Os vegetarianos – e especialmente os veganos – estão menos expostos a um variado número de doenças e problemas de saúde que estão associados ao consumo de alimentos de origem animal: várias formas de cancro (desde logo, cancro da próstata e cancro do cólon), problemas cardíacos, hipertensão, osteoporose, colesterol, impotência sexual e obesidade, entre outros.
Sabia que:
- É mais fácil manter a linha seguindo uma dieta vegetariana?
Uma pessoa que tenha uma alimentação vegetariana, especialmente se for vegana, ingere, em princípio, menos gorduras e alimentos menos calóricos e de mais fácil digestão do que uma pessoa não-vegetariana. É claro que também é possível ser-se vegetariano e ter excesso de peso, se se tiver uma alimentação incorrecta e hiper-calórica, mas é um facto que os vegetarianos, especialmente os veganos, dificilmente sofrerão de obesidade e é improvável que tenham problemas sérios de excesso de peso. Numa altura em que a obesidade se tornou uma epidemia e começa a ser um problema de saúde cada vez maior também na sociedade portuguesa, o vegetarianismo apresenta-se como um bom meio de prevenção da obesidade.
O Vegetarianismo na Prevenção e no Tratamento de Doenças
As dietas vegetarianas têm um papel vital na prevenção de doenças, uma vez que uma alimentação vegetariana, em especial se for vegana, reduz muito significativamente a exposição a uma série de doenças. Ao mesmo tempo, adoptar e manter uma dieta vegetariana, e em especial se for vegana, pode ser muito benéfico mesmo para quem sofra já de certos problemas de saúde, ajudando no tratamento destes e na prevenção do agravamento que se poderia registar com uma alimentação não cuidada e muito dependente de alimentos de origem animal. Saiba porquê:
:: Doenças cardiovasculares
A dieta vegetariana previne o aparecimento de doenças cardíacas porque é pobre em gorduras saturadas e geralmente contém pouco colesterol (se for ovo-lactovegetariana) ou nenhum (se for vegana) – o colesterol é o principal factor desencadeador destas doenças e está presente apenas em produtos animais, tais como a carne, incluindo a carne de peixe, os lacticínios e os ovos.
:: A hipertensão
Os vegetarianos têm tendência para ter a tensão arterial mais baixa. Na maior parte das vezes, em casos graves deBeringela hipertensão, quando se faz a mudança para uma dieta livre de produtos de origem animal, a medicação para o controlo da tensão arterial pode deixar mesmo de ser necessária, devido ao baixo teor em sódio (elemento hipertensor e constituinte do sal) que todos os alimentos incluídos na alimentação vegetariana apresentam.
:: A diabetes
Os elevados níveis de açúcar no sangue podem ser facilmente controlados com uma dieta vegetariana. Uma dieta rica em hidratos de carbono complexos (presentes em vegetais, leguminosas e cereais) e simultaneamente pobre em gorduras é a melhor solução para controlar esta doença e minimizar as suas consequências. Ao evitar as gorduras e o colesterol, diminui as probabilidades de complicações cardíacas e, sendo este um dos principais objectivos da dieta diabética, o vegetarianismo assume um papel importante. Embora todos os insulino-dependentes tenham que tomar insulina, uma dieta baseada em vegetais e cereais na dose adequada pode ajudar a reduzir as suas necessidades desta substância.
:: O cancro
Estudos em indivíduos vegetarianos mostram que a taxa de mortalidade por cancro é apenas de ½ a ¾ em comparação com o resto da população. Tanto o cancro da mama, como do cólon e do pulmão são menos frequentes em vegetarianos. Uma alimentação pobre em gorduras e em açúcares naturais dos lacticínios (responsáveis pelo aumento do risco de cancro nos ovários) e rica em fibras e antioxidantes contribui muito para evitar o cancro.
:: A obesidade
O mais recente estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) revela que a obesidade está a aumentar. Não é só um problema estético, mas de saúde; é uma epidemia e é uma doença crónica que contribui para o aparecimento de hipertensão, aumento do colesterol, doenças cardiovasculares e diabetes, entre outras doenças. O peso médio dos veganos, comparado com o dos omnívoros, é, em geral, inferior em 5 a 10 kg.
:: A osteoporose
A alimentação vegetariana contribui para a manutenção do tecido ósseo durante todas a fases da vida. É tão importante ingerir cálcio como prevenir a perda de massa óssea. Ao adoptar uma alimentação livre de proteína animal, contribui para reduzir a perda deste tão importante mineral e, ao mesmo tempo, consegue garantir o consumo de cálcio de que necessita através de fontes vegetais de cálcio, como os vegetais de folhagem verde-escura e o leite de soja enriquecido, entre outros.
Já percebi que é importante para os animais que eu deixe de beber leite e de comer ovos, mas não me farão falta?
Não. Veja a seguir porquê:
Não beba leite, pela sua saúde!
Tem-se verificado que existe uma relação estreita entre o consumo de produtos lácteos (leite, manteiga, queijo, etc.) e vários tipos de cancro, diabetes, osteoporose, doença coronária e outros problemas relacionados com intolerâncias e alergias graves. Tanto o cancro da mama como o da próstata estão relacionados com o consumo deste produto. Esta íntima relação explica-se através de um aumento da quantidade, no organismo humano, de uma substância designada de factor de crescimento semelhante à insulina-I (IGF-I) encontrada no leite de vaca. Esta substância pode também ser encontrada, em elevadas quantidades, na corrente sanguínea de indivíduos consumidores regulares deste tipo de leite. Estudos recentes comprovam que homens com elevadas concentrações sanguíneas de IGF-I, apresentam quatro vezes mais probabilidades de virem a sofrer de cancro da próstata do que outros indivíduos com concentrações sanguíneas de IGF-I mais baixas. Também o cancro do ovário está relacionado com o consumo de produtos lácteos: o açúcar do leite, quando desdobrado no organismo humano, dá origem a outro açúcar mais simples, designado por galactose, que, por sua vez, é também desdobrado por várias enzimas. Quando o consumo destes produtos excede a capacidade destas enzimas para desdobrarem a galactose, esta pode circular na corrente sanguínea, o que poderá, a longo prazo, afectar os ovários. Mulheres consumidoras de leite de origem animal apresentam três vezes mais probabilidades de virem a sofrer de cancro nos ovários.
A diabetes insulino-dependente está também relacionada com o consumo de leite e produtos lácteos. Pesquisadores encontraram uma proteína característica dos produtos lácteos que provoca uma reacção auto-imune, que, por sua vez, afecta as células do pâncreas, afectando, por isso, também, a capacidade do organismo de produzir insulina.
O leite e seus equivalentes e derivados são frequentemente recomendados para prevenir a osteoporose. Contudo, pesquisas e estudos demonstram que o risco de fractura óssea é igual em consumidores de leite de origem animal e em não consumidores deste produto. Assim, ficou provado por vários estudos que, na prevenção da osteoporose, é fundamental reduzir os factores descalcificantes, tais como o consumo de sal e de proteína animal – em vez de manter ou aumentar o consumo de cálcio através de lacticínios (que contêm proteína animal).
A doença cardiovascular é uma das doenças que está mais relacionada com o consumo de produtos lácteos, pois têm elevadas quantidades de gordura saturada e colesterol, aumentando imenso as probabilidades de quem consome estes produtos vir a sofrer de doença coronária.
Os sintomas da intolerância à lactose são diarreia, flatulência e distúrbios gastrointestinais, e surgem devido à ausência, no organismo humano, de enzimas capazes de actuar na digestão do açúcar do leite. Esta ausência é um processo natural que ocorre no organismo, pois os humanos são mamíferos e os mamíferos não necessitam de consumir leite durante a vida adulta (menos ainda de outras espécies). Humanos que insistem em consumir leite após o seu desmame forçam o organismo a continuar a produzir estas enzimas, daí ser tão comum encontrar pessoas intolerantes à lactose.
O consumo de lacticínios não está só relacionado com doenças e alergias – os agentes contaminantes encontrados em várias amostras de leite são um grave problema para a saúde humana. A indução artificial da produção de leite conduz a inflamações graves nas glândulas mamárias dos animais, que requerem tratamento à base de antibióticos. Vestígios destes antibióticos, bem como de pesticidas e outros medicamentos, são encontrados em leites e outros produtos derivados.
Uma dieta alimentar diária livre de produtos lácteos contribui para a redução da perda de cálcio, diminuindo o risco de osteoporose. A alimentação vegetariana oferece todo o cálcio necessário, a partir de alimentos ricos em antioxidantes, fibra, ácido fólico, hidratos de carbono complexos, ferro e outras vitaminas e minerais importantes, que não são encontrados em lacticínios.
Não coma ovos, pela sua saúde!
Apesar de serem um alimento altamente nutritivo, os ovos apresentam características que os impedem de ser alimentos de eleição, pois apresentam elevadas quantidades de proteína animal, o que contribui para a descalcificação óssea, e elevadas quantidades de colesterol e gordura, o que contribui para o aumento dos níveis de colesterol sanguíneo, aumentando, consequentemente, o risco de doença coronária.
O colesterol pode ser obtido pelo organismo não só através da alimentação diária, como também através da sua produção no fígado. Normalmente, o organismo humano produz em quantidade suficiente todo o colesterol de que precisa, não sendo por isso necessário incluir alimentos com colesterol na alimentação humana. A American Heart Associaton recomenda que o consumo máximo de colesterol diário deve ser de 300mg. Tendo em conta que, em apenas um ovo, existem cerca de 213 mg de colesterol, e sabendo que o limite diário recomendado para o consumo de colesterol é, então, de 300mg, torna-se extremamente difícil controlar as quantidades de outros produtos de origem animal que fornecem esta substância.
A escolha deste alimento como parte da dieta diária não é uma boa opção também porque é considerado um alimento de alto risco em relação a possíveis intoxicações alimentares. Devido à presença da bactéria Salmonella enteritidis no ovário da galinha, ou na trompa uterina antes da casca se formar à volta da gema e clara, pode ser possível a presença destas bactérias dentro de um ovo inteiro sem ranhuras, mesmo que a bactéria não provoque um estado de doença na galinha. A Salmonella é um género de bactéria pertencente à família Enterobacteriaceae e a transmissão para os humanos é feita a partir do consumo de alimentos contaminados com fezes animais. A maioria destes alimentos é de origem animal, sendo o ovo um dos alimentos principais de transmissão. Os sintomas causados pela Salmonelose são náuseas, vómitos e diarreia, e tendem a aparecer cerca de 24 horas após a ingestão de um alimento contaminado.
O Expert Technical Advisory Committee on Antibiotic Resistence tem vindo a alertar para o risco da imunidade a antibióticos poder ser adquirida por humanos através do consumo de carne de animais sujeitos à administração deste tipo de substâncias. Inúmeros avisos destes têm sido registados por vários cientistas. Os antibióticos administrados a galinhas e a vacas para as manter vivas em unidades pecuárias contribuem para o aparecimento de microrganismos adaptados com uma maior resistência a medicamentos usados por humanos.
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terça-feira, 15 de março de 2011
Terapias naturais para diabeticos
As terapias abaixo podem complementar tratamentos para o Diabetes. Mas, lembre-se sempre de consultar seu terapeuta antes de iniciar qualquer tratamento.
Aromaterapia
Para aliviar os sintomas, alguns aromaterapeutas sugerem o uso de óleos essenciais de juniper, gerânio e eucalipto. Massagear o óleo de oliva sobre o baço também é recomendado.
Lembre-se de diluí-los em óleo vegetal antes de aplicar sobre a pele e consultar sempre seu terapeuta.
Sucoterapia
Tome 1 copo de algum dos sucos abaixo três vezes por dia:
- Vagem, Salsinha, Pepino, Salsão e Agrião
- Cenoura, Salsão, Salsinha e Espinafre
- Alface, Espinafre, Cenoura ( adicione 1 dente de alho cru)
Yôga e Meditação
Yôga, Meditação e Exercícios de Respiração podem melhorar a circulação sanguínea, assim como a digestão, ajudando no tratamento do diabetes.
Estabeleça uma rotina diária de pelo menos 4 asanas, que podem ser demonstradas pelo seu instrutor.
O estresse leva a produção de adrenalina, que eleva o nível de açúcar no sangue, assim técnicas de relaxamento como yôga e meditação são altamente recomendados.
Medicina Ayurvédica
O Dr. Virender Sodhi, MD, (Ayurveda), Diretor do American School of Ayurvedic Sciences, em Bellevue, Washington, não faz diferença de tratamento do tipo 1 e 2 de diabetes.
O primeiro passo a ser tomado é a modificação na dieta, com a eliminação do açúcar e carboidratos simples e a ênfase aos carboidratos complexos.
A proteína é limitada, já que a ingestão em excesso, pode danificar os rins. A gordura também é limitada, já que geralmente há uma deficiência de enzimas pancreáticas tornando assim, a digestão mais difícil.
O Dr. Sodhi também utiliza o Panchakarma, que é iniciado com massagens e sauna feitas com ervas seguido de uma limpeza interna do corpo.
Ele também recomenda várias preparações com ervas.
"As erva indiana chamada Gymenna Sylvester estimula o pâncreas à produzir mais insulina e também bloqueia a absorção de açúcar pelos intestinos", diz Sodhi.
"As erva indiana chamada Gymenna Sylvester estimula o pâncreas à produzir mais insulina e também bloqueia a absorção de açúcar pelos intestinos", diz Sodhi.
O Neem (temos no site uma reportagem sobre ele) também ajuda a diminuir o nível de açúcar no sangue e também atua como um tônico para o fígado.
A seguir um depoimento dado pelo Dr. Shanta Godagama, Naturopata na Inglaterra:
" Jane, 18 anos de idade, estudante, veio me ver 3 anos após ser diagnosticada com diabetes. Já que o nível de açúcar no sangue dos pacientes diabéticos é muito difícil de ser controlado, os conselhos em relação à dieta são muito importantes.
O Ayurveda também recomenda preparações orais, feitas com plantas que agem no controle do nível de açúcar no sangue.
O tipo de dosha de Jane é Kapha Alto. Eu a tratei com tabletes de ervas ayurvédicas, um programa de dieta, conselhos em relação à exercícios e o marmapuntura. Depois de 2 meses, seu nível de açúcar no sangue voltou ao normal e em seis meses pode interromper seus medicamentos tradicionais. Ela ainda está estável e não necessita mais de tratamento embora ainda continue a seguir a dieta e os exercícios recomendados."
" Jane, 18 anos de idade, estudante, veio me ver 3 anos após ser diagnosticada com diabetes. Já que o nível de açúcar no sangue dos pacientes diabéticos é muito difícil de ser controlado, os conselhos em relação à dieta são muito importantes.
O Ayurveda também recomenda preparações orais, feitas com plantas que agem no controle do nível de açúcar no sangue.
O tipo de dosha de Jane é Kapha Alto. Eu a tratei com tabletes de ervas ayurvédicas, um programa de dieta, conselhos em relação à exercícios e o marmapuntura. Depois de 2 meses, seu nível de açúcar no sangue voltou ao normal e em seis meses pode interromper seus medicamentos tradicionais. Ela ainda está estável e não necessita mais de tratamento embora ainda continue a seguir a dieta e os exercícios recomendados."
Reflexologia e Massagens Orientais
Ajudam muito para balancear as energias e reduzir o estresse.
Fitoterapia Ocidental
O alho ajuda na estabilização do nível de açúcar. Muitas ervas são conhecidas por afetar o nível de açúcar no sangue, o que pode causar uma significante variação na necessidade de insulina. Essa variação pode resultar em um choque ou coma. Assim, pessoas que sabem que são diabéticas devem tomar precauções e usar preparações fitoterápicas apenas sob supervisão médica.
De acordo com o Dr. David L. Hoffman, ex-presidente da American Herbalist Guild, existem várias plantas com propriedades ( provadas cientificamente) que contribuem muito na administração do programa de diabetes para dependentes de insulina, embora as ervas não substituam a terapia com insulina onde é necessária.
Algumas das ervas tradicionalmente utilizadas no tratamento do diabetes são o alho e folhas de oliveiras .
Medicina Tradicional Chinesa
O ginseng tem mostrado bons resultados para regular o nível de açúcar no sangue e é geralmente utilizado para tratar o diabetes.
O Dr. Maoshingni, presidente do Yo San University of Tradicional Chinese Medicine em Santa Monica, California, trata o diabetes do tipo 1 e 2 com acupuntura e uma combinação de ervas que incluem o astragalus e a rehmamnia. O tratamento referente ao tipo 1 de diabetes deve ser iniciado nos primeiros estágios da doença para que a Medicina Tradicional Chinesa possa ajudar.
De acordo com o Dr. Ni , a M.T.C. pode melhorar problemas do sistema circulatório e diminui o processo de naturopatia.
Acupuntura
A acupuntura pode ser usada no controle do estresse , que causa um impacto no nível de açúcar do sangue do paciente.
A acupuntura também pode ser utilizada para fortalecer a imunidade geral e revitalizar órgãos que podem ser comprometidos com o diabetes.
Geralmente, o acupunturista trabalha em pontos associados com a bexiga, rins, pâncreas, baço, órgãos relacionados e os meridianos. O Dr. William Cargile, Chefe de Pesquisa da American Association of Acupuncture and Oriental Medicine diz que vem tendo resultados muito significativos no tratamento do diabetes com a acupuntura. Ele diz que pontos do baço e pâncreas tem efeitos que podem reduzir componentes auto imunes do diabetes.
Ele também nota que a acupuntura ajuda na reversão da neuropatia, geralmente presente em pacientes diabéticos de longa data.
O Dr. Cargile também utiliza a acupuntura à laser em seus tratamentos e para o tipo 2 de diabetes utiliza a auriculoterapia para estimular o sistema nervoso. O Dr. Cargile diz também, que a acupuntura sozinha não é suficiente no tratamento do diabetes, e sempre insiste que seus pacientes sigam uma dieta adequada e outros tratamentos médicos complementares e convencionais.
Acupressão
A acupressão pode ser usada no controle dos sintomas relacionados com o diabetes, como o cansaço, cãibras e problemas menstruais. Em adição, aplicar pressão nos pontos 18,19,20,23 da bexiga pode estimular o funcionamento do fígado e do pâncreas, melhorando as condições do corpo em relação à doença.
Pesquisa Especial Sobre Dieta Vegetariana e Cura Natural
De todo o mundo tem-se provas de que a dieta ocidental normal à base de carne está provocando doenças e que geralmente os vegetarianos gozam de muito melhor saúde do que os carnívoros. No entanto, não têm sido realizadas muitas pesquisas para investigar dietas vegetarianas ou curas naturais no tratamento de doenças. Em algumas pesquisas sobre dieto-terapia ou jejum combinado com dieta vegetariana no tratamento de diversas doenças observou-se que uma dieta vegetariana não ajuda e que o jejum proporciona somente um alívio temporário. Tem-se concluído que esta terapia não tem valor. Estas investigações têm sido realizadas por médicos que não compreendem os princípios naturais de cura e não contam com suficientes estudos de dieto-terapia. Uma dieta vegetariana pode ser balanceada e saudável mas se for desbalanceada pode não ser melhor do que uma dieta mista. Esta pesquisa é, portanto, fraudulenta já que cura natural e dieto-terapia só podem ser pesquisadas por pessoas que tenham compreensão, conhecimento e qualificações.
Desde os anos 30 e 40, quando Are Waerland viajou pelo país dando aulas de saúde, existe na Suécia um forte movimento pró-saúde. Ele afirmava que uma dieta à base de carnes, sal, leite pasteurizado, açúcar e grãos refinados produz doenças. Disse também que fumar, beber álcool, café e chá é prejudicial. Advogou que deveríamos basear nossa alimentação em frutas cruas e vegetais. Apesar de as autoridades governamentais e a maioria dos profissionais médicos o ignorarem, alguns leigos e uns poucos médicos o ouviram. Hoje, Are Waerland prova estar certo em todos os sentidos. Há várias décadas se aceita que alimentos refinados são prejudiciais e se torna também cada vez mais aceito que carnes, ovos e laticínios processados são prejudiciais à saúde. Subsídios governamentais agora vêm sendo cortados para laticínios e carnes.
Alguns dos médicos que seguiram os ensinamentos de Are Waerland decidiram investigar cientificamente os efeitos de uma terapia natural e dieta de acordo com a filosofia da naturopata autodidata Lilly Johansson. Após muitas dificuldades, conseguiram fundos para esta pesquisa.
As 64 pessoas escolhidas para este projeto sofriam de asma brônquica, hipertensão arterial, inflamação da próstata ou infecção do trato urinário. Todas obtiveram melhoras ao longo de onze anos. Foram tratados com uma terapia natural, sendo o principal item uma dieta natural. Esta não continha carnes, ovos ou laticínios, era pobre em amido, proteína e gordura e observava diferenças individuais. Consistiu prinicipalmente de frutas cruas e vegetais. Após um ano foram estes os resultados:
- Totalmente bem: 14 pacientes (22%)Much better 34 patients 53%
- Melhores: 12 pacientes (19%)
- Sem mudanças: 4 pacientes (4%)
- Piores: 0 pacientes (0%)
Houve também melhoras nas seguintes condições: alergias, diabetes, doenças intestinais, acne, constipação, dor de cabeça, enxaqueca, infecções, resfriados, dores menstruais, fadiga e úlceras varicosas.
No grupo dos hipertensos, 26 pacientes apresentaram sintomas 96 vezes ao todo. Após um ano, seis ainda permaneciam hipertensos, mas com melhoras.
Os pacientes cortaram a medicação drasticamente, 56% pararam totalmente. Estas medicações eram necessárias segundo os médicos e a ciência médica. Se não fossem administradas, foi dito aos pacientes, supostamente piorariam ou possivelmente morreriam.
Esta pesquisa, única no gênero, é uma calamidade para a filosofia médica, como um embaraço para a profissão médica. Estes pacientes que estiveram sob custeio da previdência em média por onze anos e sob os cuidados do sistema de assistência médica por ainda mais tempo, subitamente melhoraram sob os cuidados de uma amadora! Métodos supostamente inúteis demonstraram a médicos e professores serem superiores aos da medicina convencional.
A equipe desta pesquisa teve esperança de receber mais dinheiro para pesquisar outras doenças mas não foram disponibilizados mais fundos apesar de que estimou-se que esta pesquisa economizou ao menos 640.000 dólares em três anos para o governo da Suécia devido a menos hospitalizações e custos de assistência médica. De 1976 a 1982, o centro de saúde de Lilly Johansson teve 5.500 pacientes. Resultados básicos da pesquisa nos levam a concluir que o governo economizou 73.000.000 dólares com o tratamento destes 5.500 pacientes deste centro de saúde até fins de 1983, não se incluindo quaisquer outras vantagens econômicas além da assistência médica. Os números, no entanto, não são realistas já que os pacientes que visitaram este centro não estavam tão doentes quanto aqueles do grupo pesquisado. No entanto, somente um quinto daquele valor soma 14.600.000 dólares, que não é uma pequena quantia. A bolsa original de 70.000 dólares comparativamente parece uma gota no oceano.
Muitas pessoas recuperaram a saúde após visitar o centro de saúde de Lilly Johansson, pessoas que estariam condenadas à uma vida doetia, com constante medicação. A própria Lilly Johansson, que recuperou a saúde após uma condição cardíaca ''irrecuperável'' e várias outras queixas, tem tratado pessoas doentes desde os anos 50. Ela descobriu que em geral é muito fácil, desde que se saiba como, fazer as pessoas recuperarem a saúde, mesmo que tenham sido tratadas por muitos anos sem sucesso pelos médicos.
Lilly Johansson pensa ser grande irresponsabilidade impossibilitar a cura de pessoas doentes através do sistema de saúde onde o atendimento médico é subsidiado e que as pessoas que preferem terapias naturais devam custear praticamente todo o tratamento.
Uma pessoa ingênua pensaria que as autoridades governamentais teriam interesse em promover métodos naturais de cura de acordo com a filosofia de Lilly Johansson, considerando a saúde e os benefícios econômicos e que a profissão médica se interessaria por aprender a curar usando métodos naturais uma vez que poderia passar a curar aquelas condições que eles mesmos qualificam de ''incuráveis". Infelizmente a rigidez e falta de abertura mental das autoridades governamentais e do sistema médico está custando às pessoas não somente sua saúde e felicidade como também suas vidas.
É compreensível que não se possa ajudar a alguém em seus problemas de saúde quando não se tem conhecimento, porém, é duro de entender o por que de não se querer tomar conhecimento dos resultados destas pesquisas. Este tipo de pesquisa é rara. Um abundante número de investigações já demonstrou claramente que doenças e as mais comuns causas de morte: câncer, doenças do coração, diabetes etc., são amplamente causadas pela forma pela qual nos alimentamos e o modo como vivemos. Ambas investigações merecem mais atenção. Por quanto tempo a profissão médica se manterá ignorando suas próprias pesquisas? Quanto tempo demorará para que os médicos passem a adotar em sua prática os ensinamentos da dieta alimentar e do estilo de vida?
Infelizmente para os que sofrem, a verdade está chegando muito vagarosamente.
"Não tratamos doenças, mas hábitos errados. Mude estes hábitos e as doenças desaparecerão por si mesmas''. Are Waerland
"Não conheço nada tão potente para destruir a saúde quanto uma alimentação equivocada''. Sir Robert McCarrison MD.
"A menos que os médicos de hoje tornem-se os dietistas de amanhã, os dietistas de hoje se tornarão os médicos de amanhã". Alexis Carrel, ganhador do Prêmio Nobel (1935)
"O médico do futuro não prescreverá remédios, mas estimulará o interesse dos pacientes pelos cuidados do caráter humano, pela dieta alimentar e pelas causas e prevenção das doenças". Thomas Alva Edison
Nota: Falando de forma estritamente científica é impossível provar que a dieta ajude a melhorar a saúde porque de acordo com a filosofia médica científica corrente, alguma coisa é considerada provada somente se sofrer um teste duplo cego. É impossível fazer um teste duplo cego com dieta porque não se pode, por exemplo, levar as pessoas a acreditarem que estão comendo vegetais quando de fato estão comendo carne. No entanto, um estatístico que inicialmente se posicionava de forma crítica à pesquisa sem teste duplo cego afirmou antes deste estudo que se houvesse uma forte melhora de cerca de 30 por cento, poderia se tomar como provado que a terapia teve um efeito positivo.
Fonte: União Vegetariana Internacional
Fonte: União Vegetariana Internacional
Alimentação vegetariana no controle da diabetis

Diabéticos precisam escolher cuidadosamente o que vão comer, já que sua escolha pode impactar na sua saúde. O diabetes afeta pessoas de todas as idades, de ambos os sexos e de qualquer raça. Quando não tratada corretamente, a doença pode atrapalhar no processo de cicatrização de feridas, pode acarretar cegueira e problemas nos rins. A dieta é uma das formas mais importantes de se controlar o diabetes, e o vegetarianismo (dieta de baixa gordura, rica em fibra e nutrientes) é bastante complementar.
Pode haver uma total ausência ou quantidades insuficientes de insulina. Como resultado, a glucose se acumula na corrente sanguínea e leva a problemas como fraqueza, falta de concentração, perda da coordenação e visão embaçada. Mas os níveis de insulina podem despencar e, assim, o diabético sofrer uma hipoglicemia, que se for sentida por tempo prolongado, pode levar a pessoa ao coma ou até a morte.
Uma alimentação vegetariana se aproxima bastante do que é recomendado pela Associação Britânica do Diabetes, já que é uma dieta rica em carboidratos complexos e fibra, que têm efeito benéfico no metabolismo de carboidrato, diminuindo assim os níveis de açúcar no sangue. A boa forma física dos vegetarianos também contribui para a redução da incidência de diabetes. A doença é frequentemente associada com altos níveis de colesterol e uma dieta vegetariana garante uma proteção contra o mau colesterol.
Embora incurável, o diabetes pode ser controlado com dieta exercícios físicos, medicamentos, injeções de insulina ou uma combinação entre os tratamentos. Ao invés de calcularem a quantidade de calorias, os diabéticos precisam calcular o total de carboidrato que ingerem, de modo que pelo menos metade da comida deles seja composta por carboidratos complexos.
Muitos vegetarianos diabéticos descobriram que uma dieta sem carne pode fazê-los consumir quantidades menores de insulina, o que dá à eles a sensação de poder e controle da doença.
Diabetes e outras doenças
As fibras de soja exercem importante papel na regulação dos níveis de glicose no sangue, pois retardam sua absorção. Essa redução na velocidade de absorção da glicose auxilia no controle de diabetes. Há evidências de que o consumo da soja tem efeito positivo no controle de outras doenças como hipertensão, litíase (cálculos biliares) e doenças renais.
Fibras
As fibras regulam o intestino, pois desempenham papel importante no trânsito intestinal, aumentando o bolo fecal. Ajudam a normalizar os índices de colesterol e glicose sanguínea e previnem o câncer de colon. Uma colher de sopa de semente de linhaça tem 4,3g de fibras.
Pesquisas recentes sugerem que a aveia atua em outros processos fisiológicos como na moderação dos efeitos da hipertensão, regulação dos níveis de glicose e insulina no sangue, controle de peso e a promoção da saúde gastrointestinal, reduzindo inclusive o câncer intestinal.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Panelas de Pressão – Tempo de Cozimento
| Ingrediente | Tempo aproximado |
| Feijão | 30 minutos |
| Grão-de-bico | 30 minutos |
| Cenouras | 5 minutos |
| Ervilha | 12 minutos |
| Lentilha | 20-25 minutos |
| Sopa de batata | 15 minutos |
| Sopa de feijão | 30 minutos |
| Sopa de legumes | 10 minutos |
| Massas | 4-6 minutos |
| Legumes | 4-6 minutos |
Aprenda facilmente na tabela abaixo, qual o tempo de cozimento correto para cada hortaliça / legume.
| Hortaliça / Legume | fervura na água (tempo em min.) | no vapor (tempo em min.) | na panela de pressão (tempo em min.) | panela tampada ? |
| Abóbora | 20 - 25 | 25 - 30 | 8 - 10 | sim |
| Abobrinha | 15 - 20 | 20 - 25 | 3 - 4 | sim |
| Alcachofra | 35 - 45 | *** | 10 -12 | não |
| Alho Poró | 20 - 25 | 25 - 30 | 8 - 10 | não |
| Aspargo | 5 - 15 | 7 - 15 | 1 - 1 ½ | não |
| Batata | 25 - 35 | 30 - 45 | 10 - 15 | sim |
| Batata Doce | 15 - 25 | 25 - 30 | 6 - 8 | sim |
| Beringela | 8 - 15 | 15 - 20 | *** | sim |
| Beterraba | 45 - 90 | 50 - 90 | 10 - 18 | sim |
| Brócoli | 8 - 20 | 15 - 20 | 1 ½ - 2 ½ | não |
| Cará | 30 - 40 | 45 - 50 | 10 - 15 | não |
| Cebola | 15 - 25 | *** | 3 - 4 | não |
| Cenoura | 15 - 25 | 20 - 30 | 3 - 5 | sim |
| Chuchu | 10 - 15 | 15 - 20 | 1 - 2 | sim |
| Cogumelo | 15 | 25 | *** | não |
| Couve | *** | 3 - 5 | *** | sim |
| Couve-Flor | 20 - 30 | 25 - 30 | 10 - 15 | não |
| Ervilha | 8 - 20 | 10 - 20 | ½ - 1 | não |
| Espinafre | 3 - 5 | 5 - 10 | 1 - 1 ½ | sim ou não |
| Feijão Verde | 20 - 40 | 25 - 40 | 1 - 3 | sim |
| Mandioca | 15 - 20 | 20 | 10 | não |
| Mandioquinha | 10 - 15 | 20 | 8 - 10 | não |
| Milho Verde | 5 - 10 | 10 - 15 | 1 - 2 | sim |
| Nabo | 10 - 20 | 20 - 25 | 1 ½ - 3 | não |
| Pepino | 5 - 6 | *** | *** | sim |
| Pimentão | 10 - 15 | *** | 5 - 8 | não |
| Quiabo | 10 - 20 | 20 | *** | não |
| Repolho Branco | 12 - 15 | 15 | 2 - 3 | não |
| Repolho Verde | 3 - 8 | 8 - 10 | 1 - 1 ½ | não |
| Salsão | 15 - 20 | 25 - 30 | 2 - 3 | sim |
| Tomate | 5 - 10 | 10 | *** | sim |
| Vagem | 20 - 35 | 15 - 30 | 1 ½ - 3 | não |
*** não recomendado ou não aplicado
quinta-feira, 10 de março de 2011
Pasta de dentes natural e caseira
Ao fazer você mesmo a sua própria pasta de dentes, para além de estar a economizar algum dinheiro e de saber o que está a consumir, estará a recusar consumir produtos fabricados em massa que são responsáveis pelo desperdício de materiais (como por exemplo embalagens) e poluição.
Ingredientes
3 colheres de sopa de óleo de coco sólido
1 colher de sopa de bicarbonato de sódio
10-15 gotas de óleo essencial de hortelã
2 colheres de chá de adoçante natural stevia em pó
Misturar bem e guardar num pote de vidro.
***
O óleo de coco tem propriedades antifúngicas, anti-inflamatórias e foi comprovado que ele combate bactérias nocivas para a boca.
O bicarbonato de sódio, por sua vez, tem duas funções: ele retira através da abrasão a placa dos dentes, reduzindo casos de gengivite e por ser alcalino, cria um ambiente com Ph inadequado para a proliferação das bactérias.
O óleo essencial de hortelã também garante a sensação refrescante que estamos tão acostumados. Além disso, esse óleo tem propriedades analgésicas, anestésicas, antissépticas, anti-inflamatórias e adstringentes.
A stevia previne o sangramento das gengivas.
(Adaptada do blog Trashisfortossers)
Veja aqui o vídeo⤵️
Zero Waste toothpaste
Outra receita....
Ingredientes:
- 1 Copo de Bicarbonato de Sódio
- 3 Colheres de chá de glicerina vegetal
- 1/3 Copo de sal marinho
- O seu sabor favorito (menta/hortelã, canela, etc.)
Preparação
Misture o Bicarbonato com o Sal. Adicione a Glicerina e mexa energicamente. Adicione o seu sabor favorito. Pode ir experimentando as quantidades até ficar ao seu gosto.
Truques e Dicas:
Quanto mais glicerina puser mais pastosa ficará a pasta.
Se pretende um sabor forte: triture algumas folhas de hortelã até estas ficarem em pasta e adicione à pasta de dentes.
Deixe as crianças ajuda-lo na produção da pasta de dentes. Para além de educativo irá ser para eles divertido e curioso utilizarem a pasta de dentes que eles próprios fizeram.
Ingredientes
3 colheres de sopa de óleo de coco sólido
1 colher de sopa de bicarbonato de sódio
10-15 gotas de óleo essencial de hortelã
2 colheres de chá de adoçante natural stevia em pó
Misturar bem e guardar num pote de vidro.
***
O óleo de coco tem propriedades antifúngicas, anti-inflamatórias e foi comprovado que ele combate bactérias nocivas para a boca.
O bicarbonato de sódio, por sua vez, tem duas funções: ele retira através da abrasão a placa dos dentes, reduzindo casos de gengivite e por ser alcalino, cria um ambiente com Ph inadequado para a proliferação das bactérias.
O óleo essencial de hortelã também garante a sensação refrescante que estamos tão acostumados. Além disso, esse óleo tem propriedades analgésicas, anestésicas, antissépticas, anti-inflamatórias e adstringentes.
A stevia previne o sangramento das gengivas.
(Adaptada do blog Trashisfortossers)
Veja aqui o vídeo⤵️
Zero Waste toothpaste
Outra receita....
Ingredientes:
- 1 Copo de Bicarbonato de Sódio
- 3 Colheres de chá de glicerina vegetal
- 1/3 Copo de sal marinho
- O seu sabor favorito (menta/hortelã, canela, etc.)
Preparação
Misture o Bicarbonato com o Sal. Adicione a Glicerina e mexa energicamente. Adicione o seu sabor favorito. Pode ir experimentando as quantidades até ficar ao seu gosto.
Truques e Dicas:
Quanto mais glicerina puser mais pastosa ficará a pasta.
Se pretende um sabor forte: triture algumas folhas de hortelã até estas ficarem em pasta e adicione à pasta de dentes.
Deixe as crianças ajuda-lo na produção da pasta de dentes. Para além de educativo irá ser para eles divertido e curioso utilizarem a pasta de dentes que eles próprios fizeram.
Champôs E Desodorizante Vegan Caseiros
Soluções caseiras muito simples para quem quer produtos baratos, 100% sustentáveis, biodegradáveis e ecológicos, 100% seguros para a sua saúde, 100% seguros para o ambiente, 0% de poluição das águas, livres de testes cruéis em animais e isentos de químicos ou derivados do petróleo típicos dos champôs e desodorizantes comerciais, que a longo prazo, provocam cancro e enfermidades dermatológicas várias.
Desodorizante:

Ingredientes:
- Alfazema
- Cravinho-da-Índia
- Um frasco borrifador
Preparação:
- Fever meio litro de água e desligar o lume;
- Adicionar 1 colher de sopa bem cheia de alfazema;
- Adicionar 5 a 10 cravinhos-da-Índia;
- Deixar repousar a solução por 30 minutos;
- Verter a solução para o frasco borrifador e guardar no frigorífico. Conservá-lo no frio também após as utilizações para que dure mais tempo.
Notas:
- Esta solução durar-lhe-á em média 1 semana;
- O cheiro deste desodorizante é delicioso, e é tão natural e seguro, que poderia ingerí-lo, porque afinal, trata-se de chá;
- O cravinho neutraliza o mau odor e a alfazema perfuma;
- Encontra a alfazema na zona dos chás nas ervanárias ou nos supermercados;
- Os cravinhos-da-Índia devem ser inteiros e não em pó. Adquire-os em qualquer supermercado na zona das especiarias;
- Os frasquinhos borrifadores encontra-os em qualquer supermecado na zona das plantas e afins;
- Em termos económicos, este desodorizante custa-lhe cerca de 50 cêntimos por mês.
Champô para cabelos oleosos (anti-caspa):

Ingredientes:
- Sabão de Marselha (ou sabão azul e branco)
- Hortelã fresca
- Vinagre
- 1 limão
Preparação:
- Divida o sabão de Marselha ou o sabão azul e branco em 4 partes e utilize apenas 1 parte, assim, o sabão render-lhe-á 4 vezes;
- Ferver 1 litro de água com uma das partes do sabão lá dentro;
- Enquanto a água ferve, adicione-lhe uma quantidade generosa de hortelã, uma colher de sopa de vinagre e o sumo de um limão;
- Mexer a solução com uma colher até que o sabão derreta por completo;
- Com um passador de cozinha ou um coador de chá, coar a solução para um frasco de vidro resistente e deixá-lo arrefecer ao ar por cerca de uma hora. Depois disso, fechar o frasco e conservar no frigorífico para que ganhe a consistência de um champô normal;
- Passadas 2 horas de frio, já pode verter a solução para um frasco doseador ou um frasco vazio de champô, e está pronto a ser utilizado. Guardar o frasco no frio após as utilizações.
Notas:
- Obterá uma solução verde escura que durar-lhe-á mais ou menos um mês;
- O cheiro do vinagre será neutralizado por completo durante a fervura;
- O vinagre e o limão são conhecidos pelas suas propriedades desinfectantes e desengordurantes, daí fazerem parte desta receita para cabelos oleosos;
- A hortelã ajuda a combater a caspa, acalma o couro cabeludo e é encontrada nos supermercados na zona das ervas aromáticas frescas, junto aos vegetais;
- Esta receita foi feita com sabão azul e branco, e o cheiro predominante do champô será o do sabão que utilizar, contudo o sabão de Marselha é mais ecológico, tem um cheiro mais agradável e pode ser encontrado em qualquer supermercado;
- Para os cabelos compridos, este champô não substitui o amaciador de cabelo, aliás, é muito importante utilizá-lo;
- Se não quiser fazer o champô com a componente anti-caspa, basta retirar-lhe a hortelã;
- Em termos económicos, este champô custa-lhe cerca de 1 euro por mês.
Champô para cabelos secos:
Ingredientes:
- Meio litro de água
- Meio sabonete de alecrim (sugiro os sabonetes da marca Confiança, naturais vegetais e não testados em animais, à venda em quase todos os supermercados a preços muito baixos. www.confiancasoaps.com )
Preparação:
- Aquecer meio litro de água e colocar metade do sabonete de alecrim lá dentro;
- Ferver e ir mexendo até que o saboneta derreta por completo;
- Deixar arrefecer num recipiente de vidro resistente, depois, coar para um frasco vazio de champô;
- Guardar no frigorífico e passadas duas horas de frio, está pronto a ser utilizado. Não necessita de ser novamente guardado no frio.
via Rita Vegan
Desodorizante:

Ingredientes:
- Alfazema
- Cravinho-da-Índia
- Um frasco borrifador
Preparação:
- Fever meio litro de água e desligar o lume;
- Adicionar 1 colher de sopa bem cheia de alfazema;
- Adicionar 5 a 10 cravinhos-da-Índia;
- Deixar repousar a solução por 30 minutos;
- Verter a solução para o frasco borrifador e guardar no frigorífico. Conservá-lo no frio também após as utilizações para que dure mais tempo.
Notas:
- Esta solução durar-lhe-á em média 1 semana;
- O cheiro deste desodorizante é delicioso, e é tão natural e seguro, que poderia ingerí-lo, porque afinal, trata-se de chá;
- O cravinho neutraliza o mau odor e a alfazema perfuma;
- Encontra a alfazema na zona dos chás nas ervanárias ou nos supermercados;
- Os cravinhos-da-Índia devem ser inteiros e não em pó. Adquire-os em qualquer supermercado na zona das especiarias;
- Os frasquinhos borrifadores encontra-os em qualquer supermecado na zona das plantas e afins;
- Em termos económicos, este desodorizante custa-lhe cerca de 50 cêntimos por mês.
Champô para cabelos oleosos (anti-caspa):

Ingredientes:
- Sabão de Marselha (ou sabão azul e branco)
- Hortelã fresca
- Vinagre
- 1 limão
Preparação:
- Divida o sabão de Marselha ou o sabão azul e branco em 4 partes e utilize apenas 1 parte, assim, o sabão render-lhe-á 4 vezes;
- Ferver 1 litro de água com uma das partes do sabão lá dentro;
- Enquanto a água ferve, adicione-lhe uma quantidade generosa de hortelã, uma colher de sopa de vinagre e o sumo de um limão;
- Mexer a solução com uma colher até que o sabão derreta por completo;
- Com um passador de cozinha ou um coador de chá, coar a solução para um frasco de vidro resistente e deixá-lo arrefecer ao ar por cerca de uma hora. Depois disso, fechar o frasco e conservar no frigorífico para que ganhe a consistência de um champô normal;
- Passadas 2 horas de frio, já pode verter a solução para um frasco doseador ou um frasco vazio de champô, e está pronto a ser utilizado. Guardar o frasco no frio após as utilizações.
Notas:
- Obterá uma solução verde escura que durar-lhe-á mais ou menos um mês;
- O cheiro do vinagre será neutralizado por completo durante a fervura;
- O vinagre e o limão são conhecidos pelas suas propriedades desinfectantes e desengordurantes, daí fazerem parte desta receita para cabelos oleosos;
- A hortelã ajuda a combater a caspa, acalma o couro cabeludo e é encontrada nos supermercados na zona das ervas aromáticas frescas, junto aos vegetais;
- Esta receita foi feita com sabão azul e branco, e o cheiro predominante do champô será o do sabão que utilizar, contudo o sabão de Marselha é mais ecológico, tem um cheiro mais agradável e pode ser encontrado em qualquer supermercado;
- Para os cabelos compridos, este champô não substitui o amaciador de cabelo, aliás, é muito importante utilizá-lo;
- Se não quiser fazer o champô com a componente anti-caspa, basta retirar-lhe a hortelã;
- Em termos económicos, este champô custa-lhe cerca de 1 euro por mês.
Champô para cabelos secos:
Ingredientes:
- Meio litro de água
- Meio sabonete de alecrim (sugiro os sabonetes da marca Confiança, naturais vegetais e não testados em animais, à venda em quase todos os supermercados a preços muito baixos. www.confiancasoaps.com )
Preparação:
- Aquecer meio litro de água e colocar metade do sabonete de alecrim lá dentro;
- Ferver e ir mexendo até que o saboneta derreta por completo;
- Deixar arrefecer num recipiente de vidro resistente, depois, coar para um frasco vazio de champô;
- Guardar no frigorífico e passadas duas horas de frio, está pronto a ser utilizado. Não necessita de ser novamente guardado no frio.
via Rita Vegan
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Alecrim

Todos sabem usar ginseng; para que serve o ginseng; as inúmeras vantagens do ginseng.
O que muita gente não saberá, por certo, é que o Alecrim faz exactamente os mesmos efeitos, com inúmeras vantagens, a começar pelas vantagens económicas:
- Um pacote de ginseng, para chá, custa cerca de 5 euros; um pacote de alecrim custa menos de um euro e rende, pelo menos, quatro ou cinco vezes mais.Tal como o ginseng, o alecrim também faz aumentar a tensão arterial (embora sejam mais frequentes os casos de taquicardia relacionados com o ginseng).
O Alecrim tem aplicações muito vastas: USA-SE para as afecções dos rins, calculoses, vómitos, indigestões, vertigens e tonturas, reumatismo, anemia, sistema imunitário, diarreia, epilepsia, vesícula, MEMÓRIA, cansaço, etc.;
É anti-séptico; usa-se, em lavagens, para problemas de pele (juntamente com outras plantas) e usa-se também como tónico capilar e, juntamente com a salva, para combater a caspa;
Tal como o ginseng, é estimulante, favorece a actividade mental (memória), tónico cardíaco, para problemas de hipotensão (pressão baixa) mas também se usa para os nervos, stress, ansiedade.
Nos melhores tratamentos para os nervos e o stress usam-se estimulantes, de manhã e calmantes, ao fim da tarde…
O uso popular consagra o ALECRIM como remédio infalível para curar anemias, assim:
Receita: colher um galho de Alecrim, juntar a um copo de água (cerca de 200 ml) e deixar ferver durante 5 a 10 minutos, em lume brando. Deixar descansar por 10 minuto, coar e beber meio cálice, todas as manhãs, em jejum, mantendo em frigorífico (geladeira).
"Dizem" que, repetindo este tratamento 5 vezes (cerca de 1 litro de chá) se consegue curar qualquer anemia, por mais rebelde que seja.
Tratamento (testado) para Tonturas e Sequelas de Derrames
Preparar um chá com:
· Uma colher de chá de erva-doce
· Uma colher de chá de alecrim
· Três cravinhos ou cravos da Índia, sem cabeça
Tomar à noite antes de dormir.
O Alecrim pode ainda ser usado como tónico capilar e para a caspa: fazer um chá bem forte com Alecrim e Salva e juntar ao champô, na proporção de um quarto de chá para um frasco de champô. Ou então preparar uma tintura de Alecrim e juntar 10 ou 15 ml ao champô.
O Alecrim parece ter a particularidade de "sintonizar" o nosso sistema imunológico, adequando as resposta às "solicitações" do organismo, pelo que tem excelentes resultados nas doenças auto-imunes.
Nota:
Para tornar o chá de Alecrim menos desagradável pode-se juntar, sempre, um pouco de erva doce… O chá com estas duas plantas é óptimo também para combater o mau hálito, mas não aconselhável a hipertensos…
Gripes e constipações
Para tratar gripes e constipações há uns quantos produtos caseiros, de grande utilidade.
Preparar uma infusão com:
Folha de eucalipto, ou menta (têm efeitos equivalentes); para a garganta e vias respiratórias superiores
Tomilho (antibiótico natural)
Raiz de Alteia ou Poejos (têm efeitos equivalentes);
para a tosse e brônquios : Alcaçuz e Flor de Sabugueiro.
Pode-se também juntar camomila (que é boa para a febre)…
Esta infusão toma-se quente, com sumo de limão, de manhã e à noite (ou três vezes ao dia, se possível).
Também é importante fazer um reforço de vitamina C.
Em casos de dor de garganta, a infusão, com o sumo de limão, faz desaparecer a dor.
Dica macrobiótica da Marta Horta Varatojo:
UME-SHO KUZU
Ingredientes:
1 c. de chá cheia de kuzu
1 ameixa umeboshi pequena
1 c. de chá de shoyu
1 caneca de chá de água
Preparação:
Dissolver uma colher de chá de kuzu em duas a 2 a 3 colheres de sopa de água fria.
Adicionar a água fria.
Levar ao lume numa chama baixa mexendo constantemente até que a solução fique transparente, o que leva cerca de 3 a 4 minutos.
Adicionar a polpa de 1/2 a 1 ameixa japonesa (umeboshi) previamente desfeita.
Reduzir o lume para o mínimo.
Juntar 1 colher de chá de shoyu e mexer.
Deixar no lume mais 2 a 3 minutos.
Beber quente.
A Tintura de Cravinho também é muito eficiente para curar a dor de garganta
Há quem diga que consegue curar a gripe com apenas uma bebida quente tomada à noite; outros dizem preferir, para obter o mesmo efeito, ferver um molho de agriões e beber a totalidade do caldo duma só vez… Também existem preparados (principalmente em gotas), nas ervanárias, com os quais se podem obter excelentes resultados, na tosse, na febre e na dor de garganta… desde que repetindo as tomas sempre que os sintomas (dor ou tosse) regressem…
Preparar uma infusão com:
Folha de eucalipto, ou menta (têm efeitos equivalentes); para a garganta e vias respiratórias superiores
Tomilho (antibiótico natural)
Raiz de Alteia ou Poejos (têm efeitos equivalentes);
para a tosse e brônquios : Alcaçuz e Flor de Sabugueiro.
Pode-se também juntar camomila (que é boa para a febre)…
Esta infusão toma-se quente, com sumo de limão, de manhã e à noite (ou três vezes ao dia, se possível).
Também é importante fazer um reforço de vitamina C.
Em casos de dor de garganta, a infusão, com o sumo de limão, faz desaparecer a dor.
Dica macrobiótica da Marta Horta Varatojo:
UME-SHO KUZU
Ingredientes:
1 c. de chá cheia de kuzu
1 ameixa umeboshi pequena
1 c. de chá de shoyu
1 caneca de chá de água
Preparação:
Dissolver uma colher de chá de kuzu em duas a 2 a 3 colheres de sopa de água fria.
Adicionar a água fria.
Levar ao lume numa chama baixa mexendo constantemente até que a solução fique transparente, o que leva cerca de 3 a 4 minutos.
Adicionar a polpa de 1/2 a 1 ameixa japonesa (umeboshi) previamente desfeita.
Reduzir o lume para o mínimo.
Juntar 1 colher de chá de shoyu e mexer.
Deixar no lume mais 2 a 3 minutos.
Beber quente.
A Tintura de Cravinho também é muito eficiente para curar a dor de garganta
Há quem diga que consegue curar a gripe com apenas uma bebida quente tomada à noite; outros dizem preferir, para obter o mesmo efeito, ferver um molho de agriões e beber a totalidade do caldo duma só vez… Também existem preparados (principalmente em gotas), nas ervanárias, com os quais se podem obter excelentes resultados, na tosse, na febre e na dor de garganta… desde que repetindo as tomas sempre que os sintomas (dor ou tosse) regressem…
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