segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Tabela de Calorias



Tabela completa das calorias dos alimentos - por categorias.

Tabela de Calorias Arroz, Pães, Massas, Batata e Mandioca
1 porção = 150 kcal

ALIMENTOS
PESO (g)
MEDIDA CASEIRA
amido de milho
40,0
2 ½ colheres de sopa
angu
105,0
3 colheres de sopa
arroz branco cozido
125,0
4 colheres de sopa
arroz integral cozido
140,0
4 colheres de sopa
batata cozida
175,0
1 ½ unidade
batata inglesa corada picada
90,0
3 colheres de sopa
batata doce cozida
150,0
1 ½ colheres de servir
batata frita (palito)
58,0
1 1/3 colher de servir
batata sauteé
130,0
2 ½ colheres de servir
biscoito tipo “cookies” com gotas de chocolate/ coco
30,0
6 unidades
biscoito tipo “cream cracker”
32,5
5 unidades
biscoito
32,5
5 unidades
biscoito tipo “maisena”
35,0
7 unidades
biscoito tipo “maria”
35,0
7 unidades
biscoito recheado chocolate/doce de leite/ morango
34,0
2 unidades
biscoito tipo “waffer” chocolate/morango/baunilha
30,0
3 unidades
bolo de banana1
50,0
1 fatia pequena
bolo de cenoura1
30,0
1 fatia pequena
bolo de chocolate
50,0
1 fatia
bolo de milho1
50,0
1 fatia
cará cozido/ amassado
126,0
3 ½ colher de sopa
cereal matinal
43,0
1 xícara de chá
farinha de aveia
36,0
2 colheres de sopa
farinha de mandioca
30,0
2 colheres de sopa
farinha de milho
48,0
4 colheres de sopa
farofa de farinha de mandioca
37,0
½ colher de servir
inhame cozido/ amassado
126,0
3 ½ colher de sopa
macarrão cozido
105,0
3 ½ colheres de sopa
mandioca cozida
96,0
3 colheres de sopa
milho verde em espiga1
100,0
1 espiga grande
milho verde em conserva (enlatado)
142,0
7 colheres de sopa
pamonha1
100,0
1 unidade
pãozinho caseiro
55,0
½ unidade
pão de batata1
50,0
1 unidade média
pão de centeio
60,0
2 fatias
pão de forma tradicional
43,0
2 fatias
pão de milho1
70,0
1 unidade média
pão de queijo
40,0
1 unidade
pão francês
50,0
1 unidade
pão hot dog
75,0
1 ½ unidade
pipoca com sal
22,5
2 ½ xícara de chá
polenta frita
80,0
2 fatias
polenta sem molho
200,0
2 fatias
purê de batata
135,0
2 colheres de servir
purê de inhame1
135,0
3 colheres de servir
torrada salgada
40,0
4 unidades
torrada  de fibras
45,0
4 unidades
torrada glúten
50,0
5 unidades
torrada (pão francês)
33,0
6 fatias


Tabela de Calorias Verduras e Legumes
1 porção = 15 kcal

ALIMENTOS
PESO (g)
MEDIDA CASEIRA
Abóbora cozida (menina, japonesa, moranga)
53,0
1 ½ colher de sopa
Abobrinha cozida
81,0
3 colheres de sopa
Acelga cozida
85,0
2 ½ colheres de sopa
Acelga crua (picada)
90,0
9 colheres de sopa
Agrião
130,0
22 ramos
Aipo cru
80,0
2 unidades
Alcachofra cozida
35,0
1/4 unidade
Alface
120,0
15 folhas
Almeirão
65,0
5 folhas
Aspargo em conserva
80,0
8 unidades
Berinjela cozida
60,0
2 colheres de sopa
Bertalha refogada1
25,0
1 colher de sopa
Beterraba cozida
30,0
3 fatias
Beterraba crua ralada
42,0
2 colheres de sopa
Brócolis cozido
60,0
4 ½ colheres de sopa
Broto de alfafa cru
50,0
1 ½ xícara de chá
Broto de feijão cozido
81,0
1 ½ colher de servir
Cenoura cozida (fatias)
35,0
7 fatias
Cenoura cozida (picada)
36,0
1 colher de servir
Cenoura crua (picada)
36,0
1 colher de servir
Chuchu cozido
57,0
2 ½ colheres de sopa
Couve-flor cozida
69,0
3 ramos
Couve manteiga cozida
42,0
1 colher de servir
Ervilha em conserva
13,0
1 colher de sopa
Ervilha fresca
19,5
1 ½ colher  de sopa
Ervilha torta (vagem)
11,0
2 unidades
Escarola
83,0
15 folhas
Espinafre cozido
60,0
3 colheres  de sopa
Jiló cozido
40,0
1 ½ colher de sopa
Maxixe cozido1
120,0
3 colheres de sopa
Mostarda
83,0
8 folhas
Palmito em conserva
100,0
2 unidades
Pepino japonês
130,0
1 unidade
Pepino picado
116,0
4 colheres de sopa
Pimentão cru fatiado (vermelho/ verde)
70,0
10 fatias
Pimentão cru picado (vermelho/ verde)
72,0
3 colheres de sopa
Quiabo cozido
80,0
2 colheres de sopa
Rabanete
102,0
3 unidades
Repolho branco cru (picado)
72,0
6 colheres de sopa
Repolho cozido
75,0
5 colheres de sopa
Repolho roxo cru (picado)
60,0
5 colheres de sopa
Rúcula
83,0
15 folhas
Salsão cru
38,0
2 colheres de sopa
Tomate caqui
75,0
2 ½ fatias
Tomate cereja
70,0
7 unidades
Tomate comum
80,0
4 fatias
Vagem cozida
44,0
2 colheres de sopa


Tabela de Calorias das Frutas
1 porção = 70 kcal

ALIMENTOS
PESO (g)
MEDIDA CASEIRA
abacate
32,0
1 colher de sopa
abacaxi
130,0
1 fatia
acerola
224,0
32 unidades
ameixa-preta seca
30,0
3 unidades
ameixa-vermelha
140,0
4 unidades
banana-prata
86,0
1 unidade
banana nanica
86,0
1 unidade
caju
147,0
2 ½ unidades
caqui
113,0
1 unidade
carambola
220,0
2 unidades
cereja
96,0
24 unidades
damasco seco
30,0
4 unidades
fruta do conde
75,0
½ unidade
goiaba
95,0
½ unidade
jabuticaba
140,0
20 unidades
jaca
132,0
4 bagos
kiwi
154,0
2 unidades
laranja-baia
144,0
8 gomos
laranja-pêra
137,0
1 unidade
limão
252,0
4 unidades
maçã
130,0
1 unidade
mamão formosa
160,0
1 fatia
mamão papaia
141,5
½ unidade
manga
110,0
1 unidade
manga polpa
94,5
½ xícara de chá
maracujá (suco puro)
94,0
½ xícara de chá
melancia
296,0
2 fatias
melão
230,0
2 fatias
morango
240,0
10 unidades
nectarina
184,0
2 unidades
pêra
133,0
1 unidade
pêssego
226,0
2 unidades
salada de frutas (banana, maçã, laranja, mamão)
125,0
½ xícara de chá
suco de abacaxi
125,0
½ copo de requeijão
suco de laranja (puro)
187,0
¾ copo requeijão
suco de melão
170,0
¾ copo de requeijão
suco de tangerina
164,0
¾ copo requeijão
suco de uva (industrializado)
100,0
½ copo requeijão
tangerina/mexerica
148,0
1 unidade
uva comum
99,2
22 uvas
uva itália
99,2
8 uvas
uva rubi
103,0
8 uvas
uva passa
17,0
1 colher de sopa
vitamina (mamão, maçã, banana,  leite)
125,0
½ copo requeijão


Tabela de Calorias dos Feijões
1 porção = 55 kcal

ALIMENTOS
PESO (g)
MEDIDA CASEIRA
ervilha seca cozida
72,5
2 ½ colheres de sopa
feijão branco cozido
48,0
1 ½ colher de sopa
feijão cozido (50 % de caldo)
86,0
1 concha
feijão cozido (somente grãos)
50,0
2 colheres de sopa
feijão preto cozido1
80,0
1 concha média rasa
grão de bico cozido
36,0
1 ½ colheres de sopa
lentilha cozida
48,0
2 colheres de sopa
soja cozida
43,0
1 colher de serviço (arroz)


Tabela de Calorias dos Óleos e Gorduras

1 porção = 73 kcal

ALIMENTOS
PESO (g)
MEDIDA CASEIRA
azeite de dendê
9,2
¾  colher de sopa
azeite
7,6
1 colher de sopa


creme vegetal
14,0
1 colher de sopa


margarina vegetal
9,8
½  colher de sopa
óleo vegetal composto de soja e azeite
8,0
1 colheres de sopa
óleo vegetal de canola
8,0
1 colheres de sopa
óleo vegetal de girassol
8,0
1 colheres de sopa
óleo vegetal de milho
8,0
1 colheres de sopa
óleo vegetal de soja
8,0
1 colheres de sopa


Tabela de Calorias dos Açúcares e Doces
1 porção = 110 kcal

ALIMENTOS
PESO (g)
MEDIDA CASEIRA
açúcar cristal
28,0
1 colher de sopa
açúcar mascavo fino
25,0
1 colher de sopa
açúcar mascavo grosso
27,0
1 ½ colher de sopa
açúcar refinado
28,0
1 colher de sopa
bananada1
40,0
1 unidade média
doce de leite cremoso1
40,0
1 colher de sopa
doce de mamão verde1
80,0
2 colheres de sopa cheias
geléia de frutas1
34,0
1 colher de sopa
goiabada em pasta
45,0
½ fatia
melado1
32,0
2 colheres de sopa



(*) A tabelas são de autoria da Dra. Sonia Tucunduva Philippi – Departamento de Nutrição/FSP/USP. Os cálculos do valor calórico dos alimentos foram realizados com base na “Tabela de Composição de Alimentos: suporte para a decisão nutricional” (PHILIPPI, 2001).
(1) Fonte: Tabela para Avaliação de Consumo Alimentar em Medidas Caseiras” (PINHEIRO et al, 2005). Esta tabela foi utilizada pela  Coordenação Geral da Política Nacional de Alimentação e Nutrição (CGPAN)para incorporação alimentos ou preparações não disponíveis na publicação de PHILIPPI (2001) ou para estabelecimento de porções dos alimentos ou refeições não constantes nas tabelas elaboradas pelo NUT/FSP/USP.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Cálcio: Fontes e Biodisponibilidade


Muitas pessoas escolhem evitar o leite porque ele contém gordura, colesterol, proteínas a que são alérgicas, lactose e frequentes vestígios de contaminação. O leite está também associado a ataques juvenis de diabetes e outras doenças graves. Felizmente, existe uma grande variedade de boas fontes de cálcio.
Manter os teus ossos fortes depende mais de prevenir a perda de cálcio do teu corpo do que de aumentar a ingestão dele.
Algumas culturas não consomem lacticínios e tipicamente ingerem apenas 175 a 475 miligramas de cálcio por dia. Contudo, estas pessoas geralmente têm baixas taxas de osteoporose. Muitos cientistas acreditam que o exercício e outros factores têm mais influência na osteoporose do que a ingestão de cálcio. 

Cálcio no corpo

Quase todo o cálcio no corpo está nos ossos. Há uma pequena quantidade na corrente sanguínea que é responsável por importantes funções como a contracção muscular, a manutenção do ritmo cardíaco e a transmissão de impulsos nervosos.

Nós perdemos constantemente cálcio do sangue através da urina, do suor e das fezes. Este é renovado com cálcio dos ossos. Neste processo, os ossos perdem continuamente cálcio. Este mineral deve ser reposto através da comida.

As necessidades de cálcio mudam pela vida fora. Até aos 30 anos, aproximadamente, consumimos mais cálcio do que perdemos. A ingestão adequada de cálcio durante a infância e adolescência é especialmente importante. Mais tarde, o corpo começa a cair num "desequilíbrio", e os ossos começam a perder mais cálcio do que aquele que absorvem. A perda de demasiado cálcio pode levar a que tenhamos ossos frágeis e osteoporose.

Quão rapidamente o cálcio é perdido depende, em parte, da qualidade e quantidade de proteínas que ingerimos, bem como de outras escolhas dietéticas e de estilo de vida.


Reduzindo a perda de cálcio

Um número de factores afecta a perda de cálcio do corpo:

As dietas que são demasiado ricas em proteínas provocam maior perda de cálcio através da urina. A proteína de origem animal é também mais susceptível de causar perda deste mineral do que a de origem vegetal. Esta pode ser uma razão por que os vegetarianos tendem a ter ossos mais fortes do que os que comem carne.
A cafeína aumenta a taxa de perda de cálcio pela urina.
As dietas ricas em sódio aumentam as perdas de cálcio na urina.
O álcool inibe a absorção deste mineral.
O mineral boro tende a desacelerar a perda de cálcio dos ossos.
O exercício ajuda a conservar os ossos e é um dos factores mais importantes na sua saúde.

Fontes de Cálcio

O exercício e uma dieta moderada em proteínas protegem os ossos. As pessoas que seguem uma dieta baseada em plantas e que têm um estilo de vida activo vão provavelmente ter necessidades de cálcio mais baixas. Contudo, o cálcio é um nutriente essencial para toda a gente. É necessário ingerir comidas ricas neste mineral todos os dias.

A tabela "Cálcio na comida" abaixo dá-te a quantidade deste nutriente encontrada em excelentes fontes vegetais. Uma rápida vista de olhos mostra-te como é fácil satisfazer as necessidades diárias. Os menus exemplo fornecem cada um 1000 miligramas de cálcio.


Cálcio na comida
(conteúdos em miligramas) 

Grãos
Arroz integral (1 chávena, cozinhado) 20
Pão de milho (1 2-oz. por unidade) 133
Tortilha de milho 42
Bolo inglês 92
Panqueca (1/4 chávena; 3 panquecas) 140
Pita (tipo de pão, 1 unidade) 18
Pão branco (1 fatia) 18
Farinha de trigo de uso geral (1 chávena) 22
Farinha de trigo, de qualidade (1 chávena) 238
Farinha de trigo total (1 chávena) 40

Frutos
Pêssego (1 médio) 10
Banana (1 média) 7
Figos secos (10 figos; 187 gramas) 269
Laranja (1 média) 56
Sumo de laranja enriquecido com cálcio (8 oz.) 300*
Pêra (1 média) 19
Passas (2/3 chávena) 53

Vegetais vários
Brócolos (1 chávena, cozidos, congelados) 94
Couves de bruxelas (1 chávena, cozida, 8 unidades) 56
Abóbora (1 chávena, cozido) 84
Cenouras (2 médias, cruas) 38
Couve-flor (1 chávena, cozida) 34
Aipo (1 chávena, cozido) 64
Collards (1 chávena, cozido, congelado) 348
Berzas (1 taza, hervidas, congeladas) 348
Couve-lombarda (1 chávena, cozida) 94
Cebola (1 chávena, cozida) 46
Batata (1 média, assada) 20
Alface romana (1 chávena) 20
Batata doce (1 chávena, cozida) 70

Leguminosas
Feijão preto (1 chávena, cozido) 103
Ervilhas (1 chávena, enlatada) 78
Feijão Great Northern (1 chávena, cozido) 121
Feijão verde (1 chávena, cozido) 58
Ervilhas frescas (1 chávena, cozido) 44
Feijão Kidney beans (1 chávena, cozido) 50
Lentilhas (1 chávena, cozido) 37
Feijão Lima beans (1 chávena, cozido) 32
Feijão Navy beans (1 chávena, cozido) 128
Feijão Pinto beans (1 chávena, cozido) 82
Feijão de soja (1 chávena, cozido) 175
Tofu (1/2 chávena, cru, sólido) 258
Feijão cozido vegetariano (1 chávena) 128
Feijão Wax beans (1 chávena, enlatado) 174
Feijão branco (1 chávena, cozido) 161 


Fonte: J.A.T. Pennington, Bowes and Church`s Food Values of Portions Commonly Used. (New York: Harper and Row, 1989.)
* informação da embalagem 

Referências:
Fonte:


As dietas vegetarianas estritas costumam ter predominância de vegetais, sendo, portanto os vegetais verdes as maiores fontes de cálcio. A biodisponibilidade do cálcio costuma ser menor nesses alimentos, pois eles apresentam substancias inibidoras da absorção do cálcio.
Diversos são os fatores que influenciam na biodisponibilidade do cálcio, porém a quantidade de cálcio presente é mais importante que a biodisponibilidade em si.
Dentre os fatores que interferem nessa absorção, o ácido oxálico, ou oxalato, é considerado o mais potente, sendo os alimentos que contêm ácido oxálico considerados de baixa disponibilidade quanto ao cálcio. O ácido oxálico, muito presente no espinafre, na batata doce e no feijão, por exemplo, interfere na absorção do cálcio, que, ao se tornar insolúvel, é facilmente excretado. A absorção do cálcio do espinafre é de apenas cinco por cento, sendo considerada muito baixa, quando comparada a vinte e sete por cento do leite e derivados.
Portanto, quanto mais oxalato o alimento tiver, menos cálcio será retido. Além de que o oxalato na dieta pode ser envolvido na forma de cálculos renais, sendo em média 75 por cento dos casos de cálculos nos rins devidos à pedra composta por oxalato de cálcio (SLYWITCH, 2006; COZZOLINO, 2007).

Porém, alimentos com ácido oxálico não necessitam ser deixados de lado, pois existem maneiras para se reduzir o conteúdo do ácido oxálico nos alimentos. Um ótimo jeito é ferver os vegetais ricos nesta substância e descartar a água de cocção. Mas por não serem todos os alimentos preparados desta maneira é necessário aumentar a ingestão de alimentos ricos em cálcio, quando se tratar de uma dieta rica em ácido oxálico (COZZOLINO, 2007).

O ácido fítico ou fitato é uma substância que acompanha a fibra e é a forma de armazenamento de fósforo em sementes. Também reduz a biodisponibilidade do cálcio, porém é considerado um inibidor moderado. Os feijões crus, os cereais, isolados de soja, sementes e castanhas são alimentos com alto teor de oxalato (COZZOLINO, 2007).

Entretanto, alguns alimentos que apresentam bastante oxalato e fitato, como a soja, curiosamente preservam uma boa assimilação de cálcio.
Outra questão importante a se considerar é a relação do cálcio com o sal, pois o cálcio e o sódio compartilham do mesmo sistema de transporte no túbulo renal proximal. Portanto, se houver uma ingestão de sódio acima da recomendada vai resultar em aumento do sódio urinário, e a excreção urinária do excesso de sódio vai excretar o cálcio junto. Em cada 2.300 miligramas de sódio excretado, vão junto 40 a 60 miligramas de cálcio. Essa perda de cálcio na urina é responsável em média por 50 por cento na variabilidade de retenção de cálcio, portanto pode-se concluir que a ingestão de sódio influencia muito a perda óssea. Usando-se por tempo prolongado um alto teor de sódio pode acarretar em perda de 7.5 a 10 por cento do estoque de cálcio num período de 10 anos (COZZOLINO, 2007; SILWITCH, 2006).

Além do sódio, o excesso de proteína também aumenta a excreção urinária de cálcio. Cada grama de proteína metabolizada vai aumentar os níveis de cálcio urinário em 1.75 miligramas, em média. Portanto, se uma pessoa dobrar a quantidade protéica da sua dieta vai aumentar em 50 por cento essa excreção urinária de cálcio. Por outro lado, alimentos que contêm bastante proteína também apresentam fósforo em sua composição, o qual tem efeito hipocalciúrico, melhorando esse efeito da proteína.
De qualquer forma, é necessário garantir a adequada ingestão protéica, para não exceder a recomendação, ajudando assim a evitar o desenvolvimento de osteoporose. Além de que o consumo protéico adequado aumenta a absorção do cálcio em 8 por cento.
A proteína que mais influencia nessa perda urinária de cálcio, quando em excesso, é a animal, pois apresenta um alto teor de aminoácidos sulfurados (COZZOLINO, 2007; SLYWITCH, 2006).

Dentre os fatores que aumentam a absorção de cálcio estão inclusos a ingestão adequada de vitamina D, que participa na retenção do cálcio ingerido  e de proteína, que quando em excesso faz com que parte do cálcio seja eliminado junto na urina.
A absorção de cálcio de vegetais com baixo teor de oxalato, como brócolis e couve, varia de 52 a 59%, comparada a 32% para o leite. A absorção de cálcio de outros alimentos, como feijão, nozes e sementes, é consideravelmente mais baixa.
Não há diferença significativa na absorção de cálcio de dietas vegetarianas e dietas onívoras. Isso demonstra que as quantidades de fitato, oxalato e fibra dietética nas dietas vegetarianas não afetam a absorção do cálcio.

O cálcio ingerido pelos vegetarianos que utilizam leite e derivados costuma ser adequado, pois o leite e seus deriavados são os maiores fornecedores de cálcio. Os vegetarianos estritos tendem a apresentar uma ingestão de cálcio entre 500 a 700 miligramas por dia, sendo a recomendação diária de 1.000 miligramas. O aconselhamento dietético, no sentido de se introduzir mais alimentos de boa biodisponibilidade de cálcio, assim como os de menor teor de ácido oxálico, pode corrigir essa deficiência.

No que diz respeito ao cálcio e à saúde óssea, os vegetarianos tendem a ter maior produção de vitamina D2, maior ingestão de fitoestrógenos, consumo mais adequado de proteínas e alimentos de cinzas alcalinizantes, que podem favorecer a saúde óssea, demonstrando que a saúde óssea de vegetarianos costuma ser semelhante à dos onívoros (SLYWITCH, COUCEIRO e LENZ, 2008; COZZOLINO, 2007).

A boa utilização do cálcio pelo organismo varia muito de uma fonte alimentar para outra. O brócolis apresenta um melhor índice de biodisponibilidade comparado ao feijão branco, porém deve-se considerar a quantidade ingerida. Pois o feijão é menos biodisponível, porém o ingerimos em maior quantidade do que o brócolis e outros vegetais.

Teor de Oxalato nos Alimentos

Alimento Mg de oxalato/100g
Espinafre cozido 750
Ruibarbo enlatado 600
Beterraba Cozida 675
Acelga suíça 654
Cacau em pó 623
Pimenta 419
Canela moída 362
Germe de trigo 299
Pecãs 202
Amendoim torrado 187
Quiabo 146
Manjericão 115
Salsa Crua 100
Alho Poro 89
Couve 74
Escarola 31
Fonte: SLYWITCH, 2006.


Biodisponibilidade do cálcio
Alimento Biodisponibilidade
Brócolis 61%
Repolho – chinês 54%
Couve 49%
Mostarda chinesa 40%
Tofu com cálcio 31%
Feijão azuki 24%
Batata doce 22%
Feijão branco 22%
Ruibarbo 9%
Espinafre 5%

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Como fazer ambientadores caseiros

No artigo de hoje vamos ensinar a criar os seus próprios ambientadores caseiros, com produtos simples e baratos e de uma forma simples. Aprenda a criar ambientadores com produtos caseiros!
Ter uma casa acolhedora e agradável depende de diversos fatores que afetam os nossos sentidos – as cores que vemos, as texturas que tocamos, os sons que ouvimos, os aromas que cheiramos… E centrando-nos exclusivamente no olfato, é fácil entender como a perceção dos odores pode melhorar ou prejudicar a nossa vivência em casa. Aliás, em dicas anteriores já mostrámos como escolher bons aromas para a sua casa tendo em conta a função e necessidade de cada divisão.
Agora que já sabe um pouco mais sobre as diferentes opções que tem para aromatizar corretamente o seu lar, passamos à fase seguinte. Apesar de hoje em dia ter à sua disposição uma vasta gama de produtos em diversas superfícies comerciais, a verdade é que pode sempre tentar inovar um pouco e experimentar algo diferente e mais pessoal. Porquê não preparar você mesmo alguns produtos caseiros para perfumar a sua casa? Livre-se de maus odores e consiga um ambiente mais leve e aprazível!
A ideia passa também por dar largas à imaginação e principalmente ter à sua disposição uma alternativa mais económica e até ecológica. Os ambientadores caseiros permitem-lhe poupar algum dinheiro (pois não precisa de comprar muito material para os fazer) e muitas vezes pode mesmo aproveitar coisas que já tem em casa – como reutilizar frascos de vidro de perfumes, compotas, especiarias, iogurtes, etc.

Ambientador de varetas
Ambientador de Varetas
Materiais que irá precisar:
  • 1 frasco pequeno de preferência de vidro (não é necessário comprar, pode reutilizar qualquer frasco que tenha em casa: basta lavar e secar bem previamente);
  • Algumas varetas de madeira (típicas para churrasco);
  • 70 ml de óleo de amêndoas doces;
  • 30 gotas de óleo essencial à sua escolha;
  • Opcional: elementos para decorar o frasco ao seu gosto (como laços, fitas, etc).
Como fazer:
Deite o óleo de amêndoas doces e o óleo essencial para dentro do frasco. Corte as varetas de madeira ao meio e coloque-as também dentro deste, podendo depois decorá-lo como mais gostar.
Outras dicas:
Para tirar maior proveito deste ambientador e prolongar o seu aroma por mais tempo, basta virar as varetas todas as semanas.
Ambientador vaporizador de óleos essenciais

Ambientador de Óleos Essenciais

Materiais que irá precisar:
  • 1 frasco vaporizador;
  • 15 gotas de óleo essencial de alfazema;
  • 10 gotas de óleo essencial de laranja;
  • 1 colher (chá) de vodka;
  • 500 ml de água.
Como fazer:
Coloque os dois óleos essenciais e a vodka no frasco vaporizador, agitando bem. Por fim, adicione a água e agite novamente para conseguir uma boa mistura. Está pronto a usar!
Outras dicas:
Tenha em consideração que deverá vaporizar pouco de cada vez e sem o fazer diretamente para os móveis e outros objetos.
Ao utilizar alfazema e laranja conseguirá um aroma refrescante e algo energético, mas se no entanto pretender algo mais calmo e refrescante, poderá utilizar óleos diferentes. Experimente por exemplo uma mistura de óleo de pinho com óleo de sândalo (cerca de 15 gotas de cada um).

Ambientador de gelatina

Ambientador de Gelatina

Material que irá precisar:
  • Frascos de vidro com tampa (pode aproveitar para reutilizar frascos de compotas por exemplo);
  • 1 pacote de gelatina Vegetal do sabor que preferir;
  • 125 ml de água a ferver;
  • 125 ml de água fria;
  • 30 ml de vodca;
  • 12 ml de óleo essencial à sua escolha.
Como fazer:
Comece por preparar a gelatina normalmente. Adicione a mesma quantidade em água fria e por fim junte-lhe a vodca e o óleo essencial, continuando sempre a mexer.
Quando o resultado lhe parecer homogéneo, distribua-o pelos frascos de vidro (devidamente limpos) e deixe repousar para arrefecer e solidificar.
Outras dicas:
Ao utilizar este ambientador, lembre-se de tapar o frasco quando não quiser usufruir dele – assim o aroma prolonga-se por mais tempo. Este tipo de ambientador caseiro é uma opção bastante simples e acessível, que oferece um aroma suave e ao seu gosto. É também uma forma original de trazer harmonia para a sua casa – experimente!

Ambientador de pano e algodão

Ambientador de pano e algodão

Material que irá precisar:
  • Óleo essencial à sua escolha;
  • Algumas bolas de algodão;
  • Tecido cortado em círculos (aproveite restos de tecido que já não precise);
  • Fita, cordel ou linha.
Como fazer:
Pegue nas bolas de algodão e embebeda-as no óleo essencial. A quantidade das bolas de algodão depende unicamente do tamanho do ambientador que deseja fazer. Coloque um conjunto de bolas por cima de cada círculo de pano e amarre com a fita, cordel ou linha à sua escolha.
Outras dicas:
Se tiver aptidão para a costura e desejar um acabamento mais cuidado, faça pequenos sacos de pano em vez de utilizar apenas os círculos de pano.
Ao contrário das soluções anteriores, este ambientador destina-se especificamente ao interior de guarda-roupas e outros móveis, deixando um aroma agradável na sua roupa. Pode pendurá-los em cabides, no varão ou simplesmente colocá-los em gavetas.
Siga algumas destas nossas dicas e deixe a sua casa levemente perfumada e consequentemente mais acolhedora a agradável para toda a família! Tem outras dicas que queira partilhar?
fonte: dicascaseiras


Aromatizadores Naturais

domingo, 30 de novembro de 2014

Óleos e Protecção Solar


Óleos com propriedades que protegem de raios UV:

Óleo de semente de cenoura: SPF 38-402.
Óleo de semente de framboesa: SPF 28-503. 
Óleo de gérmen de trigo: SPF 204. 
Óleo de abacate: SPF 4-155. 
Óleo de coco: SPF 2-86.
Óleo de Macadamia: SPF 68. 
Óleo de Amêndoas: SPF 59. 
Manteiga de Karité: SPF 3-610. 
Óleo de Jojoba: SPF 4
Azeite: SPF 2-87.


 Certifique-se de testar estes óleos em sua pele antes de usá-los para se certificar de que você não tem reações adversas. Teste os óleos ao longo de vários dias para garantir que não haja reações adversas.

Protetor solar Natural
7 coisas surpreendentes que você provavelmente não sabe sobre a exposição à luz solar e os protetores solares
Os bebés precisam de usar protector solar?!



Óleo de coco
Este é um alimento com diversas possibilidades de aplicação. Você pode usá-lo para fazer limpeza de pele, desobstruir os poros e diminuir as acnes. Pode aplicar nos cabelos e remover maquiagem, inclusive na área dos olhos. Óleo de coco é melhor para pele oleosa, pois é rico em ácido láurico e tem componentes antibacterianos e antimicrobianos. No entanto, o uso excessivo na pele normal pode secar o rosto e corpo.
O óleo de coco possui SPF de 10, ou seja, seu fator de proteção contra os raios solares é de 10. Pode até parecer baixo, mas não é! Estudos revelaram que um protetor solar com SPF 15 pode bloquear até 93% dos raios UVB. Já os protetores com SPF 30 bloqueiam cerca de 97%, e um com SPF 50 bloqueia 98%. Além disso, o óleo de coco não bloqueia por completo os raios UVB, que são necessários para a síntese de vitamina D que, por sua vez, é essencial para a fixação do cálcio nos nossos ossos.
De acordo com Bruce Fife, ND, autor de “Coconut Cures: Preventing and Treating Common Health Problems with Coconut Oil”, o óleo de coco aplicado na pele protege contra queimaduras solares, protegendo a pele e os tecidos subjacentes contra os danos que a exposição excessiva ao sol pode causar. Em vez de queimaduras e pele vermelha, produz um bronzeado suave, dependendo da quantidade de tempo que exposição ao sol. Contudo, Bruce Fife alerta para os riscos da utilização de óleo de coco hidrolisado ou processado. Devemos certificar-nos que o óleo de coco é puro e não processado.
Outra vantagem de utilizarmos o óleo de coco no lugar dos protetores convencionais é que o óleo de coco é livre de substâncias tóxicas e, ainda, hidrata a nossa pele!


Para que serve cada óleo?

Óleo de rícino:
excelente para hidratar e humedecer a pele. Possui acção antioxidante, combatendo o envelhecimento.
Óleo de argão: fornece vitaminas para a pele deixando-a mais saudável, principalmente para quem tem problemas com acnes. O óleo é antioxidante, o que o torna um excelente combatente ao envelhecimento.
Óleo de uva: ajuda a controlar a produção natural de óleo, combatendo a oleosidade natural da pele. Além disso combate o envelhecimento e fornece vitaminas.
Óleo de camomila: é ideal para acalmar a pele, aliviando irritações e vermelhidão. Tem acção anti-inflamatória, sendo bom para quem tem pele sensível.
Óleo de coco: hidratante natural que oferece nutrição e saúde para a pele.
Óleo de amêndoas: é bom para tratar peles muito secas.
Óleo de lavanda: ideal para quem busca o clareamento da pele. Possui acção reparadora e hidratante.
Óleo de girassol: tem alto poder de hidratação da pele e de manutenção da barreira cutânea. Para peles mistas.
Óleo de abacate: benéfico para a pele seca e pode até mesmo ser usado para ajudar a tratar o eczema.
Azeite: excelente hidratante até mesmo para os cabelos. O azeite também pode ser usado para remover maquiagem e limpar a pele.



Propriedades dos óleos vegetais e essenciais e suas utilizações na saúde, beleza e proteção da pele

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Beringela


A beringela é um ingrediente comum na cozinha indiana, grega e francesa. É oriunda da Índia e parte do sudoeste Asiático, mas o seu cultivo estendeu-se a todo o mundo. 
A beringela crua é um vegetal/fruto muito pouco calórico, com apenas 16 calorias em 100 gramas. É muito rica em água (93%) e fornece boas quantidades de potássio (200 mg/100g de beringela). Contribui com fibra alimentar (2,5 g/100 g), cálcio (10 mg/100 g) e fósforo (12 mg/100 g de beringela). É uma planta herbácea da família das solanáceas (que inclui a batata, o tomate, o pepino e o pimento). Os seus frutos são geralmente de cor violeta ou roxo escuro e de forma alongada, embora existam variedades redondas e de cor amarela ou branca.
O responsável pela cor púrpura e brilhante da casca da beringela é um tipo de fitoquímico, da família dos compostos fenólicos, chamada antocianina. Estudos laboratoriais revelam que esta substância actua como antioxidante, impedindo a acção nefasta dos radicais livres de oxigénio. Isto ajuda a proteger o organismo dos danos celulares, nomeadamente com propriedades anticancerígenas, e a reduzir a oxidação do colesterol e consequente risco de arterosclerose.

O consumo regular de sumo de beringela mostrou-se útil na diminuição dos níveis de colesterol total, promovendo a saúde dos vasos sanguíneos. É igualmente indicado o seu consumo em dietas que visem baixar a tensão arterial.
Apesar de ser pouco calórica e não ter gordura na sua composição, a beringela tem a capacidade de absorver grandes quantidades de gordura na sua preparação. Não deve por isso ser frita nem ser cozinhada com muita gordura.


Como tirar o sabor amargo da beringela
Salgar as beringelas antes de as cozinhar ajuda a eliminar o suco de sabor amargo e reduz a humidade. Ao tornar a polpa menos densa, este processo impede que a polpa absorva tanta gordura. Corta-as às rodelas ou em cubos, salpica-as com sal e deixa-as em repouso durante 30 minutos. Depois passa-as por água, enxagua-as com papel absorvente e cozinha. O aço comum oxida rapidamente a polpa da beringela (fica escura), por isso deves cortá-la com uma faca de aço inoxidável.
Na escolha das beringelas, procura as que se encontrem bem rijas, com a pele polida, brilhante e sem manchas. São de evitar as que estiverem verdes e prefere as que ainda tiverem o pedúnculo e o cálice. 

domingo, 9 de novembro de 2014

Pesquisa mostra que 50% dos derivados de arroz ultrapassam os limites de arsênio

Cereais assassinos? 


Uma nova pesquisa descobriu que mais da metade dos produtos fabricados com arroz na Grã-Bretanha, possuem níveis altos, acima da média permitida, de arsênio.









Os produtos incluem o cereal Rice Krispies, da Kellogg’s, e Smooth Baby Rice, da Heinz.
A União Europeia definiu novos níveis máximos de arsênio que produtos alimentícios podem conter – o que não ocorria anteriormente. De acordo com as análises, água e outros tipos de comida possuem níveis aceitáveis, o que não ocorreu com o arroz, que possuía níveis preocupantes e que excediam os limites estabelecidos.

O Channel 4, canal de TV da Grã-Bretanha, irá exibir um programa hoje à noite com os dados dos testes de 81 produtos. Os estudos foram financiados pelo Institute for Global Food Security e realizados na Queen’s University. Eles descobriram que 58% dos produtos excedem os novos limites estabelecidos de arsênio em produtos infantis, que deverão entrar em vigor em alguns meses.
Embora existisse limites rígidos para a quantidade de arsênio permitido na água, não existiam limites máximos que os alimentos podem conter – o que preocupa cientistas que afirmam que podem haver problemas de saúde com a exposição a este elemento que é um verdadeiro veneno para as células.

As novas recomendações da UE propostas vão limitar a 200 partes por bilhão (ppb) de arsénio para adultos e apenas a 100 ppb para crianças e bebês.

Mesmo cereais orgânicos derivados de arroz possuíam níveis altos, com até 323 ppb.
As novas regras irão obrigar os fabricantes a controlarem de modo rígido os níveis em seus produtos, reformulando a composição, ou serão obrigados a removê-los das lojas de toda a Europa.
Enquanto não é prejudicial em pequenas quantidades para os seres humanos, os cientistas dizem que a exposição a altos níveis de arsênio inorgânico durante um período prolongado, pode levar ao câncer ou doença cardíaca.

O professor de Ciências Biológicas, Andrew Meharg, da Queen’s University, disse: "A União Europeia vai definir normas para níveis de arsênico no arroz usado em comida infantil em no máximo 100 ppb. Mesmo assim, em minha estimativa, é extremamente elevado, ele deveria ser, pelo menos, 50 ppb”.
Ele prossegue: "Os limites são definidos de modo a não perturbar o comércio de arroz, em vez de priorizar os riscos para a saúde humana”.

Na Grã-Bretanha, o consumo de arroz aumentou mais de 5 vezes nos últimos 40 anos.

De acordo com o portal DailyMail, as marcas Kellogg’s, Organix e Boots emitiram nota afirmando que levam a segurança em seus produtos muito à sério.

A Boots afirmou que continuará a trabalhar estreitamente com os fornecedores e especialistas de regulação para garantir que seus alimentos para bebê sejam totalmente seguros, em conformidade com os regulamentos futuros.

A Organix disse ao Channel 4 que vai testar seus alimentos de forma rigorosa e que os pais não devem ter nenhum motivo de preocupação. Acrescentou ainda que  parabeniza as novas propostas de regulamentação e que vão atender as futuras alterações legislativas.

A Kellogg’s afirmou que seus cereais não estão na categoria de alimentos para lactantes e crianças jovens. Um porta-voz da empresa disse: "O teste que fizemos mostra que os níveis estão dentro dos limites mais atualizados propostas. Vamos continuar a trabalhar com as agências governamentais, cientistas, acadêmicos e outros na indústria alimentar a nível global para rever os dados sobre este tema".



Foto: Reprodução / DailyMail / GoldenRice / Duke
Fonte

Os Melhores, os Piores, Essenciais, Antioxidantes, Alcalinos e Ácidos

Os 10 piores Alimentos para consumo 
– Açúcar Refinado
Trigo (glúten)
Leite Animal
Sal Refinado
Refrigerante
Carne Vermelha e Branca
Farinhas Brancas
Alimentos Fritos
Alimentos Industrializados
Óleo Vegetal

Os Melhores Alimentos para consumo

-Leite Materno
-Óleo de côco;
-Quinoa (cada 100 gramas contém 15 g de proteínas, 68 g de carboidratos, 9,5 g de ferro, 286 mg de fósforo, 112 mg de cálcio e 5 g de fibras).
-Chá Verde
-Azeite Oliva
-Açafrão da Terra
-Alho
-Brócolos
- Abacaxi

Os 5 Nutrientes Essenciais para saúde plena

-O Rei ( Cloreto de Magnésio)
-O Iodo
-A Vitamina D
-Ómega 3
-Cálcio 

Os Principais Antioxidantes 

-Carotenoides 
-Vitamina A
-Vitamina C e E;
-Selénio,
-Flavonoides,

-Zinco e Cobre

Alimentos Acidificantes:
(Devem ser eliminados da dieta)


Alimentos Alcalinizantes:
( Devem ser introduzidos a dieta)





adaptado de curasnaturais

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Açúcar de Coco


O açúcar de Coco tem feito parte da culinária e do grupo das ervas medicinais usadas no sudueste asiático por muito tempo, especialmente por pessoas que buscam uma alimentação mais saudável ou que sofram de problemas de diabetes.
O Açúcar de Coco é um dos adoçantes mais saudáveis e dos melhores substitutos do açucar pelos benefícios que oferece.
O Açúcar de Coco é extraído do fluido das flôres da Palma de Coco, quando as folhas são colhidas, o seu nectar é retirado e aquecido ligeiramente numa caldeira ficando um caramelo espesso, ao arrefer é triturado em pequenos cristais. Estes cristais dissolvem-se facilmente e dão um agradável sabor doce a todas as receitas.
O Açúcar de Coco é muito mais nutritivo que os outros adoçantes comuns comercializados, tem elevada quantidade de Potássio, Magnésio, Zinco e Ferro e é uma fonte natural de Vitaminas B1, B2, B3 e B6.
O sabor do Açúcar de Coco é muito parecido com o sabor do açúcar castanho, mas tem um indice glicémico muito mais baixo (Gi=35) sendo assim menos perigoso para a saúde que o açúcar normal (Gi=68). Isto quer dizer que o Açúcar de Coco produz uma libertação lenta de energia e não produz os altos e baixos do açúcar. O maior componente do açúcar de Coco é a sucrose (70-79%) seguido de glocose(3%) e frutose (9%).
Muitos estudos já foram feitos com sucrose e frutose e novas pesquisas mostram que o consumo elevado de frutose pode ser prejudicial para a saúde.
O Açúcar de Coco é um adoçante não processado, não adulterado, não filtrado, não contém preservativos e é 100% natural.
O Açúcar de Coco é conhecido por ser o adoçante mais sustentável do mundo. As palmas de Coco que são diferentes das de onde se extrai o óleo de Palma, produzem 75% mais açúcar que a cana de açúcar e requerem menos água e nutrientes.
A Palmas de Coco são também chamadas árvores da vida, por estarem na origem de mais de 100 produtos diferentes e serem assim muito úteis aos agricultores, pois delas podem fazer muitos usos.
O Açúcar de Coco pode ser usado como substituto do açúcar nas receitas e é equivalente 1:1 em quantidades ao açúcar normal.

Modo de usar - Como um adoçante de forma semelhante ao açúcar de cana, para adoçar bebidas, receitas doces, pode ser também aquecido e usado em receitas cozinhadas como bolos, pudins e doces tal como o açúcar normal, usado em receitas como substituto do açúcar normal a quantidade a usar será a mesma.

Dosagem diária máxima recomendada - 3g (1 colher de chá)


Fonte: Biosamara