segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Ora-pro-nobis: a planta que dá pão

Uma planta rica em proteínas que pode ajudar a minimizar o problema da fome não só no Brasil.

Conhecida popularmente como “ora-pro-nobis”, a planta Pereskia aculiata pertence à família dos cactos. É uma cactácea nativa da região que vem desde a Flórida até o Brasil. Trata-se de uma trepadeira que apresenta folhas suculentas e comestíveis, cuja forma lembra a ponta de uma lança. Por apresentar ramos repletos de espinhos e crescimento vigoroso, a planta pode ser usada com sucesso como uma cerca-viva intransponível.
Do ponto de vista ornamental, a “ora-pro-nobis” apresenta uma florada generosa que ocorre entre os meses de janeiro a abril, produzindo um espetáculo surpreendente. O curioso é que poucas pessoas conhecem ou tiveram a oportunidade de presenciar sua floração que, embora seja exuberante, é efêmera, pois dura apenas um dia. Uma outra característica interessante é que suas flores são muito perfumadas e melíferas, tornando o seu cultivo indicado também aos apicultores.
Após a floração, o “ora-pro-nobis” produz frutos em forma de pequenas bagas amarelas e redondas, entre os meses de junho e julho. E aí vem um ponto importante a ser observado: nem todas as variedades desta planta são comestíveis; apenas a que tem flores brancas, com miolo alaranjado e folhas pequenas.

Pão e macarrão verdes
As folhas do ora-pro-nobis, desidratadas, contém 25,4% de proteína; vitaminas A, B e C; minerais como cálcio, fósforo e ferro. É uma planta que merece atenção especial por seu alto valor nutritivo e facilidade de cultivo, inclusive doméstico.
Por apresentarem fácil digestão, as folhas da planta podem ser usadas de diversas formas. Uma boa alternativa é triturá-las com água no liquidificador e juntar à massa do pão, acrescentando ao alimento mais nutrientes e uma atraente cor verde. O mesmo pode ser feito com a massa de macarrão. As folhas podem também enriquecer saladas, refogados, sopas, omeletes, tortas ou mesmo dar mais riqueza ao nosso velho arroz-com-feijão.
O cultivo mecanizado e o processamento industrial do ora-pro-nobis poderiam representar uma revolução nos recursos alimentícios da humanidade. No entanto, essa planta é pouco conhecida. Ela poderia integrar planos de governo na recuperação de áreas degradadas e no combate à fome, mas os políticos são cegos para o que o povo precisa. Assim, enquanto o ora-pro-nobis não desperta interesse no plano governamental, o cultivo doméstico pode representar o primeiro passo para a abertura de uma nova alternativa para as regiões áridas.
Os estudos para o desenvolvimento genético dessa planta poderiam trazer grandes benefícios, mas enquanto isso não acontece, o ora-pro-nobis pode ser cultivado em jardins e quintais, onde suas propriedades nutricionais e ornamentais têm a oportunidade de ser exploradas.


"pereskia aculeata mill"

Responsabilidade social

Nikolaos A. Mitsiotis e Sra. Tércia Veras Wootton; Depois de vinte anos, duas pessoas dinâmicas recomeçam a atuar juntas em novo trabalho de grande importância social, no município de São Lourenço da Serra-Vale do Ribeira, 50 km do centro de São Paulo.

No passado atuaram juntos, na apicultura, envolvidos com trabalhos do "PROJETO ILHA DA VITÓRIA", que tem por escopo, a produção de rainhas de abelhas de raças mansas, indispensáveis para a apicultura nacional.

Tércia soube, através das reportagens de "O Estado de Minas" e do jornal "Vida Integral", de que o seu mestre em apicultura, Sr. Nikolaos A Mitsiotis, vem pesquisando o ora-pro-nobis, desde o ano de 2000, e inventou a novidade gastronômica, a salada de flores de pereskia - a qual foi um sucesso - resolveu convida-lo, para que ele apresentasse publicamente, esse vegetal, para um grupo de moradores de sua cidade, por saber que Nikolaos, se dedicou a pesquisar, soluções pelas quais as nossas universidades não se interessaram até o presente momento; que é sobre as técnicas de cultivo racional, diversidade de aplicações etc. e sobre as quais ele acumulou conhecimento indispensável, para qualquer pessoa interessada, em cultivar esse vegetal.
As pesquisas do Dr. José Cambraia de UFV, MG, realizadas há trinta anos, revelou que a peréskia é um vegetal comestível e que em suas folhas adultas, em média possui, 25% de proteína, a qual é "digestível" em 85%. Por ter esse alto teor de proteínas digestíveis e ser de fácil incorporação a uma grande variedade de alimento e receitas, pães, bolos, cozidos, etc, é, o vegetal salva-vidas/erradicador-da-fome.

Nikolaos acompanhado de seus colaboradores; Srs. Antônio Imperatore e José Luiz Monti, apresentou fisicamente o vegetal, projetou partes de um documentário de sua pesquisa onde se aprende que o valor ecológico da pereskia é muito elevado. Mostrou na prática, como se enriquece o pão de farinha branca (a de trigo), com a proteína do ora-pro-nobis ( na frente do grupo, foi preparado pão, assado e degustado), e todos adoraram o novo sabor. No final do evento, os presentes ganharam mudas de pereskia para dar início ao cultivo em suas propriedades, e uma muda (pedra fundamental) foi plantada , no quintal da Sra. Tércia,

São Lourenço da Serra, é a partir daquele dia (18/06/2003), o Centro Nacional de Divulgação e Disseminação da Pereskia aculeata Miller - ora-pro-nobis. A foto do grupo diante da muda, documentou o começo de um grande movimento, que inicialmente se difundirá por todos os municípios do Vale do Ribeira onde vivem milhares de pessoas pobres, para se saciar a fome delas. Desde o lançamento desta pedra fundamental, as mudas plantadas, já suportaram variações de temperaturas de -3 até 32 graus (inverno) e se mantém em perfeitas condições de crescimento e vitalidade.

Tercia Veras Wootton, que já foi Secretária da Cultura em São Lourenço da Serra, ao constatar a satisfação dos presentes e ouvir os seus depoimentos, disse ela; "HOJE FOI UM DIA MUITO FELIZ".

Na próxima semana, o grupo vai se reunir no sítio da Tércia, para começar a implantação do primeiro canteiro com 1000 mudas, doadas por Nikolaos e cada pessoa do grupo dos "fundadores" desse movimento, ganhará mais uma dúzia de mudas. Com este projeto de plantio, São Lourenço da Serra-SP, estabelece uma destinação muito mais nobre, objetiva e oportuna no combate a fome). e ultrapassa Sabará na quantidade plantada para uso comercial da Pereskia.

Tércia V.W., que também é presidente da AMTESP (Associação de Mulheres Trabalhadoras do Estado de São Paulo - Núcleo São Lourenço da Serra), já conhecia o ora-pro-nobis dos festivais mineiros, mas foi a partir das pesquisas, informações, avaliações e explicações fornecidas por Nikolaos A. Mitsiotis, que compreendeu a real importância desta planta simples, como elemento fundamental para erradicação da fome; fato muito bem conhecido por Tércia e pela AMTESP em sua região.

Foi a partir desse encontro, que ela compreendeu, porque esse vegetal nativo, direta e indiretamente representa "O MANÃ, PARA 100.000.000 DE BRASILEIROS", E PARA OUTROS MILHÕES DA AMERICA DO SUL.

E com todas estas propriedades para alimentação humana, não podemos esquecer que também é excelente suplemento alimentar para os animais de criação e indispensável plantar a pereskia e tê-la em suas propriedades. Dela, se beneficiam cabras, ovelhas, vacas, galinhas, patos, gansos, avestruzes, porcos, coelhos e pode ser incorporada a diversas rações industrializadas, para animais.



GASTRONOMIA
MISTURADO, "VEGETAL DOS POBRES" CONQUISTA O PALADAR DOS MINEIROS E ATRAI CENTENAS DE PESSOAS A FESTIVAL EM SABARÁ.
O VERSATIL ORA-PRO-NOBIS.

MARLYANA TAVARES.

Ora-pro-nobis. Em bom latim,orai por nós. A expressão acabou dando nome ao vegetal também chamado "carne do pobre", por seu alto teor de proteína e a planta , há sete anos, inspira a realização de um festival que atrai centenas de turistas a Sabará, a 25 quilômetros de Belo Horizonte, na região metropolitana, mais precisamente no bairro Pompeu. Neste fim de semana, a iguaria estará sendo vendida, de varias formas, na sétima edição do evento. O prato, típico da cidade e figurinha fácil nas mesas de municípios históricos mineiros, pode ser preparado de vários jeitos.  O festival acontece na quadra poliesportiva do Pompeu (r. José Vaz Pedrosa), regado, claro a muita "branquinha", outro produto da terra.

Dizem que a planta passou a se chamar assim porque existia no quintal de um padre. Enquanto ele rezava a missa e dizia o seu ora-pro-nobis, os catadores faziam a festa. Quem conta a historia é José dos Santos Pinto, de 73 anos, um dos plantadores e dono de um alambique no bairro Pompeu, onde aliás, se concentra a tradição, os cultivos da planta e restaurantes. Como o Moinho d'Água e o Alambique Armazém JP, na rua Jose Vaz Pedrosa.

Dona Maria Torres da Fonseca, de 73, mãe do proprietário do Moinho d' Água e o Alambique Armazém JP, na rua Jose Vaz Pedrosa., nem se lembra quando começou a fazer e comer o ora-pro-nobis, tão entranhado está o costume em sua família. "O mais comum é comer com arroz, feijão e angu", diz. E é outra Maria, a Maria Madalena Pinto, mãe da proprietária do Alambique Armazém JP, quem ensina os macetes de fazer o ora-pro-nobis: "Pega as folhas, corta como couve, e afoga. O segredo é ter ao lado uma água fervente. Assim que estiver afogado, jogue a água fervendo. É assim que se tira a baba. Depois, é só misturar e deixar ferver mais um pouco".

José, Maria e Maria Madalena estarão nas barraquinhas do festival oferecendo seus pratos de ora-pro-nobis com temperos especiais. Mas o principal é o gostinho de tradição, que ao longo do tempo, quase foi sepultada. "A planta não depende de grandes tratos culturais e era bastante usada para proteger cercas. Ela foi marginalizada e quase esquecida", diz, sem saber direito explicar porque o costume quase se perdeu.


SALADA DE FLORES

Uma novidade que não será mostrada no festival vem de longe, em São Paulo, desenvolvida e testada pelo pesquisador Nikolaos Argyrios Mitsiotis. O pesquisador, de origem grega, tenta descobrir os segredos do ora-pro-nobis há três anos. Em meio às suas andanças e observações sobre as propriedades do ora-pro-nobis aplicadas à apicultura, acabou criando um prato novo, desta vez com as flores da planta, que ostenta o nome cientifico de Pereskia aculeata.
Segundo Mitisiotis, as saladas de flores podem ser de dois valores nutritivos. Se colhidas pela manhã, bem cedo, antes de serem visitadas pelos insetos polinizadores, a salada guardará mais proteínas. Afinal, em cada flor existe, aproximadamente, de 15 a 20 miligramas de néctar.Se as flores forem coletadas mais tarde, depois de exploradas pelos insetos, a salada será saborosa, mas de valor nutritivo menor. O pólen é quase proteína pura, e, não sendo coletado, confere um sabor, levemente adocicado, o que é agradável ao paladar. "Tempera-se com limão ou vinagre de maçã. Eu, pessoalmente, prefiro temperá-la com limão cravo e, junto, uso algumas folhas de rúcula, para dar um sabor picante", diz.
As saladas também podem ser feitas com os botões das flores, ensina o pesquisador. Neste caso, colhe-se os botões até três dias antes de se abrirem em flores, mergulha-se na água fervente, durante, no máximo 30 segundos. Dá até para fazer conservas de botões de ora-pro-nobis, garante Mitsiotis. Um detalhe: é preciso cortar os ovários espinhentos dos botões, antes de os refogar, coar temperar e servir. Estes podem ser armazenados na geladeira por dias. Bem-humorado, o pesquisador conta que ainda não batizou sua iguaria. Pensa em chamá-la salada do apicultor, antossalada, antossalada grega, ou antossalada da elite. Quem quiser dar uma opinião e até mesmo saber mais detalhes sobre esta diferente forma de usar o ora-pro-nobis, pode escrever para nikeeper@ig.com.br


Ilha Solteira
poderá produzir espécie de flor comestível

Ilha Solteira em breve poderá Ter um grande empreendimento agrícola, que resolverá bastante os problemas relacionados com a fome, com a plantação da ora-pro-nobis, Pereskia aculeata miller, também chamada de "carne do pobre" pelo seu alto teor de proteínas, cerca de 25% e tendo uma digestibilidade de 85%.
Essa descoberta é do apicultor Nikolaos Argyrios Mitsiotis de origem grega que desenvolveu e testou a salada de flores da Pereskia. Conforme pesquisas da Universidade Federal de Viçosa (MG), o ora-pro-nobis (orai por nos, em latim) é uma planta da família das cactáceas cujas folhas podem ser utilizadas não somente na alimentação humana, como também animal.

A iniciativa de trazer essa espécie para a Ilha Solteira foi de Milan Vassilievitch, que está estudando uma possibilidade de produzir o ora-pro-nobis entre os apicultores locais e produtores rurais do cinturão verde.
"Uma das vantagens do ora-pro-nobis é que a planta pode ser utilizada como cerca viva, não utilizando outras áreas de cultivo", disse Milan Vassilievitch. "O início da produção depende do interesse dos produtores, pois a planta é da família das cactáceas e se desenvolve em climas semi-áridos, que é uma das características de Ilha Solteira", concluiu.
O novo alimento é uma sensação gastronômica e promete competir com alimentos conhecidos, levando vantagens em alguns aspectos, no caso do milho híbrido, milho opaco, couve, alface e espinafre, a ora-pro-nobis tem teores excepcionalmente elevados de certos aminoácidos essenciais e não possuir nenhum princípio tóxico.
"O interesse maior em trazer a ora-pro-nobis para a Ilha Solteira é que a planta é multifuncional, além de ser um alimento cultivado na cerca, serve como ração animal e também é utilizada por apicultores", finalizou Mílan Vassilievitch.



Novo Alimento é sensação gastronômica

A descoberta promete competir na mesa dos brasileiros levando vantagens, em alguns aspéctos, na comparação com alimentos conhecidos, como o milho

Segundo o apicultor Nikolaos Argyrios Mitsiotis "as saladas feitas com flores da peréskia (nome científico do ora-pro-nobis), podem ser de dois valores nutritivos. Pode-se colher as flores, de manhã, bem cedo. Desse modo, o pólen não foi ainda coletado pelos insetos e, em cada flor podem ser colhidos aproximadamente 20 miligramas, e 15-20 mg de néctar". Nicolaos lembra que o pólen é quase proteína pura, tornando o valor nutritivo da salada mais alto.

Cuidado com espinhos

O néctar dessa flor confere um sabor levemente adocicado sendo muito agradável ao paladar. Tempera-se a salada com limão ou vinagre de maçãs. "Eu pessoalmente, prefiro temperá-la com limão cravo e junto algumas folhas de rúcula, por serem um tanto picantes", afirma Nikolaos.
É preciso ter cuidado com os espinhos: "Segura-se cada flor, por suas pétalas, e corta-se o óvário da mesma, que é esférico e espinhento, e se aproveita apenas pétalas, estames e pistilo", ensina Nikolaos.
Se as flores forem coletadas depois de serem exploradas pelos insetos polinizadores, a salada será saborosa, porém seu valor nutritívo um pouco inferior

Riqueza em proteínas

Os botões são consumidos crus ou ligeiramente refogados. Um simples mergulhar na água fervente, com duração de 20 a 30 segundos é suficiente.

Segundo infome técnico da Universidade Federal de Viçosa (1) (Prof. José Cambraia) o ora-pro-nobis (pereskia aculleata Miller), é uma planta da família das cactáceas cujas folhas podem ser utilizadas não somente na alimentação humana, como também animal.

Além de não possuir nenhum princípio tóxico, é extremamente rico em proteínas de boa qualidade. Análises feitas em folhas do ora-pro-nobis mostraram que este vegetal possui 25% de proteinas, sendo alta a sua digestibilidade (85%). Além de apresentar uma composição bem balanceada, apresenta certos aminoácidos essenciais, em teores excepcionalmente elevados, destacando-se a lisina, cujo teor no ora-pro-nobis foi superior ao de vários alimentos tomados para comparação - caso do milho híbrido, milho opaco, couve, alface e espinafre


Fonte: "Vida Integral


Sai da cerca para a mesa

O ora-pro-nobis já foi considerado apenas uma moita espinhenta, boa para cercas. Mas ganhou fama e nobreza. Suas folhas e flores são comestíveis e vêm sendo utilizadas com maior freqüência na culinária mineira.

O sucesso é comprovado. Tanto que o ora-pro-nobis começa a ser cultivado para fins comerciais com boa dose de lucratividade.

Na região de Sabará, a 25 quilômetros de Belo Horizonte, no distrito de Pompeu, o ora-pro-nobis está ganhando espaço e garantindo renda para produtores de hortaliças. José dos Santos Pinto, proprietário do Alambique JP, acredita na cultura e passou a desenvolvê-la de maneira mais efetiva. Ele conhece a planta, das cercas dos vizinhos, desde criança. Mas só recentemente ampliou sua produção, que começou com um único pé, para consumo próprio. Hoje, já tem 150 metros de ora-pro-nobis plantados em cercas.

Para José dos Santos, a planta complementa a renda gerada pelas hortaliças, pela cachaça que produz e pelo restaurante que abre nos fins de semana e também oferece o ora-pro-nobis como um dos pratos principais.

“Na feira, em Sabará tudo que eu levo vende”, diz. Um pacote de 200gramas da planta, já picada em tiras mais grossas que couve, sai por R$ 0,80. Um quilo custa R$ 4.

A pequena produtora Maria Torres da Fonseca prefere vender o ora-pro-nobis apenas nos pratos que oferece no restaurante Moinho D’Água, também em Pompeu. O negócio cresceu a partir das receitas feitas com a planta, como a de marreco com ora-pro-nobis, que foi ganhando do primeiro concurso relacionado com a espécie promovido em Sabará. “Tudo o que planto coloco no restaurante. A procura é tanta que não dá para vender de outro jeito”, conta Maria, que já tem 200 arbustos cercando sua propriedade.

Tendo em vista a rusticidade do ora-pro-nobis, “que não tem frescura e nasce em qualquer lugar ocioso”, a lucratividade é interessante. O maior custo envolvido no processo é o de mão-de-obra para colher e picar as folhas. Segundo José dos Santos, que produz entre 16-e 25 quilos por semana, a planta só precisa de adubo orgânico e água para crescer e atingir um bom porte em três anos. A melhor época para a colheita é no período chuvoso, mais especificamente em abril. “No inverno a planta fica meio parada”, explica.

O apicultor Nikolaos Argyrios Mitsiotis, pesquisador do ora-pro-nobis, acredita que o vegetal, “de alto valor econômico e ecológico” (o grifo é do melissotróficas), vai ser rapidamente difundido por todo o Brasil e países da América do Sul. Isso porque nasce bem em todos as regiões e é extremamente nutritivo.

O QUE É
O ora-pro-nobis (pereskia aculeata Miller), do latim “orai por nós”, é uma planta cactácea que nasce em formato de moita. Dizem que seu nome foi criado por pessoas que colhiam a planta no quintal de um padre, enquanto ele rezava o seu “ora-pro-nobis”.

ORA-PRO-NOBIS, ENTREVISTA


Conhecendo Ora-pro-nobis

De acordo com informe técnico da Universidade Federal de Viçosa (Prof. José Cambraia) o “ora-pro-nobis” (Pereskia aculeata Mill) , “é uma planta da família das cactáceas cujas folhas podem ser utilizadas não somente na alimentação humana, como também animal.Além de não possuir nenhum princípio tóxico, é extremamente rico em proteínas de boa qualidade. Análises feitas em folhas do Ora-Pro-Nobis mostram que este vegetal possui 25% de proteínas, sendo alta a sua digestibilidade (85%) . Além de apresentar uma composição bem balanceada, apresenta certos aminoácidos essenciais, em teores excepcionalmente elevados, destacando-se a lisina, cujo teor no "ora-pro-nobis" foi superior ao de vários alimentos tomados para comparação. A comparação do teor de lisina no em relação a outros alimentos, gramas/Kg de peso seco: Ora-Pro-Nobis (11,5) Milho híbrido comum (2,3) ; Milha opaco-2 (4,6); Couve (0,5); Alface (0,5) ; Espinafre (1,6) .

Fonte

Porque consumir Orgânicos?


Sempre que possível, baseia-se no uso de estercos animais, rotação de culturas, adubação verde, compostagem e controle biológico de pragas e doenças. Busca manter a estrutura e produtividade do solo, trabalhando em harmonia com a natureza. 

De formal geral, a agricultura orgânica é baseada em três ideias. São elas: 

  • Cultivo natural: é proibido o uso de agrotóxicos, adubos químicos e artificiais e conservantes no processo de produção.
  • Equilíbrio ecológico: A produção respeita o equilíbrio microbiológico do solo e as diferentes épocas de safra. O processo fica mais sustentável, não degradando a biodiversidade.
  • Respeito ao homem: o trabalhador tem que ser respeitado (leis trabalhistas, ganho por produtividade, treinamento profissional e qualidade de vida).


Para se obter um alimento verdadeiramente orgânico, é necessário administrar conhecimentos de diversas ciências (agronomia, ecologia, sociologia, economia, entre outras). Assim, o agricultor, através de um trabalho harmonizado com a natureza, tem condições de oferecer ao consumidor alimentos que promovam não apenas a saúde deste último, mas também do planeta em que vivemos. 

OS ORGÂNICOS NO BRASIL E NO MUNDO 

O número crescente de produtores orgânicos no Brasil está dividido basicamente em dois grupos: pequenos produtores familiares ligados a associações e grupos de movimentos sociais, que representam 90% do total de agricultores, sendo responsáveis por cerca de 70% da produção orgânica brasileira, e grandes produtores empresariais (10%) ligados a empresas privadas. Enquanto na região sul cresce o número de pequenas propriedades familiares que aderem ao sistema, no sudeste a adesão é representada em sua maioria por grandes propriedades. 

Atualmente, o Brasil ocupa a 34ª posição no mundo no ranking dos países exportadores de produtos orgânicos, sendo que na última década foi assistido um crescimento de 50% nas vendas por ano. Calcula-se que já estão sendo cultivados perto de 100 mil há (hectares) em cerca de 4.500 unidades de produção orgânica espalhadas por todo o país. A maior parte da produção brasileira (cerca de 70%) encontra-se nos estados do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Espírito Santo. Apesar da tendência de crescimento, o Brasil ainda perde para a vizinha Argentina em termos de área certificada para o cultivo de orgânicos na América do Sul. 

Da produção nacional de orgânicos, cerca de 75% é exportada, principalmente para a Europa, Estados Unidos e Japão. A soja, o café e o açúcar lideram as exportações. No mercado interno, os produtos mais comuns são as hortaliças, seguidos de café, açúcar, sucos, mel, geleias, feijão, cereais, laticínios, doces, chás e ervas medicinais. 

Os países com maiores áreas de produção orgânicas são, respectivamente, Austrália com 12,29 milhões de ha; China com 2,3 milhões de ha; e Argentina com 2,22 milhões de ha. Esses países têm como principal atividade nessas áreas orgânicas a pastagem não intensiva. Entretanto, alguns cuidados devem ser tomados na comparação entre países, pois a produtividade é extremamente variável entre eles. O Brasil se encontra na oitava posição, com 880 mil ha. 

Em termos de continente, a Oceania detém 40,7% da área sob manejo orgânico, seguida da Europa com 24,3%, América Latina com 16,2%, Ásia com 10,2%, América do Norte com 7,3% e África com 1,4%.


O Japão hoje é considerado um dos maiores mercados mundiais para produtos orgânicos. Devido à pequena dimensão territorial, a produção orgânica própria é pequena, principalmente se comparada à variedade e volume de produtos que importam, como cereais, legumes, frutas frescas, carne bovina, frango, queijo, entre outros. 

Nos Estados Unidos, os produtores orgânicos certificados produzem principalmente cereais, com destaque para soja e trigo. O desenvolvimento da agricultura orgânica americana tem sido comparado ao da Europa, assistindo um volume de venda próximo dos U$5 bilhões anuais. Segundo dados da Organic Farming Research Fundation (Fundação de Pesquisa em Agricultura Orgânica), aproximadamente 1% do mercado americano de alimentos é proveniente de métodos orgânicos de produção. 

Na Europa o desenvolvimento da agricultura orgânica e do consumo de produtos sem agrotóxico cresce a passos largos. 

No final de 2009, na França, havia 16.446 fazendas orgânicas, um aumento de 23,7% em relação a 2008, e 677.513 hectares de terra orgânica, um aumento de 16% comparado a 2008. O país obteve destaque devido ao aumento significativo de algumas produções animais na linha orgânica, sobretudo o frango orgânico, que teve taxas de crescimento de 135% nos últimos dois anos. 

A Alemanha foi o primeiro país do mundo a criar um organismo para inspeção e controle da produção orgânica e hoje o mercado alemão de produtos orgânicos é considerado um dos mais importantes da Europa. Em 1998, foram contabilizadas cerca de 6.786 unidades de produção (1,9% de sua área total). 

A Áustria é o país da União Europeia com o maior percentual de agricultores orgânicos (8%) e também possui a maior área orgânica proporcionalmente cultivada (10,1%). Em algumas regiões do país, como Salzbourg e Tyrol, 50% dos agricultores já são orgânicos. 

COMO SABER SE É ORGÂNICO? 

Se você pretende consumir alimentos orgânicos fique atento para não ser enganado. Procure sempre pelo selo de qualidade emitido por certificadoras reconhecidas pelo Ministério da Agricultura. São entidades como a Associação de Agricultura Orgânica (AAO), o Instituto Biodinâmico (IBD), entre outros. Essas entidades, ao todo cerca de 30 em todo Brasil, avaliam se a produção do alimento segue os critérios estabelecidos pela agricultura orgânica. Para ganhar o selo, os produtores seguem várias precauções e têm suas lavouras fiscalizadas a cada semestre. A presença do selo garante, portanto, a procedência e a qualidade dos produtos. 

10 MOTIVOS PARA CONSUMIR PRODUTOS ORGÂNICOS 

SÃO ALIMENTOS NUTRITIVOS E SABOROSOS

Com solos balanceados e fertilizados com adubos naturais, se obtém alimentos mais nutritivos. A comida fica mais saborosa, conservam-se suas propriedades naturais como vitaminas, sais minerais, carboidratos e proteínas. Um alimento orgânico não contém substâncias tóxicas e nocivas à saúde. Em solos equilibrados as plantas crescem mais saudáveis, preservam-se suas características originais como aroma, cor e sabor. Consumindo produtos orgânicos é possível apreciar o sabor natural dos alimentos.

SAÚDE GARANTIDA

Vários pesticidas utilizados hoje em dia no Brasil estão proibidos em muitos países, em razão de consequências provocadas à saúde, tais como o câncer, as alergias e a asma. Um relatório da Academia Americana de Ciências, de 1982, calculou em 1.400.000 o número de novos casos de câncer provocados por agrotóxicos. Além disso, os alimentos de origem animal estão contaminados pela ação dos perigosos coquetéis de antibióticos, hormônios e outros medicamentos que são aplicados na pecuária convencional, quer o animal esteja doente ou não. Consumindo orgânicos protegemos nossa saúde e a saúde de nossos familiares com a garantia adicional de não estarmos consumindo alimentos geneticamente modificados.

PROTEÇÃO ÀS FUTURAS GERAÇÕES

As crianças são os alvos mais vulneráveis da agricultura com agrotóxicos. “Quando uma criança completa um ano de idade, já recebeu a dose máxima aceitável para uma vida inteira, de agrotóxicos que provocam câncer”, diz um relatório recente do Environmental Working Group (Grupo de Trabalho Ambiental). A agricultura orgânica, além disso mais, tem a grande tarefa de legar às futuras gerações um planeta reconstruído.

AMPARO AO PEQUENO PRODUTOR

O trabalhador rural precisa ser preservado, tanto quanto a qualidade ecológica dos alimentos. Adquirindo produtos ecológicos, contribuímos com a redução da migração de famílias para as cidades, evitando o êxodo rural e ajudando a acabar com o envenenamento por agrotóxicos sofrido por cerca de 1 milhão de agricultores no mundo inteiro.

SOLOS FÉRTEIS

Uma das principais preocupações da Agricultura Orgânica é o solo. O mundo presencia a maior perda de solo fértil pela erosão em função do uso inadequado de práticas agrícolas convencionais. Com a Agricultura Orgânica é possível reverter essa situação.


ÁGUA PURA

Quando são utilizados agrotóxicos e grande quantidade de nitrogênio, ocorre a contaminação nas fontes de água potável. Cuidando desse recurso natural, garante-se o consumo de água pura para o futuro.

BIODIVERSIDADE

A perda das espécies é um dos principais problemas ambientais. A Agricultura Orgânica preserva sementes por muitos anos e impede o desaparecimento de numerosas espécies, incentivando as culturas mistas e fortalecendo o ecossistema. A Fauna permanece em equilíbrio e todos os seres convivem em harmonia, graças à não utilização de agrotóxicos. A Agricultura Orgânica respeita o equilíbrio da natureza e cria ecossistemas saudáveis.

REDUÇÃO DO AQUECIMENTO GLOBAL E ECONOMIA DE ENERGIA

O solo tratado com substâncias químicas libera uma quantidade enorme de gás carbônico, gás metano e óxido nitroso. A agricultura e administração florestal sustentáveis podem eliminar 25% do aquecimento global. Atualmente, mais energia é consumida para produzir fertilizantes artificiais do que para plantar e colher todas as safras.

CUSTO SOCIAL E AMBIENTAL

O alimento orgânico não é, na realidade, mais caro que o alimento convencional se consideramos que, indiretamente, estaremos reduzindo nossas despesas com médicos e medicamentos e os custos com a recuperação ambiental.

CIDADANIA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

Consumindo orgânicos, estamos exercitando nosso papel social, contribuindo com a conservação e preservação do meio ambiente e apoiando causas sociais relacionadas com a proteção do trabalhador e com a eliminação da mão-de-obra infantil.



Maiores Informações: http://www.prefiraorganicos.com.br


E ENTÃO, NÃO SERÁ A HORA DE VOCÊ REVER SEUS HÁBITOS ALIMENTARES?

Produtos Kosher, o que são?

A busca por produtos Kosher ultrapassa os interesses de um grupo étnico particular. Os consumidores Kosher incluem judeus, muçulmanos e Adventistas do sétimo dia, assim como vegetarianos, pessoas com intolerância a lactose e todos aqueles que pensam que Kosher é o melhor. Estes milhões de consumidores procuram o símbolo Kosher para se assegurar que suas necessidades serão satisfeitas.

Os vegetarianos, por varias razoes, excluem carnes, aves e peixes de sua dieta. O símbolo Kosher em conjunto com o termo Parve (palavra hebraica que significa nem carne e nem leite), garante que os produtos não contem carnes, aves, nem derivados lácteos, por tanto, aptos para o consumo vegetariano.

A palavra Parve é um indicador de que o produto não contem ingredientes lácteos. Quando é usado a palavra Parve num produto kosher, indica que o produto do não contem nenhum ingrediente derivado de leite. O ovo não é considerado derivado de leite.
A designação Parve é importante para pessoas com reações alérgicas as proteínas do leite. Os pediatras e médicos alertam seus pacientes sobre os benefícios dos alimentos Parve, para evitar reações perigosas mediante a ingestão de mínimas quantidades de proteínas do leite. Do mesmo modo, as pessoas com intolerância a lactose também se beneficiam com os produtos Parve.
Alem disso os produtos Kosher para Pessach (páscoa judaica) são indicados para pessoas sensíveis ao glúten presente em muitos cereais. A designação do Kosher para Pessach é uma garantia de que nenhum grão de cereal ou seus derivados não descritos na composição estão presentes no produto.

Lista de Produtos Kosher

Produtos Certificados e Classificação

ATENÇÃO!!!
Kosher Parve não é vegano pq contém ovos.

Peixes, ovos, frutos e vegetais são Parve

domingo, 1 de agosto de 2010

Tabela da composição química dos alimentos

FERRO, CÁLCIO e PROTEÍNAS

FERRO

- Para mães cujos filhos rejeitam carne, mães vegetarianas ou mães cujos filhos tem alergia a leite
EX.:
Se você é vegetariana e quer criar seus filhos assim, mas o pediatra disse que eles vão ficar anemicos (pediatra nao é nutricionista) e que então tem que suplementar com ferro artificial. (lembrando que ferro em excesso faz MAL)

Vamos aos fatos: o ferro presente nas carnes é de absorçao mais fácil. Isso nao quer dizer que seja dificil absorver ferro de vegetais, basta a presença de vitamina C e como TODOS nós, vegetarianos ou nao, devemos consumir vitamina C, então é bem simples.


* Que alimentos são mais ricos em ferro?

Melado de Cana 22,32 mg/100g
Brocoli 15 mg/100g
Açaí 9,3mg
Farinha de Soja 9,1 mg
Semente de Abóbora 9,2 mg
Melaço 7,4 mg
Ervilha 6 mg
Aveia em flocos 4,5 mg
Feijão preto 4,3 mg
Repolho 4,2 mg
Açucar Mascavo 4,2 mg
Acelga 3, 55 mg


Algumas considerações:
Os valores das carnes juntos para que façamos uma comparação e possamos perceber que carne nao é uma 'salvadora da pátria' na questão do ferro. É apenas porque a absorção é melhor. Além disso precisamos levar em consideração que nao é saudável comer carne crua, e no cozimento parte das vitaminas se perde,
também não deveriamos usar algo que faz mal, como o açucar mascavo, como fonte de ferro...

Então as mamães vegetarianas ou que procuram outras opções para seus filhos podem fazer uma açai com polpa de acerola e comer com aveia
podem comer o velho feijao preto, tomar uma limonada.
Brocoli possui vitamina C já em si além do ferro, o que facilita
fazer um suco de laranja com folha de couve (q tb tem ferro) e adoçar com melado de cana.


ALIMENTOS RICOS EM CÁLCIO

Milho 940mg/100g
Melado 500mg
Brócoles 450mg
Couve 330mg
Farinha de Soja 300mg
Feijão 320mg
Avelã 287mg
Aveia 300mg
Amêndoa 254mg
Caruru 409mg


Pesquisa feita em sites da nutricao que oferece também a composição quimica deu números diferentes, mas praticametne os mesmos alimentos.

Cálcio em 100g

Maçã s/casca: 5
banana: 5
laranja: 40
couve: 140
brocolis: 40
abóbora: 15
tomate: 10
alface: 35
feijão: 61
leite de soja: 38
lentilha: 14
soja: 188
shoyu: 19
castanha do pará: 160
castanha de caju: 45
arroz integral: 10
quinoa: 112
espinafre: 136

GERGELIM é riquissimo em CÁLCIO também.

Se seu filho é alergico a leite de vaca (o que é super comum), nao se desespere, não entre na onda popular da indústria do 'leite de vaca para prevenir osteoporose', isso é um mito, os paises que mais consomem laticinios são os que mais sofrem de osteoporose. Nao é entupindo a pessoa de cálcio que se previne osteoporose. Quantidades bem controladas de cálcio + atividade fisica + vitamina D + magnésio é que vão fazer isso.


Destaque para o artigo:
Cálcio - Dr George Guimarães, nutricionista.
A noção de que o leite e derivados são a melhor (se não a única) fonte de cálcio étão arraigada na nossa sociedade que a maioria das pessoas tem dificuldade em aceitar a idéia de que é possível ter ossos saudáveis sem o consumo de laticínios.Mas o fato é que o cálcio não é exclusividade do produto secretado pelas glândulas mamárias dos animais mamíferos.A noção de que o cálcio é exclusividade do leite da vaca é fruto de um elaborado trabalho de propaganda por parte das indústrias de laticínios.Apesar de não poderem firmar diretamente que o leite de vaca é a única fonte de cálcio (isto seria propaganda enganosa) a indústria busca passar esta noção ao consumidor.[...]


Biodisponibilidade de cálcio:
(absorção de cálcio pelo corpo)

brócolos - 61,30%
repolho-chinês - 53,80%
couve - 49,30%
mostarda chinesa - 40,20%
tofu com cálcio - 31%
feijão ajuki - 24,40%
batata doce - 22,20%
feijão branco - 21,80%
ruibarbo - 8,54%
espinafre - 5,10%

Retirado do "Livro Alimentação sem Carne". Do médico nutricionista Eric Slywitch


Leite de Soja ------------------------------ Leite de Vaca

Calorias 52mg/100g --------------------- 60mg/100g
Proteínas 4.9 ------------------------------ 3.2
Gordura total: 1.9 ------------------------ 3.25
Carboidratos 4.9 -------------------------- 4.5
Fibra 1.3 ----------------------------------- 0
Cálcio 38 --------------------------------- 113
Ferro 1.1 ----------------------------------- 0.03
Magnésio 25 ------------------------------ 10
Fósforo 55 -------------------------------- 91
Potássio 124 ----------------------------- 143
Sódio 55 ----------------------------------- 40
Zinco 0.44 ---------------------------------0.4
Cobre 0.12 --------------------------------- 0.01
Manganês 0.22 --------------------------- 0
Selênio 4.8 ---------------------------------3.7
Vitamina C 0 ---------------------------- 0
Tiamina 0.06 ----------------------------- 0.04
Riboflavina 0.051 ------------------------ 0.18
Niacina 0.29 ------------------------------ 0.10
Vitamina B6 0.096 ------------------------ 0.03
Vitamina A - 612 ------------------------- 102
Gordura saturada 0.233 ----------------- 1.86
Omega 3 - 0.76 -------------------------- 0.19
Colesterol 0 -------------------------------- 10

Aproveite os nutrientes dos alimentos!!

Cenoura

À primeira vista, a cenoura crua parece mais saudável. Mas, se a idéia é aproveitar o betacaroteno (pró-vitamina A, de ação antioxidante), o ideal é servir o vegetal cozido e regado com azeite. Isso porque as moléculas de betacaroteno estão envolvidas por fibras e por moléculas de água. O cozimento amolece essas fibras e diminui a quantidade de água, abrindo espaço para o betacaroteno e deixando-o mais acessível ao organismo.
No cozimento em água, só uma pequena parte da pró-vitamina A se perde -aquela que é hidrossolúvel (solúvel em água). Como a maioria dessas moléculas são lipossolúveis (solúveis em gordura), elas se conservam. É por isso também que regar a cenoura com azeite aumenta sua biodisponibilidade. O vegetal pode ser cozido no vapor, o que conserva melhor as substâncias hidrossolúveis e não deixa o alimento amolecer demais.
Quando a cenoura for consumida crua, o ideal é ralá-la em ralo fino, misturá-la bem com azeite e deixá-la descansar por cerca de meia hora.


Brócolis

A hortaliça é da família das crucíferas, ricas em fibras e em glucosinolato, com potencial efeito contra o câncer. Para ser digerível, precisa ser cozida, mas, nesse caso, a idéia é submeter ao mínimo de calor para maior preservação das fibras.
Uma forma de fazer isso é, após cozer no vapor, branquear o vegetal (submetê-lo a choque térmico para interromper o cozimento). O mais comum é mergulhá-lo na água fria ou deixá-lo sob água corrente. Porém, para preservar melhor os nutrientes, passe o brócolis para um saco plástico e coloque-o em uma bacia com pedras de gelo -assim, não entra em contato com a água e as substâncias presentes no alimento não migram para ela.
Saltear o brócolis (fritá-lo rapidamente, com pouco óleo, sacudindo a panela) também é bom para a saúde. Assim, o tempo de contato com o calor é pequeno, diminuindo a perda de nutrientes.



Tomate

Embora o tomate tenha algumas vitaminas hidrossolúveis, hoje a sua substância mais valorizada é o licopeno, por atuar contra alguns tipos de câncer, como o de próstata e o de mama. Como a água está presente em grande quantidade no tomate e o licopeno não se dilui nela, a substância é menos disponível no alimento cru. Já o calor faz com que parte dessa água evapore, facilitando a absorção do antioxidante. E, por este ser solúvel em gordura, acrescentar óleo vegetal aumenta a sua biodisponibilidade. Nesse caso, a cocção prolongada é bem-vinda. A melhor forma de aproveitar o licopeno é preparar um molho de tomates usando azeite.
O tomate deve estar maduro. Quando verde, é rico em fitatos, que dificultam a absorção de outros nutrientes. Para afastar preocupações com os agrotóxicos, deve ser lavado e escovado. Outra dica é comprar o tomate não totalmente maduro (mas não verde) e usá-lo após uma semana. Como a meia-vida dos agrotóxicos usados não dura mais do que isso, eles tendem a se dissipar. Para diminuir a acidez, tire a pele e as sementes, que contêm ácido cítrico, antes de fazer o molho.
Uma forma de consumir o tomate cru e aumentar a disponibilidade do licopeno, embora não tanto como no molho, é o gaspacho, sopa fria típica da Espanha. Ao bater o tomate no liquidificador, quebram-se algumas moléculas de água que prendem as de licopeno, e o azeite melhora a sua condução.


Arroz integral

Fonte importante de fibras e vitaminas, esse alimento só se torna digerível após ser cozido e hidratado.
Para conservar seus nutrientes, não lave o arroz. Possíveis resíduos podem ser retirados manualmente.
No caso do arroz integral, não se recomenda refogar os grãos antes, como é feito com arroz polido. Isso porque a casca do arroz integral, além de manter os nutrientes do cereal, dificulta a entrada da água que hidrata o amido para que ele possa ser digerido. O processo de refogar deixa mais dura a parte externa e, assim, faz com que o cozimento demore mais.


Feijão

Rico em minerais, em fibras e em proteínas, o feijão precisa ser hidratado não só para melhorar a digestibilidade mas também para diminuir a concentração de fitatos, que dificultam a absorção de minerais. Porém, como parte dos nutrientes é hidrossolúvel, se essa água for descartada, eles serão perdidos.
Uma alternativa é usar a água em que o feijão ficou de molho para o cozimento. Outra, que conserva ainda mais os nutrientes e acelera o tempo de preparo, é colocar o feijão na panela de pressão, cobrir com água e levar, sem a tampa, ao fogo. Quando a água começar a ferver, retire a panela do fogo e tampe-a.
Deixe descansar por uma hora. Depois, complete com água quente (a fria fará o feijão endurecer) e um pouco de óleo (para evitar a formação de espuma) e leve ao fogo, na pressão, por 20 minutos.


Ervas e especiarias

As ervas aromáticas e as especiarias têm propriedades antimicrobianas -matam microorganismos que deterioram os alimentos (principalmente proteínas). Por isso, é interessante usá-las em marinadas para carnes, aves e peixes.
Uma dica para uma erva comum na culinária brasileira, a salsinha: ela é uma ótima fonte de vitamina C. Porém, essa vitamina se perde facilmente com o calor. Para aproveitá-la, adicione a salsinha, picada na hora, depois que a receita estiver pronta. Misturada ao alimento, mesmo após ele ser retirado do fogo, ela acrescenta aroma e sabor.


Frutas Vermelhas

Essas frutas são ricas em flavonóides, especialmente as antocianinas, fitoquímicos muito estudados por sua ação protetora contra vários tipos de câncer. Nesses alimentos, o consumo sem processamento é o melhor.
Em alguns casos, o álcool ajuda a preservar e a extrair alguns componentes antioxidantes. É o que acontece no vinho tinto. Pesquisas apontam que misturar as frutas com uma pequena quantidade de álcool, como em um coquetel, também tem esse efeito.
Se não puder consumir o alimento fresco, as formas mais vantajosas nutricionalmente são a fruta congelada inteira ou a polpa feita em casa. Para isso, bata as frutas no liquidificador, com o mínimo de água (se for necessário) e guarde a pasta obtida no congelador em potes com tampa.



Leite

A fervura do leite mata microorganismos prejudiciais à saúde. Mas, no leite pasteurizado, esse processo já foi feito. Além de ser dispensável fervê-lo de novo nesse caso, isso pode fazer com que algumas proteínas se percam. Na fervura, a lactoalbumina, principal proteína do leite, passa de líquida para sólida. Com o calor, ela incorpora moléculas de oxigênio, formando a espuma que sobe. Se o leite transbordar, é proteína que se perde.
Quando o leite esfria, a lactoalbumina solidificada vira uma película na parte de cima. Embaixo, grudada nas paredes da leiteira, fica outra proteína, a caseína. Não descarte essas películas: com elas, vão-se parte das vitaminas e dos minerais.


Ovo

A proteína do ovo, considerada excelente, não se altera se o alimento é cozido ou frito. Mas, se a cocção for excessiva, ele pode perder aminoácidos importantes e outros nutrientes. E a digestibilidade da proteína é menor se ela for aquecida por muito tempo.
Para não haver quase nenhuma perda nutricional, o ideal é cozinhar o ovo por três a quatro minutos.
Quem gosta de ovo duro pode cozinhá-lo por até sete minutos, para que a perda seja pequena. O que não se recomenda é esquecer o ovo na panela por mais de dez minutos. Nesse caso, surge ao redor da gema um anel escuro.
É o ferro que migrou do centro da gema e se ligou aos aminoácidos sulfurados do ovo. Essa ligação não faz mal, mas torna o mineral menos disponível.

Como obter todos os nutrientes dos alimentos naturais integrais



Proteínas

Sementes: Linhaça, abóbora, girassol.
Grãos: Ervilhas, feijões, lentilhas, amendoins, grão de bico, soja, além de nozes, amêndoas, Castanha-do-pará, castanhas de caju.
Cereais: Trigo (pães, massa), aveia, centeio, milho, arroz.
Derivados de soja: Tofu, tempeh, proteína texturizada de soja (PTS), leite de soja.


Vitaminas

Vitamina A: Vegetais vermelhos, laranjas ou amarelos, folhas verdes e frutas.
Vitaminas do complexo B: Leveduras e cereais integrais, nozes.
Vitamina C: Frutas frescas, verduras.
Vitamina D: Produzida pelo próprio organismo quando exposto ao sol.
Vitamina E: Óleos vegetais, cereais integrais.
Vitamina K: Vegetais frescos e cereais integrais


Minerais

Cálcio: Folhas verdes, nozes e sementes.
Fósforo: Gérmen de trigo e castanhas.
Ferro: Folhas verdes, cereais integrais, feijão, lentilhas. O consumo de alimentos ricos em Vitamina C aumenta o seu aproveitamento.


Carboidratos

Há 3 tipos principais de carboidratos: açucares simples, amidos e fibras dietéticas.

Os açucares são encontrados nas frutas, amidos são encontrados em cereais, grãos, e alguns vegetais, como a batata. Carboidratos não refinados , obtidos a partir de cereais integrais são de melhor qualidade, por conterem fibras e vitaminas do complexo B. Fontes comuns de carboidratos são pães e massas em geral.


Fibras

Frutas, amêndoas, castanhas, coco, aveia, trigo, centeio, folhas, ervilhas, feijão.


Gorduras e óleos

Apesar de serem prejudiciais em quantidade excessiva, um certa quantidade é necessária para o corpo. As gorduras vegetais tendem a ser mais insaturadas, sendo um dos benefícios mais evidentes da dieta vegetariana. Entre as gorduras mono-insaturadas, destaca-se o azeite de oliva. Entre as poliinsaturadas, o óleo de girassol e de linho (linho dourado ou linhaça).

Cuidado com as misturas.

Elas podem ser traiçoeiras com o seu organismo!
Veja abaixo os exemplos de combinações que impedem a absorção dos nutrientes e que devem ser consumidos com moderação para que não haja deficiência no organismo.


Cálcio + Ferro: o cálcio e o ferro são nutrientes que competem entre eles para serem absorvidos, pois nosso organismo não consegue aproveitar os dois ao mesmo tempo, onde um será absorvido e outro será desprezado. Assim, o organismo fará proveito apenas daquele que mais estiver precisando.

Cálcio - Importante na formação e manutenção dos ossos e dentes, evitando a fragilidade dos mesmos. Sua ausência pode provocar deformidades ósseas. Forma e mantém os ossos saudáveis. Atua no mecanismo de coagulação do sangue, além de controlar os impulsos nervosos e as contrações musculares.
Fontes .:cereais de trigo integral, legumes, agrião, folhas de batata-doce, caruru/bredo, melado, espinafre, folhas de nabo, couve-chinesa.

Ferro - Importante na formação das células vermelhas, prevenindo a anemia. Atua na formação da hemoglobina (pigmento do glóbulo vermelho que transporta o oxigênio dos pulmões para os tecidos).
A falta de ferro é a mais comum de todas as deficiências nutricionais, principalmente para crianças menores de 2 anos, meninas adolescentes, grávidas e idosos.
Fontes .: soja, feijão, frutas secas, cereais, lentilha, folhas verde-escuras e beterraba.

Cálcio + Cafeína: a cafeína (presente no café, mate e refrigerantes à base de cola) afeta a absorção do cálcio no organismo, assim como a xantina (substância que contém nos achocolatados) reduzindo o potencial deste nutriente.

Cálcio + Gordura excessiva: ingerir gordura em excesso juntamente com o cálcio, provoca uma reação, formando um tipo de sabão, que reduz o cálcio disponível para absorção.
Assim, os alimentos gordurosos (frituras e algumas preparações) devem ser evitados para que haja uma diminuição nas calorias das dietas e prevenir o colesterol, além de ajudar na absorção do cálcio no organismo.


Atenção: mistura perigosa!

As frutas, apesar de serem muito boas para a saúde geral, podem virar verdadeiras bombas de fermentação intestinal quando consumidas junto com determinados alimentos:

Frutas e cereais: banana amassada com aveia ou germe de trigo.
Frutas e leguminosas: uma salada de frutas após um belo prato de arroz e feijão.
Frutas e alimentos gordurosos: fondue de frutas e chocolate.

Fonte

Como misturar os alimentos
O que não podemos misturar porque liga mal

Limão e outras frutas ácidas e vinagre, não combinam com tomates, castanhas, bananas, cereais, feculentos e legumes secos.

Frutas não combinam com: hortaliças, porque frutas têm açucares e ácidos; as hortaliças contêm sais minerais e fermentam demais.

Cereais não combinam com: feculentos em gerais. Por exemplo, pão com batata doce ou batata inglesa, provoca fermentações pútridas, porque um digere antes do outro.

Cereais e feculentos, não combinam com frutas com: frutas ácidas. Ex. laranjas com pão (que vem do cereal). Provoca fermentação ácida e prejudica o sangue.

Oleaginosa, azeite e óleos, não combinam com: frutas doces e açucares, porque produzem fermentações alcoólicas, sobrecarregando o sangue de produtos nocivos.

Fruta doce, não combina muito bem com fruta ácida, porque provocam fermentações inconvenientes.


Incompatibilidades alimentares

As incompatibilidades alimentares (in + compatível = não compatível) são conflitos bioquímicos que resultam da ingestão de certos alimentos na mesma refeição.

Um exemplo clássico de incompatibilidade alimentar é o da digestão das proteínas, sobretudo a de origem animal, que ocorre pela ação de enzimas que atuam num meio ácido enquanto os alimentos ricos em amido (batatas, massas, cereais, etc) exigem um meio alcalino. Quando ingeridos conjuntamente, ocorre a neutralização da acidez. Isso impede a digestão completa das proteínas e gera resíduos tóxicos no organismo. Por isso se aconselha a não ingerir simultaneamente hidratos de carbono e proteína.

Indicam−se de seguida algumas regras cuja observação poderá evitar digestões lentas, transtornos gastrointestinais, sonolência, dores de cabeça, azia e intoxicações do sangue e do tecido celular.


ALGUMAS REGRAS relativas a Incompatibilidades Alimentares


Proteína OU amiláceos (alimentos ricos em amido)


Os dois juntos, é de evitar, pelo que já se disse antes.


Frutas com verduras NÃO !

As frutas não ligam bem com as verduras, porque os ácidos das frutas impedem a absorção dos sais minerais das verduras. As frutas deverão ser consumidas isoladamente, de preferência antes das refeições.


Frutas doces e outros doces com gorduras e oleaginosas: cuidado com o fígado !

As frutas doces (frescas e secas) e outros alimentos açucarados (bolos, compotas e mel, por exemplo) não combinam bem com as gorduras (azeite, óleos, manteiga, etc.) nem com as oleaginosas (amêndoas, avelãs, nozes, pinhões...) porque os acúcares, ao misturarem−se com as gorduras, provocam uma fermentação alcoólica que atinge o fígado, podendo provocar dores de cabeça.
Algumas frutas doces (ou não-ácidas): banana (fresca e seca), figo (fresco e seco), maçã branca, mamão, tâmara, cana-de-açúcar; frutas hídricas: melancia e melão.


Frutas ácidas VERSUS amiláceos

As frutas ácidas não devem misturar-se com alimentos farináceos ou ricos em amido (com digestão alcalina), porque os ácidos das frutas impedem o desdobramento do amido em maltose e glicose e, ao provocar a permanência dos alimentos no intestino mais tempo do que o necessário, provoca aumento das fermentações intestinais.
Algumas frutas ácidas: abacaxi, ameixa fresca, acerola, caju, cidra, damasco, framboesa, laranja, llimão, maçã Fuji, maçã verde, marmelo, romã, tangerina, tomate, lima.
Algumas frutas semi-ácidas: ameixa (fresca ou seca), cereja, diospiro, goiaba, maçã, manga, maracujá, morango, nêspera, pera, pessego, uva.


Leite com clara de ovo NÃO !

O leite provoca uma menor secreção do suco gástrico, pelo que dificulta a digestão estomacal da gema do ovo (não da clara) e de outras proteínas.


Feculentos com farináceos NÃO !

Os alimentos feculentos (batatas, inhame e mandioca, por exemplo) não devem misturar-se com os farináceos (pão, arroz, massa, etc.) porque têm tempos de digestão diferentes; a ingestão conjunta provocará maiores fermentações intestinais tóxicas.

Fonte:
http://biorege.weblog.com.pt/arquivo/outros_alimentos_saudaveis/index.html

Para saber mais:

http://www.psiquiatrianutricional.com.br/adicional/ralimentar1.htm

http://www.caferomano.org/qualivida/alimentacao/cyro1.html#Combinacoes

http://www.escola-amor.com.br/artigos/a3.php

http://www.medicinaealimentacao.com/?id=5&INCOMPATIBILIDADE-vs-COMPATIBILIDADE-ALIMENTAR

http://educar.sc.usp.br/licenciatura/2001/vivamelhor/

http://www.vegetarianismo.com.br/sitio/index.php?option=com_content&task=view&id=1506&Itemid=127

http://www.comidaviva.com/

http://www.helenismos.com/naturismo/001_sistemas-alimentares/combinacao-alimentos.html






“Dicas” práticas para a compatibilidade alimentar

As regras seguintes são orientações gerais, adaptáveis a cada pessoa, que sintetizam as cautelas a ter na compatibilidade alimentar dos diferentes produtos ingeridos:

> os vegetais combinam bem entre si, com hidratoa de carbono ou com proteínas;

> as frutas deveriam ser consumidas sozinhas, de preferência antes das refeições e não depois;

> não misturar frutas ácidas com frutas doces;

> evitar a mistura de hidratos de carbono de qualidades diferentes;

> de preferência, não misturar hidratos de carbono com proteína animal;


PREJUDICIAL À SAÚDE É…

… misturar gorduras e açúcares: predispõe a acumulações de toxinas, de mucosidades, e à formação de fungos na origem de doenças degenerativas!



Fonte: http://biorege.weblog.com.pt/arquivo/outros_alimentos_saudaveis/index.html

Exemplos de cardápios completos

Cardápio para suplementação de proteínas, cálcio, ferro e zinco, para homens e mulheres entre 25 e 60 anos


Proteínas - Necessidades diárias.
Homens: 0,6 g/kg/dia
Mulheres: 0,5 g/kg/dia

1 xícara de soja.......................................................20 g
1 xícara de grão de bico.......................................... 15 g
1 hambúrguer de glútem..........................................15 g
1 xícara de iogurte comum.......................................14 g
½ xícara de manteiga de amendoim............................8 g
1 xícara de sementes de girassol.................................6 g

Cálcio – Necessidades diárias: 1.000 mg

¼ de xícara de avelãs..............................................378 mg
1 xícara de couve crua picada..................................357 mg
1 xícara de soja cozida............................................175 mg
½ xícara de brócolis cozido.......................................42 mg

Ferro – Necessidades diárias.
Homens: 8 mg.
Mulheres: 18 mg

180 g de castanha de caju...........................................8 mg
100 g de lentilhas......................................................2,5 mg
100 g de feijão preto.................................................2,4 mg

Zinco - Necessidades diárias.
Homens: 15 mg.
Mulheres: 12 mg

¼ de xícara de germe de trigo...................................5 mg
1 e ¼ de xícara de farelo de trigo..............................5 mg
½ xícara de tofu.......................................................2 mg