A pastinaca (também conhecida por cherivia ou cherovia) é uma raiz, parente da cenoura. Aliás, no aspecto são bastante semelhantes à cenoura; porém têm uma coloração mais pálida e um cheiro e sabor muito mais intenso – semelhante ao das nozes. Tal como as cenouras, as pastinacas são naturais da Eurasia e fazem parte da alimentação humana desde tempos antigos – sabemos que os gregos e os romanos já as incluiam na sua dieta. Até à introdução da batata, trazida do Novo Mundo, eram as pastinacas que ocupavam o seu lugar nos mais diversos pratos e receitas.
As pastinacas podem ser cozidas em água ou no vapor, assadas, estufadas, usadas para a confeccção de sobremesas, utilizadas como base de sopas e em pratos feitos na caçarola. Frequentemente, são ingeridas depois de transformadas em puré. Podem, até, substituir as batatas e as cenouras em qualquer receita. Para os mais gulosos, no caso de se adaptar receitas de bolos, convém reduzir ao açúcar, uma vez que as pastinacas são bastante doces!
Devem ter um tamanho entre pequeno e médio, e a raíz deve ter uma forma direita. Evita as que estiverem moles, as que pareçam secas, ou as que estejam manchadas.
Conservam-se bem mantidas no frigorífico, em sacos plásticos, por cerca de duas semanas.
Informação Nutricional
As pastinacas são mais ricas em vitaminas e minerais, do que a sua “prima” cenoura. Contêm pequenas quantidades de ferro e vitamina C. São particularmente ricas em potássio, com 600mg por cada 100g. As pastinacas são, também, uma excelente fonte de fibra. Cada 100g de pastinaca contém cerca de 55 calorias (230kJ) de energia.
Algumas pessoas podem desenvolver uma reacção alérgica às pastinacas. As folhas da pastinaca, podem também irritar a pele. Neste sentido é importante manuseá-las com todo o cuidado ou utilizando luvas.
Cultivo
As pastinacas não se dão em climas quentes, uma vez que o frio é necessário para o desenvolvimento e intensificação do seu sabor adocicado. Dão-se muito bem locais onde as estações do ano propícias ao crescimento das plantas são de curta duração. Preferencialmente o solo deve ser arenoso e lamacento; por oposição, solos demasiado rochosos ou argilosos não são adequados.
As sementes podem ser plantadas no ínicio da Primavera, assim que o solo esteja pronto para ser trabalhado. A sua colheita pode ser feita nos finais do Outono, (depois das primeiras geadas), e deve continuar ao longo do Inverno, até que o solo congele.
Mais do que as sementes de qualquer outro vegetal, as sementes da pastinaca deterioram-se facilmente se armazenadas por muito tempo, pelo que se aconselha o uso de sementes frescas todos os anos.
Atenção
Se andares em busca de vegetais selvagens, pelos campos ou bosques, é fácil confundir uma espécie venenosa e mortal - Conium maculatum – com as pastinacas. Por isso, aconselhamos-te a adquirires as pastinacas apenas nas superfícies comerciais.
Curiosidades
As pastinacas foram levadas para os Estados Unidos da América, pelos europeus, nos ínicios do séc. XVII, mas esta raíz de cor branco-cremoso nunca se tornou num dos petiscos preferidos, do outro lado do Atlântico.
Nos Estados Unidos da América, a maioria dos estados listaram a pastinaca selvagem como uma espécie nóxica e invasiva.
As pastinacas são usadas por alguns insectos para depositarem os seus ovos, sendo que as larvas, posteriormente, alimentar-se-ão deste vegetal.
Referências:
http://en.wikipedia.org/wiki/Parsnip
http://www.answers.com/topic/parsnip#after_ad3
Imagem retirada de http://en.wikipedia.org
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Tratamentos Caseiros
Na flora e na fauna do nosso planeta, várias são as espécies em habitat natural que sabem empregar recursos para se tratarem de ferimentos ou outras maleitas que as possam assolar. Para além das defesas imunitárias, o habitat circundante geralmente oferece soluções para problemas de saúde. O ser humano também aprendeu a usar e a estudar esses recursos desde há milénios, pelo que hoje em dia existem no mercado e na Internet várias publicações e especialistas que se debruçam sobre este assunto.Não se pretende com este artigo listar exaustivamente tratamentos caseiros complexos, apenas dar ideias naturais e simples para maleitas comuns e passageiras a fim de apresentar alternativas a medicamentos convencionais e/ou métodos invasivos. Todas as sugestões são veganas.
ADVERTÊNCIAS IMPORTANTES: OS TRATAMENTOS NÃO SÃO INÓCUOS! SE HOUVER ALGUM PROBLEMA DE SAÚDE (MESMO “MERAS” ALERGIAS) OU GRAVIDEZ, DEVEM TOMAR-SE PRECAUÇÕES!
As plantas medicinais e/ou frutos, sempre que possível devem ser biológicos, avulsos e muito bem lavados e desinfectados, comprados em casas da especialidade e não colhidos na natureza sem conhecimentos. Pode ser perigoso para a saúde misturar chás para efeitos diferentes.
Os óleos essenciais não devem ser aplicados directamente na pele com a excepção do de alfazema e do de óleo de árvore do chá (tea tree oil). Os restantes devem ser sempre diluídos em óleos-base neutros, como por exemplo óleo de amêndoas doces, de jojoba ou de sésamo.
Há poucos tratamentos imediatos e de utilização única: o organismo humano precisa de tempo e repetições para os efeitos se poderem fazer sentir. Com uma alimentação cuidada, podem evitar-se muitas maleitas e os tratamentos resultam melhor num organismo cuidado.
Não é conveniente conservar os tratamentos; é aconselhável consumi-los ou aplicá-los feitos no momento.
PROBLEMA | SUGESTÕES DE TRATAMENTO |
Acalmar a pele escaldada | Cozer aveia em flocos ou grãos e acrescentar tudo à água do banho de imersão. Outra solução é juntar amido de milho à água do banho de imersão. |
Acalmar e dormir melhor | Beber chá de camomila ou chá de alfazema ou chá de valeriana ou chá de verbena. Ou ainda tomar chá de alfazema, tília e camomila (em partes iguais) Outra solução é um banho de imersão com sal marinho. Também ajuda massajar a nuca, a parte de trás das orelhas e a fronte com óleo essencial de alfazema e colocar 2 a 3 gotas na almofada. Ajuda bastante efectuar respirações lentas e profundas. |
Aftas | Aplicar canela em pó ou gengibre fresco directamente na afta. Também serve 10 grãos de cacau fervidos num litro de água e bochechar. Outra sugestão é bochechar com uma solução de 1 copo de água morna com 1 colher de chá de bicarbonato de sódio. |
Afonia | Fazer gargarejos com uma chávena de água morna ou fria com 1 pitada de sal e 1 colher de café de bicarbonato de sódio. Também resulta gargarejos com a mistura: sumo de 1 limão, 3 folhas de malva e 3 folhas de cavalinha. Outra sugestão: beber chá de cascas de cebola. |
Artrite Reumatóide | Beber chá de gengibre fresco com paus de canela. Outra sugestão: massagens com óleo de sésamo (1 colher de sopa) a que juntas 10 gotas de óleo essencial de eucalipto, 10 gotas de óleo essencial de zimbro e 10 gotas de óleo essencial de alfazema. Também ajuda massajar as partes afectadas com vinagre de sidra. Beber água quente em jejum é outra sugestão. O consumo de morangos (e outros frutos vermelhos silvestres) também é bastante adequado pois é um fruto com propriedades anti-inflamatórias. Outra solução: liquefazer 2 fatias de ananás, sumo de 2 limões e 1 colher de sopa de hortelã. Beber 2 copos por dia. Também ajuda consumir regularmente a especiaria curcuma pois também é anti-inflamatória e desintoxicante. |
Azia | Ferver numa chávena de água durante 3 minutos 1 colher de sopa de casca ralada de limão verde e 1 colher de sopa da parte branca do limão. Beber um copo de 6 em 6 horas. Também resulta mastigar um pedaço de batata crua e beber esse suco. |
Calos | Cortar uma cebola de forma a obter pequenos quadrados ou rectângulos que se aplicam no calo. Deixar marinar 3 dias em vinagre. Aplicar no calo um quadrado ou rectângulo renovando todos os dias e prendendo uma banda de tecido. Outra sugestão é colocar um pedaço de casca de banana verde sobre o calo, cobrir com gaze e substituir de 3 em 3 horas. Outro tratamento é aplicar um dente de alho e sal marinho no calo durante uma noite; lavar e hidratar muito bem na manhã seguinte. Outra solução é aplicar no calo 1 dente de alho com 1 colher de café de azeite. |
Caspa | Ferver um punhado de urtigas num litro de água, deixar arrefecer e usar como última passagem na lavagem do cabelo. |
Circulação sanguínea | 20 cascas de uvas pretas abafadas por 3 minutos em 2 chávenas de água a ferver. Coar e beber. |
Cólicas menstruais | Banho de chá de hortelã - deixar ferver por 2 minutos 3 litros de água com 3 chávenas de folhas de hortelã. Juntar 3 litros de água fria. Banhar o corpo a partir do pescoço. |
Constipações e gripes | Escalda-pés (demolhar os pés em água quente com sal marinho durante cerca de meia-hora). Depois, massajar os pés com óleo de sésamo morno que ajuda a relaxar. Deve ser feito antes de deitar. Outra sugestão é beber chá de gengibre com 1 dente de alho com casca, 1 casca de limão e erva-doce ou anis estrelado. Outra ajuda é: liquefazer sumo de limão com 1 dente de alho, 1/2 cebola e gengibre fresco a gosto. Beber. Outro tratamento é ferver folhas de eucalipto e colocar numa bacia essa água a ferver com as folhas. Inalar os vapores profunda e repetidamente várias vezes ao dia com uma toalha sobre a cabeça para o vapor não se escapar pelos lados. |
Controlar apetite por doces | Cortar em pedaços médios cebolas, cenouras, couve lombarda (repolho ou couve coração) e nabo (opcional), na quantidade de uma chávena de cada. Colocar destapado em água a ferver sem sal por 2 ou 3 minutos. Reduzir o lume e cozinhar por 20 minutos tapado. Coar e beber morno 1 ou 2 chávenas por dia, uma delas em jejum |
Diarreia | Ferver 2 goiabas vermelhas num litro de água. Beber frio. |
Dor de cabeça/ Enxaqueca | Cortar uma batata crua às rodelas e colocar na testa segurando-as com uma banda de tecido em volta da cabeça até a batata aquecer e enegrecer. Convém a pessoa estar deitada num local calmo e com luz suave. Outra solução é diluir sumo de meio limão num copo de água e beber. Outra ajuda: ferver 1 colher de sopa de folhas de alfazema num litro de água. Tomar 3 chávenas por dia. Outra sugestão: ferver num litro de água 2 colheres de sopa de sementes de girassol torradas. Beber uma chávena de 6 em 6 horas. Outro tratamento é beber chá de casca de laranja. |
Dores em geral | 1 colher de sobremesa de folhas de sabugueiro abafadas numa chávena de água a ferver por 10 minutos. Beber de seguida. |
Dores musculares de esforço | Beber chá de manjericão seco: 1 colher de chá por cada chávena, 2 chávenas antes ou depois das refeições. |
Enjoo de viagens | Beber chá de gengibre antes da viagem. |
Excesso de peso | Ferver 1 litro de água com 1 chávena de chá de folhas e talos de alface. Tomar 3 chávenas por dia. Outra solução é beber chá verde. Também ajuda comer cenoura e maçã cruas ao pequeno-almoço e cenoura e nabo cru (temperado com molho de soja) às refeições principais. Beber chá de rábano também resulta. |
Febre | Liquefazer 2 maçãs com pouca água. Beber morno. |
Feridas, queimaduras, frieiras, pisaduras, calos, lábios gretados, inchaços | Cortar uma folha de aloé vera com uma faca plástica e colocar a seiva na área afectada. |
Fungos nas unhas | Mergulhar as unhas afectadas em 1 parte de vinagre e 1 parte de água várias vezes ao dia. Se apenas uma parte da unha estiver afectada, pode aplicar-se o líquido com um cotonete. Também se deve pincelar as unhas (interna e externamente) com a seguinte mistura: numa colher de sopa de óleo de laranja misturar 10 gotas de óleo essencial de alfazema, 10 gotas de óleo essencial de eucalipto e 10 gotas de óleo essencial de árvore do chá (tea tree oil), pincelar a parte afectada (bem limpa) 3 vezes por dia. |
Garganta inflamada | Sumo de 3 limões com um copo de água morna. Beber e fazer gargarejos. Outra solução: 3 colheres de sopa de casca de ananás/abacaxi picada com sumo de uma laranja e 1 copo de água a ferver por cima abafado por 3 minutos. Coar e beber. |
Limpeza de feridas | Ferver folhas de eucalipto e malva em água e limpar as feridas com esta solução fria. |
Manchas na pele | Aplicar sumo de morango. |
Muco nos olhos (também para cães e gatos) | Embeber algodão ou gaze em chá preto ou chá de 3 anos com sal marinho (1 colher de sopa de sal marinho para 1 litro de chá) ligeiramente morno. Aplicar suavemente retirando o muco várias vezes ao dia. Secar suavemente em redor dos olhos depois de tratar. |
Pé-de-atleta/Micoses/Tinha (também para cães, gatos, etc.) | Aplicar directamente óleo de essência de árvore do chá (tea tree oil) na zona afectada ou o mesmo óleo na proporção de 10 gotas com 1 colher de sopa de óleo de sésamo ou jojoba diariamente 2 a 3 vezes por dia durante cerca de 1 mês ou mais, para prevenir o reaparecimento do problema. Outra sugestão: aplicar óleo de árvore do chá, óleo de alfazema e óleo de eucalipto numa base de óleo de jojoba 3 vezes ao dia. |
Pés e pernas cansados | Escalda-pés (ver acima em constipações/gripes). Outra sugestão: massajar com uma mistura de 2 colheres de sopa de óleo de sésamo, 10 gotas de óleo essencial de eucalipto e 10 gotas de óleo essencial de alfazema e descansar com as pernas ao alto durante 20 minutos. |
Pisaduras/contusões/problemas musculares | Massajar 3 vezes ao dia com óleo de arnica. |
Prisão de ventre | 1 chávena de chá de ameixas secas picadas dissolvidas num copo de água quente. Beber morno. Beber sumo de aloé vera antes de deitar (sumo: abre-se a folha de aloé, retira-se o gel e mistura-se no liquidificador 1 colher de gel para 1 copo de água). |
Problemas de fígado | Beber chá de gengibre. Outra ajuda é comer uma rodela de gengibre em jejum Outra sugestão: chá de boldo, dente-de-leão, hortelã, gengibre em partes iguais. O sumo de beterraba fresca é excelente para o fígado, tonificar e renovar o sangue. |
Problemas digestivos | Beber chá de gengibre (não ferver o gengibre para não perder as propriedades terapêuticas. Ferver a água, juntar 6 rodelas finas de gengibre para 1 litro de água, deixar de infusão 10 a 15 minutos e beber quente em jejum ou a seguir às refeições ou quando necessitar. Outra ajuda é o chá de alcachofra, especialmente para o fígado. Também resulta: verter 1 chávena de chá de água a ferver numa 1 colher de sopa de hortelã picada e deixar 10 minutos. Juntar 1 colher de sobremesa de sumo de limão. Coar e beber. Outra sugestão é abafar por 3 minutos num copo de água 5 colheres de sopa de casca de ananás/abacaxi com 10 folhas de hortelã e beber. Outra ajuda: chá de cidreira (1 colher ½ de sopa num litro de água a ferver). Beber 4 vezes ao dia. Resulta também: 3 colheres de sopa de alface (folhas e talos) fervidos num litro de água. Beber 5 chávenas ao dia. |
Problemas urinários | Beber chá de barbas de milho. Outra sugestão é beber chá de pés de cereja. O chá de feijão azuki com alga kombu é excelente para este tipo de problemas. |
Problemas respiratórios em geral e abcessos dentários | Aplicar papas de linhaça (desfazer ou picar sementes de linhaça e ferver essa farinha com água até ficar em papa) mornas no peito ou no abcesso durante a noite e proteger com um tecido de algodão ou toalha. Em alternativa podem envolver-se as papas em tecido e aplicar indirectamente. |
Retirar picos de cactos da pele | Para aqueles picos muito finos muito difíceis de tirar com a pinça, usa cera depilatória vegana (eventualmente caseira). |
Rouquidão/gengivite | 1 colher e ½ de sopa de casca de romã fervida num litro de água. Bochechar e fazer gargarejos. Outra sugestão para a rouquidão: beber chá de cascas de cebola. |
Tosse/bronquite | 2 colheres de sopa de rúcula coberta com uma chávena de água a ferver. Deixar repousar 10 minutos e beber. Ferver 6 figos secos num litro de água até ficarem tenros. Beber várias vezes ao dia. |
Verrugas | Colocar um dente de alho aberto ao meio sobre a verruga preso com adesivo, mudar a cada 24 horas, substituindo o alho, até que a verruga desapareça. Normalmente desaparece entre 3 a 7 dias. |
Referências:
http://www.paulasoveral.net
Saúde de Bolso—Editora Alto Astral
http://www.paulasoveral.net
Saúde de Bolso—Editora Alto Astral
Copyright Centro Vegetariano. Reprodução permitida desde que indicando o endereço: http://www.centrovegetariano.org/Article-533-Tratamentos%2BCaseiros.html
domingo, 6 de novembro de 2011
Garam masala
Garam masala (do hindi garam, "picante" e masala, "pasta") é uma mistura de especiarias moídas muito comum na culinária da Índia, sendo também encontrada nas culinárias de outros países do sul da Ásia[1]. Pode ser usado simples ou em conjunto com outros temperos. O garam masala é forte, mas não picante como uma malagueta.
A composição do garam masala varia de região para região, havendo uma grande variedade por toda a Índia. Alguns dos ingredientes mais comuns são grãos de pimenta preta e branca, cravinho, louro, cominho preto, sementes de cominho, canela, cardamomo preto, castanho e verde, noz-moscada, anis e sementes de coentro. São usadas diversas combinações destes ingredientes nas variações regionais do garam masala[1], não sendo nenhuma delas considerada mais autêntica que a outra[2].
Algumas das variações regionais misturam as especiarias com ervas, enquanto outras trituram as especiarias com água, vinagre ou outros líquidos, tais como o leite de coco, de forma a se obter uma pasta. Em algumas receitas, são também adicionados frutos secos, cebola ou alho. Os sabores podem ser misturados cuidadosamente de forma a se obter um efeito equilibrado, ou, em alguns casos, um dos sabores pode ser salientado num prato em que tal seja desejado. Normalmente, o garam masala é cozinhado antes de ser usado, de forma a melhor libertar os seus sabores e aromas[1].
Existem também diversas versões comerciais de garam masala pré-preparado, com diferentes combinações de especiarias.
Fonte
Receita Caseira
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Ingredientes de Origem Animal
Os ingredientes de origem animal estão onde menos se espera, pelo que, como consumidores veganos, temos de estar particularmente atentos ao que compramos. Ler os rótulos poderá parecer tarefa cansativa ao início, mas, ao fim de algum tempo, verás que até é rápido e fácil. Como em tudo na vida, é uma questão de prática e de hábito.
Ler o Rótulo de Um Produto
Por vezes, basta olhares para a informação nutricional dos produtos. Se um produto listar uma percentagem de colesterol superior a 0%, então podes voltar a pô-lo logo na prateleira, pois é certo que tem algum ingrediente de origem animal (alguns vegetais contêm colesterol, mas em quantidades desprezáveis). Contudo, o inverso não é válido: o facto de um produto não ter colesterol, por si só, não permite concluir que esse produto é vegano.
Para confirmares se um produto é vegano, percorre a lista de ingredientes. Verás que os ingredientes de origem animal mais óbvios saltam logo à vista: soro de leite, leite em pó, gema de ovo, caldo de carne, etc. Se não encontrares nenhum destes ingredientes, procura com mais atenção os ingredientes "escondidos": gelatina, caseína, albumina, etc. Em caso de dúvida sobre um ingrediente, a opção mais sensata é não comprar esse produto.
Não te deixes confundir por termos como "natural" ou "biológico". O facto de um produto ser rotulado como natural ou biológico não significa que não tem ingredientes de origem animal.
Por vezes, os ingredientes de alguns produtos mudam (por exemplo, pão que passa a conter soro de leite), pelo que é bom ires confirmando periodicamente os ingredientes dos produtos que antes sabias serem veganos para te certificares de que continuam a não incluir nenhum ingrediente de origem animal.
Uma coisa é certa: ler atentamente os ingredientes de um produto é algo que deveria ser feito por todos os consumidores, sejam eles veganos ou não. Afinal, é de nosso interesse sabermos o que estamos a ingerir.
Ingredientes de Origem Animal Comuns em Alimentos
ácido láctico
potencialmente não vegano; apesar do nome, o mais comum é ser de origem vegetal (obtido através da fermentação de amido de milho ou açúcar de beterraba).
albumina
potencialmente não vegano; o mais comum é ser albumina de ovo. Evitar, a menos que haja indicação de que é de origem vegetal.
aroma natural
potencialmente não vegano; o “aroma natural” pode ser qualquer coisa, incluindo subprodutos de carne. Evitar, a menos que haja indicação de que é de origem vegetal.
carmim/ácido carmínico
não vegano; extraído de insectos esmagados (cochonilha) e usado como corante.
caseína
não vegano; derivado de leite animal.
gelatina
não vegano; produzido a partir de ossos e ligamentos de animais.
glicerina
potencialmente não vegano; pode ser produzida a partir de gordura animal ou ser de origem
vegetal/sintética.
lactose
não vegano; derivado de leite animal.
lecitina
potencialmente não vegano; se for vegetal, o mais comum é ser listado como “lecitina de soja”.
ómega-3
potencialmente não vegano; se não for de origem vegetal, haverá provavelmente alguma indicação de que é proveniente de óleo de peixe.
soro de leite
não vegano; derivado de leite animal.
vitamina A
potencialmente não vegano; normalmente, é de origem sintética ou de origem animal (retinol). A alternativa vegetal são os carotenos (provitamina A).
vitamina D3
não vegano; normalmente, a vitamina D3 é obtida a partir de cera de lã de ovelha (lanolina) ou de óleo de peixe. A alternativa vegetal é a vitamina D2.
Informações Adicionais
Muitas vezes, não é possível concluir se um produto é vegano ou não analisando os ingredientes, pois há ingredientes que tanto podem ser de origem animal como de origem vegetal. Nesses casos, podes tentar procurar na Internet informação sobre se esse produto específico é adequado para veganos ou contactar o fabricante, perguntando se os ingredientes em questão são de origem animal ou vegetal.
Aditivos de Origem Animal
No recurso Food-Info.net, da Universidade de Wageningen - Holanda, encontras uma lista dos aditivos (os famosos números E) que costumam ser de origem animal:
Lista de Aditivos de Origem Animal (em inglês)
Uma forma de não teres de te preocupar muito com estes aditivos é dares preferência aos alimentos naturais e evitares os produtos (muito) processados. E a tua saúde também agradece.
Fonte
Ler o Rótulo de Um ProdutoPor vezes, basta olhares para a informação nutricional dos produtos. Se um produto listar uma percentagem de colesterol superior a 0%, então podes voltar a pô-lo logo na prateleira, pois é certo que tem algum ingrediente de origem animal (alguns vegetais contêm colesterol, mas em quantidades desprezáveis). Contudo, o inverso não é válido: o facto de um produto não ter colesterol, por si só, não permite concluir que esse produto é vegano.
Para confirmares se um produto é vegano, percorre a lista de ingredientes. Verás que os ingredientes de origem animal mais óbvios saltam logo à vista: soro de leite, leite em pó, gema de ovo, caldo de carne, etc. Se não encontrares nenhum destes ingredientes, procura com mais atenção os ingredientes "escondidos": gelatina, caseína, albumina, etc. Em caso de dúvida sobre um ingrediente, a opção mais sensata é não comprar esse produto.
Não te deixes confundir por termos como "natural" ou "biológico". O facto de um produto ser rotulado como natural ou biológico não significa que não tem ingredientes de origem animal.
Por vezes, os ingredientes de alguns produtos mudam (por exemplo, pão que passa a conter soro de leite), pelo que é bom ires confirmando periodicamente os ingredientes dos produtos que antes sabias serem veganos para te certificares de que continuam a não incluir nenhum ingrediente de origem animal.
Uma coisa é certa: ler atentamente os ingredientes de um produto é algo que deveria ser feito por todos os consumidores, sejam eles veganos ou não. Afinal, é de nosso interesse sabermos o que estamos a ingerir.
Ingredientes de Origem Animal Comuns em Alimentos
ácido láctico
potencialmente não vegano; apesar do nome, o mais comum é ser de origem vegetal (obtido através da fermentação de amido de milho ou açúcar de beterraba).
albumina
potencialmente não vegano; o mais comum é ser albumina de ovo. Evitar, a menos que haja indicação de que é de origem vegetal.
aroma natural
potencialmente não vegano; o “aroma natural” pode ser qualquer coisa, incluindo subprodutos de carne. Evitar, a menos que haja indicação de que é de origem vegetal.
carmim/ácido carmínico
não vegano; extraído de insectos esmagados (cochonilha) e usado como corante.
caseína
não vegano; derivado de leite animal.
gelatina
não vegano; produzido a partir de ossos e ligamentos de animais.
glicerina
potencialmente não vegano; pode ser produzida a partir de gordura animal ou ser de origem
vegetal/sintética.
lactose
não vegano; derivado de leite animal.
lecitina
potencialmente não vegano; se for vegetal, o mais comum é ser listado como “lecitina de soja”.
ómega-3
potencialmente não vegano; se não for de origem vegetal, haverá provavelmente alguma indicação de que é proveniente de óleo de peixe.
soro de leite
não vegano; derivado de leite animal.
vitamina A
potencialmente não vegano; normalmente, é de origem sintética ou de origem animal (retinol). A alternativa vegetal são os carotenos (provitamina A).
vitamina D3
não vegano; normalmente, a vitamina D3 é obtida a partir de cera de lã de ovelha (lanolina) ou de óleo de peixe. A alternativa vegetal é a vitamina D2.
Informações Adicionais
Muitas vezes, não é possível concluir se um produto é vegano ou não analisando os ingredientes, pois há ingredientes que tanto podem ser de origem animal como de origem vegetal. Nesses casos, podes tentar procurar na Internet informação sobre se esse produto específico é adequado para veganos ou contactar o fabricante, perguntando se os ingredientes em questão são de origem animal ou vegetal.
Aditivos de Origem Animal
No recurso Food-Info.net, da Universidade de Wageningen - Holanda, encontras uma lista dos aditivos (os famosos números E) que costumam ser de origem animal:
Lista de Aditivos de Origem Animal (em inglês)
Uma forma de não teres de te preocupar muito com estes aditivos é dares preferência aos alimentos naturais e evitares os produtos (muito) processados. E a tua saúde também agradece.
Fonte
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Alimentos/Produtos Veganos
Fazer uma alimentação vegana não se resume a eliminar a carne, o peixe, os lacticínios, os ovos e outros produtos de origem animal. É preciso introduzir outros alimentos que tomem o lugar dos eliminados para não ficarmos com uma dieta nutricionalmente pobre — sobretudo se a nossa dieta já não era muito variada anteriormente.
Como vegano, podes descobrir todo um novo mundo de ingredientes e sabores. Uma coisa que a tua dieta não terá de ser é monótona! Contudo, não tens de mudar a tua alimentação radicalmente de um dia para o outro. Podes perfeitamente continuar a fazer os pratos que já fazias trocando os produtos de origem animal por produtos de origem vegetal e continuar a basear a tua alimentação em alimentos tradicionais como o feijão, o grão-de-bico, as lentilhas, o arroz e os legumes.




















Como vegano, podes descobrir todo um novo mundo de ingredientes e sabores. Uma coisa que a tua dieta não terá de ser é monótona! Contudo, não tens de mudar a tua alimentação radicalmente de um dia para o outro. Podes perfeitamente continuar a fazer os pratos que já fazias trocando os produtos de origem animal por produtos de origem vegetal e continuar a basear a tua alimentação em alimentos tradicionais como o feijão, o grão-de-bico, as lentilhas, o arroz e os legumes.
Cereais Integrais

Numa dieta equilibrada, a principal fonte de energia (hidratos de carbono) devem ser os cereais integrais, nomeadamente arroz, trigo (massa, pão), aveia e milhete, entre outros. Claro que os veganos podem perfeitamente consumir cereais refinados (brancos), mas as alternativas integrais são muito mais ricas em nutrientes (nomeadamente minerais e vitaminas) e, por conseguinte, melhores opções.
Às vezes, ficamos com a ideia de que os alimentos integrais não sabem muito bem, mas a verdade é que são muito mais ricos em sabor. É uma questão de cozinhar e temperar os alimentos ao nosso gosto e também uma questão de hábito. Quando te habituares à riqueza do sabor dos alimentos integrais, vais provavelmente achar que os alimentos refinados têm um sabor muito pouco interessante.
Hortaliças e Fruta

As hortaliças e a fruta são extremamente importantes para a saúde e devem fazer parte da dieta diária de qualquer pessoa. Os legumes de folha verde escura são muito ricos em nutrientes importantes, nomeadamente vitaminas, ferro, cálcio e outros minerais, sendo recomendável consumi-los todos os dias. A tradicional sopa é uma excelente forma de consumir diversas hortaliças em conjunto e é fácil obter um sabor que nos agrade, combinando várias hortaliças e utilizando ervas aromáticas — as sopas não têm certamente de ser insossas, como algumas sopas de cantina que deixam os estudantes traumatizados...
A fruta, claro está, também é muito importante. Se não gostares muito de comer fruta individualmente, experimenta fazer uma salada de diversos frutos, de modo a misturar diferentes sabores. Por exemplo, uma combinação de banana, kiwi, maçã e laranja é uma escolha acertada. Se mexeres bem a fruta na saladeira, ainda mais saboroso fica.
Leguminosas

As leguminosas devem ser a fonte de proteína de eleição dos veganos. Mas, além de serem uma excelente fonte de proteína, as leguminosas são também ricas em fibra e minerais (incluindo ferro).
As leguminosas incluem diversos tipos de feijão/grão: feijão preto, feijão encarnado, feijão frade, feijão azuki, feijão mung, grão-de-bico, lentilhas castanhas, lentilhas verdes, lentilhas amarelas, ervilhas, tofu e tempeh (feitos de feijão de soja), entre outros. A escolha é muito variada e as formas de cozinhar as leguminosas também o são: desde comer o feijão simples (cozido), passando pela feijoada ou chili vegano, até ao hummus (preparado de grão-de-bico e tahini).
Tofu

O tofu é um alimento feito a partir de feijões de soja, água e um agente coagulante. Tem origem na China, onde já é utilizado há milhares de anos. O tofu é uma excelente fonte de proteína e de cálcio. É um alimento com um sabor neutro, mas que absorve muito facilmente diferentes sabores, o que o torna num alimento extremamente versátil que tanto pode ser utilizado em pratos salgados como doces.
Normalmente, o tofu vende-se embalado com água. Depois de aberto, o tofu não utilizado pode voltar a ser armazenado no frigorífico, imerso em água num recipiente fechado.
Seitan

O seitan é um alimento rico em proteína feito à base de glúten de trigo e utilizado na Ásia há centenas de anos. Embora seja feito de trigo, não tem grandes semelhanças com o pão. Quando cozinhado, o seitan tem um aspecto e textura extremamente idênticos aos da carne.
Normalmente, o seitan vende-se embalado com água. Depois de aberto, o seitan não utilizado pode voltar a ser armazenado no frigorífico, imerso em água num recipiente fechado.
Quinoa

A quinoa é um alimento nativo da América do Sul, conhecido como o "ouro dos Incas". Embora seja conhecida como cereal, trata-se de uma semente de excelente valor nutricional. É muito rica em proteínas, incluindo todas as proteínas essenciais, o que faz dela um alimento bastante adequado para os veganos. A quinoa é também muito rica em fibra, magnésio, ferro e fósforo, e é isenta de glúten, sendo por isso um alimento de fácil digestão.
A preparação da quinoa é idêntica à dos cereais integrais (como o arroz), mas a sua cozedura é bastante mais rápida (15-20 minutos).
Tahini

O tahini é uma pasta feita a partir de sementes de sésamo sem casca e tem origem no Médio Oriente, onde é utilizado há centenas de anos. Existem pastas de sésamo feitas a partir de sementes de sésamo com casca, mas são mais amargas e espessas do que o tahini.
O tahini é idêntico à manteiga de amendoim em consistência e também em sabor, mas tem um valor nutricional superior. É muito rico em cálcio, sendo muito popular sobretudo como ingrediente para fazer hummus. O hummus é um alimento típico do Médio Oriente, feito à base de grão-de-bico e tahini. É delicioso, especialmente quando saboreado com azeitonas pretas.
Tempeh

O tempeh é um dos alimentos de soja mais saudáveis. É altamente nutritivo, rico em proteína, cálcio e isoflavonóides, e com muito baixo teor de gordura. É feito a partir de feijão de soja integral, cozinhado e fermentado.
Trata-se de um aglomerado firme e compacto, sendo recomendável cortá-lo em rodelas ou pequenos cubos para o cozinhar, por exemplo, num refogado. Ao contrário do tofu, tem um sabor distinto (pode ser necessário algum tempo até nos habituarmos ao seu sabor característico), sendo por vezes incluídos cereais na sua produção.
Molho de Soja (Shoyu)

O molho de soja é um condimento utilizado em substituição do sal e foi originalmente criado na China há milhares de anos. O molho de soja é feito com soja fermentada, trigo, sal e água.
No Japão, o molho de soja é denominado shoyu, sendo este o molho de soja mais popular de boa qualidade que se encontra à venda em Portugal. Também de origem japonesa, o tamari é outro molho de soja popular, mas com um sabor mais forte e sem trigo (ou com quantidade muito reduzida de trigo).
Dado que contém sal, o molho de soja deve ser utilizado com moderação. No entanto, o molho de soja permite conferir um sabor agradável e característico aos alimentos com menor quantidade de sal do que se fosse utilizado sal por si só.
Miso

O miso é uma pasta feita de feijões de soja fermentados ao longo de semanas ou anos. Por se tratar de um alimento feito de soja fermentada, o miso é um alimento rico em vários minerais, tais como o magnésio, zinco e cobre, para além de apresentar diversos benefícios para a saúde. A fermentação do feijão de soja pode ser efectuada em conjunto com outro cereal, como o arroz, a cevada ou o trigo, o que confere um sabor diferente e mais suave ao miso.
É originário do Japão, onde é amplamente utilizado na cozinha tradicional há largas centenas de anos. Pode ser utilizado como condimento (substituindo o sal) em diversos pratos, sendo o mais comum a sopa.
Proteína de Soja Texturizada/Soja Granulada

A proteína de soja texturizada (ou soja granulada) é uma fonte de proteína muito económica criada a partir de farinha de soja por um processo industrial. A proteína de soja texturizada é também rica em ferro, cálcio, fibra e zinco. Dado que se trata de um alimento desidratado, a proteína de soja texturizada tem de ser reidratada em água quente durante uns 10 minutos ou durante o processo de cozedura.
A proteína de soja texturizada tem cerca de 50% de proteína (antes de ser reidratada) e, depois de cozinhada, tem uma textura idêntica à de carne picada. Para além do granulado fino, existe também proteína de soja texturizada em pedaços maiores (mas não costuma ficar tão saborosa).
Dado que se trata de um alimento bastante processado, não é muito recomendável como opção frequente.
Leite Vegetal

O leite vegetal mais popular entre os veganos é o leite de soja, mas também existe leite de aveia, leite de arroz e leite de amêndoa, entre outros. Os diferentes leites veganos têm sabores bastantes distintos e os leites de soja também variam bastante de sabor consoante a marca.
A maioria dos leites vegetais é enriquecida com cálcio numa quantidade idêntica ao existente no leite de vaca, pelo que esses leites vegetais são uma fonte de cálcio equiparável ao leite de vaca.
Não te assustes se experimentares algum leite de que não gostes. Quase de certeza que há outros leites vegetais com um sabor que te agrade mais (os leites de soja simples mais saborosos costumam ser os que incluem aroma de maçã).
Iogurte Vegetal

Existem muitos iogurtes vegetais à disposição dos veganos que são tão ou mais saborosos que as alternativas de origem animal. A maioria dos iogurtes veganos é feita de soja e contém as benéficas bactérias probióticas que ajudam a fortalecer a flora intestinal. Não confundir os iogurtes com as sobremesas de soja: os iogurtes são nutricionalmente mais interessantes, pois tratam-se de alimentos fermentados.
Para além dos iogurtes veganos que é possível encontrar nas lojas de produtos naturais/dietéticos, existem diversos iogurtes vegetais na maioria dos supermercados. Algumas marcas disponíveis em supermercados incluem: Alpro, Soja Sun, Danone Savia e Soywell (Lidl).
Margarina Vegana

A margarina é um alimento muito popular para barrar o pão, mas a maioria das margarinas vegetais não são veganas, pois contêm soro de leite (para além de vitamina D e A, que poderão ser também de origem animal).
Felizmente, podes encontrar margarina Alpro, que é vegana, à venda na maioria dos supermercados e hipermercados. As lojas de produtos naturais/dietéticos costumam ter outras alternativas veganas e biológicas, como a margarina Vitaquell ou a margarina Provamel.
Queijo Vegetal

Para muitos veganos, o queijo é o alimento de origem animal que mais lhes custou abandonar. No entanto, cada vez há mais oferta de queijos vegetais com um sabor muito idêntico ao queijo de origem animal, pelo que podes continuar a desfrutar de um paladar semelhante ao do queijo sem contribuíres para a exploração animal.
Existem queijos veganos de diversos sabores e consistências, sendo inclusive possível utilizá-los em pizas veganas. Por exemplo, podes usar o queijo vegetal Mozarella da Provida, previamente misturado com azeite e água (fica em creme). 30 g de queijo + 30 g de azeite + 80-100 g de água misturados com a varinha dá um creme interessante para piza ou outro cozinhado. Mas é importante usar um azeite com acidez muito baixa (0,5 ou menos), senão fica a saber a azeite (que não é o objectivo).
Maionese Vegetal

Podes encontrar maionese vegana da marca Granovita (Mayola) à venda nas lojas de produtos naturais/dietéticos e maionese vegana da marca Diese à venda na maioria dos supermercados e hipermercados.
Ao contrário do que possa parecer, também é relativamente simples fazer maionese vegetal caseira. Basta utilizares uma quantidade idêntica de azeite ou óleo vegetal e de leite de soja, um pouco de sumo de limão ou vinagre, e uma pitada de sal e pimenta. Mistura todos os ingredientes com uma varinha ou robô de cozinha, excepto o óleo, o qual deve ir sendo gradualmente acrescentado à mistura (enquanto está a ser mexida) até obteres a consistência desejada para a maionese.
Salsichas Vegetais

Existem salsichas veganas que são tão ou mais saborosas do que as versões de origem animal. Mas, lamentavelmente, a maioria das salsichas sem carne à venda no mercado contém albumina de ovo.
Uma marca que tem excelentes salsichas veganas é a Taifun (que podes encontrar em algumas lojas de produtos biológicos). Outra marca com salsichas veganas é a Viana, sendo possível encontrá-las nas lojas Celeiro ou encomendar através da Dietimport.
Hambúrgueres Vegetais

Os veganos também podem comer hambúrgueres com batatas fritas quando lhes apetece! Existem diversas marcas que vendem hambúrgueres veganos. A Natursoy tem alguns hambúrgueres veganos muito bons, mas nem todos os hambúrgueres da marca são integralmente vegetais. Outra marca com hambúrgueres veganos é a La Finestra Sul Cielo (à venda em algumas lojas de produtos biológicos).
Podes encontrar (ou encomendar) hambúrgueres veganos em lojas de produtos naturais/dietéticos.
Enchidos e Fumados Vegetais

Os tradicionais chouriço ou farinheira de carne também estão disponíveis em versões veganas e o sabor é capaz de enganar os mais distraídos. Se quiseres fazer uma feijoada para deixar os omnívoros de boca aberta, o chouriço vegetal é uma boa opção.
Encontram-se à venda em lojas de produtos naturais/dietéticos e também em hipermercados.
Preparados Orientais

Existem alguns preparados orientais (incidentalmente) veganos, tais como crepes chineses e chamuças, que podes encontrar em supermercados e hipermercados e que podem ser bastante práticos quando se pretende elaborar uma refeição rapidamente ou para usar como aperitivo.
Os crepes chineses da marca Maggi são veganos e encontram-se à venda na maioria dos supermercados e hipermercados. No Lidl, podes encontrar embalagens com 8 chamuças e 8bhajji de cebola veganos bastante bons — o produto encontra-se na zona dos congelados e denomina-se Vitasia: 16 mini-snacks indianos.
Fonte: Muda o Mundo
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Pesos & Medidas
Na cozinha existem coisas que diminuem de tamanho e outras que aumentam incrivelmente. Meio quilo de feijões, por exemplo, parecem insuficientes quando estão crus. Mas depois de cozidos, multiplicam-se de maneira assombrosa. Já aquela floresta de espinafres, que à primeira vista poderia alimentar um batalhão, depois de refogada diminui à beça. Assim, oriente-se pela tabela abaixo e depois, com a pratica, você vai tirar de letra:Cereais
Arroz : ½ xícara de chá (50g) por pessoa
Feijões e ervilhas: ½ xícara de chá (50g) por pessoa
Lentilhas e grão de bico : 1 xícara de chá rasa (100g) por pessoa
Obs.: Quando os cereais forem ingredientes em sopas, uma porção será suficiente para duas pessoas.
Legumes e verduras
Abobrinha: 1 média por pessoa
Alcachofra: 1 grande por pessoa
Aspargos: 300g por pessoa
Batatas: 200g por pessoa
Beringela : ½ por pessoa
Beterraba: 200g por pessoa
Brócolos: 200g por pessoa
Cenoura: 150g por pessoa
Cogumelos: 100 a 150g; como guarnição, 50g por pessoa
Couve: 200g por pessoa
Couve de Bruxelas: 150g por pessoa
Couve flor: 150g por pessoa
Espinafre: 350g por pessoa
Milho verde (sem sabugo) 100g por pessoa
Pepinos: 150g por pessoa
Pimentão: 1 grande por pessoa
Salada: 80 a 100g por pessoa
Salsão: 1 rama para três pessoas
Tomates: 1 grande por pessoa
Vagem: 200g por pessoa
Massas:
120g por pessoa
Na sopa: 20g por pessoa
Volumes:
Uma pitada = 1/8 de colher de chá
1 colher de sopa = 3 colheres de chá
¼ de chávena/xícara = 4 colheres de sopa
1/3 de chávena/xícara = 5 colheres de sopa mais 1 colher de chá
½ chávena/xícara 8 colheres de sopa
1 chávena/xícara = 16 colheres de sopa
1 litro = 4 chávenas/xícaras
Para medir ingredientes secos, despeje no medidor até ultrapassar um pouco a borda, sem apertar. Em seguida, nivele com uma faca a superfície, deixando-a lisa.
Para medir gorduras, coloque na xícara ou na colher de medida até chegar à borda. Passe a faca para nivelar a superfície.
Obs.:
Estas medidas foram consideradas para se ter uma idéia da quantidade de cada alimento como um acompanhamento. Assim fica mais fácil fazer as compras. Ela serve como orientação e não como uma regra para ser seguida ao pé da letra. Leve em conta o bom senso e, principalmente, seu apetite.
Glossário
Existem certos termos técnicos empregados na maioria dos livros de culinária, inclusive este. Mas já que ninguém é obrigado a nascer sabendo o que significa “ligar”, “lavar em várias águas”, “dourar” e assim por diante, este glossário foi elaborado. Leia para evitar certas confusões, compreensíveis, porém muito contraproducentes:
Refogado: é a mistura de um ou vários temperos, fritos em gordura quente. O mais simples é feito colocando uma colher de sopa de gordura ( margarina, óleo, azeite) em uma panela. Quando estiver quente (mas não queimando), adicione uma cebola picada, ou dois dentes de alho picados. A cebola deve amolecer, ficar macia e transparente sem queimar. O alho fica crocante, mas se tostar demais vai dar um gosto amargo às preparações. Refogados mais incrementados levam cebola, alho, tomates, salsinha, louro, pimenta. Eles são a base para diversos pratos como molho de tomates, arroz, tempero para feijão e assim por diante.
Dourar: para dourar legumes é preciso tostar esses ingredientes (em pedaços ou inteiros) em pouquíssima gordura, numa panela bem quente e sem tampa, até que todos os lados adquiram uma coloração dourada ou formar uma casquinha bem “bronzeada”.
Lavar em várias águas: esta água deve ser trocada a cada duas horas. Ou então coloque os ingredientes em uma bacia dentro da pia, sob a torneira, e deixe um fio de água cair sobre eles de acordo com o tempo pedido pela receita.
Cozinhar no vapor: existem panelas especiais, divididas em duas seções, especialmente projetadas para este fim: na parte de baixo coloca-se água e na parte superior encaixa-se uma outra panela parecida com o escorredor de macarrão. Nesta última serão colocados os ingredientes para cozinhar no vapor. Para improvisar, é necessário uma panelona, de boca larga, em cuja boca será adaptado um escorredor de macarrão ou uma peneira. Assim, os alimentos recebem apenas o vapor. Na água que vai produzir o vapor podem-se colocar temperos, tais como grãos de pimenta do reino e maços de cheiro verde. Para preparar , verduras e legumes.
Flambar: significa despejar sobre os ingredientes - crus ou já prontos - uma dose de bebida de alta graduação alcoólica, como conhaque ou licor e atear fogo (com um fósforo ou inclinando a panela de modo a “acender” o líquido com a chama do fogão). Isso serve para diminuir o teor alcoólico da bebida e deixar apenas o sabor da mesma e ainda para esquentar certas preparações.
Reduzir: esse procedimento é aplicado em preparações que contêm muito líquido. Quando se reduz, faz-se com que a maior parte da água evapore restando ao fim um extrato ou molho espesso. Para tanto é necessário que o fogo esteja de baixo para médio e a panela destampada.
Ligar ou engrossar: esse método é pedido para tornar mais espessa, cremosa e homogênea uma preparação líquida. Dissolve-se uma pequena quantidade de farinha de trigo (uma colher de sobremesa ou de sopa, dependendo da quantidade de líquido) em uma xícara ou copo com água, leite ou caldo. Para evitar que fique cheio de grumos , coloque primeiro a farinha e vá adicionando aos poucos o líquido. Misture bem e despeje na preparação.
Banho-maria: consiste em esquentar ou preparar uma receita, sem que os ingredientes tenham contato direto com o fogo ao mesmo tempo em que recebem calor por todos os lados. a) Banho-maria no forno: coloque dentro de uma assadeira o vasilhame - panela ou pote refratário - (que suporte o calor) com a preparação e despeje água na assadeira. Leve ao forno bem quente e cozinhe de acordo com o tempo especificado pela receita. b) Banho-maria no fogão: coloque o vasilhame com a preparação dentro de uma panela com água. Leve ao fogo e tampe, se pedido pela receita.
Gratinar: levar uma preparação ao forno para formar uma casquinha crocante ou dourar. É preciso salpicar a superfície com farinha de rosca
Untar: passar óleo, azeite ou outro tipo de gordura em uma panela ou assadeira. Geralmente é pedido para preparações no forno, como tortas e bolos. Quando a receita diz untar e enfarinhar, é porque o risco da preparação ficar grudada é grande. Nesse caso, após passar a gordura, junta-se um pouco de farinha de trigo e espalha-se bem por toda a superfície da assadeira.
Obs.:
Escorredor: é aquela bacia, de forma arredondada, cheia de furinhos. Use de metal ou de plástico super resistente, senão ao invés de uma preparação no vapor, no máximo você vai ter uma escultura .
Flambar: para primeiros-socorros em caso de queimadura, se a pele apenas ficar avermelhada, lave bem sob água corrente. Não use pasta de dente, só piora.
Grumos: pelotas, bolinhas, caroços, que se formam se a farinha não for bem dissolvida.
Refogado: é a mistura de um ou vários temperos, fritos em gordura quente. O mais simples é feito colocando uma colher de sopa de gordura ( margarina, óleo, azeite) em uma panela. Quando estiver quente (mas não queimando), adicione uma cebola picada, ou dois dentes de alho picados. A cebola deve amolecer, ficar macia e transparente sem queimar. O alho fica crocante, mas se tostar demais vai dar um gosto amargo às preparações. Refogados mais incrementados levam cebola, alho, tomates, salsinha, louro, pimenta. Eles são a base para diversos pratos como molho de tomates, arroz, tempero para feijão e assim por diante.
Dourar: para dourar legumes é preciso tostar esses ingredientes (em pedaços ou inteiros) em pouquíssima gordura, numa panela bem quente e sem tampa, até que todos os lados adquiram uma coloração dourada ou formar uma casquinha bem “bronzeada”.
Lavar em várias águas: esta água deve ser trocada a cada duas horas. Ou então coloque os ingredientes em uma bacia dentro da pia, sob a torneira, e deixe um fio de água cair sobre eles de acordo com o tempo pedido pela receita.
Cozinhar no vapor: existem panelas especiais, divididas em duas seções, especialmente projetadas para este fim: na parte de baixo coloca-se água e na parte superior encaixa-se uma outra panela parecida com o escorredor de macarrão. Nesta última serão colocados os ingredientes para cozinhar no vapor. Para improvisar, é necessário uma panelona, de boca larga, em cuja boca será adaptado um escorredor de macarrão ou uma peneira. Assim, os alimentos recebem apenas o vapor. Na água que vai produzir o vapor podem-se colocar temperos, tais como grãos de pimenta do reino e maços de cheiro verde. Para preparar , verduras e legumes.
Flambar: significa despejar sobre os ingredientes - crus ou já prontos - uma dose de bebida de alta graduação alcoólica, como conhaque ou licor e atear fogo (com um fósforo ou inclinando a panela de modo a “acender” o líquido com a chama do fogão). Isso serve para diminuir o teor alcoólico da bebida e deixar apenas o sabor da mesma e ainda para esquentar certas preparações.
Reduzir: esse procedimento é aplicado em preparações que contêm muito líquido. Quando se reduz, faz-se com que a maior parte da água evapore restando ao fim um extrato ou molho espesso. Para tanto é necessário que o fogo esteja de baixo para médio e a panela destampada.
Ligar ou engrossar: esse método é pedido para tornar mais espessa, cremosa e homogênea uma preparação líquida. Dissolve-se uma pequena quantidade de farinha de trigo (uma colher de sobremesa ou de sopa, dependendo da quantidade de líquido) em uma xícara ou copo com água, leite ou caldo. Para evitar que fique cheio de grumos , coloque primeiro a farinha e vá adicionando aos poucos o líquido. Misture bem e despeje na preparação.
Banho-maria: consiste em esquentar ou preparar uma receita, sem que os ingredientes tenham contato direto com o fogo ao mesmo tempo em que recebem calor por todos os lados. a) Banho-maria no forno: coloque dentro de uma assadeira o vasilhame - panela ou pote refratário - (que suporte o calor) com a preparação e despeje água na assadeira. Leve ao forno bem quente e cozinhe de acordo com o tempo especificado pela receita. b) Banho-maria no fogão: coloque o vasilhame com a preparação dentro de uma panela com água. Leve ao fogo e tampe, se pedido pela receita.
Gratinar: levar uma preparação ao forno para formar uma casquinha crocante ou dourar. É preciso salpicar a superfície com farinha de rosca
Untar: passar óleo, azeite ou outro tipo de gordura em uma panela ou assadeira. Geralmente é pedido para preparações no forno, como tortas e bolos. Quando a receita diz untar e enfarinhar, é porque o risco da preparação ficar grudada é grande. Nesse caso, após passar a gordura, junta-se um pouco de farinha de trigo e espalha-se bem por toda a superfície da assadeira.
Obs.:
Escorredor: é aquela bacia, de forma arredondada, cheia de furinhos. Use de metal ou de plástico super resistente, senão ao invés de uma preparação no vapor, no máximo você vai ter uma escultura .
Flambar: para primeiros-socorros em caso de queimadura, se a pele apenas ficar avermelhada, lave bem sob água corrente. Não use pasta de dente, só piora.
Grumos: pelotas, bolinhas, caroços, que se formam se a farinha não for bem dissolvida.
Temperos
A função dos temperos é a de realçar ou modificar o sabor dos alimentos. Assim é possível, usando um mesmo legume, variar a cada refeição: um dia abobrinha ao curry, noutro, alho e óleo, ou com cebola tomate e orégano e assim por diante. Fique claro que temperos em excesso podem também estragar seu prato.Açafrão: condimento, aromatizante e colorante, o açafrão é o estigma de uma flor, de cor acobreada . Caríssimo, é comercializado seco ou em pó.
Alecrim: erva aromática , de origem mediterrânea. Pode ser utilizada fresca ou então desidratada.
Alho: os dentes que constituem o bulbo podem ser utilizados em quase todas as receitas (menos nas de doces). Prefira os frescos, que devem ser guardados fora da geladeira. Não use os purês de alho, nem os preparados de alho com sal.
Canela: a canela comercializada em pó é a casca moída de uma planta originária do Ceilão que chegou à Europa trazida por mercadores fenícios. É usada para temperar doces e também em sopas, com moderação. A casca em pedaços é usada no quentão junino e para preparar caldas.
Cebola: da mesma família do alho, também é muito versátil. Assim como o alho, não compre purês nem pastas, cebola fresca tem muito mais sabor. Descasque - as primeiras casquinhas, secas - sob o jato de água para não chorar .
Cebolinha/cebola de cheiro: parenta da última, usa-se além do pequeno bulbo que se encontra na base, as folhagens verdes. Existe à venda a cebolinha desidratada. Nunca fica igual à fresca.
Cominho: muito utilizado em pratos indianos, vai bem com legumes. Compra-se em pó.
Cravo: botão de uma flor, colhido antes de desabrochar, utilizado seco. Para fazer doces, compotas, biscoitos e bebidas mas vai também com alguns cozidos.
Curcumã: conhecido no Brasil como açafrão-da-terra, é um dos ingredientes para preparar o curry. Serve também de corante e deixa tudo amarelo.
Estragão: o mais francês dos temperos é originário do sul da Ásia. Indicado para saladas verdes (aromatizando o vinagre de vinho).
Louro: usam-se na cozinha as folhas desta pequena árvore, que estimula o apetite e ajuda na digestão. Ideal para temperar feijão e sopas. Você também pode fazer uma coroa com as folhas e se sentir o próprio César.
Manjericão: pequeno arbusto, cujas folhas - delicadas e muito perfumadas - são usadas em quase todos os molhos de tomate. Sempre coloque na panela ao fim da preparação, assim seu perfume permanece por mais tempo.
Noz-moscada: é uma pequena noz, seca, que deve comprada inteira e ralada na hora sobre uma infinidade de coisas, como: purê de batatas, molho branco, sopas e massas.
Orégano: pequenas folhas, geralmente secas, que são utilizadas principalmente nos molhos de tomate. Seu sabor é bem forte, não abuse.
Pimenta do reino preta/ branca/verde: compre sempre os grãos das duas primeiras e moa na hora, o gosto vai ser especial. Use a pimenta branca quando estiver fazendo molho branco, assim não vai parecer que tem sujeirinha nele. A verde é vendida em conserva, tem sabor acentuado porém não é tão picante. Não é necessário moer.
Pimenta vermelha: parece um pimentão miniatura e esticado. É a base do molho de pimenta e do tabasco. As sementes são a parte mais forte. Pode ser usada seca ou ao natural. Quando trabalhar com elas, lave bem, mas muito bem as mãos depois de terminar. Arde mesmo.
Salsinha: erva que pode ser utilizada em pratos frios e quentes. Prefira a fresca ao invés da desidratada. Existe também a variedade crespa.
Sálvia: de cor acinzentada, aroma agradável, vai muito bem em massas e molhos.
Timo: tamanho não é documento. As folhas deste arbusto são minúsculas mas o gosto é extra-forte. Use com moderação.
Termos de Cozinha
Portugal - Brasil
Aconchegar - Apertar
Aquecer - Esquentar
Arrefecer - Esfriar
Assar :cozinhar
Almofariz - Pilão
Boião - Pote
Biológico : Orgânico
Chávena - Xícara
Decoração - Acabamento
Esmagar - Socar
Espumadeira - Escumadeira
Estaladiço - Crocante
Estufar - Cozinhar com a panela tampada
Fervedor - Leiteira
Frasco - Vidro
Frigorófico - Geladeira
Fio de cozinha - Barbante
Fumado - Defumado
Lume - Fogo
Lume brando - Fogo brando
Tacho/Panela - Panela
Panar - Empanar
Panela tapada - Panela tampada
Passe-vite : Passapurê
Película aderente : Filme transparente
Pequeno almoço : Café da manhã
Picadora : Processador de alimentos
q.b. (quanto baste) - a gosto
Ramo - Maço
Varinha mágica - Mixer
Ingredientes
Alho Francês - Alho Poró
Açafrão das Índias - Curcuma, Açafrão da Terra
Açúcar em pó - Açúcar de Confeiteiro
Açúcar amarelo : Açúcar de cor acastanhada, não refinado
Aguardente - Pinga
Aipo - Salsão
Alperce - Damasco
Alfazema - Lavanda
Ananas : Abacaxi
Aneto (endro) : Dill
Caril - Curry
Bola : Pãozinho rústico
Bolinho : Pastel
Brócolos : Brócolis
Bulgur : Trigo para quibe
Cebolinho : Ciboulette
Chouriço vegetal: Linguiça vegetal
Chouriço vegetal: Linguiça vegetal
Colorau : Páprica
Cogumelos - Champignons
Crepe : Panqueca
Cebolo - Cebolinha verde
Coentros frescos - Cheiro-verde (Nordeste)
Cubo de caldo - Tablete de caldo
Côdea (do pão) - Crosta
Curgete (ou courgette) - Aboborinha Italiana
Espargos - Aspargos
Esparguete - Espaguete
Empadão - Escondidinho, Torta
Erva-cidreira : Melissa, capim-cidreira
Farinha de Milho - Fubá
Feijão-frade - Feijão fradinho
Feijão-verde - Feijão Vagem
Fermento padeiro : Fermento biológico fresco
Gelado - Sorvete
Gnocchi : Nhoque
Grelo : Broto, rebento
Ketchup - Catchup
Massa - Macarrão
Molho de Soja - Shoyu
Molho picante, molho de piri-piri : Molho de pimenta
Mozzarella - Mussarela
Natas de soja - Creme de leite de soja
Oregãos - Orégano
Óleo de Palma - Azeite de Dendê
Pão de véspera - Pão amanhecido
Pão pita - Pão sírio
Pão ralado - Farinha de rosca
Panar : Empanar
Pastel : Bolinho
Pimentão doce : Páprica
Piri-piri - Pimenta Malagueta
Pinhões - Pinoles
Papel Vegetal - Papel manteiga
Passa de uva - Uva passa
Pimenta preta - Pimenta do reino
Pimentos - Pimentão
Palitotos de la reine - Biscoito champagne
Queijo creme - Requeijão cremoso
Queijo flamengo - Queijo prato
Queque - Muffin
Malagueta - Pimenta dedo de moço
Rissóis - Rissoles
Rebento de Soja - Broto de feijão
Requeijão - Coalhada
Salsa - Salsinha
Salva : Sálvia
Sandes : Sanduíche
Sésamo : Gergelim
Sumo : Suco
Sultanas - Uva Passa Branca
Sumo - Suco
Tarte - Torta
Tartelete : Tortinha
Torta - Recambole
Vinho de arroz : Saquê
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