quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Alimentação Vegetariana

Irina Maia – Bióloga e Vegetariana


A alimentação vegetariana tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, apesar de continuar a ser minoritária entre nós. Aqui são apresentados argumentos de saúde, ambientais e económicos a favor do vegetarianismo, sendo a autora Bióloga e Vegetariana.

O vegetarianismo não é uma moda recente. Ao longo da história da humanidade houve pequenos grupos e povos inteiros, que por razões religiosas, económicas, culturais ou ambientais, seguiram uma dieta exclusivamente ou predominantemente vegetariana.
Moda recente é o destaque que os produtos de origem animal passaram a ter na nossa alimentação. Basta falarmos com os nossos pais e avós, para rapidamente percebermos que ainda há poucas décadas atrás, a carne e o peixe eram alimentos consumidos excepcionalmente em dias de festa e que o leite nem sequer fazia parte da sua dieta.
Uma vez que eram considerados “alimentos dos ricos”, assim que a melhoria nas condições de vida nos países desenvolvidos facilitou a acesso de mais pessoas a estes produtos, o seu consumo tornou-se generalizado e exagerado. Mas estes alimentos deveriam ter continuado a ser consumidos excepcionalmente, pois o seu consumo regular não é necessário à saúde e pelo contrário é causador de inúmeras doenças. 
Perante o cenário actual de uma população obesa e doente, assistimos agora a um esforço das autoridades médicas, de educação da população para que readquira hábitos mais saudáveis de alimentação, com redução dos produtos de origem animal e com predomínio de produtos de origem vegetal.
Muitas pessoas seguem esse conselho até ao fim, tornando-se vegetarianos e deixando pura e simplesmente de comer animais ou produtos derivados de animais.
Apesar da dieta vegetariana ser cada vez mais tema de capa de revista, a maior parte das pessoas ainda encara o vegetarianismo com desconfiança. Consideram esta dieta anti-natural e receiam que ao retirarem a carne do seu menu ficarão sub-nutridos.
Os milhões de vegetarianos que vivem e viveram ao longo da história da humanidade são a prova viva de que é possível viver só de plantas. Mas se dúvidas existiam sobre se essa vida seria saudável, inúmeros estudos científicos recentes demonstraram que não só os vegetarianos não são mais doentes, como em média são mais saudáveis e vivem mais tempo do que aqueles que comem produtos animais. 
A American Dietetic Association, publicou um artigo de revisão de todos os conhecimentos actuais sobre dieta vegetariana e concluiu que "dietas vegetarianas bem planeadas são saudáveis e nutricionalmente adequadas, sendo bastante benéficas na prevenção e tratamento de diversas doenças".
Mas como pode isso ser? Afinal de contas somos omnívoros!
É verdade, somos omnívoros. Mas o que significa isso exactamente?
Os nossos antepassados começaram por ser frugívoros (comiam apenas frutos), depois evoluíram para omnívoros, alargando a sua dieta a insectos e pequenos mamíferos e mais tarde tornaram-se pescadores e caçadores, passando a incluir no seu menu a carne de diversos animais. No entanto, durante a maior parte desse percurso evolutivo, os nossos antepassados basearam a sua dieta em plantas, sendo os produtos de origem animal um complemento da sua alimentação de onde retiravam calorias e proteínas extra.
Há quem atribua o desenvolvimento da nossa inteligência à ingestão de carne, mas foi o aumento progressivo dos cérebros dos nossos antepassados que criou a necessidade de ingestão de mais proteínas e gorduras, que a carne forneceu em abundância.
Milhões de anos depois, o ser humano inventou a agricultura e passou a produzir inúmeras variedades de cereais, leguminosas, oleaginosas, hortícolas e frutos, capazes de suprir as suas necessidades nutricionais e energéticas, de tal forma que hoje em dia, na maior parte do planeta, o ser humano já não precisa de comer carne para viver e ser saudável. 
Ao contrário do que comummente se pensa, ser omnívoro não implica que se tenha de comer de tudo para se sobreviver, mas sim que se pode sobreviver com um leque variado de opções alimentares. Um omnívoro consegue viver só de carne ou só de plantas, se apenas tiver disponível uma dessas opções para se alimentar. O facto de termos inventado a agricultura, dá uma nova dimensão ao facto de sermos omnívoros, pois oferece-nos a liberdade de escolha dos alimentos.
E porque é que devemos escolher comer plantas em vez de animais?
Se no passado todos os produtos de origem animal eram produzidos de modo tradicional e extensivo, com aproveitamento de solos e paisagens não-aptas para a agricultura, hoje em dia a grande maioria desses produtos são produzidos industrialmente, com enorme desperdício de recursos naturais e com graves consequências ambientais e sociais.
Além das questões dos direitos e do bem-estar dos animais, que cada vez mais devem ser debatidas e consideradas na forma como produzimos os nossos alimentos, as questões relativas ao impacto ambiental da produção animal devem levar-nos a questionar os nossos hábitos, principalmente se nos consideramos ecologistas e pretendemos reduzir a nossa pegada ecológica no planeta.
“É ecologista? Então porque ainda come carne?” É a questão provocadora que tem gerado acesos debates entre aqueles que se consideram ecologistas.
Há aqueles que, perante os dados que apontam a produção animal como um dos maiores problemas ecológicos dos nossos dias, se tornaram vegetarianos para reduzirem o seu impacto ambiental no planeta e há aqueles que, achando que a ingestão de produtos animais faz parte da nossa ecologia, não pretendem mudar os seus hábitos alimentares, embora concordem que a produção industrial destes produtos é anti-ecológica. 
Eis alguns dados perturbantes:
- Nos Estados Unidos, mais de metade de toda a água consumida é gasta na produção animal e outra estimativa aponta para que perto de 85% da água consumida no planeta seja gasta na produção animal. Para se produzir 1kg de batatas são necessários cerca de 50 litros de água e para se produzir 1 kg de trigo são necessários cerca de 42 litros, no entanto para se produzir 1kg de carne de vaca são necessários 43.000 litros de água!
- Os dejectos dos animais, que antes eram naturalmente integrados novamente nos solos, fertilizando-os, são agora produzidos em tamanha quantidade, que se tornaram um dos maiores problemas de poluição no mundo, contaminando de forma severa os solos e as águas.
- A criação de gado e a produção agrícola intensiva para alimentação desse gado, estão entre as principais causas de desertificação e de desflorestação do planeta.
Dois terços dos terrenos agrícolas são dedicados a pastagens e culturas para alimentar o gado. Estima-se que por cada quilo de carne que é produzido se percam 77 quilos de solo fértil e que 85% da erosão dos solos no mundo está associada a culturas destinadas à alimentação do gado e à produção de pastagens.
- Na actualidade, existe suficiente solo fértil, energia e água para alimentar mais do dobro da população humana existente. No entanto, entre as questões políticas e económicas que impedem milhões de pessoas de aceder aos alimentos produzidos, está também o facto de que metade dos cereais produzidos no mundo destina-se a alimentar animais para consumo em países desenvolvidos, em vez de servir de alimento aos seres humanos que passam fome em países sub-desenvolvidos.
- São necessários cerca de 7 kg de cereais e soja, para produzir 1 kg de carne nos Estados Unidos. Bastaria que os norte-americanos reduzissem o seu consumo de carne em 10%, para que mais 100.000.000 pessoas pudessem ser alimentadas com os cereais assim poupados. Foi demonstrado que se toda a população mundial fosse vegetariana, tudo aquilo que se dispende na produção animal poderia alimentar 10 biliões de pessoas, ou seja, mais do que a população humana que se prevê existir em 2050.
Devido à grande diversidade de ambientes que o ser humano ocupa, nem sempre este dispõe de terrenos férteis para agricultura ou de diversidade alimentar suficiente para poder alimentar-se exclusivamente de plantas e é preciso tomar isso em consideração, se se não quiser cair em fundamentalismos. Os animais herbívoros são capazes de transformar ervas, sem valor alimentar para o ser humano, em proteína e gordura de alto valor nutritivo e calórico e a sua importância na alimentação das pessoas que habitam regiões menos férteis e inaptas para a agricultura, não deve ser ignorada. No entanto, a produção industrial de animais para consumo, que nada tem que ver com o aproveitamento de recursos e muito pelo contrário é um desperdício de recursos, não deve de forma alguma ser colocada ao mesmo nível da produção extensiva e ao ar livre de produtos de origem animal. 
Poucas pessoas se podem gabar de apenas consumirem produtos animais de origem biológica e extensiva. A maioria das pessoas, principalmente as que vivem em ambiente urbano nos países mais desenvolvidos, mesmo que ocasionalmente optem por comprar estes produtos, não deixam de consumir maioritariamente os de origem industrial, apoiando assim activamente este sistema de produção animal, com todas as consequências que ele acarreta para os animais, para o ambiente e para a humanidade. Estas pessoas, que são milhões em todo o planeta, deveriam interrogar-se mais sobre as opções que tomam na hora de encher o prato e pensar em como o gesto simples de trocar o bife por feijão ou lentilhas pode ajudar a salvar o mundo.

Bibliografia:
"So You're an Environmentalist; Why Are You Still Eating Meat?", Jim Motavalli, E Magazine, January 3, 2002 (www.alternet.org/story/12162)
"Meat-eating environmentalist? How can that be?", Lisa Rogers, Toronto Vegetarian Association (www.veg.ca/lifelines/marapr/meat)
"Why environmentalists aren’t vegetarian", David Pye, VSUK Trustee, 35th World Vegetarian Congress (www.ivu.org/congress/2002/texts/david2.hmtl)
"A paleontological perspective on the evolution of human diet", Peter Ungar and Mark Teaford (www.cast.uark.edu/local/icaes/conferences/wburg/posters/pungar/satalk)
"Fruits of the Past", Colin Spencer (www.viva.org.uk/guides/fruitsofthepast)
"Our Food Our World – The Realities of an Animal-Based Diet", EarthSave Foundation, Santa Cruz, 1992
"Diet for a Small Planet", Frances Moore, Lappe Ballantine Books, 20th Annv Edition, 1985
"The Food Revolution: How Your Diet Can Help Save Your Life and Our World", John Robbins, Conari Press, 2001
"Diet for a New America: How Your Food Choices Affect Your Health, Happiness and the Future of Life on Earth", John Robbins, H.J. Kramer, Reprint edition, 1998 


Fonte

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Alimentos proibidos para cães e gatos

Não alimente seus animais (cães e gatos) com chocolate, abacate, cebola, alho, ossos, peixe cru e leite!

Todo o cuidado é pouco na hora de variar o cardápio da sua mascote. Existem algumas comidas que podem causar um tremendo mal-estar para o bicho e que devem ser evitadas. Conheça as principais:

Chocolate
A grande vilã aqui é a teobromina. Presente principalmente nos chocolates amargos, essa substância age como estimulante e chega a causar extrema excitação nos animais. “Como o organismo de cães e gatos demora muito tempo para se livrar dela, eles podem apresentar taquicardia, hiperatividade, tremores e convulsões”, diz Flávia Borges Saad, professora do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras, no interior de Minas Gerais.

Abacate
A persina, substância encontrada na polpa, na casca e no caroço da fruta, é a culpada por intoxicar os pets que abusam do alimento. Vômito, diarreia, lesões gastrointestinais e até necrose nas fibras do miocárdio, o músculo do coração, são algumas das consequências do exagero.

Cebola e alho
Eles contêm alicina, que, em felinos e cachorros, pode perpetrar um tipo de anemia conhecido como hemolítica. Em suma, trata-se da destruição dos glóbulos vermelhos, os encarregados pelo transporte de oxigênio no sangue. “A intoxicação aparece gradativamente e, para isso, é necessário que o animal consuma uma grande quantidade de cebola ou de alho crus”, ameniza a veterinária Christine Martins, do Hospital Veterinário da Universidade de Brasília.

Ossos
Muita gente imagina que eles são o petisco canino ideal. Um alerta da FDA, agência que regulamenta o consumo de remédios e alimentos nos Estados Unidos, contraria esse senso comum. Segundo o relatório, não se deve oferecê-los em nenhuma hipótese aos cachorros. “Ao serem mastigados, os ossos, principalmente os cozidos, podem lascar e formar pontas, causando lacerações na boca e no esôfago, quebra de dentes, além de aumentar o risco de infecções bacterianas e obstruções intestinais”, explica Christine.

Peixe cru
Alimentar cães e gatos com pescados in natura nunca é uma boa ideia. Algumas espécies de peixe, sobretudo a tilápia, armazenam doses generosas de avidina e tiaminase. Esse dueto impede a absorção de algumas vitaminas do complexo B, como a biotina e a tiamina. “A deficiência delas está ligada a problemas neurológicos”, exemplifica Flávia.

Leite
Trocar o líquido liberado pelas tetas da cadela pelo da vaca é péssimo para a saúde dos cachorros. É que o leite canino possui mais proteínas, gorduras, cálcio e fósforo do que o bovino. Dessa forma, só supre as necessidades nutricionais de um filhote se for consumido aos borbotões. E isso representa níveis cavalares de lactose, o açúcar lácteo. “Como o animal não consegue processar tamanha quantidade desse açúcar, o resultado é uma diarreia grave”, alerta Flávia. No entanto, em alguns casos, o leite da vaca é manipulado pela indústria para torná-lo mais parecido com o das cachorras. Aí, sim.

O bicho comeu. o que fazer?
Algumas horas após o cachorro ou o gato ingerirem algum alimento inadequado, logo bate aquele mal-estar. Ao observar sinais de irritação, transtornos gástricos, alterações do ritmo cardíaco e respiratório, o animal deve ser levado rapidamente ao veterinário. “É muito comum que, ao constatarem a ocorrência de intoxicação, os donos ofereçam leite, o que só piora a situação”, avisa Christine. O melhor mesmo seria estimular o bicho a beber bastante água e não provocar o vômito.



Fontes: saudeabril e Amocachorros

Queijo é literalmente viciante – contém morfina


Acredite ou não, cientistas sabem, desde os anos 80, que os queijos contêm pequenas quantidades de morfina.
Isso mesmo, morfina! Aquela mesma droga que os médicos dão para pacientes que estão sofrendo muita dor. Mas não se preocupe. Não é uma teoria da conspiração e os fabricantes de queijo não colocam a substância lá de propósito, para aumentar seus lucros. Na verdade a morfina, em doses pequenas, é encontrada tanto no leite de vaca quanto no leite humano – o que pode explicar por que algumas mães tem problemas em impedir que seus filhos mamem tanto.
O leite também contém uma proteína chamada caseína, que provoca o mesmo efeito do que as substâncias conhecidas como opiáceos. Quando o leite é transformado em queijo essas substâncias ficam mais concentradas – e é por isso que alguns cientistas se referem ao queijo como o “crack de leite”.
Então, basicamente, o queijo pode produzir o mesmo efeito do que o chocolate para as pessoas que se viciam no sentimento de satisfação e felicidade que temos após comer um pedaço dessas delícias.

Queijo pode ser tão viciante como a morfina
Um investigador americano afirma que o queijo pode ser tão viciante como a morfina. A revelação é do presidente (e fundador) do Comité dos Médicos para a Medicina Responsável, Neal Barnard.
Barnard escreveu mesmo um livro, onde explica a razão que leva algumas pessoas a estarem completamente viciadas em alguns alimentos como o queijo, a carne, o açúcar ou o chocolate. Segundo o cientista, a explicação é bioquímica. «Por exemplo, o queijo contém níveis muito altos de caseína, uma proteína que se desconstrói durante a digestão e produz compostos opiáceos semelhantes à morfina».
O médico afirma mesmo que a sua investigação pode ser a resposta para pessoas obesas que não conseguem deixar de comer. Barnard desenvolveu todo um programa para ajudar estas pessoas a «deixar o vício».

O queijo é outro dos alimentos capazes de viciar. 
Sua popularidade não se deve exclusivamente às sensações que sua textura provoca na boca, à variedade de excelentes sabores ou seu alto conteúdo de nutrientes benéficos à saúde. Na realidade tem muito a ver com suas qualidades viciantes. O queijo contém altos níveis de caseína, a proteína do leite, que segundo Neal Barnard, fundador da Comissão de Médicos por uma Medicina Responsável, pesquisador e professor de medicina na Universidade George Washington, se decompõe durante a digestão e dá lugar a compostos semelhantes à morfina, denominados casomorfinas que, segundo se acredita, podem ser os responsáveis químicos do vínculo especial que une a mãe com o bebê no período de amamentação. Um copo de leite contém 6 gramas de caseína, substância que no queijo é muito mais concentrada. A intensidade dos efeitos das casomorfinas é dez vezes menor que os da potente morfina.

Why Cheese is Like "Dairy Crack": Because It's Got Morphine In It


Neal Barnard, MD said, “Since cheese is processed to express out all the liquid, it’s an incredibly concentrated source of casomorphins—you might call it dairy crack.” 

Chocolate, Cheese, Meat, Sugar: Physically Addictive Foods (VIDEO)




Médico especialista em nutrição e que ensina como ser mais saudável através da cozinha vegetariana.
John A. McDougall, MD. estuda e escrevendo e dá palestras sobre os efeitos da nutrição sobre as  doenças há mais de 30 anos.
Neilson Barnard / Getty Images

Se não consegue resistir a um bom quejjo, pode não ser uma questão de gula mas sim de vício

O queijo contém um dos químicos encontrados nas drogas pesadas. É a conclusão de uma equipa de investigadores que quis descobrir por que razão alguns alimentos são mais viciantes do que os outros - e o queijo é especialmente aditivo porque contém caseína.

Presente em todos os produtos lácteos, a substância pode ativar os recetores opiáceos do cérebro, relacionados com a adição. Com recurso a uma escala de adição alimentar concebida para medir a dependência, os cientistas concluíram, no entanto, que topo da escala estão os alimentos que contêm queijo.

Para o estudo, foi pedido a 120 participantes que respondessem às perguntas da escala e foi-lhes depois pedido que escolhessem entre 35 alimentos de valor nutricional variado. Numa segunda fase, o estudo, publicado no Public Library of Science One, envolveu 384 pessoas.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Temperatura do forno e conversão

Celsius º C  __________________  Farenheit   º F


Marca 1 forno a gás ------ 140º C / 275º F = forno eléctrico ------- Forno muito brando

Marca 2 forno a gás ------ 150º C / 300º F = forno eléctrico ------- Forno brando

Marca 3 forno a gás ------ 160º C / 325º F = forno eléctrico ------- Forno ligeiramente moderado

Marca 4 forno a gás ------ 180º C / 350º F = forno eléctrico ------- Forno moderado

Marca 5 forno a gás ------ 190º C / 375º F = forno eléctrico ------- Forno ligeiramente quente

Marca 6 forno a gás ------ 200º C / 400º F = forno eléctrico ------- Forno ligeiramente quente +

Marca 7 forno a gás ------ 210º C / 425º F = forno eléctrico ------- Forno quente

Marca 8 forno a gás ------ 220º C / 450º F = forno eléctrico ------- Forno quente +

Marca 9 forno a gás ------ 240º C / 475º F = forno eléctrico ------- Forno muito quente

As temperaturas as vezes variam um pouco dependendo
das marcas dos fogões.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Dê um chega pra lá na ferrugem das panelas de ferro

ReproduçãoComidas feitas em panelas de ferro fundido são sem dúvida mais gostosas, especialmente saborosas. Este tipo de panela proporciona o cozimento de alimentos de forma diferenciada. O calor da chama do fogão não fica somente na base da panela, ele se propaga por inteiro, em torno de toda a panela, mantendo assim a temperatura em todos os alimentos por mais tempo.

Além de darem um sabor delicioso às receitas, as panelas de ferro possuem outras vantagens. Elas não deformam com o calor e propiciam uma economia de gás ao manterem por mais tempo o alimento quente. Estudos também mostram que este tipo de utensílio ajuda a evitar o aparecimento de anemia, sendo assim bastante recomendado a vegetarianos, mulheres em idade fértil e crianças.

Um dos únicos pontos negativos das panelas de ferro é a fácil tendência de enferrujarem. Saiba a seguir o que fazer para conservá-las ou como eliminar a ferrugem que já se impregnou na panela.


Evite a ferrugem

1. Ferva água e vinagre por uns 3 minutos e depois com sabão e palha de aço dê uma boa esfregada na panela.

2. Seque as panelas no forno para evitar umidade e pontos de ferrugem.

3. Após lavar e secar suas frigideiras e panelas de ferro coloque dentro delas, deixando em contato com o fundo, um filtro de café. O filtro irá absorver toda umidade, evitando que seu utensílio enferruje.

4. Você também pode, após secagem dos utensílios de ferro, limpá-los com um guardanapo de papel untado com óleo alimentar


Saiba o que fazer se já enferrujou

Opção I: Passe suco de limão rosa. Aguarde pelo menos 30 minutos, enxágue e lave novamente com palha de aço ou bombril com detergente.

Opção II: Lave com bicarbonato de sódio. Colocar no forno bem quente para secar, deixar esfriar e passar uma leve camada de óleo antes de guardar.


Dicas

- Tome cuidado ao lavá-la. Quando esfregada vigorosamente com a esponja de aço, um tipo de ferrugem passa para o alimento, que depois de absorvida, oxida a gordura do nosso corpo, favorecendo a obstrução das artérias.

- Prefira as que têm cabo de madeira, evitando as queimaduras e facilitando a manipulação dos alimentos.

Fonte: www.organizesuavida.com.br

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

FESTAS de ANIVERSÁRIO para CRIANÇAS - "BOLAS"

Bola é um ótimo tema para os aniversários de 1 ou 2 anos. As crianças adoram e como o efeito visual é rápido, você não gasta uma fortuna com decoração. Vale qualquer lugar, do salão de festas com decoração de círculo nas paredes apenas, ao jardim com lugar para bolas gigantes. Conheça nossas ideias…

DECORAÇÃO

Ela é feita principalmente com bolas, é claro. Para ficar chique, você pode escolher três ou quatro cores e planejar tudo nesses tons. E mais fácil de acertar e o resultado fica fofo.
Escolha bolas grandes para criar um efeito especial. Um canto já ficará ótimo. Essas de pano são lindas, macias, dão um clima mais cool para a festa. E você pode fazer em casa se for prendada. Caso tenha esse jardim, então…

Mais práticas, as versões de plásticos são encontradas em várias lojas e com vários preços. Observe como o conjunto com modelos da mesma cor fica bonito. E os bebês podem brincar com elas – depois que todos apreciarem sua decoração, é lógico…


Olha que ideia legal para a parede: bolas coloridas que podem ser feitas com papel adesivo, papel normal colado com fita, tecido. Em algum lugar do planeta deve até ter esses círculos prontos para vender…






Para a decoração, use e abuse de panos de bolinha. Eles aparecem nas toalhas de mesa, nos guardanapos, forrando travessas…
Alguns exemplos de mesas… 
Um enfeite fácil para quem tem paciência: compre cereal ou balas coloridas em forma de argolas e crie uma corrente com um barbante. Depois é só prender na mesa dando pequenos pontos na toalha…
Pequenos detalhes que fazem a diferença: baldinho de alumínio e fita colorida – materiais que não são caros – se unem para guardar os docinhos. Aí você pega o dinheiro que economizou e investe em balões importados diferentes! Observe o que eu disse antes sobre a escolha de cores. 
Nesses exemplos, os tons fazem toda a diferença…

Andando pelas lojas da sua cidade você pode encontrar itens bem divertidos que tenham a ver com bolas. Olha só essas garrafinhas…
 
E se na sua casa tiver piscina, aproveite para decorá-la e até liberar para as os convidados e seus bebês…

BOLO

É muito fácil! Qualquer versão que você fizer, colocar cobertura e bolinhas tipo M&M ficarão lindos – escolha duas ou três cores de bolinhas para ficar ainda mais bonito. Ou você pode encomendar algo especial com a confeiteira chique. Inspire-se…


COMIDINHAS

Por que não facilitar a vida dos mini-convidados e servir o brigadeiro na colher?

As saudáveis frutinhas podem ser oferecidas de maneiras divertidas. Assim crianças (e adultos!) terão mais incentivo para comê-las…
Que legal essa forma de servir queijinhos e tomate cereja! Também dá para servir cenourinhas ou legumes miniatura. Se quiser, coloque em pratinhos individuais…
Sucrilhos coloridos e copos de plástico. Simples, prático e lindo…

BRINCADEIRAS

Nessa fase os bebês adoram desenhar. Forre um local plano com papel kraft, disponibilize giz de cera e deixe todo mundo se divertir…
E invista em balões. Baratos, coloridos e as crianças amam!! Dá para inventar milhões de brincadeiras…

LEMBRANCINHA

Ela pode seguir com a brincadeira da festa e ser um kit de giz, lápis, tinta. Assim a diversão continua em casa. Coloque em latinhas transparentes, por exemplo…


Ou embale em tecido ou papel com fitas para ficar mais bacana…

BOA FESTA!!!

domingo, 28 de novembro de 2010

Alimentos Vegetarianos Típicos

Nesta página são apresentados alguns alimentos mais típicos de dietas vegetarianas. No entanto, não é necessário que os vegetarianos incluam estes alimentos na sua dieta. O mais importante numa dieta equilibrada é incluir muitos legumes, fruta, leguminosas (como feijão, grão-de-bico, lentilhas, etc.) e cereais (como arroz, pão e massa, de preferência integrais).

A maioria dos alimentos aqui apresentados encontra-se facilmente em qualquer loja de produtos/naturais dietéticos, sendo que alguns também se encontram nos hipermercados e supermercados.





Tofu

Tofu
O tofu é um alimento feito a partir de feijões de soja, água e um agente coagulante. Tem origem na China, onde já é utilizado há milhares de anos. O tofu é uma excelente fonte de proteína e de cálcio. É um alimento com um sabor neutro, mas que absorve muito facilmente diferentes sabores, o que o torna num alimento extremamente versátil que tanto pode ser utilizado em pratos salgados como doces.
Normalmente, o tofu vende-se embalado com água. Depois de aberto, o tofu não utilizado pode voltar a ser armazenado no frigorífico, imerso em água num recipiente fechado.

Seitan

Seitan
O seitan é um alimento rico em proteína feito à base de glúten de trigo e utilizado na Ásia há centenas de anos. Embora seja feito de trigo, não tem grandes semelhanças com o pão. Quando cozinhado, o seitan tem um aspecto e textura extremamente idênticos aos da carne, sendo muito popular como substituto da carne.
Normalmente, o seitan vende-se normalmente embalado com água. Depois de aberto, o seitan não utilizado pode voltar a ser armazenado no frigorífico, imerso em água num recipiente fechado.

Tempeh

Tempeh
O tempeh é um alimento feito a partir de feijão de soja integral, cozinhado e fermentado. Ao contrário do tofu, tem um sabor distinto, sendo por vezes incluídos cereais na sua produção. O tempeh é um alimento altamente nutritivo, rico em proteína, cálcio e isoflavonóides, e com muito baixo teor de gordura. Trata-se de um aglomerado firme e compacto de feijões de soja, sendo recomendável cortá-lo em rodelas ou pequenos cubos para o cozinhar, por exemplo, num refogado.

Molho de Soja (Shoyu)

Molho de Soja
O molho de soja é um condimento utilizado em substituição do sal e foi originalmente criado na China há milhares de anos. O molho de soja é feito com soja fermentada, trigo, sal e água.
No Japão, o molho de soja é denominado shoyu, sendo este o molho de soja mais popular de boa qualidade que se encontra à venda em Portugal. Também de origem japonesa, o tamari é outro molho de soja popular, mas com um sabor mais forte e sem trigo (ou com quantidade muito reduzida de trigo).
Dado que contém sal, o molho de soja deve ser utilizado com moderação. No entanto, o molho de soja permite conferir um sabor agradável e característico aos alimentos com menor quantidade de sal do que se fosse utilizado sal por si só.

Análogos da Carne

Salsichas e Hambúrgeres
É muito simples e fácil substituir a carne nos mais variados pratos. Os substitutos de carne mais económicos e acessíveis são as leguminosas, como o feijão, o grão-de-bico e as lentilhas, por exemplo. Quando se pretende um substituto com aspecto e/ou textura semelhantes aos da carne, pode utilizar-se a proteína de soja texturizada, o seitan ou o tofu. Existem também diversos alimentos vegetais processados que são extremamente semelhantes às versões feitas a partir de carne. É possível comprar salsichas vegetais, hambúrgueres vegetais e até chouriço vegetal. Uma desvantagem destes alimentos veganos processados é que são normalmente bastante dispendiosos.

Leite Vegetal

Bebida Soja
O leite vegetal mais popular entre os veganos é o leite de soja, mas também existe leite de aveia e leite de arroz. Os diferentes leites vegetais têm sabores bastantes distintos e os leites de soja também variam bastante de sabor consoante a marca. Não te assustes se experimentares algum de que não gostes, quase de certeza que há outros leites vegetais com um sabor que te agrade mais (os leites de soja simples mais saborosos costumam ser os que incluem aroma de maçã).
A maioria dos leites vegetais é enriquecida com cálcio numa quantidade idêntica ao existente no leite de vaca, pelo que esses leites vegetais são uma fonte de cálcio equiparável ao leite de vaca.

Queijo Vegetal

Queijo de Soja
Para muitos veganos, o queijo é o alimento de origem animal que mais lhes custa a abandonar. No entanto, cada vez há mais oferta de queijos vegetais com um sabor muito idêntico ao queijo de origem animal, pelo que é possível continuar a desfrutar de um paladar semelhante ao do queijo sem contribuir para a crueldade animal. Existem queijos vegetais de diversos sabores e consistências, sendo inclusive possível utilizá-los em pizas vegetais, por exemplo.

Substitutos de Ovos

Substituto de Ovo
Na maioria das receitas com ovos, é possível encontrar bons substitutos vegetais para os ovos. Por exemplo, pode substituir-se um ovo com qualquer uma das seguintes opções:
  • 2 colheres de sopa de amido de milho misturado com 2 colheres de sopa de água.
  • 1/4 de chávena de banana triturada.
  • 1/4 de chávena de puré de maça.
  • 40 g de tofu triturado com água ou triturado com os líquidos da receita.
  • 1 colher de sopa de linhaça triturada com 3 colheres de sopa de água.
O tofu costuma resultar bem em pratos salgados, como quiches. A linhaça triturada é um bom substituto da clara de ovo. Também são comercializados alguns substitutos de ovo vegetais em pó, mas não é muito fácil encontrá-los à venda em Portugal.

Proteína de Soja Texturizada/Soja Granulada

Proteína de Soja
A proteína de soja texturizada (ou soja granulada) é uma fonte de proteína muito económica criada a partir de farinha de soja por um processo industrial. A proteína de soja texturizada é também rica em ferro, cálcio, fibra e zinco. Dado que se trata de um alimento desidratado, a proteína de soja texturizada tem de ser reidratada em água quente durante uns 10 minutos ou durante o processo de cozedura.
A proteína de soja texturizada tem cerca de 50% de proteína (antes de ser reidratada) e, depois de cozinhada, tem uma textura idêntica à de carne picada. Para além do granulado fino, existe também proteína de soja texturizada em pedaços maiores (mas não costuma ficar tão saborosa).
Dado que se trata de um alimento bastante processado, não é muito recomendável como opção frequente.

Quinoa

Quinoa
A quinoa é um alimento nativo da América do Sul, conhecido como o "ouro dos Incas". Embora seja conhecida como cereal, trata-se de uma semente de excelente valor nutricional. É muito rica em proteínas, incluindo todas as proteínas essenciais, o que faz dela um alimento bastante adequado para os veganos. A quinoa é também muito rica em fibra, magnésio, ferro e fósforo, e é isenta de glúten, sendo por isso um alimento de fácil digestão. A preparação da quinoa é idêntica à dos cereais integrais (como o arroz), mas a sua cozedura é bastante mais rápida (15-20 minutos).

Tahini

Tahini
O tahini é uma pasta feita a partir de sementes de sésamo sem casca e tem origem no Médio Oriente, onde é utilizado há centenas de anos. Existem pastas de sésamo feitas a partir de sementes de sésamo com casca, mas são mais amargas e espessas do que o tahini.
O tahini é idêntico à manteiga de amendoim em consistência e sabor, mas de valor nutricional superior. É muito rico em cálcio e é muito popular sobretudo como ingrediente para fazer hummus, um alimento típico do Médio Oriente, feito à base de grão-de-bico e tahini.