terça-feira, 11 de janeiro de 2011

FESTAS de ANIVERSÁRIO para CRIANÇAS - "BOLAS"

Bola é um ótimo tema para os aniversários de 1 ou 2 anos. As crianças adoram e como o efeito visual é rápido, você não gasta uma fortuna com decoração. Vale qualquer lugar, do salão de festas com decoração de círculo nas paredes apenas, ao jardim com lugar para bolas gigantes. Conheça nossas ideias…

DECORAÇÃO

Ela é feita principalmente com bolas, é claro. Para ficar chique, você pode escolher três ou quatro cores e planejar tudo nesses tons. E mais fácil de acertar e o resultado fica fofo.
Escolha bolas grandes para criar um efeito especial. Um canto já ficará ótimo. Essas de pano são lindas, macias, dão um clima mais cool para a festa. E você pode fazer em casa se for prendada. Caso tenha esse jardim, então…

Mais práticas, as versões de plásticos são encontradas em várias lojas e com vários preços. Observe como o conjunto com modelos da mesma cor fica bonito. E os bebês podem brincar com elas – depois que todos apreciarem sua decoração, é lógico…


Olha que ideia legal para a parede: bolas coloridas que podem ser feitas com papel adesivo, papel normal colado com fita, tecido. Em algum lugar do planeta deve até ter esses círculos prontos para vender…






Para a decoração, use e abuse de panos de bolinha. Eles aparecem nas toalhas de mesa, nos guardanapos, forrando travessas…
Alguns exemplos de mesas… 
Um enfeite fácil para quem tem paciência: compre cereal ou balas coloridas em forma de argolas e crie uma corrente com um barbante. Depois é só prender na mesa dando pequenos pontos na toalha…
Pequenos detalhes que fazem a diferença: baldinho de alumínio e fita colorida – materiais que não são caros – se unem para guardar os docinhos. Aí você pega o dinheiro que economizou e investe em balões importados diferentes! Observe o que eu disse antes sobre a escolha de cores. 
Nesses exemplos, os tons fazem toda a diferença…

Andando pelas lojas da sua cidade você pode encontrar itens bem divertidos que tenham a ver com bolas. Olha só essas garrafinhas…
 
E se na sua casa tiver piscina, aproveite para decorá-la e até liberar para as os convidados e seus bebês…

BOLO

É muito fácil! Qualquer versão que você fizer, colocar cobertura e bolinhas tipo M&M ficarão lindos – escolha duas ou três cores de bolinhas para ficar ainda mais bonito. Ou você pode encomendar algo especial com a confeiteira chique. Inspire-se…


COMIDINHAS

Por que não facilitar a vida dos mini-convidados e servir o brigadeiro na colher?

As saudáveis frutinhas podem ser oferecidas de maneiras divertidas. Assim crianças (e adultos!) terão mais incentivo para comê-las…
Que legal essa forma de servir queijinhos e tomate cereja! Também dá para servir cenourinhas ou legumes miniatura. Se quiser, coloque em pratinhos individuais…
Sucrilhos coloridos e copos de plástico. Simples, prático e lindo…

BRINCADEIRAS

Nessa fase os bebês adoram desenhar. Forre um local plano com papel kraft, disponibilize giz de cera e deixe todo mundo se divertir…
E invista em balões. Baratos, coloridos e as crianças amam!! Dá para inventar milhões de brincadeiras…

LEMBRANCINHA

Ela pode seguir com a brincadeira da festa e ser um kit de giz, lápis, tinta. Assim a diversão continua em casa. Coloque em latinhas transparentes, por exemplo…


Ou embale em tecido ou papel com fitas para ficar mais bacana…

BOA FESTA!!!

domingo, 28 de novembro de 2010

Alimentos Vegetarianos Típicos

Nesta página são apresentados alguns alimentos mais típicos de dietas vegetarianas. No entanto, não é necessário que os vegetarianos incluam estes alimentos na sua dieta. O mais importante numa dieta equilibrada é incluir muitos legumes, fruta, leguminosas (como feijão, grão-de-bico, lentilhas, etc.) e cereais (como arroz, pão e massa, de preferência integrais).

A maioria dos alimentos aqui apresentados encontra-se facilmente em qualquer loja de produtos/naturais dietéticos, sendo que alguns também se encontram nos hipermercados e supermercados.





Tofu

Tofu
O tofu é um alimento feito a partir de feijões de soja, água e um agente coagulante. Tem origem na China, onde já é utilizado há milhares de anos. O tofu é uma excelente fonte de proteína e de cálcio. É um alimento com um sabor neutro, mas que absorve muito facilmente diferentes sabores, o que o torna num alimento extremamente versátil que tanto pode ser utilizado em pratos salgados como doces.
Normalmente, o tofu vende-se embalado com água. Depois de aberto, o tofu não utilizado pode voltar a ser armazenado no frigorífico, imerso em água num recipiente fechado.

Seitan

Seitan
O seitan é um alimento rico em proteína feito à base de glúten de trigo e utilizado na Ásia há centenas de anos. Embora seja feito de trigo, não tem grandes semelhanças com o pão. Quando cozinhado, o seitan tem um aspecto e textura extremamente idênticos aos da carne, sendo muito popular como substituto da carne.
Normalmente, o seitan vende-se normalmente embalado com água. Depois de aberto, o seitan não utilizado pode voltar a ser armazenado no frigorífico, imerso em água num recipiente fechado.

Tempeh

Tempeh
O tempeh é um alimento feito a partir de feijão de soja integral, cozinhado e fermentado. Ao contrário do tofu, tem um sabor distinto, sendo por vezes incluídos cereais na sua produção. O tempeh é um alimento altamente nutritivo, rico em proteína, cálcio e isoflavonóides, e com muito baixo teor de gordura. Trata-se de um aglomerado firme e compacto de feijões de soja, sendo recomendável cortá-lo em rodelas ou pequenos cubos para o cozinhar, por exemplo, num refogado.

Molho de Soja (Shoyu)

Molho de Soja
O molho de soja é um condimento utilizado em substituição do sal e foi originalmente criado na China há milhares de anos. O molho de soja é feito com soja fermentada, trigo, sal e água.
No Japão, o molho de soja é denominado shoyu, sendo este o molho de soja mais popular de boa qualidade que se encontra à venda em Portugal. Também de origem japonesa, o tamari é outro molho de soja popular, mas com um sabor mais forte e sem trigo (ou com quantidade muito reduzida de trigo).
Dado que contém sal, o molho de soja deve ser utilizado com moderação. No entanto, o molho de soja permite conferir um sabor agradável e característico aos alimentos com menor quantidade de sal do que se fosse utilizado sal por si só.

Análogos da Carne

Salsichas e Hambúrgeres
É muito simples e fácil substituir a carne nos mais variados pratos. Os substitutos de carne mais económicos e acessíveis são as leguminosas, como o feijão, o grão-de-bico e as lentilhas, por exemplo. Quando se pretende um substituto com aspecto e/ou textura semelhantes aos da carne, pode utilizar-se a proteína de soja texturizada, o seitan ou o tofu. Existem também diversos alimentos vegetais processados que são extremamente semelhantes às versões feitas a partir de carne. É possível comprar salsichas vegetais, hambúrgueres vegetais e até chouriço vegetal. Uma desvantagem destes alimentos veganos processados é que são normalmente bastante dispendiosos.

Leite Vegetal

Bebida Soja
O leite vegetal mais popular entre os veganos é o leite de soja, mas também existe leite de aveia e leite de arroz. Os diferentes leites vegetais têm sabores bastantes distintos e os leites de soja também variam bastante de sabor consoante a marca. Não te assustes se experimentares algum de que não gostes, quase de certeza que há outros leites vegetais com um sabor que te agrade mais (os leites de soja simples mais saborosos costumam ser os que incluem aroma de maçã).
A maioria dos leites vegetais é enriquecida com cálcio numa quantidade idêntica ao existente no leite de vaca, pelo que esses leites vegetais são uma fonte de cálcio equiparável ao leite de vaca.

Queijo Vegetal

Queijo de Soja
Para muitos veganos, o queijo é o alimento de origem animal que mais lhes custa a abandonar. No entanto, cada vez há mais oferta de queijos vegetais com um sabor muito idêntico ao queijo de origem animal, pelo que é possível continuar a desfrutar de um paladar semelhante ao do queijo sem contribuir para a crueldade animal. Existem queijos vegetais de diversos sabores e consistências, sendo inclusive possível utilizá-los em pizas vegetais, por exemplo.

Substitutos de Ovos

Substituto de Ovo
Na maioria das receitas com ovos, é possível encontrar bons substitutos vegetais para os ovos. Por exemplo, pode substituir-se um ovo com qualquer uma das seguintes opções:
  • 2 colheres de sopa de amido de milho misturado com 2 colheres de sopa de água.
  • 1/4 de chávena de banana triturada.
  • 1/4 de chávena de puré de maça.
  • 40 g de tofu triturado com água ou triturado com os líquidos da receita.
  • 1 colher de sopa de linhaça triturada com 3 colheres de sopa de água.
O tofu costuma resultar bem em pratos salgados, como quiches. A linhaça triturada é um bom substituto da clara de ovo. Também são comercializados alguns substitutos de ovo vegetais em pó, mas não é muito fácil encontrá-los à venda em Portugal.

Proteína de Soja Texturizada/Soja Granulada

Proteína de Soja
A proteína de soja texturizada (ou soja granulada) é uma fonte de proteína muito económica criada a partir de farinha de soja por um processo industrial. A proteína de soja texturizada é também rica em ferro, cálcio, fibra e zinco. Dado que se trata de um alimento desidratado, a proteína de soja texturizada tem de ser reidratada em água quente durante uns 10 minutos ou durante o processo de cozedura.
A proteína de soja texturizada tem cerca de 50% de proteína (antes de ser reidratada) e, depois de cozinhada, tem uma textura idêntica à de carne picada. Para além do granulado fino, existe também proteína de soja texturizada em pedaços maiores (mas não costuma ficar tão saborosa).
Dado que se trata de um alimento bastante processado, não é muito recomendável como opção frequente.

Quinoa

Quinoa
A quinoa é um alimento nativo da América do Sul, conhecido como o "ouro dos Incas". Embora seja conhecida como cereal, trata-se de uma semente de excelente valor nutricional. É muito rica em proteínas, incluindo todas as proteínas essenciais, o que faz dela um alimento bastante adequado para os veganos. A quinoa é também muito rica em fibra, magnésio, ferro e fósforo, e é isenta de glúten, sendo por isso um alimento de fácil digestão. A preparação da quinoa é idêntica à dos cereais integrais (como o arroz), mas a sua cozedura é bastante mais rápida (15-20 minutos).

Tahini

Tahini
O tahini é uma pasta feita a partir de sementes de sésamo sem casca e tem origem no Médio Oriente, onde é utilizado há centenas de anos. Existem pastas de sésamo feitas a partir de sementes de sésamo com casca, mas são mais amargas e espessas do que o tahini.
O tahini é idêntico à manteiga de amendoim em consistência e sabor, mas de valor nutricional superior. É muito rico em cálcio e é muito popular sobretudo como ingrediente para fazer hummus, um alimento típico do Médio Oriente, feito à base de grão-de-bico e tahini.

Saúde e Nutrição Numa Dieta Vegetariana

Vegetais
Adoptar uma dieta vegetariana por respeito aos animais não pode ser uma moda passageira — é uma filosofia de vida para toda a vida. Como tal, é fundamental que estejamos bem informados sobre as questões de saúde e nutrição. Ao descurar a saúde, não estamos apenas a prejudicarmo-nos a nós próprios e àqueles que gostam de nós, mas estamos também a contribuir para uma imagem errada da dieta vegetariana, o que, em última análise, é mau para os animais que queremos defender.
Esta secção tem como objectivo fornecer informações isentas, fidedignas e actualizadas sobre nutrição e saúde numa dieta vegetariana, para que possamos adoptar o vegetarianismo para toda a vida e o possamos fazer cuidando da nossa saúde.

Índice de Artigos Sobre Saúde e Nutrição

Nota: dieta vegana significa dieta estritamente vegetariana (sem nenhum alimento de origem animal). Quando se fala apenas em dietas vegetarianas, tal engloba normalmente as dietas veganas e as ovolactovegetarianas.
A menos que exista indicação em contrário, os artigos da secção de saúde são da autoria de Jack Norris, nutricionista. Original em VeganHealth.org. © 2003–2009 Vegan Outreach e Jack Norris. Tradução e adaptação: Associação Pelos Animais.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Cães e gatos veganos

A alimentação dos animais de estimação dos veganos é por vezes uma questão controversa, principalmente do ponto de vista ético.
Se por um lado um vegano respeita todas as formas de vida, o que implica não sujeitar os outros à sua opção de alimentação/vida vegana, não deveria submeter um animal a uma alimentação vegetariana. Mas por outro lado comprar comida "normal" para animais domésticos é dar apoio à mesma indústria da carne, com toda a sua crueldade, exploração, desperdício e danos ambientais, à qual o veganismo se opõe.

Os cães e os gatos podem receber uma dieta vegetariana, mas não são veganos por natureza - os cães são omnívoros e os gatos são carnívoros. Embora ambos pertençam à classe dos carnívoros, isso não é muito significativo, pois o urso panda também pertence à mesma classe e é quase vegano.
No entanto, é necessário estabelecer dietas especiais para gatos, pois estes precisam de um aminoácido chamado taurina, encontrado nos músculos de animais. Parecem não ser capazes de sintetizá-lo em quantidades suficientes, ao contrário dos humanos e dos cães.
Já se desenvolveu a taurina sintética, usada em alimentos comerciais (não vegetarianos), para gatos. Os animais que não comerem carne devem receber estes ou outros suplementos, pois a sua deficiência pode causar cegueira e mesmo a morte do animal. Os gatos precisam ainda de vitamina A pré-formada e ácido araquidónico. Todos os alimentos veganos para estes felinos contêm esses ingredientes essenciais, e as empresas que os comercializam incluem-nos nos seus produtos.
Não fica mais caro dar uma dieta vegana a um animal de estimação, pois rações de qualidade também não são baratas. E mesmo quando se opta por usar comida "caseira" em vez de rações, os ingredientes mais caros como castanhas e sementes são tão concentradas em energia e nutrientes que são necessárias pequenas quantidades para os deixarem saciados. O dono de um animal ao decidir dar-lhe uma dieta vegana tem apenas de ter atenção à alimentação, de forma a que não falte nenhum nutriente essencial.
Alimentar cães e gatos com uma dieta vegetariana por vezes tem ainda a vantagem de evitar alergias e outros problemas de saúde.

Onde encontrar ração vegetariana:

Nem todas as rações são veganas, mas todas são vegetarianas

Benevo
http://www.efeitoverde.com ou em http://www.centrovegetariano.org/loja
Ração vegetariana para cães e gatos, sem OGM, nem corantes ou conservantes sintéticos.

Yarrah
http://www.yarrahportugal.com
Uma gama completa de alimentos biológicos para cães e gatos, com algumas rações, biscoitos e snacks vegetarianos para cães.

Petemotions
http://www.petemotions.com
Techni-Cal Vegetarian - Ração vegetariana para cães à venda online. Entregas dentro de Portugal continental.

Veggie Pets
http://www.veggiepets.com
Loja online com rações vegetarianas e veganas para cães e gatos, de várias marcas disponíveis no mercado.

Rações Fri-Ribe
http://www.fri-ribe.com.br
Fri-Dog Premium - Vegetariana - Ração 100% vegetal, com 25% de proteínas, à venda no Brasil. Recomendada para alimentação diária de cães adultos de todas as raças e portes.

Amí
http://ami.aminews.net
Produtos alimentares totalmente vegetarianos para cães e gatos. Sem corantes, nem conservantes nem produtos transgénicos.



Referências:
http://www.vegetarianismo.com.br/animais.html
http://www.vegepets.info

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Açafrão ou Curcuma?

AÇAFRAO OU CURCUMAA cúrcuma (Curcuma Longa) é originária da Índia e é conhecida também como açafrão-da-índia, açafroa, açafrão-da-terra, açafrão-de-raiz, gengibre amarelo. Planta herbácea de clima tropical quente e úmido, da família Zingiberaceae, coloraçao amarelo-alaranjada, e que encerram substâncias aromáticas. muito utilzado em po que e ncessario a desidrataçao e moagem dessa raiz para obtermos o po.
utilizado como condimento e na coloraçao de pratos como: risotos, molhos, mostarda, bolos. Tem função digestiva e ativadora da função hepática no organismo.



O açafrão é extraído dos estigmas de flores de Crocus sativus, uma planta da família das Iridáceas. É utilizado desde a Antiguidade como especiaria, principalmente na culinária do Mediterrâneo — região de onde a variedade é originária — no preparo de risotos, caldos, massas e doces.

É um item essencial à paella espanhola. É tida como uma das mais caras ou a mais cara especiaria do mundo uma vez que, para se obter um quilo de açafrão seco, são processadas manualmente cerca de 150.000 flores, e é preciso cultivar uma área de aproximadamente 2000  m². Quando seca, a flor desprende de seus órgãos um pigmento amarelo e um óleo volátil, tradicionalmente usado como corante de tecidos.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

APOSTE NA SOJA

"A soja está em alta.
Depois que a FDA, agência americana que controla o setor de alimentos e remédios, divulgou a notícia de que o consumo diário de 25 gramas de proteína de soja - equivalente a meia chávena/xícara do grão - ajuda a prevenir doenças coronárias, o alimento ganhou a atenção dos consultórios médicos."
"Especialistas dizem que produtos a base de soja, o shoyu, o tofu, o missô, o tempeh, o nattô e a lecitina, reduzem o risco de câncer de mama e de próstata, aliviam os sintomas do climatério, como ondas de calor e suores noturnos, ajudam a controlar o diabetes, a osteoporose e aterosclerose".

Alimento Recomendado
Muitos países do mundo estudam a soja como um produto capaz de prevenir uma série de doenças, além de reabilitar doentes. Congressos médicos mundiais já incluem a soja em suas pautas de discussões e sinalizam a soja como sinônimo de saúde.
Pesquisas do mundo inteiro já confirmaram: as dietas ricas em fibras e com baixos teores de gordura saturada, aliadas a exercícios físicos a e um estilo de vida saudável, podem auxiliar no controle da obesidade e proteger contra doenças cardiovasculares, câncer, osteoporose e diabetes.
Inúmeras pesquisas realizadas pela área médica no Japão, China, Estados Unidos e Europa comprovam cientificamente os benefícios da soja na prevenção de doenças crônicas como:

Coração
A ingestão de 25 gramas por dia de proteína de soja reduz o LDL, o mau colesterol, em torno de 33%.

Menopausa
A soja atenua os desconfortos do climatério, como suores noturnos e ondas de calor.

Colesterol
Os altos níveis de colesterol sangüíneo e do LDL-colesterol estão associados a doenças cardiovasculares, como o infarto do miocárdio e a arterioesclerose. Pesquisas da American Heart Association -AHA (Associação Americana do Coração) têm demonstrado que a ingestão de proteínas de soja reduz as taxas de LDL-colesterol. Pacientes acompanhados durante quatro semanas, por médicos da AHA, que tiveram a adição de proteínas de soja nas suas dietas - sem outra alteração - apresentaram uma redução nos níveis de LDL-colesterol em torno de 33%. Assim, a introdução de pequena quantidade de proteína de soja na dieta diária, cerca de 20g que equivalem a 50 g de grãos, é suficiente para deixar seu sangue e seu coração em forma.

Prevenção do câncer
Os grãos de soja contêm um composto singular denominado genisteína, também chamado de fitoestrógeno ou hormônio vegetal, que possui uma ação estrogênica moderada, que atua na prevenção de câncer relacionado com o estrogênio. Pesquisas realizadas no Japão, Estados Unidos e Europa têm mostrado que a ingestão diária de alimentos à base de soja, como tofu (queijo de soja), shoyu,  missô, nattô e tempeh (especialidades da cozinha oriental) reduz os riscos de câncer de mama e próstata em 50%.
A soja e seus derivados também possuem uma ação preventiva quanto aos cânceres de cólon, reto, estômago e pulmão. Para que os tumores aumentem seu tamanho, é necessário o desenvolvimento de novos vasos sangüíneos. O bloqueio desse processo é visto como uma maneira potencialmente importante para controlar o câncer. A genisteína também inibe a formação desses vasos e, conseqüentemente, o desenvolvimento dos tumores cancerígenos.

Osteoporose
Com o envelhecimento, as pessoas perdem cálcio, o que resulta, muitas vezes, em osteoporose. Na menopausa, esse processo se agrava com a deficiência hormonal ovariana. Devido sua ação estrogênica, a genisteína da soja pode manter a estrutura óssea. Exames de densiometria óssea comprovam que o consumo de soja retarda a osteoporose decorrente da idade, como também reduz significativamente a perda óssea total.

Diabetes e outras doenças
As fibras de soja exercem importante papel na regulação dos níveis de glicose no sangue, pois retardam sua absorção. Essa redução na velocidade de absorção da glicose auxilia no controle de diabetes. Há evidências de que o consumo da soja tem efeito positivo no controle de outras doenças como hipertensão, litíase (cálculos biliares) e doenças renais.

Aterosclerose
O hormônio vegetal isoflavona torna as artérias mais flexíveis e reduz o índice da doença.

Cinco Mil Anos de História
A soja é uma leguminosa domesticada pelos chineses há cerca de cinco mil anos. Sua espécie mais antiga, a soja selvagem, crescia principalmente nas terras baixas e úmidas, junto aos juncos nas proximidades dos lagos e rios da China Central. Há três mil anos a soja se espalhou pela Ásia, onde começou a ser utilizada como alimento. Foi no início do século XX que passou a ser cultivada comercialmente nos Estados Unidos. A partir de então, houve um rápido crescimento na produção, com o desenvolvimento das primeiras cultivares comerciais.
No Brasil, o grão chegou com os primeiros imigrantes japoneses em 1908, mas foi introduzida oficialmente no Rio Grande do Sul em 1914. Porém, a expansão da soja no Brasil aconteceu nos anos 70, com o interesse crescente da indústria de óleo e a demanda do mercado internacional.


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Dieta para doentes com insuficiência renal

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Alimentos aconselhados:

- Fruta cozida ou assada (rejeitar a água de cozer a fruta)
- Arroz, massa, batata, pão sem sal, bolachas Maria e araruta
- Farinha tipo maizena, tapioca, araruta, flocos de arroz ou de mel
- Açúcar, mel, compotas, doce, marmelada, gelatina, arroz doce vegano, leite creme vegano, bolos veganos sem chocolate
- Azeite, óleo vegetal e manteiga vegetal sem sal
- Leite vegetal, iogurte vegetal e queijo vegetal


Condimentos permitidos:
Alho, cebolinho, orégãos, hortelã, salsa, noz-moscada, pimentão doce, canela e cravinho.


Alimentos que pode comer em quantidade moderada:

- Uma fruta crua/dia
- Couve-flor, couve, repolho, espinafres, agrião e nabiças – 1 vez/semana


Alimentos não aconselhados:

- Cereais integrais e derivados, farinhas lácteas
- Leguminosas secas e verdes: ervilha, feijão, grão, milho e favas (tolera-se 1 vez/mês)
- Chocolate, cacau e produtos de pastelaria
- Frutos secos e cristalizados
- Sumos concentrados, refrigerantes e bebidas alcoólicas
- Sal, caldos Knorr, sopas de pacote, ketchup e molho inglês


Os legumes e os vegetais devem ser cozidos em duas águas distintas. Põe-se a cozer estes alimentos e deita-se a primeira água fora. Coloca-se nova água e torna a cozer de forma a retirar essencialmente, o potássio dos alimentos.


Dieta
Comer bem, sem sal e com a quantidade de água ajustada, é o grande trunfo do paciente em hemodiálise. Quem consegue isso é um felizardo. Por isso, informe-se com seu médico o que pode e o que não pode comer para conseguir manter seu estado nutricional em boas condições. Lembre-se que comer carne faz menos mal do que sal e água, porque o rim artificial depura muito bem a uréia. O doente renal crónico precisa cuidar da sua alimentação, principalmente, da ingestão de calorias, proteínas, açúcares e gorduras em quantidades adequadas para não emagrecer.

Água
A água do nosso organismo é eliminada 90 % pelos rins e 10% pela respiração, pele e fezes. Assim, quem não urina e bebe água, vai acumulá-la, aumentando o peso. O que fazer então? Equilibrar a entrada e saída de água, ou seja, se a quantidade de urina é de 500 ml, o paciente só pode beber 500 ml de líquidos. Mas atenção, todos os alimentos têm água. Alguns, praticamente, só têm água, como as frutas. Outros têm 50% de água quando cozidos, como feijão, arroz, legumes, grãos e massas. Esta água deve ser somada também. A água é um grande risco para quem não urina, pois cria muitas complicações e alguns pacientes podem perder a vida nestas complicações. Algumas das complicações do excesso de água são: tremores, tonturas, náuseas, dores de cabeça, hipertensão, falta de ar, edema generalizado, insuficiência cardíaca e edema agudo de pulmão. Se o doente renal crônico urinar menos de 500 mililitros por dia, deve abandonar os copos grandes, usar aqueles para vinhos ou mesmo os pequenos copos para licor. As frutas podem ser consideradas como água pura ingerida. Quando, no verão, a sede é muito grande, chupar pequenos cubos de gelo feitos com água pura: a água pura gelada "mata" mais a sede do que qualquer outro tipo de líquido. Se gostar de água mineral com gás, também pode tomar.

Sal
É um dos maiores inimigos do doente renal, pelas diversas complicações que causa e, logicamente, também afeta os pacientes em hemodiálise. O sal e a água juntos produzem sede intensa, edema, falta de ar, aumento de peso, hipertensão, tonturas, mal-estar, confusão mental, tremores e abalos musculares. Cada pessoa doente tem um limite de sal que pode ingerir. O seu médico vai lhe dizer qual é a quantidade que pode ingerir por dia, em gramas.
Informação prática sobre o sal: Tente se acostumar com comida praticamente sem sal. Para manter o sabor, use temperos verdes, ou outras especiarias. Fuja dos enlatados e processadas.

Proteínas
Proteínas de origem vegetal, tais como amêndoas, amendoim, aveia, cacau, ervilha seca, feijões, soja e seus derivados devem ser consumidos com parcimónia, por serem de baixo valor biológico. Três gramas de proteínas vegetais equivalem a uma de alto valor, mas produzem mais uréia para ser eliminada.

Açúcar
Se você não tem problema com os açúcares, nem é diabético, é importante que ingira boas quantidades de açúcares, porque eles diminuem a produção de uréia (menor catabolismo protéico).

Gorduras
Como em toda alimentação sadia, não se deve usar mais do que 20% em gordura. O azeite é um excelente alimento, use-o nas saladas e nos alimentos para aumentar as calorias. Evite as gorduras animais e frituras.

Potássio
O potássio deve ser ingerido com muito cuidado, pois o seu excesso no doente renal crónico é muito perigoso. Os alimentos mais ricos em potássio são: frutas secas (uva, damasco e ameixa), amêndoa, amendoim, avelã, cacau, castanhas, chocolate em pó, cogumelo, ervilha, fava, feijões, leite em pó, lentilha seca, gérmen de trigo e caldas das compotas de frutas. As frutas, em geral, contêm muito potássio. A banana é a fruta que contém mais potássio. Elas não devem ser ingeridas, em demasia, por dois motivos: ninguém consegue comer pouca quantidade e elas são em sua maioria constituídas quase só de água, o que prejudica o controle do potássio e dos líquidos. Se você tem problema de potássio alto, atente para estes alimentos. Se tiver "desejos" de comer frutas, deve ingeri-las durante a sessão de hemodiálise, pois o rim artificial se encarrega de eliminar o excesso de potássio.

Cálcio
No nosso organismo, os ossos sustentam os músculos, protegem o cérebro dos traumatismos e armazenam o cálcio e o fósforo. Os rins normais controlam o cálcio e fósforo do nosso corpo, poupando ou eliminando estes sais quando necessário. Na insuficiência renal, ocorre um desequilíbrio do cálcio e do fósforo, provocando doença óssea (osteodistrofia renal). Isto ocorre porque o rim é o produtor de um hormônio, a Vitamina D³, que promove a absorção do cálcio no intestino. Sem a Vitamina D³, a taxa de cálcio no sangue é sempre inferior ao normal (hipocalcemia). Havendo hipocalcemia, o organismo tenta normalizar a taxa de cálcio através da retirada de cálcio do osso, surgindo a osteodistrofia renal. Assim o osso desmineralizado apresenta-se dolorido, fratura fácil e o andar pode ser difícil. Com a queda do cálcio, o fósforo aumenta e produz coceiras por todo o corpo, acompanhadas de lesões dermatológicas. O tratamento da hipocalcemia é feito com uma ingestão abundante de cálcio, junto com a Vitamina D³, que, além de melhorar o cálcio, também regulariza o fósforo.

Fósforo
Os alimentos ricos em fósforo devem ser ingeridos com cuidado. Os alimentos que devem ser evitados são: amêndoa, amendoim, aveia, cacau em pó, castanha de cajú, farinha de soja, feijão, gema de ovo, germen de trigo, leite desidratado, chocolate, conservas, alguns tipos de queijo, alimentos desidratados ou salgados em geral. Se o médico lhe recomendar atenção e cuidado com o fósforo, procure evitar esses alimentos e solicite medicação para diminuí-lo no sangue. É importante retirar o excesso de fósforo do organismo para evitar que, junto com a hipocalcemia, provoque e acentue as lesões ósseas. Quando há excesso de fósforo no sangue, o paciente se queixa de muita coceira pelo corpo todo.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Gelatina

A gelatina é uma substância translúcida, incolor ou amarelada, praticamente insípida e inodora, que se pode obter fervendo certos produtos animais, como ossos, pele e outras partes com tecido conectivo. É muito utilizada em alimentos, medicina e certas indústrias.

Algumas utilizações industriais da gelatina incluem:

A cobertura das cápsulas de produtos farmacêuticos;
A emulsão fotográfica (apesar de se terem tentado outros produtos sintéticos, ainda não foi encontrado um substituto com a estabilidade e baixo preço da gelatina),
No fabrico de cabeças de fósforos e de lixa;
Alguns cosméticos contêm uma variedade de gelatina que não gelifica.
A gelatina tem como principal ingrediente o mocotó/mão-de-vaca de animais como vaca boi e etc.

sábado, 28 de agosto de 2010

Importância das Vitaminas

Podemos definir vitaminas como nutrientes essenciais para a manutenção de certas funções do organismo humano. As vitaminas são geralmente adquiridas através da alimentação, apesar de determinadas vitaminas poderem ser absorvidas através da captação dos raios ultravioleta como é o caso da vitamina D ou então serem produzidas por microorganismos existentes na flora intestinal (vitamina K e B12).
As vitaminas podem ser classificadas em dois grupos: lipossolúveis (vitaminas A, D, E e K) que podem ser conservadas durante algumas semanas pelo fígado, e hidrossolúveis (vitaminas H, C e do complexo B) que se perdem facilmente quando cozinhadas (por isso, alimentos ricos nestas vitaminas devem preferir-se crus) e não são armazenadas pelo organismo.
Cada vitamina constitui portanto um elo importante para manter uma saúde plena e evitar doenças graves, daí que tenha sido concebida uma percentagem de dose diária recomendada (DDR). Essa dose diária varia ligeiramente consoante o sexo, o estado de saúde, a idade e outros factores.

Vitamina A ou retinol
Tem um papel importante no que respeita à visão, pele, cabelo, crescimento, desenvolvimento do osso, assim como no fortalecimento do sistema imunológico. Podemos encontrá-la em alimentos como os espinafres, cebola, legumes de folha verde, abóbora, batata-doce, meloa, salsa, cenoura, pimento vermelho e manga.
A sua deficiência pode provocar visão deficiente à noite, secura generalizada das mucosas, stresse, aumento de infecções e redução do olfacto e paladar.
O valor da DDR encontra-se entre as 600 e 700 mcg.


Vitamina B1 ou tiamina
Tem como função principal transformar os hidratos de carbono e as gorduras em energia. É importante para o bom funcionamento do sistema nervoso, músculos e coração. Também melhora o raciocínio.
Alimentos como ervilha, pão, cereais, arroz integral, feijão, frutos secos, leguminosas e batatas apresentam grande oferta dessa vitamina.
Problemas relacionados com insónias, fadiga, nervosismo, perda de apetite/memória/energia/sensibilidade, fraqueza muscular encontram-se na origem de carências desta vitamina.
O valor da DDR encontra-se entre 0,8 e 1 mg.

Vitamina B2 ou riboflavina
Actua na boa saúde dos tecidos celulares, é também essencial para a libertação da energia contida nos alimentos. Importante para a saúde dos olhos, pele e boca. Para evitar problemas como a depressão, inflamação das gengivas, lábios secos, grande sensibilidade à luz e algumas formas de anemia convém alimentar-se de arroz, aveia, sementes de girassol, ervilhas, todas as couves e cereais.
O valor da DDR encontra-se entre 1,1 a 1,3 mg.

Vitamina B3 ou PP (niacina)
É uma vitamina que desempenha uma função importante no metabolismo energético através dos quais o organismo extrai dos alimentos a energia necessária ao seu funcionamento. Facilita a circulação do sangue e a respiração celular.
Encontra-se sobretudo em alimentos ricos em proteínas, nas batatas, ervilhas e nos alperces secos.
O valor da DDR é de cerca de 15mg. Como o excesso desta vitamina é eliminado pela urina, não existe risco de consumo excessivo. A sua carência é muito rara em países ocidentais, onde a alimentação é rica em proteínas.

Vitamina B5 ou ácido pantoténico
Rem um papel importante no metabolismo dos hidratos de carbono, proteínas e gorduras e é por isso importante na manutenção e reparação de todas as células e tecidos.
Encontra-se presente em quase todos os alimentos, de forma que não se conhecem formas carência
Mas vegetais, legumes e cereais de grão inteiro são provavelmente as fontes mais comuns.
Deve ingerir-se 4 a 7 mg diários desta vitamina.

Vitamina B6 ou piridoxina
Desempenha uma função importante no metabolismo das proteínas e na formação dos glóbulos vermelhos. As carências desta vitamina manifestam-se quase só em crianças pequenas, com sintomas como perda do apetite, modificações da pele e das mucosas, atraso no crescimento, problemas musculares, cãimbras.
Encontra-se nos cereais integrais, no feijão, na banana e no fermento.
O valor da DDR é de cerca de 2mg

Vitamina B9 ou ácido fólico
É essencial para o crescimento correcto e para o funcionamento óptimo do sistema nervoso e da medula óssea. As perturbações causadas por esta vitamina são anemia, malformação dos glóbulos vermelhos. As necessidades desta vitamina aumentam significativamente durante a gravidez.
Pode encontrar-se no gérmen de trigo, na soja, nas sementes de linhaça e nas hortaliças.
A DDR ronda os 200 mcg.

Vitamina B12 ou cianocobalamina
É essencial para o crescimento, para a divisão celular e coagulação do sangue.
Um ovo-lacto-vegetariano pode obter vitamina B12 nos ovos e nos lacticínios. Um vegano deve consumir cereais e leite de soja fortificados ou um suplemento.
A sua deficiência é causadora de anemia, alterações neurológicas graves e fadiga.
O valor da DDR é à volta 1,5 mg.

Vitamina C
É conhecida por combater as gripes, favorecer a formação dos ossos e dentes, e também contribuir para absorção do ferro e acelerar o processo de cicatrização. As frutas cítricas são a sua principal fonte, mas também é possível encontrá-la no morango, kiwi, couve-de-bruxelas, batata, caju, pimento e goiaba.
A deficiência de vitamina C pode causar fadiga, perda de apetite, gengivas inflamadas, e uma cicatrização lenta. Em casos mais graves pode dar origem ao escorbuto que provoca, entre outros sintomas, a queda dos dentes e enfraquecimento dos ossos.
O valor da DDR é de cerca de 40 mg.

Vitamina D
Tem como função promover a adequada absorção do cálcio e fósforo e favorecer o crescimento. A sua absorção é sintetizada pela pele, isto é a pele absorve os raios ultravioletas e converte-os.
A deficiência deste nutriente provoca fraqueza, tensão muscular e raquitismo nas crianças (apesar de ser bastante raro, principalmente na Europa). Estudos recentes demonstram haver uma ligação entre níveis baixos de vitamina D em mães, e o risco crescente de pré-eclampsia - uma grave complicação na gravidez, que pode levar à morte do feto.
Não existe um valor fixo da DDR, mas a sua formação na pele durante o Verão é geralmente suficiente para o organismo durante todo o ano. Caso exista a impossibilidade de apanhar sol recomenda-se um suplemento de 10 mcg.

Vitamina E
É conhecida pela sua acção benéfica relativamente ao sistema reprodutor, assim como pelo bom funcionamento do tecido muscular e um aumento da resistência às infecções. Os cereais constituem a sua fonte, mas também pode ser encontrada na noz, avelã, batata-doce, gérmen de trigo, aveia, abacate e óleos vegetais.
Apesar da sua carência ser rara (manifesta-se unicamente em bebés prematuros e pessoas incapazes de absorver gorduras), esta leva a anemia, lesões nos nervos e fraqueza muscular.
O valor da DDR é de pelo menos 4 mg.

Vitamina H ou biotina (também conhecida por B8)
Encontra-se presente na composição de numerosas enzimas que intervêm no metabolismo do carbono, em especial dos glícidos e dos lípidos. Excepto em casos de grave desnutrição, não costumam registar-se carências desta vitamina.
Grande parte das necessidades desta vitamina é suprida através das bactérias da flora intestinal. Algumas fontes alimentares de vitamina H incluem levedura de cerveja, rebentos de soja, cogumelos, verduras frescas.
A DDR é de cerca de 10 mcg.

Vitamina K
Tem um papel importante no processo de coagulação do sangue, e em casos graves a sua falta pode causar hemorragias.
O conhecimento do teor da vitamina K nos alimentos ainda se encontra pouco esclarecido, mas podemos apontar como principais fontes os legumes verdes, espargos, arroz integral, tomate e óleos vegetais.
O valor da DDR encontra-se entre 65 a 70 mcg.

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