sexta-feira, 25 de julho de 2014

Estações das frutas, verduras e legumes

Disponibilizamos estas tabelas como fonte de conhecimento e consulta. Com a alimentação correta, não precisamos nos preocupar com o peso e a saúde. Tenha em mãos as tabelas das estações das frutas, verduras e legumes. Estas tabelas poderão lhe auxiliar numa alimentação correta auxiliando você na montagem de uma dieta balanceada.

Período em safra, com tendência de preços baixos e melhor qualidade.Período de início ou final de safra, com tendência de alteração de preços.Período de entresafra, tendência de preços equilibrados com variação devido à alta procura.


Veja abaixo a estação das frutas:

janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Abacate
Abacaxi
Banana Maçã
Banana Nanica
Banana Prata
Caqui
Coco Verde
Figo
Goiaba
Jabuticaba
Laranja
Limão
Maçã Estrangeira
Maçã Nacional
Mamão Formosa
Mamão Hawaii
Manga
Maracujá
Melão Amarelo
Melancia
Morango
Pêra Estrangeira
Pêssego
Tangerina Cravo
Tangerina Murcote
Tangerina Poncã
Uva Itália
Uva Niágara


Veja abaixo a estação dos legumes:

janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Abóbora Seca
Abobrinha Italiana
Batata
Batata Doce
Berinjela
Beterraba
Cebola
Cenoura
Chuchu
Inhame
Jiló
Mandioca
Mandioquinha
Pepino
Pimentão
Quiabo
Tomate
Vagem


Veja abaixo a estação das verduras:

janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Agrião
Alface
Almeirão
Brócoli
Broto Bambu
Cheiro-verde
Couve-chinesa
Couve-flor
Couve-manteiga
Couve-rabana
Escarola
Espinafre
Mostarda
Moyashi
Radite
Rúcula
Repolho
Repolho Roxo



quarta-feira, 23 de julho de 2014

Corantes naturais dão vida à comida e afastam doenças

Como Utilizar corantes naturais

Cenoura e abóbora
Espinafres, couve ou salsa
Mirtilos
Açafrão, milho
Colarau, paprika
Canela


Conheça os benefícios da canela; do açafrão e de outros condimentos que melhoram a saúde

Quem é que não fica atraído por um prato de comida bem colorido? Não estamos falando dos legumes, frutas e verduras que também dão o tom alegre, mas sim dos corantes naturais, como o açafrão e a canela, usados para dar um gostinho a mais às receitas e colorir ou intensificar a cor natural dos alimentos. O melhor de tudo é que essa turma não só torna o cardápio mais convidativo para adultos e, principalmente, para crianças, como também são apontados como alimentos funcionais em potencial, ou seja, cada vez mais acredita-se que eles podem trazer benefícios à saúde do organismo.

As características antioxidantes e anti-inflamatórias dos corantes seriam as grandes responsáveis por prevenir, controlar e combater doenças."Estudos apontam resultados positivos sobre o efeito dos corantes naturais para a saúde, mas os testes foram realizados e comprovados somente em laboratório, e para que se possa afirmar sua real ação no nosso organismo, são necessárias pesquisas mais amplas", explica a engenheira de alimentos Inar Castro, professora do Departamento de Engenharia de Alimentos da USP. Porém, de acordo com a engenheira, não há contra-indicações para o uso dos corantes e a ingestão moderada dos condimentos pode, sim, trazer os benefícios esperados.

Quem são eles
Extraídos de matérias-primas, como frutas e vegetais, os corantes naturais são classificados em quatro grandes grupos: antocianinas, betalaínas, carotenoides e diversos, ou seja, aqueles que não apresentam características semelhantes as três outras classes, mas que são bastante usados no dia a dia (cúrcuma, clorofila, cochonilha e a indigotina). Essa divisão se baseia em características específicas de cada corante, como a coloração produzida e por seus componentes. Abaixo, o MinhaVida preparou um guia dos principais corantes naturais e de suas possíveis propriedades para que você possa equilibrar melhor sua alimentação com cor e saúde.

Colorau rejuvenesce 
Extraído do urucum, o corante dá um tom avermelhado ou amarelado à comida e, segundo o livro "Plantas medicinais", de François Balme, (Editora: Hemus - 1982 ) por possuir carotenoides, como a bixina e a norbixina em sua composição, tem efeito antioxidante, ajudando a proteger os tecidos contra o envelhecimento. O chá das sementes do urucum tem bom efeito contra prisão de ventre e problemas estomacais. É importante ressaltar que a casca das sementes do urucum que compõem o colorau, quando ingerida, pode causar irritação no fígado e no pâncreas.

Páprica contra o câncer de próstata 
Seu nome deriva da palavra pimenta, daí a constante confusão com o tempero ardido. Muitos a chamam de pimenta doce. Na verdade, a páprica é o pó que se extrai da pimenta ou do pimentão desidratado. Estudos realizados por pesquisadores do Centro Médico Cedars-Sinai (EUA) comprovaram que a substância chamada capsaicina, responsável pelo gosto ardido da pimenta, é capaz de eliminar células doentes, causadoras do câncer de próstata.

Açafrão afasta a cólica menstrual
Pó de cor amarelada ou avermelhada é extraído da cúrcuma, planta da família do gengibre, e utilizado desde a antiguidade como especiaria, principalmente, na culinária mediterrânea. É mais utilizado em molhos e, em geral, para dar aquela vivacidade ao arroz.

Pesquisas realizadas por um grupo de cientistas da Universidade Federal de Goiás (UFG) comprovaram os poderes da substância no combate ao melanoma, tipo mais grave de câncer de pele de doenças como vitiligo. A aplicação da curcumina - substância extraída da planta do açafrão - reduziu em 90% os tecidos cancerígenos.

Os pesquisadores explicam que o poder do açafrão está no potencial oxidante da curcumina, cujas moléculas são capazes de captar os radicais livres e manter a saúde das células. O avanço dos radicais livres é responsável pelo descontrole na produção das células, o que causa as doenças.

Na Índia, o uso de temperos à base de curcumina, como o curry, é tradição milenar, onde, coincidência ou não, os cânceres são responsáveis por 9,5% de mortes entre a população, enquanto nos Estados Unidos essa taxa sobe para 31,7%, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Canela controla o diabetes 
Obtida a partir da parte interna da casca da Cinnamomum zeylanicum, a canela dá uma cor marrom às receitas, principalmente, nos doces como o arroz-doce e a canjica. Aromatizante e exótica, ela pode ser usada no tratamento de doenças como o diabetes tipo 2.

Uma substância encontrada no extrato de canela, o polifenol MHCP, reproduziria a ação da insulina nas células, auxiliando na redução dos níveis de glicose (açúcar) no sangue, o que tornaria o condimento uma grande aliada no controle do diabetes do tipo 2.

De acordo com a nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella, no diabetes tipo 2 existe a produção de insulina, mas a quantidade não é o suficiente para absorver a glicose do sangue. "Por isso o controle da ingestão de açúcar é tão importante", diz Roberta.

Clorofila para desintoxicar
É o corante natural responsável pela coloração esverdeada dos vegetais folhudos e de algumas frutas. Geralmente, é utilizado em sorvetes, sucos, massas com vegetais, iogurtes, biscoitos e queijos. Segundo a nutricionista Daniela Cyrulin, do Instituto Saúde Plena, a clorofila é rica em minerais (magnésio, ferro, cobre e potássio) e possui o poder de limpar os tecidos intestinais e de eliminar toxinas do sangue, por isso tem alto poder de desintoxicação e ajuda muito no processo de emagrecimento. "Seu chá tem propriedades antioxidantes, que ajudam no combate contra o envelhecimento", explica

Caramelo melhora a visão
Derivado do processamento de carboidratos,ele é o mais utilizado de todos os corantes alimentícios. Embora o caramelo possa ser extraído de diversas fontes, a mais comum é o xarope de milho. De acordo com o engenheiro químico Elias Basile Tambourgi, professsor da Unicamp e coordenador de uma pesquisa que analisa as propriedades do milho (inclusive o uso em corantes de alimentos), o milho é uma fonte de antocianinas, pigmentos pertencentes ao grupo dos polifenóis - substâncias antioxidantes e responsáveis por dar cor aos vegetais. "As antocianinas atuam na inibição dos radicais livres responsáveis por danificar as células -, atuando na prevenção de doenças degenerativas, como o câncer. Além disso, melhoram a visão noturna, prevenindo a fadiga visual", explica.


Fonte

terça-feira, 22 de julho de 2014

Tempos de Cozedura de Vegetais e Legumes

como-cozer-qualquer-coisa
Não existe nada mais fácil que cozer o quer que seja, é só pôr em água e já está, no entanto é importante cozer na temperatura certa, com o tempo certo, de forma ao sabor, cor e nutrientes saírem perfeitos, cozer qualquer coisa faz com que os nutrientes saiam dos ingredientes, por isso quanto menos tempo estiver na água melhor, aqui vai uma boa tabela e umas boas dicas para cozer ingredientes:
  • Lavar bem os legumes, mesmo que hoje em dia vem tudo bem lavado, não custa nada limpar bem e ter a certeza que está bem limpo, também alguns vegetais como alho francês ou couves podem ter terra ou porcaria dentro de folhas mais internas, por isso lavar sempre bem.
  • Cortar os ingredientes, pedaços pequenos cozem mais rapidamente que pedaços grandes, claro que pedaços demasiado pequenos podem cozer demasiado rápido ou perder frescura e ficarem moles, também é importante que todos os ingredientes tenham +/- o mesmo tamanho para cozerem +/- no mesmo tempo, também é importante cortar perto da altura de cozer, cortar com muita antecedência podes ficar com ingredientes oxidados e a perder qualidades nutricionais.
  • Pôr os vegetais em água já a ferver, assim cozem mais rápido que deixar eles aquecerem com a água, usar muita água, assim quando se põe os ingredientes a água não perde muita temperatura.
  • Põe sempre sal, um pouco de sal tem uma dupla função, aumenta o ponto de ebulição da água (o que faz a água ter uma temperatura maior que ajuda a cozinhar mais rápido), como também realçar o sabor dos vegetais.
  • Para saber quando os vegetais estão prontos usa esta tabela como referencia mas não existe melhor guia que tirar um pedacinho e provar até ver se está cozido.
Tabela de Tempos para Cozinhar Legumes e Vegetais (em minutos)
IngredientesEm ÁguaA VaporA PressãoNo FornoMicroondas
Abóbora10 a 1510 a 158 a 12405 a 8
Alcachofra20 a 30*10 a 12*5 a 7
Alho-porro10 a 1210 a 128 a 1012 a 154 a 5
Batata15 a 2018 a 22*40 a 458 a 12
Batata Doce15 a 2018 a 2210 a 1540 a 459 a 11
Batata Nova15 a 2018 a 22*25 a 309 a 11
Beringela5 a 85 a 7*15 a 207 a 9
Beterraba20 a 3045 a 5015 a 2535 a 40*
Brócolos4 a 610 a 1226 a 8*
Cebolas15 a 2015 a 20*30 a 407 a 9
Cenoura7 a 108 a 123 a 525 a 305 a 9
Cherivia9 a 159 a 156 a 1225 a 305 a 6
Chuchu10 a 1515 a 205**
Courgette5 a 105 a 7**4 a 6
Cogumelos***5 a 104 a 6
Couve10 a 20*5**
Couve de Bruxelas8 a 128 a 1210 a 1512 a 155 a 6
Couve-Flor8 a 128 a 124 a 1015 a 208 a 10
Ervilhas4 a 56 a 7**6 a 7
Espargo6 a 86 a 8210 a 128 a 10
Espinafres*5 a 8**4 a 6
Favas15 a 20****
Feijão Verde6 a 810 a 121 a 3*8 a 10
Milho5 a 75 a 74*2 a 4
Nabo20 a 2515 a 2011 a 1630 a 356 a 8
Pimentos4 a 6**15 a 203 a 4
Quiabo8 a 106 a 85 a 810 a 157 a 9
Tomate5 a 1010*25 a 452 a 3
* Não Recomendado, alguns ingredientes não suportam bem altas temperaturas ou não ficam bem cozinhados com essa técnica.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Alimentos que devemos sempre comprar biológicos

Desde há uns anos que as pessoas têm ganho uma maior consciência acerca da importância de consumir alimentos livres de toxinas, tanto a nível do ambiente como de saúde. No entanto, existem alguns alimentos que são particularmente essenciais de consumir biológicos devido aos altos níveis de pesticidas.
O biológico é melhor?Existem muitos estudos realizados sobres este tema que provam os benefícios de comer alimentos que estão livres de pesticidas. A verdade é que o nosso corpo não consegue lidar com os níveis de toxicidade que são acumulados ao longo dos anos. Todos os quimícos que se encontram em produtos não-biológicos – uma vasta variedade de pesticidas, antibióticos, hormonas, metais pesados – acumulam-se e a longo prazo as suas consequências começam-se a manifestar. Problemas como: falta de energia, asma, alergias, queda de cabelo, unhas quebradiças, eczema, acne, gripes, irritabilidade são alguns dos sintomas típicos de um excesso de toxicidade no organismo.
Após 51,000 testes, realizados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, nos alimentos convencionais mais comuns, o Environmental Working Group (EWG) identificou o grupo de frutas e vegetais mais propensos a conterem os níveis mais elevados de pesticidas, e chamou-o: “Os doze sujos”.
http://www.fullyraw.com/dirty-dozen-clean-15/
OS DOZE SUJOS
Os vegetais e frutas mais contaminados por pesticidas.
  1. Maçãs
  2. Aipos
  3. Pepinos
  4. Morangos
  5. Tomates
  6. Uvas
  7. Cerejas
  8. Nectarinas
  9. Pêssegos
  10. Batatas
  11. Espinafres
  12. Pimentos
Os resultados dos testes destes doze itens revelaram, pelo menos, 47 tipos diferentes de pesticidas e nalguns dos casos 67!
No caso de estares a questionar sobre quais os alimentos mais seguros de comprar convencionalmente, aqui está o segundo grupo criado pelo EWG: “Os quinze limpos”.
OS QUINZE LIMPOS
Têm pouca, ou nenhuma, quantidade de pesticidas uma vez que possuem uma camada externa protetora que impede os pesticidas de ultrapassarem a pele.
  1. Espargos
  2. Pêra-abacate
  3. Couve
  4. Meloas
  5. Milho
  6. Beringelas
  7. Toranjas
  8. Kiwis
  9. Mangas
  10. Cogumelos
  11. Cebolas
  12. Papayas
  13. Ananás
  14. Ervilhas
  15. Batata doce
Podes diminuir a ingestão de pesticidas substancialmente evitando as frutas e vegetais mais contaminados – Os Doze Sujos. Por isso no caso de não poderes comprar todos os alimentos biológicos podes, pelo menos, comprar estes itens e o resto comprar convencionalmente.

Fonte: misskale

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Sabe o que é Missô(shiro)?

Miso
Missô, ou miso, é um ingrediente tradicional da culinária japonesa feito a partir da fermentação de arroz, cevada, centeio e soja com sal. O resultado é uma pasta usada principalmente para fazer a sopa de missô ou missoshiru (Misoshiru), dissolvido em água quente, misturado com alguns vegetais e legumes.

O sabor, aroma, textura e aparência de qualquer tipo específico varia do tipo do missô assim como a região e época que o missô foi feito. Os ingredientes usados, temperatura e duração da fermentação, quantidade de sal, variedade do kōji e o recipiente de fermentação também contribuem. As mais comuns categorias de sabor do missô de soja são:

Shiromiso, "missô branco"
Akamiso, "missô vermelho"
Kuromiso, "missô preto"
Hatchomiso'"missô bege'"

Os missôs tipo branco e vermelho (shiromiso e akamiso) são os tipos básicos de missô disponíveis em todo o Japão e outras partes do mundo. Diferentes variedades são apreciadas em diferentes regiões. Por exemplo, na região oriental, de Kanto, que inclui Tóquio, o shiromiso é mais popular, enquanto na região ocidental, de Kansai, região que engloba Osaka e Quioto, o hatchomiso escuro é preferido, e o akamiso é o preferido na área de Tohoku.


Missôshiro é famosa sopa de missô. Seu sabor, é leve e revigorante.
Ao mesmo tempo que o missô é um condimento é também fonte de proteína e vitaminas. O missoshiro é servido numa tijela apropriada, chamada de chawan (lê-se tchawan) e não precisa de colher para tomar, apenas segurar o chawan com as mãos e degustar.
Existem diversos ingredientes que variam o preparo do missoshiro, mas a receita mais conhecida é feita com algas marinhas, e servido com cebolinha picada e tofu.

Hatcho Miso (Miso de soja) - 1 c. de sopa tem 1g de proteina
Mugi Miso (Miso de cevada+soja) - 1 c. sopa tem 2g de proteina
Genmai Miso (Miso de arroz integral+soja) - 1 c. sopa tem 2g de proteina


Miso: um derivado de soja 

O miso é uma pasta de soja fermentada, produzido a partir dos feijões de soja cozidos e misturados com outros cereais. Após a fermentação dos grãos, a mistura é salgada, obtendo-se uma pasta espessa e nutritiva. É um excelente condimento em variados pratos.
A consistência do miso é pastosa e a cor varia entre o bege claro e o castanho escuro, passando por toda uma gama de cores intermédias. O sabor é intenso e relativamente salgado, assemelhando-se a avelãs. O miso de cor clara é, normalmente, menos salgado e de sabor menos intenso do que o mais escuro. O miso foi inicialmente utilizado pelos cozinheiros japoneses, que o souberam apreciar e introduzir nas suas receitas de sopas e molhos requintados. Este constitui um excelente condimento em sopas, legumes e verduras estufados, cereais, leguminosas, na preparação de soja e tofu, bem como na elaboração de patês.
Devido ao processo de fermentação a que é sujeito, o miso é um alimento vivo (tal como o iogurte) que contém bactérias e fermentos vivos, facilmente assimilados pelo organismo, e muito benéficos para o equilíbrio da flora intestinal.
Como são elementos vivos, as bactérias e os fermentos do miso perdem as suas propriedades quando são submetidos a altas temperaturas (na fervura, por exemplo). Assim, o melhor é cozinhar em lume brando ou introduzir o miso o mais tardiamente possível, na fase da preparação dos alimentos, pouco antes do final do cozimento. Antes de adicionar o miso à água de cozedura é preciso dissolvê-lo primeiro num pouco de água quente à parte, e só depois adicioná-lo aos alimentos.
Concentrado em energia, possui muita da riqueza proteica dos feijões de soja. Contém igualmente fitonutrientes como as isoflavonas, presentes nos feijões de onde é originado.
Dependendo do tipo de cereal adicionado aos feijões de soja, obtém-se um tipo de miso específico. Se for feito exclusivamente com feijões de soja estamos perante o miso hatcho, ou miso de soja, que é a variedade cujo sabor é mais intenso e a textura mais densa. Nutricionalmente é o que apresenta a maior concentração de proteínas (21%) e menor conteúdo de hidratos de carbono (12%) e água (40%).
A variedade que se encontra com maior facilidade e frequência é o miso mugi, uma combinação de soja com cevada. Este tipo de miso tem um sabor adocicado e quente que lembra o mel, sendo simultaneamente salgado. Contém uma reduzida quantidade de hidratos de carbono e cerca de 13% de proteínas.
O miso genmai feito com feijões de soja e arroz integral, tem uma cor mais clara, textura leve e sabor doce.
Como se trata de uma pasta relativamente concentrada em sal, deve ser utilizada com moderação por quem sofre de hipertensão arterial.

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