Tomilho: bastante utilizado para adicionar sabor às saladas, sopas e molhos cremosos. Também popularmente conhecido como 'timo'.
É um condimento de aroma intenso, cujas folhas podem ser utilizadas tanto secas, frescas ou em pó. Excelente tempero para o preparo de caldos, molhos de tomate, sopas e guisados.
É adequado para pratos de longa cozedura e estufados. Ao contrário da maior parte das ervas, com excepção dos orégãos, o tomilho é tão bom seco como fresco. É maravilhoso com legumes. Deve ser utilizado com parcimónia porque o seu sabor se sobrepõe facilmente a todos os outros.
Usar tomilho fresco em molhos, saladas, combina muitoooo bem com todos os vegetais. O tomilho é uma fonte de vitaminas C, D, e complexo-B, além de conter iodo, sódio, silica e sulfato.
O tomilho fresco deve ser guardado em um saco plástico muito bem fechado e posto na geladeira ou em um copo de água gelada. Já o tomilho seco deve ser armazenado em recipientes hermeticamente fechados e postos em uma área escura, guardando assim seu perfume por até 6 meses.

Para preparar o tomilho fresco para o uso, remova as folhas dos talos passando as mãos de cima para baixo e depois pique-as finamente. Seu aroma aparece quando as folhas são amassadas, picadas ou esfregadas entre os dedos. Sendo o tomilho um dos principais componentes do bouquet garni clássico, ele dá vida às sopas, molhos e guisados.

Funcho: Os caules e folhas desta erva aromática têm um delicado sabor adocicado. As folhas plumosas do funcho são uma boa guarnição para legumes. Os caules secos são muito eficazes como base para grelhados.

Erva cidreira: As folhas frescas possuem um sabor e aroma semelhantes ao limão. Utilizam-se as folhas inteiras em ponches e bebidas de frutas e as folhas cortadas em sopas e saladas.

terça-feira, 17 de março de 2015

Conheça diferentes adoçantes naturais e saudáveis

O açúcar branco é um ingrediente abundante em nossa alimentação, apesar de não nos oferecer nenhum benefício e a longo prazo contribuir para o surgimento de uma série de problemas de saúde.
Por isso, hoje apresentaremos diversas alternativas saudáveis e naturais para adoçar nossas receitas e aproveitar, ao mesmo tempo, inúmeras propriedades para a saúde. Também falaremos sobre adoçantes naturais recomendados para diabéticos, obesos.
Você conhece o melaço, a stévia, os xaropes, a rapadura, dentre outros? Leia e saiba mais.

Açúcar mascavado, integral e da cana

O açúcar mascavado é uma das opções mais fáceis de encontrar, basta procurar no supermercado. Esse açúcar não é refinado, diferentemente do branco, por isso contém as vitaminas (A, B1, B2 etc) e minerais naturais da cana de açúcar ou da beterraba.
Mas, claro, o processo de fabricação influenciará muito, pois algumas marcas comercializam açúcar branco com uma leve cor “torrada”, o que não deixa de ser açúcar branco com adição de extrato de melaço.
O açúcar mascavado é recomendado para receitas como biscoitos e doces, ele é econômico e mais saudável. Entretanto, para adoçar, optaremos preferencialmente pelos adoçantes dos quais falaremos a seguir.
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Rapadura

A rapadura é feita através da evaporação dos sucos da cana de açúcar. É muito consumida na América latina e, assim como o mel, possui efeitos balsâmicos e expectorantes, o que a configura como um remédio medicinal ideal para consumir com água quente e limão em casos de resfriados, gripes, dores de garganta, etc.
Além disso, contém 50 vezes mais minerais que o açúcar refinado, dentre os quais podemos destacar o cálcio, o potássio, o magnésio, o cobre, o ferro e o fósforo.
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Mel da cana

O mel da cana, ou melaço, é obtido da cana de açúcar e é denominado “mel” por sua semelhança com o mel de abelha, apesar de geralmente apresentar uma cor mais escura e um sabor mais forte. De fato, quanto mais escura a sua cor, mais propriedades benéficas ele tem.
É rico em minerais e vitaminas, por isso é altamente recomendado a atletas, crianças, pessoas com anemia, exaustão, stresse etc.

Stévia

A stévia é um milagre da natureza! Essa planta, de origem paraguaia, tem a propriedade de adoçar mais do que o açúcar branco e oferecer inúmeros benefícios para a nossa saúde: é levemente hipotensora, é digestiva, melhora a saúde mental e a circulação, dentre muitas outras propriedades.
Além disso, ela não contém calorias, o que é ideal para pessoas que seguem dietas de emagrecimento.
Também é excelente para diabéticos, não apenas porque não altera os níveis de açúcar no sangue, como também porque foi comprovado que, em muitos casos, pode ajudar a regular esses níveis naturalmente, bastando tomar 3 infusões diárias da planta.
Para se beneficiar de suas propriedades, tome-a em pó ou em extrato puro, ou como citado anteriormente, preparando infusões de suas folhas. Se quisermos adoçar sem sentir o sabor peculiar da planta, que é similar ao da raiz, podemos adquirir um extrato purificado (de cor transparente).
Ainda que esta opção não seja tão terapêutica, nos permitirá adoçar sem oferecer calorias e sem os efeitos maléficos do açúcar ou dos adoçantes artificiais, como é o caso do aspartame.



A tâmara é outra alternativa saudável para adoçar os alimentos. Naturalmente doce, pode ser adicionada aos sumos, bolos e cremes. Receita de Açúcar e Tâmaras [aqui]



Para finalizar, o xarope de ácer(bordo) também pode ser usado em alimentos que possam diminuir o seu índice glicémico, naturalmente orgânico, este xarope apresenta elevado índice glicémico, contém vitaminas e minerais.

O Maple Syrup é feito da seiva da árvore Ácer/Maple. Estas árvores são encontradas no nordeste dos Estados Unidos e do Canadá. A seiva, depois de extraída da árvore, é fervida até atingir a consistência de uma calda espessa.

O Maple Syrup tem variações, dependendo da época e da região onde a seiva é extraída: quanto mais escura for sua coloração, mais forte será o seu sabor.

É geralmente saboreado com waffles, panquecas, French toasts, entre outros.

Fica muito bem na massa de bolos, quando adicionado em pouca quantidade.

Consumo
No Canadá, o xarope de bordo é muito consumido e existem casas especializadas nas receitas com o xarope chamadas Cabane à sucre (Cabana do açúcar). Com a chegada da primavera no hemisfério norte, as Cabanas reabrem ao público.
Recomendamos sempre, para aqueles que sofrem de alguma doença, que consultem um médico antes de consumir qualquer alimento continuamente.

melhorcomsaude




O açúcar de Coco tem feito parte da culinária e do grupo das ervas medicinais usadas no sudueste asiático por muito tempo, especialmente por pessoas que buscam uma alimentação mais saudável ou que sofram de problemas de diabetes.
O Açúcar de Coco é um dos adoçantes mais saudáveis e dos melhores substitutos do açucar pelos benefícios que oferece.
O Açúcar de Coco é extraído do fluido das flôres da Palma de Coco, quando as folhas são colhidas, o seu nectar é retirado e aquecido ligeiramente numa caldeira ficando um caramelo espesso, ao arrefer é triturado em pequenos cristais. Estes cristais dissolvem-se facilmente e dão um agradável sabor doce a todas as receitas.
O Açúcar de Coco é muito mais nutritivo que os outros adoçantes comuns comercializados, tem elevada quantidade de Potássio, Magnésio, Zinco e Ferro e é uma fonte natural de Vitaminas B1, B2, B3 e B6.
O sabor do Açúcar de Coco é muito parecido com o sabor do açúcar castanho, mas tem um indice glicémico muito mais baixo (Gi=35) sendo assim menos perigoso para a saúde que o açúcar normal (Gi=68). Isto quer dizer que o Açúcar de Coco produz uma libertação lenta de energia e não produz os altos e baixos do açúcar. O maior componente do açúcar de Coco é a sucrose (70-79%) seguido de glocose(3%) e frutose (9%).
Muitos estudos já foram feitos com sucrose e frutose e novas pesquisas mostram que o consumo elevado de frutose pode ser prejudicial para a saúde.
O Açúcar de Coco é um adoçante não processado, não adulterado, não filtrado, não contém preservativos e é 100% natural.
O Açúcar de Coco é conhecido por ser o adoçante mais sustentável do mundo. As palmas de Coco que são diferentes das de onde se extrai o óleo de Palma, produzem 75% mais açúcar que a cana de açúcar e requerem menos água e nutrientes.
A Palmas de Coco são também chamadas árvores da vida, por estarem na origem de mais de 100 produtos diferentes e serem assim muito úteis aos agricultores, pois delas podem fazer muitos usos.
O Açúcar de Coco pode ser usado como substituto do açúcar nas receitas e é equivalente 1:1 em quantidades ao açúcar normal.

Modo de usar - Como um adoçante de forma semelhante ao açúcar de cana, para adoçar bebidas, receitas doces, pode ser também aquecido e usado em receitas cozinhadas como bolos, pudins e doces tal como o açúcar normal, usado em receitas como substituto do açúcar normal a quantidade a usar será a mesma.


Dosagem diária máxima recomendada - 3g (1 colher de chá)