sábado, 14 de dezembro de 2013

EMULSIONANTES DE ORIGEM ANIMAL


LEIA COM ATENÇÃO OS RÓTULOS DOS PRODUTOS ALIMENTARES ANTES DE OS COMPRAR

E's DE ORIGEM ANIMAL QUE PODERÁS ENCONTRAR:

E120 - Cochonilha, ácido Carmínico, Carmim, vermelho natural 4, corante de origem animal

E160a - Alpha caroteno, Beta caroteno, caroteno Gma, corante de possível origem animal

E161g - Cantaxantina, corante de possível origem animal

E252 - Nitrato de Potássio (Salitre), conservante de possível origem animal

E270 - ácido Láctico, conservante / ácido / antioxidante de possível origem animal

E322 - Lecticina, Emulsionante de possível origem animal

E325 - Lactato de sódio antioxidante de possível origem animal

E326 - Lactato de potássio, antioxidante/regulador de acidez de possível origem animal

E422 - Glicerol, emulsionante/adoçante de possível origem animal

E430 - Estearato de Polioxietileno(8), emulsionante / estabilizador de possível origem animal

E431 - Estearato de Polioxietileno (40), emulsionante de possível origem animal

E432 - Monolaurato de polioxietileno 20, emulsionante de possível origem animal

E433 - Monooleato de polioxietileno sorbitano, polissorbato, emulsionante de possível origem animal

E434 - Monopalmitato de polioxietileno sorbitano, polissorbato 40, emulsionante de possível origem animal

E435 - Monoestearato de polioxietileno sorbitano, polissorbato, 60 emulsionante de possível origem animal

E436 - Triestrearato de polioxietileno sorbitano polissorbato 65, emulsionante de possível origem animal

E441 - Gelatina, emulsionante e agente gelificante origem animal

E442 - Fosfatidatos de amónio, emulsionante de possível origem animal

E470a - Sais de sódio, de potássio, cálcio e de ácidos gordos, emulsionante/estabilizante de possível origem animal

E470b - Sais de magnésio de ácidos gordos, emulsionante/estabilizante de possível origem animal

E471 - Mono e diglicéridos de ácidos gordos, emulsionante de possível origem animal

E472a - ésteres de ácido Acético de mono e diglicéridos de ácidos gordos, emulsionante de possível origem animal

E472b - ésteres lácticos de mono e diglicéridos de ácidos gordos, emulsionante de possível origem animal

E472c - ésteres cítricos de mono e diglicéridos de ácidos gordos, emulsionante de possível origem animal

E472d - ésteres de tartáricos de mono e diglicéridos de ácidos gordos, emulsionante de possível origem animal

E472e - Ésteres monoacetiltartáricos e diacetiltartáricos de mono e diglicéridos de ácidos gordos, emulsionante de possível origem animal

E472f - Ésteres mistos acéticos e tartáricos de mono e diglicéridos de ácidos gordos, emulsionante de possível origem animal

E473 - Ésteres de sacarose de ácidos gordos, emulsionante de possível origem animal

E474 - Sacaridoglicéridos, emulsionante de possível origem animal

E475 - Ésteres de poliglicerol de ácidos gordos, emulsionante de possível origem animal

E476 - Polirricinoleato de poliglicerol, emulsionante de possível origem animal

E477 - ésteres de 1, 2 propanodiol de ácidos gordos, emulsionante de possível origem animal

E478 - ésteres de glicerol e lactilato de propano-1 de ácidos gordos, emulsionante de possível origem animal

E479b - Produto da reacção de óleo de soja oxidado por via térmica fundido com mono e diglicéridos de ácidos gordos, emulsionante de possível origem animal

E481 - Oleostearilo-2-lactilato de sódio, emulsionante de possível origem animal

E482 - Oleostearilo-2-lactilato de cálcio, emulsionante de possível origem animal

E483 - Tartarato de estearilo, emulsionante de possível origem animal

E491 - Monoestreato de sorbitano, emulsionante de possível origem animal

E492 - Triestreato de sorbitano, emulsionante de possível origem animal

E493 - Monolaurato de sorbitano, emulsionante de possível origem animal

E494 - Monooleato de sorbitano, emulsionante de possível origem animal

E495 - Monopalmitato de sorbitano, emulsionante de possível origem animal

E542 - Fosfato de cálcio, estabilizante de origem animal

E570 - Ácidos gordos, estabilizante de possível origem animal

E572 - Estearato de magnésio, estearato de cálcio emulsionante/estabilizante possível origem animal

E585 - Lactato ferroso, corante de possível origem animal

E631 - Inosinato dissódico, intensificador de sabor de possível origem animal

E635 - 5..Ribonucleótidos dissódico, intensificador de sabor de possível origem animal

E640 - Glicina e respectivo sal de sódio, intensificador de sabor de possível origem animal

E901 - Cera de abelhas, branca e amarela, agente envernizador de origem animal

E904 - Goma laca, agente envernizador de origem animal

E910 - L-cisteína, origem animal

E913 - Lanolin, gordura de lã de ovelha, agente envernizador de origem animal

E920 - Hidrocloreto de L-cisteína agente melhorador de origem animal

E921 - Monohidrato hidrocloreto de L-cysteína, agente melhorador de origem animal

E966 - Lactitol, adoçante de origem animal




Aditivos Alimentares Autorizados pela União Europeia

Componentes alimentares à base do leite


caseinato de amonia
caseinato de calcio
caseína
caseinato
sabor artificial de manteiga
gordura da manteiga
ghee
leite de manteiga
sólidos de manteiga
corante caramelo
creme
coalhada
soro delactosado
soro desmineralizado
sólidos de leite em pó
caseina hidrolisada
lactose
lactoferrinalactalbumina
fosfato de lactalbumina
caseinato de magnésio
derivados do leite
proteína do leite
sólidos do leite
sabor natural
substitutivo de gordura (em inglês Opta)
caseinato de potássio
caseina rennet
substituto da gordura (em inglês simplesse)
caseinato de sodium
creme azedo
sólido de creme azedo
sólido de leite azedo
iogurte
soro
soro protéico concentrado

sábado, 7 de dezembro de 2013

Cogumelos: como comprar e limpar e conservar

Cogumelos

1. Maitake (Grifola fondosa); 2. Funghi Secchi Porcini Italiano (Boletus edulis); 3. Shimeji Cinza (Pleurotus ostreatus); 4. Champignon de Paris (Agaricus bisporus); 5. Pleurotus Salmão (Pleurotus djamor). 6. Nameko (Pholiota nameko); 7. Eryngii (Pleurotus eryngii); 8. Shiitake (Lentinula edodes); 9. Portobelo (Agaricus bisporus); 10. Pleurotus Branco (Pleurotus ostreatus) 

 
O termo cogumelo é usado genericamente para toda a família de fungos comestíveis.

Há mais de 500 variedades deles. Os mais comuns no mercado brasileiro são cinco:
  1. Champignon-de-paris, os mais tradicionais, conhecidos simplesmente como cogumelos .
  2. Shimeji.
  3. Shiitake.
  4. Hiratake ou shimeji branco.
  5. Pleurotus salmon ou shimeji salmon

Como comprar e limpar os cogumelos frescos:

  1. Quando for comprar os cogumelos prefira os mais macios e firmes, sem parte danificada ou com cheiro estranho.
  2. Não leve para casa cogumelos pegajosos, duros ou elásticos. No caso dos champignon-de-paris evite os que estejam muito sujos.
  3. Os cogumelos devem ser lavados com delicadeza . No caso do champignon-de-paris se estiverem brancos só precisam ser lavados. Os mais sujos exigem cuidados especiais, esfregue-os levemente com uma toalha de papel umedecida, enxágüe e não os deixe de molho em água, pois ficam encharcados e perdem o sabor.
  4. Corte os talos cheios de terra e retire quando estiverem duros. Os maiores devem ser cortados ao meio, em quatro ou em fatias. Os pequenos devem ser deixados inteiros.
  5. Quando for retirar as partes mais fibrosas dos cogumelos: não jogue fora. Elas podem ser usadas para o preparar deliciosas sopas. Para isso, lave-as bem e coloque em uma panela com água, legumes e temperos a gosto. Cozinhe até amaciar, retire, bata no liquidificador, coloque nos pratos e regue com bastante azeite de oliva . Sirva com pão.
  6. Os cogumelos shiitakes só precisam ser limpos com toalha de papel úmida. Em seguida, apare os talos tirando a parte fibrosa. Antes de preparar, corte os maiores em tiras ou parta-os ao meio.
  7. Para cortar os cogumelos em tiras finas, coloque-os com o lado do talo para baixo em uma superfície lisa e faça tiras na vertical com uma faca. Lembre-se, esse processo deve ser feito rapidamente, pois os cogumelos em contato com o ar escurecem e prejudicam a apresentação de seu prato.
  8. Para obter cogumelos picados em pedaços bem pequenos, coloque-os no liquidificador e use a função pulsar, mas cuidado para não transformá-los em purê.

Preparando os cogumelos frescos
  1. Os cogumelos ficam com uma melhor apresentação se brancos após o cozimento. Para isso, adicione suco de limão na água usada para cozê-los.
  2. Se os cogumelos endurecerem e ressecarem mais do que devia, junte algumas colheres de vinho tinto e deixe de molho por 10 minutos. Depois ao e deixe até ferver. Retire, escorra e tempere com creme de leite.
  3. Para fritar os cogumelos: aqueça azeite de oliva em uma frigideira funda e coloque os cogumelos. Tempere a gosto e salteie por alguns minutos. Os cogumelos soltam água, por isso é melhor fritar por 4 minutos ou até a água evaporar e eles dourarem.
  4. Quando for usar cogumelos em recheios cremosos, grelhe-os antes até ficarem bem secos, do contrário podem talhar o recheio.
  5. Para grelhar os cogumelos, limpe-os e seque-os. Pincele com azeite de oliva e grelhe a 10 cm do calor, virando de lado de vez em quando e pincelando sempre com azeite de oliva. O tempo ideal para grelhar os cogumelos é de 6 a 10 minutos.
  6. Experimente servir cogumelos grelhados com azeite de oliva temperado com tomilho e alho. Ou molho a base de shoyu e ceboulette picadinha.
Cogumelos secos
  1. Muitas variedades de cogumelos são secas e vendidas desta maneira, os mais comuns são os shiitake, os cogumelos ostras e os selvagens.
  2. Os cogumelos selvagens são caros, raros e de sabor é muito concentrado, por isso basta usar uma pequena quantidade.
  3. Antes de usar os cogumelos secos é necessário hidratá-los.
Para limpar e hidratar:
Coloque-os de molho em uma tigela com água morna por 20 a 30 minutos.
Se necessário deixe mais tempo ou até os cogumelos ficarem macios e soltar toda a terra e impurezas que se afundam na tigela.
Com cuidado, retire-os com o auxílio de uma escumadeira, deixando os resíduos no fundo. Esprema bem. Coe o líquido em uma peneira forrada com um pano e use o líquido na preparação. 
Outra opção é trocar a água por algum tipo de vinho ou fundo ou suco de frutas.

Receitas com Cogumelos 
[aqui] e [aqui] e [aqui] e [aqui]



Como conservar Cogumelos? [clique aqui]


Os Alimentos Mais Saudáveis do Mundo

Os cogumelos são tão misteriosos quanto são deliciosos. Embora sejam muitas vezes confundidos e preparados como legumes, os cogumelos são na realidade fungos, um tipo especial de organismo vivo que não tem raízes, folhas, flores ou sementes. Embora possam ser cultivados, os cogumelos crescem de forma selvagem em muitas regiões do mundo.
Os cogumelos em forma de botão geralmente assemelham-se a pequenos guarda-chuva, com uma cobertura densa anexada a um caule que poderá ser curto ou comprido, grosso ou fino. Existem muitas variedades de cogumelos, sendo os mais comuns os cogumelos brancos, cogumelos crimini e cogumelos portobelo. De todos estes, o cogumelo branco é o que se encontra mais facilmente, e que, muitas vezes, adorna as saladas. O cogumelo crimini, que se parece apenas com o botão e adquire um tom de castanho cor de café, possui um sabor mais distinto. O cogumelo portobelo, cujo grande tamanho e sabor a carne o torna numa maravilhosa entrada vegetariana, é na verdade um cogumelo crimini excessivamente desenvolvido. O nome cientifico para estes cogumelos é Agaricus Bisporus.

Tabela Nutricional


150 GRS / 40 CALORIAS
NUTRIENTES
QUANT.
DDR (%)
DENSIDADE DO NUTRIENTE
CLASS.
SELÉNIO
36.85 mcg
52.6
30.4
excelente
VITAMINA B2 (RIBOFLAVINA)
0.69 mg
40.6
23.4
excelente
COBRE
0.71 mg
35.5
20.5
excelente
VITAMINA B3 (NIACINA)
5.39 mg
26.9
15.6
excelente
TRPTOFANOS
0.08 g
25.0
14.4
excelente
VITAMINA B5 (ÁCIDO PANTOTÉNICO)
2.13 mg
21.3
12.3
excelente
POTÁSSIO
635.04 mg
18.1
10.5
excelente
FÓSFORO
170.10 mg
17.0
9.8
excelente
ZINCO
1.56 mg
10.4
6.0
muito bom
MANGANÉSIO
0.20 mg
10.0
5.8
muito bom
VITAMINA B1 (TIAMINA)
0.13 mg
8.7
5.0
muito bom
VITAMINA B6 (PIRIDOXINA)
0.16 mg
8.0
4.6
muito bom
PROTEÍNAS
3.54 g
7.1
4.1
muito bom
FOLATOS
19.85 mcg
5.0
2.9
bom
FIBRAS
0.85 g
3.4
2.0
bom
MAGNÉSIO
12.76 mg
3.2
1.8
bom
FERRO
0.57 mg
3.2
1.8
bom
CÁLCIO
25.52 mg
2.6
1.5
bom

Benefícios para a Saúde


● Sistema Imunitário
● Previne a Doença de Alzheimer
● Fonte de Antioxidantes


CURIOSIDADES:
  Assim como os seres humanos, os cogumelos têm a capacidade de produzir vitamina D, quando expostos à luz ultravioleta. 

Cogumelos, no entanto, são normalmente cultivados no escuro e não contêm a vitamina. Marcas específicas, no entanto, são cultivadas em luz ultravioleta para estimular a produção de vitamina D. 
Verifique se o Cogumelo que deseja comprar tem vitamina D leia a embalagem. 
 Eles são perfeitos para vegetarianos à procura de alimentos de origem vegetal que contêm a vitamina. 
Algumas marcas têm 400 UI de vitamina D por 100 gramas do produto.
Deve-se evitar comê-lo cru ou mal


cozido
Cogumelos crus fazem mal?

Shiitake: Deve-se evitar comê-lo cru ou mal cozido

Algumas poucas espécies de cogumelos podem ser comidas crus: Champignons-de-Paris combinam bem em saladas. Trufas raspadas em pratos de massas.
 Os cogumelos devem ser cozidos e geralmente absorvem o sabor dos alimentos, esta é sua maior qualidade!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A Origem da Pizza



A história da pizza começou há 6 mil anos com os egípcios. 
Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam a massas à base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na península da Etrúria, na Itália. Era um alimento de pobres do Sul da Itália. Mas foram os napolitanos que passaram a acrescentar molho de tomate e orégano à massa, que era dobrada ao meio e devorada como se fosse um sanduíche. Quem tinha um pouco mais de dinheiro colocava........................................................

Contrariamente ao que a maioria das pessoas pensam, a pizza não teve a sua origem 100% em Itália. Os antigos egípcios desenvolveram e aperfeiçoaram uma massa que resultava da mistura de farinha e água e cuja receita foi percorrendo diversas civilizações ao longo da história, pelo que se supõe que serviu de base para a nossa actual massa de pizza.
Os gregos, por exemplo, usaram a receita egípcia, juntaram-lhe arroz e assavam o preparado resultante sobre tijolos quentes. Já os fenícios optaram por adicionar à massa egípcia outros alimentos, como cebolas e carnes. Naturalmente que esta receita acabou por chegar também a Itália, país onde foram dados, sem dúvida, os maiores e mais importantes contributos para este famoso pitéu culinário.
Durante a Idade Média, os turcos muçulmanos passaram a adoptar o costume alimentar dos fenícios e em resultado da expansão das cruzadas a receita desta “pizza dos fenícios” chegou à Itália através do porto de Nápoles. No início as pizzas napolitanas apenas tinham adicionadas algumas ervas e azeite por forma a serem baratas, pois o seu destino principal eram os italianos mais pobres, sendo o alimento mais utilizado com o objectivo de acabar com a fome do povo. Como curiosidade, refira-se que por esta altura a pizza era comida como se fosse uma sanduíche. E foi em Nápoles, a cidade considerada actualmente como a terra natal da pizza, que surgiu a primeira pizza redonda. Nessa época já eram também adicionados tomate, toucinho, peixes fritos e queijo, sempre muito queijo. A fama desta iguaria espalhou-se rapidamente, o que resultou no aparecimento da primeira pizzaria da história: a Antica Pizzeria Port’Alba, fundada em 1830, que passou a ser ponto de encontro de vários artistas da época, como Alexandre Dumas.

A primeira pizzaria do planeta
Foi também em Nápoles que nasceu a famosa pizza Margherita, quando em 1889 dom Raffaele Espósito, um padeiro ao serviço do rei Umberto I e da rainha Margherita, decidiu homenagear a rainha com a confecção de uma pizza a imitar as cores da bandeira italiana, branco, vermelho e verde, utilizando para isso queijo mozzarela, tomate e manjericão, produtos que lhe permitiam obter as colorações desejadas. A rainha apreciou tanto este prato que dom Raffaele decidiu baptizá-la de Margherita.
Por esta razão a pizza deixou de ser considerada somente “comida dos pobres” passando a ser mais universal. Actualmente, só em Itália existem cerca de 30 mil pizzarias que produzem, por ano, o equivalente a 45 pizzas por cada italiano.

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A pizza ou piza, como se escreve em Portugal, hoje tão disseminada no território brasileiro, é atualmente um elemento fundamental da gastronomia italiana, mas este saboroso prato não nasceu na Itália, como muitos imaginam. Esta iguaria é elaborada com massa fermentada de farinha de trigo, banhada com molho de tomates e revestida de produtos diversos, geralmente alguma espécie de queijo, carnes defumadas ou não, ervas e até legumes e doces, inclusive o próprio sorvete. Por último, um toque de orégano ou de manjericão, e finalmente tudo é conduzido ao forno. Mas nem sempre ela foi assim.

A história da pizza tem início há pelo menos seis mil anos atrás, provavelmente entre os egípcios e os hebreus. Ela não era, é claro, como é conhecida hoje, mas apenas um delgado estrato de massa – farinha mesclada com água -, chamado na época de ‘pão de Abrahão’, semelhante ao moderno pão sírio; era também conhecido como ‘piscea’, termo que futuramente derivaria para pizza. Outros estudiosos afirmam que ela era consumida pelos gregos, os quais produziam suas massas com farinha de trigo, arroz ou grão de bico, assando-as depois em tijolos ardentes.

Três séculos antes do nascimento de Cristo, os fenícios tinham o hábito de recamar seus pães com carne e cebola; os turcos muçulmanos mantinham a mesma tradição ao longo da Era Medieval; assim, no intercâmbio de valores e elementos culturais entre povos distintos, durante as Cruzadas, esse costume desembarcou na Itália através do porto de Nápoles.

No começo da sua trajetória cultural, a pizza contava somente com o acréscimo de ervas da região e do tradicional azeite de oliva, comuns neste prato em seu formato convencional. Os italianos levaram a fama por adicionar o uso do tomate – recém-chegado da América pelas mãos dos espanhóis -, que se tornaria essencial na confecção desta iguaria. Restava à pizza conquistar seu formato definitivo, pois ainda era produzida como o atual calzone e o sanduíche, ou seja, dobrada ao meio.

Antes de se tornar famosa, a pizza era um prato elaborado para matar a fome dos pobres que habitavam o Sul da Itália. Chega então a Nápoles, já considerada a terra da pizza, o conhecimento da expressão ‘picea’, que tinha a conotação de um disco de massa assada, coberto com substâncias variadas. Os vendedores ambulantes adotaram esta receita para, com o uso de alimentos baratos, nutrir os mais pobres. Geralmente esta massa vinha acompanhada de toucinho, peixes fritos e queijo.

Esta iguaria da gastronomia italiana foi amplamente difundida em meados do século XIX, em 1889, graças à habilidade do primeiro pizzaiolo da história, dom Raffaele Espósito, um padeiro de Nápoles a serviço do rei Umberto I e da rainha Margherita, a quem ele homenageia ao confeccionar uma pizza imitando as cores da bandeira italiana, branco, vermelho e verde, utilizando para isso mussarela, tomate e manjericão, produtos que lhe permitiam obter as colorações desejadas. A rainha apreciou tanto este prato que dom Raffaele decidiu batizá-la de Margherita.

A nova receita da pizza, em seu formato redondo, alcançou tamanha fama mundial que propiciou o nascimento da primeira pizzaria conhecida, a Port'Alba, ‘point’ onde artistas célebres, como o escritor Alexandre Dumas, se encontravam neste período.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Legumes, frutos e vegetais as suas propriedades

Frutos-legumes-e-vegetais


Abacate
Com suave consistência e sabor, a pêra abacate é uma das reagalias que se pode saborear todo o ano, poderá dá-la a provar ao seu filho a partir dos nove meses de idade. Deverá ter o cuidado de a transformar em papa, esmagando-a ou a partir dos 18 meses de idade poderá parti-la em pedaços e servir em salada de frutas. O abacate contém uma considerável quantidade de gorduras e não contém colesterol, dado que é um alimento de origem vegetal.

Abóbora

É um dos primeiros alimentos que podem ser introduzidos na alimentação do bebê, tem um sabor doce e também pode ser comido durante todo o ano. A abóbora é fonte de vitamina A e de ferro.



Acelga
O bebê poderá comer acelga a partir dos 9 meses de idade. Poderão ser cozidas, picadas e misturadas com outros alimentos ou purê.  As acelgas são ricas em vitaminas A e C, cálcio e ferro, têm muita fibra e são aconselhadas a bebês com problemas de obstipação.


Agrião
É um vegetal com muito paladar, aconselhado para sopas e saladas, pode ser introduzido  a partir dos 6 meses de idade, mas só a partir dos dois anos em saladas. É muito rico em cálcio e ferro e em vitamina C.


Aipo
Este vegetal pode ser introduzido a partir dos 9 meses de idade. É muito rico em fibra, cálcio e potássio, é antioxidante.


Alcachofra
É produzida na primavera, este vegetal necessita de ser bem cozido. Apenas um bebê depois de um ano de vida é que o poderá provar. É muito rico em ferro e em vitamina A.


Alface
É um vegetal que podemos comer durante todo o ano. Podemos fazer sopa de alface para o nosso filho com mais de 6 meses de vida e a partir dos 24 meses já poderá comê-la crua. Este vegetal contém uma elevada quantidade de água e fibra.


Alho
Apesar de ser utilizado como condimento, pode dá-lo a comer em sopa a partir dos 10 meses de vida ao seu filho. Tem um sabor intenso, daí ser aconselhavel ser comido cru após um ano e meio. O alho é um antioxidante natural, contém uma grande quantidade de fósforo e potássio.


Batata
O seu bebê poderá comê-la a partir dos 4 meses de vida, deve ser dada em purê, é optima para sopas, tem bastante fibra. Esta é muito rica em carboidratos, é fonte de vitamina A, cálcio e potássio.


Beringela
Poderá cozinhá-la bem e dá-la a partir dos 9 meses. É muito boa para rechear tortas, que o seu filho poderá comer a partir dos 12 meses.


Brócolis
A partir dos 9 meses já poderá dá-la ao seu filho bem cozinhada, em purê ou esmagada. Também é muito boa para tortas ou souflés. Os brócolis são ricos em cálcio, potássio, vitamina C e ácido fólico.


Cebola
A cebola é um dos vegetais mais utilizados na nossa alimentação, tanto crua ou cozida tem um sabor muito intenso e é aconselhada em todo o tipo de comida desde molhos, tortas,saladas, e muito outros pratos de carne e peixe. Pode oferecê-la ao seu filho a partir dos 6 meses se for em sopa e crua apenas depois dos dois anos.


Cenoura
É um dos primeiros alimentos a serem introduzidos na alimentação de um bebê, a partir dos 4 meses de idade. é servida inicialmente em forma de sopa e posteriormente crua por volta dos 2 anos de idade. É rica em vitamina A, zinco e potássio. Crua é também rica em fibra.


Courgettes
É um vegetal que pode oferecer ao seu filho a partir dos 7 me
ses de idade, são apropriados para grande variedade de cozinhados. São ricos em ferro.

Couve-flor
Desde que bem cozida poderá oferecê-la ao seu filho depois dos 9 meses. Deverá ser servida juntamente com outros alimentos. É rica em vitamina C.


Ervilhas
Esmagadas o bebê poderá comê-las a partir dos 9 meses. São muito boas para purê e sopa. As ervilhas são ricas em ferro, zinco, fòsforo, vitamina C e são, ao contrário do que podemos pensar, um dos alimentos que mais calorias fornece.


Espargos
São um dos alimentos difíceis de cozinhar, deverão ser introduzidos com cuidado a partir dos 9 meses.  Apenas poderão ser comidos como nós adultos os comemos depois dos 2 anos. São muito ricos em fibra e ferro.


Espinafre
Cozido e misturado com purê ou sopa poderá ser introduzido a partir dos 8 meses de idade e pode ser cozinhado e misturado das mais variadas formas. É rico em vitamina C, ferro, zinco, potássio, cálcio e ácido fólico.


Feijão-verde
Este vegetal pode ser cozido e servido aos bebês com mais de 10 meses de idade. Deve ser bem cozido e servido em sopas no início e posteriormente depois dos 2 anos ser comido como nós o comemos. É muito rico em fibra.


Funcho
Bem cozido pode ser servido ao seu filho depois dos 9 meses, para poder ser comido em salada apenas depois dos dois anos e meio pois é muito duro e dificil de mastigar. É rico em cálcio, ferro e vitamina C.


Milho
Costuma ser um dos vegetais preferidos das crianças. Poderá misturá-lo a qualquer tipo de comida, a partir dos 8 meses o seu filho poderá prová-lo mas comido ao natural apenas depois dos 3 anos devido aos engasgos não é aconselhado antes. É muito rico em fibra e carboidratos.


Salsa
A partir dos 9 meses pode introduzir este alimento principalmente em sopas. É muito rico em cálcio.


Tomate
Este é um dos alimentos muito saborosos que apenas podem ser introduzidos após um ano. Tenha cuidado pois este tipo de alimento pode provocar alergias ao seu filho por isso fique atenta. É muito rico em vitamina A, C e muito potássio.