sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Demolhar e cozer Cereais e Pseudo-Cereais

Demolhe sempre Cereais e Leguminosas. 
Ao demolhar estamos a iniciar o processo de germinação, o que dá aos alimentos maior valor nutricional.

No caso dos Cereais, como o arroz, o trigo, o centeio, a cevada, o kamut, millet, e Pseudo-Cereais, amaranto, a quinua e o trigo sarraceno o melhor será colocá-los a demolhar algum tempo, diminuindo assim o tempo de cozedura.

No caso do arroz integral, é aconselhável demolhá-lo sempre antes de o cozinhar - não só fica muito mais saboroso, como isso ajuda a desdobrar o ácido fítico, tornando muito mais fácil a absorção de diferentes oligoelementos, particularmente zinco.

. Os cereais deverão ser lavados, para retirar pequenas pedras e areias.
. No caso de alguns cereais mais rijos, como o arroz, o trigo, o centeio, a cevada, o kamut, o melhor será colocá-los a demolhar algum tempo, diminuindo assim o tempo de cozedura.
. No caso do arroz integral, é aconselhável demolhá-lo sempre antes de o cozinhar - não só fica muito mais saboroso, como isso ajuda a desdobrar o ácido fítico, tornando muito mais fácil a absorção de diferentes oligoelementos, particularmente zinco.

. Eu particularmente gosto de lavar o cereal e tostá-lo um pouco e depois colocar a água da cozedura. Fica mais saboroso e ajuda ao processo de expansão do mesmo.



Cereal
     Cozedura
Amaranto
25 Minutos
Cevada
90 Minutos
Trigo Sarraceno
32 Minutos
Kasha
20 Minutos
Bulgour
15 Minutos
Kamut
120 Minutos
Millet
35 Minutos
Cevada Perolada
40 Minutos
Flocos Cevada
20 Minutos
Arroz Branco
25 Minutos
Arroz Integral
45 Minutos
Kamut Flocos
12 Minutos
Kamut Partido
10 Minutos
Aveia em Grão
90 Minutos
Quinoa
20 Minutos
Quinoa Vermelha
12 Minutos
Centeio em Grão
90 Minutos
Centeio Flocos
30 Minutos
Espelta
120 Minutos
Trigo Partido
25 Minutos
Trigo em Grão
120 Minutos

domingo, 17 de agosto de 2014

Alfaces

 

A alface é uma planta herbácea rica em nutrientes e clorofila; e tem a função de alcalinizar e desintoxicar — principalmente o fígado. Esta hortaliça constitui uma importante fonte de vitaminas (A, C e niacina) e sais minerais (sais de enxofre, fósforo, ferro, cálcio e silício).

A tal da folha verde-clara tem um gosto mais suave, e muitas vezes acaba sendo deixada de lado, por acharem que ela não contém tantas vitaminas e minerais quanto as folhas de um verde mais escuro. Afinal, normalmente, quanto mais viva a cor de um vegetal, maior a quantidade de fitoquímicos ele tem. No entanto, a alface tem sim muitos nutrientes.

E, ainda, essa verdura tem um trunfo quando o assunto é ansiedade: graças a uma substância chamada lactucina, um composto com efeito calmante e relaxante que ajuda até mesmo em casos de insônia. Você pode encontrá-la principalmente no talo do alimento.

Como os outros vegetais verdes folhosos, a alface contém ácido fólico, que atua na síntese dos neurotransmissores como a serotonina, dopamina e noradrenalina. Estes, quando em quantidade adequada em nosso cérebro, ajudam a regular as sensações de ansiedade. Além disso, a alface também ajuda na produção de aminoácidos no nosso corpo, e muitos deles atuam nesses neurotransmissores importantes para o bem-estar emocional.

Fibras que Ajudam o Intestino a Trabalhar

A alface, como a maior parte dos vegetais folhosos, é rica em fibras, que melhoram o trânsito intestinal. Uma dessas fibras é a pectina, uma fibra solúvel considerada poderosa. Ela forma um gel que, quando em contato com a água do bolo alimentar, permite que a glicose seja liberada mais lentamente, evitando picos elevados na glicemia do sangue. Isso é bom não só para prevenir e controlar diabetes do tipo 2, mas também para impedir a sensação de satisfação rápida e superficial causada pelo açúcar — que sempre termina em mais ansiedade.

Calmante Natural

A alface tem propriedade calmante, sendo capaz de tratar casos de insônia. A hortaliça ajuda as pessoas a ter um sono reparador e a controlar os acessos de histeria. Aconselha-se consumir alface à noite para dormir melhor, principalmente quando seu suco é adicionado a uma bebida quente.



Tabela Nutricional (quantidade 100g), 16 cal

NutrientesQuantidade por 112g
Vitamina K114.80 mcg
Vitamina A2912.00 IU
Vitamina C26.88 mg
Folatos151.98 mcg
Magnésio0.71 mg
Crômio15.68 mcg
Potássio324.80 mg
Molibdénio6.72 mcg
Fibras1.90 g
Vitamina B1 (tiamina)0.11 mg
Ferro1.23 mg
Vitamina B2 (riboflavina)0.11 mg
Fósforo50.40 mg
Cálcio40.32 mg
Proteínas1.81 g
Ácidos Ômega 30.08 g
Triptofanos0.01 g
Vitamina B3 (niacina)0.56 mg
Vitamina B6 (piridoxina)0.05 mg

Conservação
 A alface é uma hortaliça que estraga rápido. Fora da geladeira, deve ser mantida com a parte de baixo dentro de uma vasilha com água ou dentro de saco plástico aberto, em local bem fresco por até um dia. Quando conservada em geladeira, deve ser mantida em saco plástico ou em uma vasilha de plástico tampada, retirando-se as folhas de acordo com a necessidade de consumo.


Os 7 tipos de alface

Alface Americana: Tem o formato de uma bola, devido as folhas se envolverem no formato das outras. Se adapta melhor ao calor de outros alimentos sem danificar crocância e sabor. Muito utilizada em sanduíches e saladas que contém ingredientes quentes, esta alface possui um valor nutritivo bem inferior comparada aos oputros tipos.


Alface Crespa: Rica em fibras, auxilia na digestão e no bom funcionamento do intestino, além de apresentar pequenosteores de minerais como cálcio e fósforo. Tem o formato semelhante a alface lisa com folhas soltas, porém forma pequena ondinhas no topo das folhas



Alface Frisada: É conhecida também como alface frisée. Contém quantidades razoáveis de vitamina A, niacina, vitamina C, cálcio, fósforo e ferro. Não é um tipo de alface fácil de encontrar à venda. Perfeito para ser usado em saladas que levam acompanhamentos de sabores fortes. 





Alface Lisa: Possui sabor suave, folhas solta e, como o próprio nome diz, lisas. É o tipo de alface mais utilizado no Brasil.



Alface Mimosa: Pode ser encpontrada na versão roxa também. Tem as folhas bastante entrecortadas que lembram os formatos de galhos de arvores. Esta alface é super delicada e muito saborosa.




Alface Romana: Com folhas verde-escuras, longas e crespas, este alface também contém folhas soltas. 




 Alface Roxa: Contém uma quantidade maior de antioxidantes comparada às outras alfaces.





quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Shirataki de Konjac


O Shirataki de Konjac

Esta espécie de massa é conhecido como "O Shirataki de Konjac" , tem 97% de água e 3% de fibras solúveis, tem menos de 10 calorias, não tem hidratos de carbono, nem glúten.

O que é que o Konjac ?

O Konjac é uma raiz utilizada na alimentação tradicional japonesa, cultivada na Indonésia e no Japão como legume. Esta planta parece uma grande beterraba e pode pesar até 4 kg. 
Desconhecido no ocidente, este alimento é, na Ásia, tão popular como o arroz.

Os benefícios do Konjac:

Nos costumes asiáticos, a farinha de konjac é um ingrediente culinário que se emprega desde tempos imemoriais. Nestes países, conhecem-se há muito tempo os benefícios das fibras na saúde, desta feita, o konjac pertence à família das fibras solúveis, assim como o farelo de aveia.

A sua utilização:

Encontra-se em forma de massa (esparguete, penne, tagiatelle) ou arroz, têm uma consistência mole e tem pouco ou nenhum sabor.

É fácil de preparar e adquire o sabor do molho ou dos temperos que irá usar.







À venda aqui : 
  • Hipermercados: JUMBO, CONTINENTE (alguns), Corte Inglês ou Dietéticas/Ervanárias ( Sovex Slim pasta / rice / noodles)

fonte asdeliciasdasguerreiras

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Alimentação que protege a pele dos raios solares


Verão, muito sol, calor, praia e mar.
Uma combinação perfeita, mas para a pele pode haver um grande sofrimento.
Você sabia que o que você está comendo pode funcionar como um protector solar interno ou tornar mais intenso o efeito do sol?

A alimentação pode aumentar os danos causados pelo sol, ou reduzi-los, conforme muitos pesquisadores da área.


Qual a composição do sumo que ajuda a proteger?

Que tal usar frutas e verduras de cor vermelha, amarela e laranja, muito eficientes para proteger a pele, como melancia, tomate, laranja e cenoura! Além destes, vale a pena investir na abóbora, couve e brócolis, muito ricos nestas mesmas substâncias antioxidantes que protegem a pele dos raios UV, o carotenos.

Carotenos 
São pigmentos orgânicos pertencentes ao grupo dos carotenoides  responsáveis pelas cores amarela, vermelha, verde e alaranjada de vegetais, algas, fungos, da gema do ovo e da manteiga. Trata-se de substâncias essenciais para a manutenção da vida e impossível de serem sintetizadas por organismos vivos, sendo necessário, então, adquiri-lo através da alimentação.
Outras pesquisas também mostraram que comer castanhas do Pará, amêndoas, nozes, azeite extravirgem, verduras e frutas em geral, protegem a pele dos males do sol.

 Ainda interessante lembrar que a salsa, aipo, endro, coentro e figo contém psoraleno, uma substância fotossensibilizante, ou seja, que pode tornar a pele mais sensível aos danos causados pela radiação UV. Assim, evite sempre que for possível!

Dicas para alimentação no verão:

Uvas – uma cháv/xic por dia

Chá verde ou chá preto – uma cháv/xic por dia

Azeite extravirgem – 1 colher de sopa por dia

Melancia – aproveite, e coma uma fatia, pelo menos 3x por semana

Vegetais verdes escuros, como rúcula, couve, espinafre: coma uma porção de algum deles diariamente;

Água: a necessidade de cada um pode variar de 1,5 a 3 litros por dia. 

Alimentos protegem contra efeitos do sol



Dá para proteger a pele dos danos do sol escolhendo os alimentos certos.
A ingestão de vegetais ricos em betacaroteno, como brócolis, cenoura, pimentão e tomate, combate a ação dos radicais livres que é acelerada pelos raios UV.

O efeito vai desde um bronzeado duradouro até a redução da vermelhidão. Os benefícios da comida se tornam mais evidentes após um mês de consumo.

Outros aliados da pele são o chá-verde e o cacau, ricos em antioxidantes. O chá deve ser consumido com moderação, porque é diurético (acelera a perda de líquidos).

Ingredientes
1 cháv/xic (chá) de brócolis (2 vezes por semana)
2 quadradinhos de chocolate amargo (3 vezes por semana)
3 colheres (sopa) de cenoura ralada (3 vezes por semana)
1 prato de sobremesa de folhas de agrião (todos os dias)
3 colheres (sopa) de manga picada (2 vezes por semana)


BRÓCOLIS
Rico em betacaroteno, seu consumo pode reduzir a vermelhidão da pele em até 40%. A porção ideal é 1 cháv/xic  de chá, 2 vezes por semana

CHOCOLATE AMARGO
Estimula a circulação do sangue, dá melhor textura à pele e reduz a vermelhidão. Dois quadradinhos, 3 vezes por semana, são suficientes

CENOURA
Para evitar excesso de betacaroteno e não ficar com as mãos cor de laranja, consuma até 3 colheres (sopa) de cenoura ralada, 3 vezes por semana

AGRIÃO
Um prato de sobremesa das folhas todos os dias reforça a quantidade de luteína no corpo. A substância protege contra os raios solares

MANGA
Três colheres (sopa) de manga picada, 2 vezes por semana, já são suficientes para reforçar as reservas de carotenoides

sábado, 9 de agosto de 2014

O açúcar branco tem ingredientes de origem animal?


O carvão animal, que é usado para processar o açúcar, é feito a partir dos ossos de gado do Afeganistão, Argentina, Índia e Paquistão. Os ossos são vendidos a intermediários na Escócia, Egito e Brasil, que posteriormente os vendem à indústria de açúcar dos EUA. A União Europeia e o USDA regulam firmemente o uso de carvão animal. Só os países considerados livres de BSE podem vender ossos de gado para este processo. O carvão animal - muitas vezes referido como carvão natural - é largamente utilizado na indústria de açúcar como um filtro de descoloração, permitindo à cana-de-açúcar alcançar a cor branca desejável. Existem outros tipos de filtragem que utilizam carvão granulado ou um sistema de permuta de iões, em vez de carvão animal.

O carvão animal também é usado noutros tipos de açúcar. O açúcar mascavado(Não integral) é criado através da adição de melaço de açúcar refinado; assim, as empresas que utilizam o carvão animal na produção do açúcar regular também o utilizam na produção do açúcar mascavado. O açúcar de pasteleiro (açúcar refinado misturado com amido de milho) fabricado por essas empresas, igualmente envolve o uso de carvão animal. A frutose também pode envolver – se bem que não o faça habitualmente – um filtro de carvão animal. As marcas de açúcar de supermercados (por exemplo Giant, Townhouse, etc) obtêm o açúcar de várias refinarias diferentes, o que torna impossível saber se houve filtragem com carvão animal.

Se quiser evitar os açúcares refinados, recomendamos alternativas como Sucanat e o açúcar turbinado, que não são filtrados com carvão animal. Além disso, o açúcar de beterraba - embora normalmente refinado - nunca envolve a utilização de carvão animal. E a empresa Edward & Sons Trading Company, desenvolveu um açúcar vegano de pasteleiro que deve estar brevemente disponível em lojas de alimentos saudáveis.

Muito dificilmente a PETA conseguiria manter a informação sobre o processo de refinação utilizado no açúcar de cada produto. Recomendamos que entre directamente em contacto com as empresas para indagar a origem do seu açúcar.

As seguintes companhias não utilizam filtros de carvão animal:

Monitor Sugar
2600 S. Euclid Ave.
Bay City, MI 48706
Tel.: 517-686-0161
Fax: 517-686-2959
Web: www.monitorsugar.com

Florida Crystals Corporation
P.O. Box 471
West Palm Beach, FL 33480
Tel.: 877-835-2828
Fax: 516-366-5200
Web: www.floridacrystals.com

SuperValu
SUPERVALU Corporate Headquarters
East View Innovation Center
7075 Flying Cloud Drive
Eden Prairie, MN 55344
Tel.: 952-828-4000
Web.: www.supervalu.ie/

Western Sugar
A Western Sugar é uma subsidiária da Tate & Lyle (antiga Domino Sugar) que utiliza carvão animal. No entanto a Western Sugar só produz açúcar de beterraba, que não o utiliza.
7555 E. Hampton Ave., Ste. 600
Denver, CO 80210
Tel.: 303-830-3939
Fax: 303-830-3941
Web: www.westernsugar.com

As seguintes empresas utilizam carvão animal. Contacte-as para encorajá-las a utilizar alternativas mais humanas:
C&H Sugar Company
2300 Contra Costa Blvd., Ste. 600
Pleasant Hill, CA 94523
Tel.: 925-688-1731
Fax: 925-822-1061
E-Mail: consumer.affairs@chsugar.com
Web: www.chsugar.com

Savannah Foods
P.O. Box 335
Savannah, GA 31402
Tel.: 912-234-1261

Tate & Lyle North American Sugars Inc. (antiga Domino Sugar)
1100 Key Hwy. W.
Baltimore, MD 21230
Tel.: 1-800-638-1590
Fax: 410-783-8640

Imperial Sugar
P.O. Box 9
Sugarland, TX 77487
Tel.: 1-800-727-8427
Web: www.imperialsugar.com

Refined Sugars Inc.
1 Federal St.
Yonkers, NY 10702
Tel.: 914-963-2400
Fax: 914-963-1030

Tradução de Dora Martinez Pinto

Fonte: "Are animal ingredients included in white sugar?"
http://www.peta.org/about/faq/Are-animal-ingredients-included-in-white-sugar.aspx

O açúcar branco tem ingredientes de origem animal?
- Por essa você não esperava! Algumas marcas utilizam cinzas purificadas feitas com ossos no refinamento do açúcar. Há como fazer o mesmo processo com carbono granulado ou um sistema de troca de íons. Opte por açúcar cristal orgânico, se ficar na dúvida.

(com informações do Tree Hugger - http://www.treehugger.com/green-food/9-everyday-products-you-didnt-know-had-animal-ingredients.html?campaign=daily_nl)

Os diferentes tipos de açúcar


Refinado ou mascavado, branco ou amarelo? Se não sabe como escolher o tipo de açúcar ideal para a sua receita, leia este artigo.


Existem diversas variedades de açúcar, dependendo da forma de produção, que se adequam melhor ou pior à utilização final.

Açúcar mascavado 
– Pode ser encontrado na versão clara e escura. Esta contém maior percentagem de melaço, daí a sua cor caramelizada, que resulta particularmente bem em bolos de chocolate. O mascavado claro, a lembrar a cor do mel, é bastante aromático e muito utilizado em doçaria. O açúcar mascavado tem menos aditivos químicos que o açúcar branco e conserva maiores propriedades nutricionais (vitamina B1, B2, e B6, cálcio, magnésio, fósforo e potássio), além de ser muito ligeiramente menos calórico. Daí ser considerado um açúcar mais saudável do que o açúcar branco.  

Açúcar amarelo 
– É areado e refinado sem eliminar totalmente o melaço, o que lhe dá a cor dourada. De paladar agradável e maior teor de humidade, é ideal para receitas que devem durar mais tempo, como o bolo de mel, canela ou noz, broas doces, sonhos, etc.



Açúcar demerara 
– A sua cor dourada é semelhante à do açúcar mascavado, mas na verdade este açúcar é mais refinado. A coloração resulta da adição de xaropes no processo de fabrico. Suave e crocante, pode ser usada na cobertura de bolos, cereais e frutas ou para adoçar o chá e o café.




Açúcar refinado (açúcar puro de cana) 
– A sua cor branca deve-se à sua composição, 99,9% de sacarose. Mais processado que o açúcar mascavado, é a variedade mais utilizada na cozinha, para os mais diversos fins.
Açúcar de pasteleiro (também conhecido por açúcar confeiteiro ou icing sugar) 
– Muito fino e cristalino, trata-se de açúcar branco moído mais finamente, ao qual é adicionado uma pequena quantidade de anti-aglomerante sem sabor nem cor. É usado principalmente na decoração de bolos, pois é ideal para polvilhar. Tem a vantagem ser rapidamente dissolvido, mesmo a frio.
Açúcar orgânico 
– Produzido sem recurso a aditivos químicos, pode ser encontrado na versão clara e dourada. É utilizado em substituição do açúcar normal por quem tem preocupações ambientais, embora ainda não esteja facilmente disponível.
Xarope (açúcar líquido) 
– Transparente e límpido, é usado em bebidas e rebuçados, resultando da mistura de sacarose com água.
Xarope invertido – É utilizado em calda de frutas, gelados e sorvetes, licores e geleias. É composto por 1/3 de glicose, 1/3 de frutose e 1/3 de sacarose, garantindo alta resistência à contaminação bacteriológica.
Cristais de açúcar – Os cristais de maior dimensão são muito usados para adoçar chás e cafés, de forma sofisticada. Também podem ser usados em coberturas de bolos e biscoitos.
Açúcar light – Mistura de cana-de-açúcar e sucralose, com grande poder adoçante mas sem calorias. Pode ser usado como açúcar normal em qualquer receita (reduzindo a quantidade para um terço do indicado), ao contrário dos adoçantes à base de edulcorantes que não se misturam bem com os outros ingredientes.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014




O papel de alumínio é largamente utilizado na gastronomia, mas na maioria das vezes de forma incorrecta. É que os usuários tendem a colocar o lado brilhante virado para fora, pois deixa o visual do prato mais bonito...
O lado brilhante, recebeu um polimento para criar uma barreira ao contacto directo do alumínio com os alimentos e, por conseguinte, evitar que o alumínio faça parte das receitas.
Se assim não fôr, podemos chamar a um prato, por exemplo: “Picanha com alumínio”. Sem o necessário cuidado, o alumínio entrará como um invisível algoz na receita! Esta protecção, o polimento, só não é feita dos dois lados, porque torna o processo mais caro, o que prejudicaria a comercialização do mesmo!

O alumínio é altamente tóxico e é, comprovadamente, responsável por complicações gerais no funcionamento do nosso organismo, como os rins.. além de um grande alavancador da doença de Alzheimer, fomentando sua precoce aparição! Como usar, então, o papel de alumínio?
Devemos usá-lo com o lado brilhante voltado para os alimentos!
OU
Usar película aderente ou sacos de plástico para congelar ou guardar alimentos.


E já agora, sobre as panelas de alumínio?
Não "arear" estas panelas na parte de dentro, pois quando isto acontece, sempre que cozinhemos algo, estaremos incorporando, também, o temível alumínio na nossa refeição.

Aqui fica a dica.

Tipos de Sal


O Sal adquire sabores e propriedades diversas, consoante o seu Terroir, o seu lugar de origem e diferentes características físicas, geológicas, climáticas... que lhe vão conferir um conjunto de características e composição únicas, dando origem a uma enorme variedade de sais minerais na sua constituição.

Tanto o sal marinho como o sal mineral não refinados, são os mais naturais e podem ser encontrados sob diversos formatos e texturas em forma de cristais macios, suaves, fortes, coloridos, etc.

A exploração destas variedades de Sal, de diferentes partes do mundo, que realçam e combinam na perfeição com certos alimentos, vêm trazer novos sabores à mesa com uma apresentação mais atractiva.

Apesar de o sal ser essencial para uma boa saúde, na alimentação moderna utiliza-se, regra geral, uma enorme quantidade deste "alimento" e pior ainda, sal refinado, cuja constituição é 99,9% cloreto de sódio. Grande parte da composição do sal é cloreto de sódio, mas nos sais “integrais” (não refinados), existem uma pequena porção de outros minerais que dão ao sal uma personalidade diferente. Em contrapartida, o sal integral é produzido através de um processo natural de cristalização, que confere ao sal um “bouquet” de minerais e oligoelementos, inexistentes no sal refinado. Este sal é mais completo do ponto de vista nutricional e o seu sabor menos salgado, mas mais intenso com um final prolongado, ligeiramente adocicado, fazendo sobressair num prato, todos os sabores complexos dos restantes ingredientes. No sal marinho integral encontramos uma quantidade aceitável de magnésio, flúor, brómio, cloreto de cálcio e de elementos traço. Consequentemente numa alimentação saudável uma das primeiras alterações a fazer é substituir o sal refinado pelo sal integral.

Flor de Sal, nata ou coalho de sal, são os aglomerados de pequenos cristais recolhidos à superfície das salinas. Estas delgadíssimas palhetas devem ser utilizadas após a confecção dos alimentos, pois ao serem mastigadas originam uma explosão de sabores nos alimentos. A Flor de Sal Portuguesa, colhida na Ria Formosa, é um sal premiado pelo “Slow Food” e reconhecido pela comunidade europeia, estando certificado com o selo orgânico.

Fumée de Sel, é um sal formado por cristais que ficam na camada superior aos da Flor de Sal. Eles são colhidos e defumados a frio em barricas de carvalho que foram usados por anos envelhecendo vinhos de uva Chardonnay. É normalmente utilizado para finalizar pratos e temperar saladas.

Sal de Maldon produzido no mar de Inglaterra desde a idade média, é um sal integral de origem natural. É crocante, mais seco e suave que a Flor de Sal, optimo para a finalização de pratos.

Sal Rosa dos Himalaias, é um sal com uma pureza excepcional, que contém mais de 70 oligo-elementos. A sua cor vem do índice elevados de minerais. O sal cor-de-rosa do Himalaia é colhido dos depósitos milenares de sal. Formado há mais de 300 milhões de anos, provém dos vestígios de um vasto oceano pré-histórico, hoje seco, que chegava às montanhas dos Himalaias.

Sal vermelho Havaiano (Alaea Hawaiian) de cor avermelhada, tem um ligeiro sabor adocicado e a terra. É um sal não refinado, rico em minerais traço, derivados da água do mar e de vestígios de argila, que enrriquecem este sal com óxidos de ferro. O sal havaiano do mar de Alaea contém argila purificada rica em minerais e tem gosto muito suave. Muito aconselhado para assados ou grelhadas, tal como é utilizado nas especialidades havaianas.

O Sal preto Havaiano, tem origem na ilha Molokai. A sua cor preta acetinada, deve-se à existência de carvão activado na sua composição. Sabor ligeiramente semelhante ao da noz, muito utilizado em vários pratos, mas óptimo também para massas, saladas e outros petiscos, dando um toque artístico a qualquer prato.

Sal Rosa Peruano, é colhido nas Salinas que fica nos pés dos Andes Peruanos e a sua origem vem de um oceano muito antigo que secou e ficou preso nos subterrâneos das montanhas em Maras no vale sagrado dos Incas. O sal é colhido a mão por mais de 2.000 anos e ainda hoje a produção de sal continua da mesma forma. Os cristais têm um índice de humidade elevada e uma coloração rosa clara com um sabor forte.

Kala Namak, também é conhecido como o sal negro indiano. Tem um cheiro inesquecível. É utilizado extensivamente na cozinha indiana e tem-se tornado muito popular com os chefs vegetarianos para adicionar o sabor natural de ovos a seus pratos.

Sal de flocos do Rio de Murray, é um sal colorido da Austrália. Os cristais coloridos derretem rapidamente e têm um gosto muito suave. Este é um sal perfeito para enfeitar ou para finalizar um prato.

Sal de Chipre, tem um formato piramidal e é um sal actualmente muito usado entre os chefs do mundo todo. A textura e o gosto suave e a versatilidade, fazem dele ideal para cozinhar e para enfeitar um prato.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Demolhar e cozer leguminosas

Porque Demolhar as Leguminosas?
- Para eliminar os Fitatos

O que é o fitato? O que ele causa no organismo humano? 
 O fitato é um composto que está naturalmente presente nas leguminosas como feijão, ervilha, lentilha, grão-de-bico, em algumas nozes e também em cereais como arroz, trigo, milho, aveia, centeio e seus farelos. Quando ingerimos alimentos que contêm fitato, esse composto se liga a sais minerais como o zinco, ferro e cálcio, no intestino, impedindo que o corpo aproveite bem estes nutrientes. Por este motivo, o fitato é chamado de antinutriente.

Como eliminar o fitato dos alimentos? 

 O fitato pode ser eliminado dos alimentos por meio de calor (a forma mais eficiente é o cozimento), por fermentação (o fermento biológico usado para fazer o pão ajuda a diminuir o fitato), por germinação (os brotos são muito ricos em nutrientes), ou por impregnação (que consiste em deixar o alimento de molho por tempo ideal de 12 horas)


 Preparação das leguminosas:

A maior parte das leguminosas, em especial as secas, devem ser demolhadas, por forma a tornarem-se mais digeríveis, eliminar os fitatos e evitar alterações do funcionamento intestinal, tal como flatulência.
A tabela seguinte pode fornecer uma ajuda na preparação das leguminosas:

DESIGNAÇÃO
PREPARAÇÃO

Ervilha seca
Com casca -Demolhar durante a noite.
Coze em 60 minutos.
Sem casca – demolhar durante a noite.
Coze em 15-20 minutos. Se não demolhar, coze em 40-45 minutos.
 
Ervilha fresca
Não necessita de demolho.
Coze em 15 – 20 minutos
 
Fava seca
Demolhar durante a noite.
Coze em 90 minutos.
 
Feijão azuki
Demolhar durante a noite.
Coze em 35-40 minutos.
 
Feijão branco
Demolhar durante a noite.
Coze em 40-50 minutos.

Feijão encarnado
Demolhar durante a noite.
Coze em 45-50 minutos.
 Feijão frade
Demolhar durante a noite.
Coze em 45-50 minutos.
 Feijão manteiga
Demolhar durante a noite.
Coze em 45-60 minutos.

Feijão mungo
Demolhar durante a noite.
Coze em 35-40 minutos.

Feijão catarino
Demolhar durante a noite.
Coze em 45-60 minutos.

Feijão preto
Demolhar durante a noite.
Coze em 50-60 minutos.

Grão de bico
Demolhar durante a noite.
Coze em 60-90 minutos.
 
Grão de soja
Demolhar durante a noite.
Coze em 120-180 minutos.

Lentilha vulgar
Demolhar durante 2 horas.
Coze em 15 minutos.
 
Lentilha escura
Demolhar durante a noite.
Coze em 25-30 minutos.
Lentilha de coral (descascada)
Não necessita de demolho.
Coze em 15-20 minutos.