quinta-feira, 10 de março de 2011

Champôs E Desodorizante Vegan Caseiros

Soluções caseiras muito simples para quem quer produtos baratos, 100% sustentáveis, biodegradáveis e ecológicos, 100% seguros para a sua saúde, 100% seguros para o ambiente, 0% de poluição das águas, livres de testes cruéis em animais e isentos de químicos ou derivados do petróleo típicos dos champôs e desodorizantes comerciais, que a longo prazo, provocam cancro e enfermidades dermatológicas várias.


Desodorizante:

Ingredientes:
- Alfazema
- Cravinho-da-Índia
- Um frasco borrifador

Preparação:
- Fever meio litro de água e desligar o lume;
- Adicionar 1 colher de sopa bem cheia de alfazema;
- Adicionar 5 a 10 cravinhos-da-Índia;
- Deixar repousar a solução por 30 minutos;
- Verter a solução para o frasco borrifador e guardar no frigorífico. Conservá-lo no frio também após as utilizações para que dure mais tempo.

Notas:
- Esta solução durar-lhe-á em média 1 semana;
- O cheiro deste desodorizante é delicioso, e é tão natural e seguro, que poderia ingerí-lo, porque afinal, trata-se de chá;
- O cravinho neutraliza o mau odor e a alfazema perfuma;
- Encontra a alfazema na zona dos chás nas ervanárias ou nos supermercados;
- Os cravinhos-da-Índia devem ser inteiros e não em pó. Adquire-os em qualquer supermercado na zona das especiarias;
- Os frasquinhos borrifadores encontra-os em qualquer supermecado na zona das plantas e afins;
- Em termos económicos, este desodorizante custa-lhe cerca de 50 cêntimos por mês.


Champô para cabelos oleosos (anti-caspa):


Ingredientes:
- Sabão de Marselha (ou sabão azul e branco)
- Hortelã fresca
- Vinagre
- 1 limão

Preparação:
- Divida o sabão de Marselha ou o sabão azul e branco em 4 partes e utilize apenas 1 parte, assim, o sabão render-lhe-á 4 vezes;
- Ferver 1 litro de água com uma das partes do sabão lá dentro;
- Enquanto a água ferve, adicione-lhe uma quantidade generosa de hortelã, uma colher de sopa de vinagre e o sumo de um limão;
- Mexer a solução com uma colher até que o sabão derreta por completo;
- Com um passador de cozinha ou um coador de chá, coar a solução para um frasco de vidro resistente e deixá-lo arrefecer ao ar por cerca de uma hora. Depois disso, fechar o frasco e conservar no frigorífico para que ganhe a consistência de um champô normal;
- Passadas 2 horas de frio, já pode verter a solução para um frasco doseador ou um frasco vazio de champô, e está pronto a ser utilizado. Guardar o frasco no frio após as utilizações.

Notas:
- Obterá uma solução verde escura que durar-lhe-á mais ou menos um mês;
- O cheiro do vinagre será neutralizado por completo durante a fervura;
- O vinagre e o limão são conhecidos pelas suas propriedades desinfectantes e desengordurantes, daí fazerem parte desta receita para cabelos oleosos;
- A hortelã ajuda a combater a caspa, acalma o couro cabeludo e é encontrada nos supermercados na zona das ervas aromáticas frescas, junto aos vegetais;
- Esta receita foi feita com sabão azul e branco, e o cheiro predominante do champô será o do sabão que utilizar, contudo o sabão de Marselha é mais ecológico, tem um cheiro mais agradável e pode ser encontrado em qualquer supermercado;
- Para os cabelos compridos, este champô não substitui o amaciador de cabelo, aliás, é muito importante utilizá-lo;
- Se não quiser fazer o champô com a componente anti-caspa, basta retirar-lhe a hortelã;
- Em termos económicos, este champô custa-lhe cerca de 1 euro por mês.


Champô para cabelos secos:

Ingredientes:
- Meio litro de água
- Meio sabonete de alecrim (sugiro os sabonetes da marca Confiança, naturais vegetais e não testados em animais, à venda em quase todos os supermercados a preços muito baixos. www.confiancasoaps.com )

Preparação:
- Aquecer meio litro de água e colocar metade do sabonete de alecrim lá dentro;
- Ferver e ir mexendo até que o saboneta derreta por completo;
- Deixar arrefecer num recipiente de vidro resistente, depois, coar para um frasco vazio de champô;
- Guardar no frigorífico e passadas duas horas de frio, está pronto a ser utilizado. Não necessita de ser novamente guardado no frio.

via Rita Vegan

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Alecrim


Todos sabem usar ginseng; para que serve o ginseng; as inúmeras vantagens do ginseng.
O que muita gente não saberá, por certo, é que o Alecrim faz exactamente os mesmos efeitos, com inúmeras vantagens, a começar pelas vantagens económicas:
- Um pacote de ginseng, para chá, custa cerca de 5 euros; um pacote de alecrim custa menos de um euro e rende, pelo menos, quatro ou cinco vezes mais.Tal como o ginseng, o alecrim também faz aumentar a tensão arterial (embora sejam mais frequentes os casos de taquicardia relacionados com o ginseng).

O Alecrim tem aplicações muito vastas: USA-SE para as afecções dos rins, calculoses, vómitos, indigestões, vertigens e tonturas, reumatismo, anemia, sistema imunitário, diarreia, epilepsia, vesícula, MEMÓRIA, cansaço, etc.;
É anti-séptico; usa-se, em lavagens, para problemas de pele (juntamente com outras plantas) e usa-se também como tónico capilar e, juntamente com a salva, para combater a caspa;

Tal como o ginseng, é estimulante, favorece a actividade mental (memória), tónico cardíaco, para problemas de hipotensão (pressão baixa) mas também se usa para os nervos, stress, ansiedade.
Nos melhores tratamentos para os nervos e o stress usam-se estimulantes, de manhã e calmantes, ao fim da tarde…

O uso popular consagra o ALECRIM como remédio infalível para curar anemias, assim:
Receita: colher um galho de Alecrim, juntar a um copo de água (cerca de 200 ml) e deixar ferver durante 5 a 10 minutos, em lume brando. Deixar descansar por 10 minuto, coar e beber meio cálice, todas as manhãs, em jejum, mantendo em frigorífico (geladeira).
"Dizem" que, repetindo este tratamento 5 vezes (cerca de 1 litro de chá) se consegue curar qualquer anemia, por mais rebelde que seja.

Tratamento (testado) para Tonturas e Sequelas de Derrames 
Preparar um chá com:
· Uma colher de chá de erva-doce
· Uma colher de chá de alecrim
· Três cravinhos ou cravos da Índia, sem cabeça
Tomar à noite antes de dormir.

O Alecrim pode ainda ser usado como tónico capilar e para a caspa: fazer um chá bem forte com Alecrim e Salva e juntar ao champô, na proporção de um quarto de chá para um frasco de champô. Ou então preparar uma tintura de Alecrim e juntar 10 ou 15 ml ao champô.

O Alecrim parece ter a particularidade de "sintonizar" o nosso sistema imunológico, adequando as resposta às "solicitações" do organismo, pelo que tem excelentes resultados nas doenças auto-imunes.
Nota:
Para tornar o chá de Alecrim menos desagradável pode-se juntar, sempre, um pouco de erva doce… O chá com estas duas plantas é óptimo também para combater o mau hálito, mas não aconselhável a hipertensos…

Gripes e constipações

Para tratar gripes e constipações há uns quantos produtos caseiros, de grande utilidade.

Preparar uma infusão com:

Folha de eucalipto, ou menta (têm efeitos equivalentes); para a garganta e vias respiratórias superiores

Tomilho (antibiótico natural)

Raiz de Alteia ou Poejos (têm efeitos equivalentes);
 para a tosse e brônquios
: Alcaçuz
 e Flor de Sabugueiro.
Pode-se também juntar camomila (que é boa para a febre)…

Esta infusão toma-se quente, com sumo de limão, de manhã e à noite (ou três vezes ao dia, se possível).


Também é importante fazer um reforço de vitamina C.

Em casos de dor de garganta, a infusão, com o sumo de limão, faz desaparecer a dor.

Dica macrobiótica da Marta Horta Varatojo:
UME-SHO KUZU


Ingredientes:
1 c. de chá cheia de kuzu
1 ameixa umeboshi pequena
1 c. de chá de shoyu
1 caneca de chá de água


Preparação:
Dissolver uma colher de chá de kuzu em duas a 2 a 3 colheres de sopa de água fria.
Adicionar a água fria.
Levar ao lume numa chama baixa mexendo constantemente até que a solução fique transparente, o que leva cerca de 3 a 4 minutos.
Adicionar a polpa de 1/2 a 1 ameixa japonesa (umeboshi) previamente desfeita.
Reduzir o lume para o mínimo.
Juntar 1 colher de chá de shoyu e mexer.
Deixar no lume mais 2 a 3 minutos.

Beber quente.



A Tintura de Cravinho também é muito eficiente para curar a dor de garganta



Há quem diga que consegue curar a gripe com apenas uma bebida quente tomada à noite; outros dizem preferir, para obter o mesmo efeito, ferver um molho de agriões e beber a totalidade do caldo duma só vez…

Também existem preparados (principalmente em gotas), nas ervanárias, com os quais se podem obter excelentes resultados, na tosse, na febre e na dor de garganta… desde que repetindo as tomas sempre que os sintomas (dor ou tosse) regressem…

Dicas Para Viver Melhor

01- Um copo de sumo (suco) de laranja, diariamente para aumentar o ferro, repor a vitamina C e reduzir, em 30%, o risco de cancro (câncer) nos pulmões.


02- Polvilhar o café com um pouco de canela (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue).

03- Trocar o pão comum, de farinha peneirada, pelo pão integral 
O pão integral tem 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro do que o pão branco. Logo, evita os problemas de pele, a diabetes e a anemia.

04- Mastigar melhor os vegetais.. 
Aumenta a quantidade de substâncias anticancerígenos absorvidas pelo corpo. Mastigar liberta sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.

05- Fazer a alimentação diária coloridas, como o arco-íris. 
Comer, DIARIAMENTE, uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco, em frutas e vegetais, fornece uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais. Se conseguir evitar as incompatibilidades, numa mesma refeição, melhor será.

06- Comer macarronada ou qualquer outro prato com molho de tomate. 
O Licopeno, um antioxidante dos tomates, pode inibir e até reverter o crescimento dos tumores; acresce que é melhor absorvido quando se usa o molho de tomate.

07- Limpar bem a escova de dentes e substituí-la regularmente. 
E Separar as escovas de dentes, sobretudo se há alguém doente. As escovas podem espalhar gripes, constipações (resfriados) e outros germes.

08 - Realizar actividades que estimulem a mente e fortaleçam a memória... 
Consistem em fazer alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprender um idioma, arranjar uma nova “ocupação de tempos livres” aprendendo algo diferente e novo... 
Para treinar e melhorar a memória aconselha-se ler um livro (ou qualquer texto) e memorizar parágrafos; escrever algumas notas, tomar apontamentos, estudar (p.ex.: novas técnicas para as novas actividades), aprender, são outros tantos hábitos que desenvolvem o intelecto.... a sua mente agradece e os seus amigos também, pois é sempre mais agradável e interessante conversar com alguém que tem assunto.

09 - Usar fio dental e elixir. 
Usar fio dental e elixir pode acrescentar até seis anos a sua longevidade, porque remove as bactérias que atacam os dentes e provocam outras doenças que fragilizam a saúde.

10 - Não mastigar pastilha elástica (chicletes) 
Os resultado duma pesquisa revelaram que as pessoas que mastigam pastilha elástica (chicletes) têm mais probabilidades de sofrer de arteriosclerose, pois têm os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode provocar (e favorece) um ataque do coração. 

(soube deste facto há mais de 20 anos, numa Farmácia nas Caldas da Rainha. Entrei para comprar umas pastilhas com flúor que, segundo a publicidade, usadas após as refeições, favoreciam a saúde da boca. O farmacêutico disse-me que não vendia pastilhas de espécie nenhuma porque o hábito de mastigar pastilhas mata as pessoas. Explicou que há sempre uma quantidade, mesmo que ínfima, de borracha que passa para a corrente sanguínea, que se vai acumulando, contribuindo para “entupir” as veias e provocar AVCs)

11 - Rir. 

Uma boa gargalhada é um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. 
Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos.

13- Não descascar a fruta antecipadamente. 
Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora de serem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o cancro (câncer). Sumos (sucos) de fruta têm que ser tomados assim que são preparados. 

Bom, mesmo, seria colher e comer de imediato... Mas isso é só para alguns “previlegiados”

14- Desfrutar de uma chávena (xícara) de chá. 

O chá comum (chá preto) contém menos níveis de antioxidantes do que o chá verde, e beber só uma chávena (xícara) desta infusão, diáriamente, diminui o risco de doenças coronárias. Estudos Científicos concluíram que beber chá prolonga a sobrevida depois de ataques ao coração.

16- Ter um animal de estimação. 

As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam mais o médico, dizem os cientistas da Cambridge University. Os animais domésticos contribuem para o optimismo, o bom humor, a paciência, a tranquilidade e isso melhora o estado de saúde e regula a pressão do sangue. 

Os cães são os melhores “companheiros”, mas até com um peixinho dourado se podem obter bons resultados.

17- Colocar tomate e/ou verdura fresca nas sanduíches. 

O Consumo de tomate baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School; outras vantagens são conseguidas atráves de verduras frescas.

18- Reorganizar o frigorífico (geladeira) . 

As verduras, se deixadas em qualquer lugar do frigorífico (geladeira) perdem nutrientes, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que todos os vegetais têm e que combatem o cancro (câncer). Por isso, é melhor usar aquela caixa própria, situada bem em baixo, ou guardar numa caixa fechada e opaca (não transparente).

19- Comer com o passarinho. 

Coma a comida dos passarinhos. As sementes de girassol e as sementes de sésamo são bons nutrientes e antioxidantes. Comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.

20- Adoptar a regra dos 80%: 

Se já passou dos 40, se tem problemas de excesso de peso e necessita de emagrecer, se praticava algum desporto ou actividade física que abandonou ou reduziu, adopte a regra dos 80%: Coma menos 20% do que costumava comer.

Em todos os casos citados, há redução do consumo de calorias (ou há necessidade de reduzir as calorias) e, por isso, há que ajustar os hábitos alimentares.

Esta regra evita transtornos gastrointestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.

21 - Uma banana... 
" Pesquisa da Universidade de Bekeley".

A banana previne a anemia, a tensão arterial alta, melhora a capacidade mental, cura ressacas, alivia azia, acalma o sistema nervoso, alivia TPM, reduz risco de enfarte, etc. 

22 – Comer (pelo menos) uma maçã por dia... 

O provérbio Inglês diz: "eat an aple every day to keep the doctor away"… 

Traduzindo: Comer uma maçã diariamente para manter o médico afastado (os médicos não gostam disto) .

Na verdade a maçã (reineta) é um dos alimentos mais conhecidos para preservar a saúde. 

Cada 100 gramas de maçã fornecem cerca de 58 Kcal.

Esta maçã contém quantidades razoáveis de fibras e vitaminas A, B1, B2, C e E, de sais minerais, como cálcio, fósforo, ferro e potássio.

O teor de água e vitamina C que a maçã tem, torna-a um bom alimento para as crianças, pois, além de nutrir, é um excelente hidratante. É de fácil digestão e aconselha-se consumi-la ao natural e com casca para aproveitar melhor todas as vitaminas. 

Portanto, é boa para a vista, para a pele, para a anemia, para a memória, etc. 

Não esquecer que o sumo de maça com laranja é um excelente preventivo das viroses e gripes.


23- Finalmente, um mix de pequenas dicas para melhorar a qualidade de vida: 


- comer chocolate. 

Duas barras por semana aumentam a longevidade. O chocolate amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio.. e excelente antioxidante.

- pensar positivamente . 

As pessoas optimistas têm mais saúde, gozam de maior bem-estar e podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que, além disso, adoecem mais facilmente: são mais vulneráveis a gripes e constipações (resfriados), p. Ex. 

- Dê picante à sua vida...


Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de Pittsburgh revelou que a capsaicina, o composto que torna as malaguetas picantes, combate activamente o cancro do pâncreas, levando as células cancerosas à auto-destruíção.

Num estudo separado do Centro Oncológico M D. Anderson, da Universidade do Texas, descobriu-se que a curcumina, que se encontra no açafrão-das-índias e em muitos pós de caril, bloqueia uma via de passagem biológica necessária ao desenvolvimento dos melanomas e outros cancros. Já se sabia que a curcumina tinha propriedades anti-oxidantes e anti-inflamatórias; 

Esta nova descoberta também pode ajudar a explicar porque é que a Índia regista dez vezes menos casos de cancros do cólon, mama, próstata e pulmões do que o país que em todo o Mundo gasta mais dinheiro em medicamentos: os Estados Unidos.

O piripiri, tomado de manhã em jejum, engolido inteiro, com água e, de preferência, também um dente de alho, não mastigado, são desinfectantes poderosos.
(conheci quem usava este método (engolir uma malagueta de piri-piri em jejum) para evitar todo o tipo de parasitas e maleitas intestinais)


Aprenda estes pequenos truques e transforme-os em (bons) hábitos. 

É exactamente o que dizia Sêneca:

'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'! 

"Crie bons hábitos e torne-se escravo deles, porque só tem a ganhar com isso".

Tratamentos caseiros: Bronquite

Chá com alho e limão:

Coloque meio limão e 2 dentes de alho picados em 150 ml (uma chávena de chá) de água e ponha ao lume. Deixe ferver 2 ou 3 minutos. Adoce com e dê uma colher de sopa, de hora a hora, ou quando houver crises.


Beterraba e açúcar mascavado:

Descascar a beterraba e cortar em rodelas. Colocar, num frasco ou tijela, uma camada de rodelas de beterraba e cobrir com uma camada de açúcar mascavado; e assim sucessivamente até esgotar a beterraba. O xarope fica pronto em poucas horas. Dar uma colher de sopa (ou de chá conforme a idade) sempre que haja crises, ou de hora a hora.


Não esqueça o xarope de casca de banana cuja receita encontraAQUI

Também tem o xarope de laranja

Nota: nos casos mais graves pode ser necessário fazer vários tratamentos ao mesmo tempo, alternando as tomas de modo a tomar algum "remédio" sempre que há crises e assim permitir superá-las. 


Cuidar da alimentação:

Evitar os amidos.

A banana ajuda a curar

frutas e verduras cruas não podem faltar.

Há alguns chás que ajudam muito na cura.

Substitua o leite de vaca por leite de soja


Um testemunho:

Minha filha tem 1 ano e 06 meses e já teve 03 crises graves de bronquite sendo que, em duas, ficou internada... 

Como a bronquite é de origem alérgica, o principal motivo/alergia que constatamos foi o LEITE DE VACA, não importa como é comercializado (mas o UHT é pior e faz mais mal) ... e todos os seus derivados, bolacha, bolo, queijos, etc... O leite de soja é bem mais caro, mas tenho notado melhora...



Fonte

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Alimentação Vegetariana

Irina Maia – Bióloga e Vegetariana


A alimentação vegetariana tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, apesar de continuar a ser minoritária entre nós. Aqui são apresentados argumentos de saúde, ambientais e económicos a favor do vegetarianismo, sendo a autora Bióloga e Vegetariana.

O vegetarianismo não é uma moda recente. Ao longo da história da humanidade houve pequenos grupos e povos inteiros, que por razões religiosas, económicas, culturais ou ambientais, seguiram uma dieta exclusivamente ou predominantemente vegetariana.
Moda recente é o destaque que os produtos de origem animal passaram a ter na nossa alimentação. Basta falarmos com os nossos pais e avós, para rapidamente percebermos que ainda há poucas décadas atrás, a carne e o peixe eram alimentos consumidos excepcionalmente em dias de festa e que o leite nem sequer fazia parte da sua dieta.
Uma vez que eram considerados “alimentos dos ricos”, assim que a melhoria nas condições de vida nos países desenvolvidos facilitou a acesso de mais pessoas a estes produtos, o seu consumo tornou-se generalizado e exagerado. Mas estes alimentos deveriam ter continuado a ser consumidos excepcionalmente, pois o seu consumo regular não é necessário à saúde e pelo contrário é causador de inúmeras doenças. 
Perante o cenário actual de uma população obesa e doente, assistimos agora a um esforço das autoridades médicas, de educação da população para que readquira hábitos mais saudáveis de alimentação, com redução dos produtos de origem animal e com predomínio de produtos de origem vegetal.
Muitas pessoas seguem esse conselho até ao fim, tornando-se vegetarianos e deixando pura e simplesmente de comer animais ou produtos derivados de animais.
Apesar da dieta vegetariana ser cada vez mais tema de capa de revista, a maior parte das pessoas ainda encara o vegetarianismo com desconfiança. Consideram esta dieta anti-natural e receiam que ao retirarem a carne do seu menu ficarão sub-nutridos.
Os milhões de vegetarianos que vivem e viveram ao longo da história da humanidade são a prova viva de que é possível viver só de plantas. Mas se dúvidas existiam sobre se essa vida seria saudável, inúmeros estudos científicos recentes demonstraram que não só os vegetarianos não são mais doentes, como em média são mais saudáveis e vivem mais tempo do que aqueles que comem produtos animais. 
A American Dietetic Association, publicou um artigo de revisão de todos os conhecimentos actuais sobre dieta vegetariana e concluiu que "dietas vegetarianas bem planeadas são saudáveis e nutricionalmente adequadas, sendo bastante benéficas na prevenção e tratamento de diversas doenças".
Mas como pode isso ser? Afinal de contas somos omnívoros!
É verdade, somos omnívoros. Mas o que significa isso exactamente?
Os nossos antepassados começaram por ser frugívoros (comiam apenas frutos), depois evoluíram para omnívoros, alargando a sua dieta a insectos e pequenos mamíferos e mais tarde tornaram-se pescadores e caçadores, passando a incluir no seu menu a carne de diversos animais. No entanto, durante a maior parte desse percurso evolutivo, os nossos antepassados basearam a sua dieta em plantas, sendo os produtos de origem animal um complemento da sua alimentação de onde retiravam calorias e proteínas extra.
Há quem atribua o desenvolvimento da nossa inteligência à ingestão de carne, mas foi o aumento progressivo dos cérebros dos nossos antepassados que criou a necessidade de ingestão de mais proteínas e gorduras, que a carne forneceu em abundância.
Milhões de anos depois, o ser humano inventou a agricultura e passou a produzir inúmeras variedades de cereais, leguminosas, oleaginosas, hortícolas e frutos, capazes de suprir as suas necessidades nutricionais e energéticas, de tal forma que hoje em dia, na maior parte do planeta, o ser humano já não precisa de comer carne para viver e ser saudável. 
Ao contrário do que comummente se pensa, ser omnívoro não implica que se tenha de comer de tudo para se sobreviver, mas sim que se pode sobreviver com um leque variado de opções alimentares. Um omnívoro consegue viver só de carne ou só de plantas, se apenas tiver disponível uma dessas opções para se alimentar. O facto de termos inventado a agricultura, dá uma nova dimensão ao facto de sermos omnívoros, pois oferece-nos a liberdade de escolha dos alimentos.
E porque é que devemos escolher comer plantas em vez de animais?
Se no passado todos os produtos de origem animal eram produzidos de modo tradicional e extensivo, com aproveitamento de solos e paisagens não-aptas para a agricultura, hoje em dia a grande maioria desses produtos são produzidos industrialmente, com enorme desperdício de recursos naturais e com graves consequências ambientais e sociais.
Além das questões dos direitos e do bem-estar dos animais, que cada vez mais devem ser debatidas e consideradas na forma como produzimos os nossos alimentos, as questões relativas ao impacto ambiental da produção animal devem levar-nos a questionar os nossos hábitos, principalmente se nos consideramos ecologistas e pretendemos reduzir a nossa pegada ecológica no planeta.
“É ecologista? Então porque ainda come carne?” É a questão provocadora que tem gerado acesos debates entre aqueles que se consideram ecologistas.
Há aqueles que, perante os dados que apontam a produção animal como um dos maiores problemas ecológicos dos nossos dias, se tornaram vegetarianos para reduzirem o seu impacto ambiental no planeta e há aqueles que, achando que a ingestão de produtos animais faz parte da nossa ecologia, não pretendem mudar os seus hábitos alimentares, embora concordem que a produção industrial destes produtos é anti-ecológica. 
Eis alguns dados perturbantes:
- Nos Estados Unidos, mais de metade de toda a água consumida é gasta na produção animal e outra estimativa aponta para que perto de 85% da água consumida no planeta seja gasta na produção animal. Para se produzir 1kg de batatas são necessários cerca de 50 litros de água e para se produzir 1 kg de trigo são necessários cerca de 42 litros, no entanto para se produzir 1kg de carne de vaca são necessários 43.000 litros de água!
- Os dejectos dos animais, que antes eram naturalmente integrados novamente nos solos, fertilizando-os, são agora produzidos em tamanha quantidade, que se tornaram um dos maiores problemas de poluição no mundo, contaminando de forma severa os solos e as águas.
- A criação de gado e a produção agrícola intensiva para alimentação desse gado, estão entre as principais causas de desertificação e de desflorestação do planeta.
Dois terços dos terrenos agrícolas são dedicados a pastagens e culturas para alimentar o gado. Estima-se que por cada quilo de carne que é produzido se percam 77 quilos de solo fértil e que 85% da erosão dos solos no mundo está associada a culturas destinadas à alimentação do gado e à produção de pastagens.
- Na actualidade, existe suficiente solo fértil, energia e água para alimentar mais do dobro da população humana existente. No entanto, entre as questões políticas e económicas que impedem milhões de pessoas de aceder aos alimentos produzidos, está também o facto de que metade dos cereais produzidos no mundo destina-se a alimentar animais para consumo em países desenvolvidos, em vez de servir de alimento aos seres humanos que passam fome em países sub-desenvolvidos.
- São necessários cerca de 7 kg de cereais e soja, para produzir 1 kg de carne nos Estados Unidos. Bastaria que os norte-americanos reduzissem o seu consumo de carne em 10%, para que mais 100.000.000 pessoas pudessem ser alimentadas com os cereais assim poupados. Foi demonstrado que se toda a população mundial fosse vegetariana, tudo aquilo que se dispende na produção animal poderia alimentar 10 biliões de pessoas, ou seja, mais do que a população humana que se prevê existir em 2050.
Devido à grande diversidade de ambientes que o ser humano ocupa, nem sempre este dispõe de terrenos férteis para agricultura ou de diversidade alimentar suficiente para poder alimentar-se exclusivamente de plantas e é preciso tomar isso em consideração, se se não quiser cair em fundamentalismos. Os animais herbívoros são capazes de transformar ervas, sem valor alimentar para o ser humano, em proteína e gordura de alto valor nutritivo e calórico e a sua importância na alimentação das pessoas que habitam regiões menos férteis e inaptas para a agricultura, não deve ser ignorada. No entanto, a produção industrial de animais para consumo, que nada tem que ver com o aproveitamento de recursos e muito pelo contrário é um desperdício de recursos, não deve de forma alguma ser colocada ao mesmo nível da produção extensiva e ao ar livre de produtos de origem animal. 
Poucas pessoas se podem gabar de apenas consumirem produtos animais de origem biológica e extensiva. A maioria das pessoas, principalmente as que vivem em ambiente urbano nos países mais desenvolvidos, mesmo que ocasionalmente optem por comprar estes produtos, não deixam de consumir maioritariamente os de origem industrial, apoiando assim activamente este sistema de produção animal, com todas as consequências que ele acarreta para os animais, para o ambiente e para a humanidade. Estas pessoas, que são milhões em todo o planeta, deveriam interrogar-se mais sobre as opções que tomam na hora de encher o prato e pensar em como o gesto simples de trocar o bife por feijão ou lentilhas pode ajudar a salvar o mundo.

Bibliografia:
"So You're an Environmentalist; Why Are You Still Eating Meat?", Jim Motavalli, E Magazine, January 3, 2002 (www.alternet.org/story/12162)
"Meat-eating environmentalist? How can that be?", Lisa Rogers, Toronto Vegetarian Association (www.veg.ca/lifelines/marapr/meat)
"Why environmentalists aren’t vegetarian", David Pye, VSUK Trustee, 35th World Vegetarian Congress (www.ivu.org/congress/2002/texts/david2.hmtl)
"A paleontological perspective on the evolution of human diet", Peter Ungar and Mark Teaford (www.cast.uark.edu/local/icaes/conferences/wburg/posters/pungar/satalk)
"Fruits of the Past", Colin Spencer (www.viva.org.uk/guides/fruitsofthepast)
"Our Food Our World – The Realities of an Animal-Based Diet", EarthSave Foundation, Santa Cruz, 1992
"Diet for a Small Planet", Frances Moore, Lappe Ballantine Books, 20th Annv Edition, 1985
"The Food Revolution: How Your Diet Can Help Save Your Life and Our World", John Robbins, Conari Press, 2001
"Diet for a New America: How Your Food Choices Affect Your Health, Happiness and the Future of Life on Earth", John Robbins, H.J. Kramer, Reprint edition, 1998 


Fonte

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Alimentos proibidos para cães e gatos

Não alimente seus animais (cães e gatos) com chocolate, abacate, cebola, alho, ossos, peixe cru e leite!

Todo o cuidado é pouco na hora de variar o cardápio da sua mascote. Existem algumas comidas que podem causar um tremendo mal-estar para o bicho e que devem ser evitadas. Conheça as principais:

Chocolate
A grande vilã aqui é a teobromina. Presente principalmente nos chocolates amargos, essa substância age como estimulante e chega a causar extrema excitação nos animais. “Como o organismo de cães e gatos demora muito tempo para se livrar dela, eles podem apresentar taquicardia, hiperatividade, tremores e convulsões”, diz Flávia Borges Saad, professora do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras, no interior de Minas Gerais.

Abacate
A persina, substância encontrada na polpa, na casca e no caroço da fruta, é a culpada por intoxicar os pets que abusam do alimento. Vômito, diarreia, lesões gastrointestinais e até necrose nas fibras do miocárdio, o músculo do coração, são algumas das consequências do exagero.

Cebola e alho
Eles contêm alicina, que, em felinos e cachorros, pode perpetrar um tipo de anemia conhecido como hemolítica. Em suma, trata-se da destruição dos glóbulos vermelhos, os encarregados pelo transporte de oxigênio no sangue. “A intoxicação aparece gradativamente e, para isso, é necessário que o animal consuma uma grande quantidade de cebola ou de alho crus”, ameniza a veterinária Christine Martins, do Hospital Veterinário da Universidade de Brasília.

Ossos
Muita gente imagina que eles são o petisco canino ideal. Um alerta da FDA, agência que regulamenta o consumo de remédios e alimentos nos Estados Unidos, contraria esse senso comum. Segundo o relatório, não se deve oferecê-los em nenhuma hipótese aos cachorros. “Ao serem mastigados, os ossos, principalmente os cozidos, podem lascar e formar pontas, causando lacerações na boca e no esôfago, quebra de dentes, além de aumentar o risco de infecções bacterianas e obstruções intestinais”, explica Christine.

Peixe cru
Alimentar cães e gatos com pescados in natura nunca é uma boa ideia. Algumas espécies de peixe, sobretudo a tilápia, armazenam doses generosas de avidina e tiaminase. Esse dueto impede a absorção de algumas vitaminas do complexo B, como a biotina e a tiamina. “A deficiência delas está ligada a problemas neurológicos”, exemplifica Flávia.

Leite
Trocar o líquido liberado pelas tetas da cadela pelo da vaca é péssimo para a saúde dos cachorros. É que o leite canino possui mais proteínas, gorduras, cálcio e fósforo do que o bovino. Dessa forma, só supre as necessidades nutricionais de um filhote se for consumido aos borbotões. E isso representa níveis cavalares de lactose, o açúcar lácteo. “Como o animal não consegue processar tamanha quantidade desse açúcar, o resultado é uma diarreia grave”, alerta Flávia. No entanto, em alguns casos, o leite da vaca é manipulado pela indústria para torná-lo mais parecido com o das cachorras. Aí, sim.

O bicho comeu. o que fazer?
Algumas horas após o cachorro ou o gato ingerirem algum alimento inadequado, logo bate aquele mal-estar. Ao observar sinais de irritação, transtornos gástricos, alterações do ritmo cardíaco e respiratório, o animal deve ser levado rapidamente ao veterinário. “É muito comum que, ao constatarem a ocorrência de intoxicação, os donos ofereçam leite, o que só piora a situação”, avisa Christine. O melhor mesmo seria estimular o bicho a beber bastante água e não provocar o vômito.



Fontes: saudeabril e Amocachorros

Queijo é literalmente viciante – contém morfina


Acredite ou não, cientistas sabem, desde os anos 80, que os queijos contêm pequenas quantidades de morfina.
Isso mesmo, morfina! Aquela mesma droga que os médicos dão para pacientes que estão sofrendo muita dor. Mas não se preocupe. Não é uma teoria da conspiração e os fabricantes de queijo não colocam a substância lá de propósito, para aumentar seus lucros. Na verdade a morfina, em doses pequenas, é encontrada tanto no leite de vaca quanto no leite humano – o que pode explicar por que algumas mães tem problemas em impedir que seus filhos mamem tanto.
O leite também contém uma proteína chamada caseína, que provoca o mesmo efeito do que as substâncias conhecidas como opiáceos. Quando o leite é transformado em queijo essas substâncias ficam mais concentradas – e é por isso que alguns cientistas se referem ao queijo como o “crack de leite”.
Então, basicamente, o queijo pode produzir o mesmo efeito do que o chocolate para as pessoas que se viciam no sentimento de satisfação e felicidade que temos após comer um pedaço dessas delícias.

Queijo pode ser tão viciante como a morfina
Um investigador americano afirma que o queijo pode ser tão viciante como a morfina. A revelação é do presidente (e fundador) do Comité dos Médicos para a Medicina Responsável, Neal Barnard.
Barnard escreveu mesmo um livro, onde explica a razão que leva algumas pessoas a estarem completamente viciadas em alguns alimentos como o queijo, a carne, o açúcar ou o chocolate. Segundo o cientista, a explicação é bioquímica. «Por exemplo, o queijo contém níveis muito altos de caseína, uma proteína que se desconstrói durante a digestão e produz compostos opiáceos semelhantes à morfina».
O médico afirma mesmo que a sua investigação pode ser a resposta para pessoas obesas que não conseguem deixar de comer. Barnard desenvolveu todo um programa para ajudar estas pessoas a «deixar o vício».

O queijo é outro dos alimentos capazes de viciar. 
Sua popularidade não se deve exclusivamente às sensações que sua textura provoca na boca, à variedade de excelentes sabores ou seu alto conteúdo de nutrientes benéficos à saúde. Na realidade tem muito a ver com suas qualidades viciantes. O queijo contém altos níveis de caseína, a proteína do leite, que segundo Neal Barnard, fundador da Comissão de Médicos por uma Medicina Responsável, pesquisador e professor de medicina na Universidade George Washington, se decompõe durante a digestão e dá lugar a compostos semelhantes à morfina, denominados casomorfinas que, segundo se acredita, podem ser os responsáveis químicos do vínculo especial que une a mãe com o bebê no período de amamentação. Um copo de leite contém 6 gramas de caseína, substância que no queijo é muito mais concentrada. A intensidade dos efeitos das casomorfinas é dez vezes menor que os da potente morfina.

Why Cheese is Like "Dairy Crack": Because It's Got Morphine In It


Neal Barnard, MD said, “Since cheese is processed to express out all the liquid, it’s an incredibly concentrated source of casomorphins—you might call it dairy crack.” 

Chocolate, Cheese, Meat, Sugar: Physically Addictive Foods (VIDEO)




Médico especialista em nutrição e que ensina como ser mais saudável através da cozinha vegetariana.
John A. McDougall, MD. estuda e escrevendo e dá palestras sobre os efeitos da nutrição sobre as  doenças há mais de 30 anos.
Neilson Barnard / Getty Images

Se não consegue resistir a um bom quejjo, pode não ser uma questão de gula mas sim de vício

O queijo contém um dos químicos encontrados nas drogas pesadas. É a conclusão de uma equipa de investigadores que quis descobrir por que razão alguns alimentos são mais viciantes do que os outros - e o queijo é especialmente aditivo porque contém caseína.

Presente em todos os produtos lácteos, a substância pode ativar os recetores opiáceos do cérebro, relacionados com a adição. Com recurso a uma escala de adição alimentar concebida para medir a dependência, os cientistas concluíram, no entanto, que topo da escala estão os alimentos que contêm queijo.

Para o estudo, foi pedido a 120 participantes que respondessem às perguntas da escala e foi-lhes depois pedido que escolhessem entre 35 alimentos de valor nutricional variado. Numa segunda fase, o estudo, publicado no Public Library of Science One, envolveu 384 pessoas.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Temperatura do forno e conversão

Celsius º C  __________________  Farenheit   º F


Marca 1 forno a gás ------ 140º C / 275º F = forno eléctrico ------- Forno muito brando

Marca 2 forno a gás ------ 150º C / 300º F = forno eléctrico ------- Forno brando

Marca 3 forno a gás ------ 160º C / 325º F = forno eléctrico ------- Forno ligeiramente moderado

Marca 4 forno a gás ------ 180º C / 350º F = forno eléctrico ------- Forno moderado

Marca 5 forno a gás ------ 190º C / 375º F = forno eléctrico ------- Forno ligeiramente quente

Marca 6 forno a gás ------ 200º C / 400º F = forno eléctrico ------- Forno ligeiramente quente +

Marca 7 forno a gás ------ 210º C / 425º F = forno eléctrico ------- Forno quente

Marca 8 forno a gás ------ 220º C / 450º F = forno eléctrico ------- Forno quente +

Marca 9 forno a gás ------ 240º C / 475º F = forno eléctrico ------- Forno muito quente

As temperaturas as vezes variam um pouco dependendo
das marcas dos fogões.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Dê um chega pra lá na ferrugem das panelas de ferro

ReproduçãoComidas feitas em panelas de ferro fundido são sem dúvida mais gostosas, especialmente saborosas. Este tipo de panela proporciona o cozimento de alimentos de forma diferenciada. O calor da chama do fogão não fica somente na base da panela, ele se propaga por inteiro, em torno de toda a panela, mantendo assim a temperatura em todos os alimentos por mais tempo.

Além de darem um sabor delicioso às receitas, as panelas de ferro possuem outras vantagens. Elas não deformam com o calor e propiciam uma economia de gás ao manterem por mais tempo o alimento quente. Estudos também mostram que este tipo de utensílio ajuda a evitar o aparecimento de anemia, sendo assim bastante recomendado a vegetarianos, mulheres em idade fértil e crianças.

Um dos únicos pontos negativos das panelas de ferro é a fácil tendência de enferrujarem. Saiba a seguir o que fazer para conservá-las ou como eliminar a ferrugem que já se impregnou na panela.


Evite a ferrugem

1. Ferva água e vinagre por uns 3 minutos e depois com sabão e palha de aço dê uma boa esfregada na panela.

2. Seque as panelas no forno para evitar umidade e pontos de ferrugem.

3. Após lavar e secar suas frigideiras e panelas de ferro coloque dentro delas, deixando em contato com o fundo, um filtro de café. O filtro irá absorver toda umidade, evitando que seu utensílio enferruje.

4. Você também pode, após secagem dos utensílios de ferro, limpá-los com um guardanapo de papel untado com óleo alimentar


Saiba o que fazer se já enferrujou

Opção I: Passe suco de limão rosa. Aguarde pelo menos 30 minutos, enxágue e lave novamente com palha de aço ou bombril com detergente.

Opção II: Lave com bicarbonato de sódio. Colocar no forno bem quente para secar, deixar esfriar e passar uma leve camada de óleo antes de guardar.


Dicas

- Tome cuidado ao lavá-la. Quando esfregada vigorosamente com a esponja de aço, um tipo de ferrugem passa para o alimento, que depois de absorvida, oxida a gordura do nosso corpo, favorecendo a obstrução das artérias.

- Prefira as que têm cabo de madeira, evitando as queimaduras e facilitando a manipulação dos alimentos.

Fonte: www.organizesuavida.com.br