Os chás tradicionais, principalmente o preto, além de polifenóis contêm betacaroteno, vitaminas B1, B2, B6 (essencial para o metabolismo das proteínas), C e ácido fólico, importante para a divisão celular. São ainda ricos em magnésio e potássio. O primeiro é importante para os ossos. O segundo é vital para os batimentos cardíacos, os músculos e os nervos.
Uma das substâncias do chá verde é a teofilina, que ajuda a dilatar os brônquios, melhorando a respiração dos asmáticos. O chá verde previne ainda a formação de pedras na vesícula e nos rins, além de normalizar a função da tiróide e regenerar a pele.
Vários estudos apontam que a ingestão de chá é responsável pela redução do risco de doenças coronárias, diminuição dos níveis de colesterol, preservação da densidade óssea, prevenção de alguns tipos de cancro, diminuição da fadiga, redução do peso, diminuição do risco de cárie dentária, protecção do organismo e facilidade de digestão.
Previne doenças cardiovasculares
Beber pelo menos uma chávena de chá por dia pode reduzir em 44% o risco de um ataque cardíaco. A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo King`s College, de Londres. Segundo os pesquisadores os benefícios vêm de poderosas substâncias encontradas no chá chamadas flavonóides, que têm propriedades antioxidantes, auxiliando no combate às doenças cardiovasculares.
Apesar das conclusões iniciais, a exacta quantidade de chá necessária para que se comecem a sentir os efeitos ainda está a ser discutida.
O estudo inglês examinou 340 homens e mulheres que sofreram ataques cardíacos e classificou-os segundo idade, sexo e convivência com pessoas que nunca tiveram ataques. Depois, a pesquisa investigou, durante um ano, o hábito dos entrevistados de beber café e chá.
Uma outra pesquisa, realizada por médicos da Universidade de Harvard, descobriu que pessoas que bebem uma ou mais chávenas de chá preto diariamente têm menos risco de sofrer ataque cardíaco. O chá preto diminui a possibilidade de coagulação, responsável pelo aparecimento de arteriosclerose.
Os chás preto, verde e chinês são obtidos a partir da planta Camellia sinensis, rica em substâncias antioxidantes chamadas polifenóis, que evitam a acção destrutiva das moléculas de radicais livres que atacam as células. E cientistas americanos garantem que as substâncias dos chás têm maior poder antioxidante que as vitaminas C e E.
Acredita-se ainda que o hábito de beber chá em vez de café é um dos factores responsáveis pelo menor índice de enfarte em países do Oriente. Além disso, o chá tem cerca de metade da quantidade de cafeína do café.
Reduz o colesterol
Pesquisas da Universidade de Kunming, na China, realizadas com pacientes hipertensos e com problemas coronários, concluíram que o chá preto é quase tão eficiente na redução dos níveis de colesterol no sangue quanto os remédios ocidentais.
Segundo o médico Flávio Rotman, autor de "Coronárias sem enfarte" (Editora Record), o chá verde também diminui o colesterol.
Preserva a densidade óssea
O consumo habitual de chá parece contribuir para a preservação da densidade óssea nos homens e mulheres, segundo uma pesquisa realizada num hospital universitário de Taiwan.
Os cientistas concluíram que a preservação óssea está relacionada com a duração do hábito de consumir chá e não com a quantidade consumida. E os efeitos são mais pronunciados nas pessoas que consomem chá há mais de uma década.
Os cientistas de Taiwan afirmam que, possivelmente, a grande quantidade de fluóridos, flavonóides e fitoestrogénio devem contribuir para o efeito, enquanto outros ingredientes podem inibir a reabsorção óssea ou promover a sua criação.
O chá possui cerca de 4.000 compostos químicos com efeitos sobre a saúde das pessoas, e anteriores estudos apontaram os polifenóis como actuantes na prevenção de doenças cardiovasculares e cancro.
Os cientistas realizaram a pesquisa em 497 homens e 540 mulheres de nacionalidade chinesa, que possuíam o hábito de consumir chá há, pelo menos, 30 anos. Nas perguntas também figuravam tópicos como hábitos de exercícios e tabagismo, uso de suplemento de cálcio e consumo de café, leite e álcool. Depois, os investigadores mediram a densidade óssea em três pontos do esqueleto.
Segundo o estudo beber chá regularmente durante pelo menos dez anos aumentou a densidade mineral óssea em até 5%. Os adultos que bebiam chá preto ou verde entre 6 a 10 anos foram os que apresentaram maior densidade óssea na espinha lombar.
No entanto, advertem os cientistas, são necessários mais estudos para determinar os efeitos protectores do chá, assim como a possibilidade de um limite máximo, após o qual o chá já não é benéfico.
Um outro estudo, realizado pela Universidade Clínica Gerontológica da Escola de Medicina da Universidade de Cambridge, mostrou que as mulheres que têm por hábito beber chá preto apresentam, em idade avançada, uma maior densidade óssea do que as que não adquiriram este hábito.
Previne o cancro
Alguns pesquisadores afirmam que os antioxidantes dos chás são úteis principalmente contra o cancro digestivo. Os estudos ainda não são conclusivos, mas um trabalho realizado com 59 pacientes com cancro de boca em fase inicial, em Beijing, na China, mostrou que as lesões diminuíram em pacientes que usaram cápsulas de chá verde durante seis meses.
Outro estudo realizado em Iowa, nos Estados Unidos, com mulheres na menopausa, indica que beber duas ou mais chávenas de chá diariamente diminui o risco de cancro do aparelho digestivo e urinário.
Um outro estudo realizado por investigadores da Universidade de Arizona (EUA) verificou que a ingestão frequente de chá de casca de frutas cítricas, como o limão, reduz cerca de 70% o risco de desenvolver cancro em células escamosas da pele e 40% nos que bebem chá preto.
Outros estudos indicam também que os polifenóis, abundantes no chá verde, são uma protecção contra vários tipos de cancro, como o do estômago, pulmão, cólon, entre outros.
Desperta a mente
A teína, a mesma substância que a cafeína mas existente no chá, diminui a fadiga e mantém a mente desperta, embora a ingestão de infusões muito concentradas ou em jejum possa causar náuseas e vómitos, devido ao conteúdo rico em taninos.
Se for ingerido em doses elevadas também provoca nervosismo, insónia e taquicardia. Para diminuir a quantidade de cafeína do chá, pode derramar-se água a ferver nas folhas e deixar repousar 30 segundos, antes de preparar a bebida.
Diminui o peso
Alguns estudos indicam que o chá verde pode ajudar a perder peso, uma vez que aumenta o calor durante a digestão, o metabolismo dos alimentos, a absorção e o dispêndio de energia proveniente da gordura necessários para o emagrecimento. O poder diurético do chá potencia ainda a eliminação dos líquidos que dificultam a perda de gordura.
Protege os dentes
Uma chávena de chá por dia diminui o risco de cárie, sendo a protecção maior quando se fazem bochechos com a bebida.
Um estudo britânico de 1991 sugere que a ingestão de chá previne doenças de estomatologia, uma vez que contem flúor. No entanto, o uso abusivo provoca manchas nos dentes, causadas pelas concentrações de corantes naturais.
Defende o organismo
O chá aumenta as defesas do organismo, ao ajudar os glóbulos brancos a defenderem-se de infecções e das invasões de bactérias ou vírus.
O tanino do chá verde protege a parede do intestino e ataca bactérias nocivas
Melhora a digestão
O chá ajuda a melhorar a digestão, porque os óleos essenciais aumentam o fluxo de sucos gástricos. Este é um dos principais motivos porque os chineses e japoneses têm o hábito de tomar chá depois das refeições.
Referências:
http://www.digito.pt/ciencia/7309.html
http://www.mni.pt/destaques/index.php?file=destaque&cod=2237
http://www.vegetarianismo.com.br/cha.htm
http://www.vegetarianismo.com.br/semcontra-indicacao.htm
Expresso, Revista, 16 Abril 2002
Centro Vegetariano
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sábado, 28 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Diferença entre Produtos Diet e Light
Quando vamos ao supermercado nos deparamos com uma enorme variação de marcas e tipos de alimentos. E muitas vezes em uma mesma marca verificamos que tem o produto tradicional, o diet e o light.
Mas afinal, qual é a diferença entre eles ?
Para diferenciá-los vamos utilizar duas palavras-chaves: ausência e redução.
Um alimento diet tem ausência total de um componente. É recomendado a uma população específica. Ex: os diabéticos que não podem consumir o açúcar. Quando eu compro um alimento diet eu tenho certeza que esse alimento é“zero” de açúcar.
O alimento light tem redução de pelo menos 25% de um dos componentes. Isso quer dizer que o alimento ainda continua ter esse componente, mas em menor quantidade.
Primeiro precisamos pensar no objetivo da compra do produto. Se eu tenho uma doença e sou sensível a um componente, eu preciso consumir o alimento diet. Mas se o meu objetivo é emagrecer eu vou comprar o alimento light.
O alimento diet não é necessariamente menos calórico que o alimento tradicional. Por exemplo, chocolates e sorvetes diet são mais calóricos do que o produto normal. Acrescentam-se gordura para manter sabor e maciez ao produto.
A definição é simples, mas quando vamos ao supermercado percebemos que não é tão simples assim. Quando vamos escolher um refrigerante deparamos ao diet, light e zero. Qual é a diferença??? Unicamente a composição química dos produtos. Por questões de marketing, os três não possuem nada de açúcar e poderiam ser chamados de diet. Em relação aos iogurtes, é fácil confundir-se. O iogurte light muitas vezes é adoçado com adoçante, portanto o produto é sem açúcar e poderia ser classificado como diet, mas é classificado como light por terredução de gordura.
O que tem que ficar claro é que se você é diabético você tem sempre que consumir um alimento diet para ter segurança. Se você for comprar um alimento light ou normal precisa certificar-se nos componentes se existe presença de açúcar ou não.
Se o seu objetivo é emagrecer então uma ótima opção são os alimentos light. Eles possuem sabor parecido com o produto tradicional, mas com redução degorduras e açúcares o que faz termos o prazer de comer com menos culpa. Mas nada adianta comer o alimento light em dobro porque como vimos para ser light basta ter uma redução de 25% de um componente, portanto não é 50%. Se você comer em dobro estará engordando mesmo com o alimento light.
O que os Antioxidantes fazem por Nós?
por Nutricionista Fernanda Marino de Oliveira
Todos já ouvimos falar em Antioxidantes e em como eles “destroem” os radicais livres, mas a maioria das pessoas não sabem realmente o que ocorre quando os consumimos.
RADICAIS LIVRES
Primeiramente, precisamos saber o que são os temidos radicais livres. Os chamados radicais livres são moléculas que ficam “soltas” em nosso organismo, o que acaba levando essa molécula a entrar em nossas células, causando a oxidação da mesma. Ou seja, os radicais livres lesionam ou até matam nossas células. Essas lesões podem levar ao envelhecimento precoce e até mesmo à várias doenças como cardiopatias, aterosclerose, diabetes e até mesmo o câncer.
Não existe uma maneira de não produzirmos radicais livres, já que nós o produzimos até quando respiramos ou praticamos atividades físicas, portanto o consumo dos chamados antioxidantes é a principal maneira de nos previnirmos conta a ação das moléculas de radicais livres.
ANTIOXIDANTES
Os antioxidantes atuam em diferentes formas contra os radicais livres. Primeiramente eles agem impedindo a formação das moléculas, os antioxidantes também são capazes de impedir o ataque dos radicais livres evitando a formação lesões em nossas células, eles ainda podem reparar as lesões caudadas pelos radicais removendo os danos e reconstituindo as células danificadas.
ALIMENTOS FONTES DE ANTIOXIDANTES
Dentre os principais alimentos fonte de antioxidantes estão as frutas, legumes e verduras. Os antioxidantes encontrados na dieta e suas fontes são:
B-caroteno: presente em alimentos de cor amarelo/laranja e vegetais verdes escuros, como mamão, cenoura, abóboras, mangas, pêssegos, espinafre, couve, chicória, agrião.
Vitamina C: presente principalmente em frutas cítricas como laranja, limão, abacaxi.
Vitamina E: presente em grãos e sementes oleagenosas, como gérmen de trigo, sementes de girasol, nozes, amêndoas, avelãs, e também encontrado em couve, abacate, alface, espinafre e óleos vegetais.
Flavonóides: encontrado em sucos de uva e vinhos tintos, morangos, nozes e soja.
Catequinas: presente principalmente em chás, como o chá verde ou o chá preto.
Carotenoídes e Vitamina A: Os carotenoídes são encontrados em legumes e frutas de cor laranja/vermelhas. Os carotenoídes são precedentes da vitamina A, encontrada nas mesmas fontes que os carotenoídes.
Licopeno: Presente em alimentos avermelhados, como o tomate, melancia e goiaba.
FUNÇÕES DOS ANTIOXIDANTES
Estudos indicam que a Vitamina C possui efeito protetor contra danos causados pela exposição a radiações e medicamentos, também é atribuído a vitamina C o papel de protetora contra o desenvolvimento de tumores.
A vitamina E pode impedir danos causados por radicais livre associados a doenças específicas como artrite ou catarata.
A vitamina A tem apresentado ação preventiva contra vários tipos de câncer como o de mama, estômago, bexiga e pele, e juntamente com a vitamina C pode previnir o câncer retal ou de cólon.
Os flavonídes são responsáveis por “eliminar”os radicais livres do nosso organismo e também estão associados a prevenção de doenças cerdiovasculares. O licopeno é o principal flavoníde encontrado em nossa alimentação e é bastante associado a prevenção de vários tipos de câncer.
As catequínas podem ser benéficas para algumas doenças como o diabetes tipo 1, cardiopatias e infecções virais.
Os alimentos ricos em antioxidantes mostram que uma dieta variada é importante para a manutenção da saúde do nosso organismo. É importante lembrar que é sempre bom consultar um nutricionista para uma indicação correta da quantidade necessária de antioxidantes para cada individuo e que os alimentos podem ser utilizados como auxiliadores na prevenção e tratamento de várias doenças e não podem ser substitutos de medicamentos e outros tratamentos indicados por um médico.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Ser vegano é caro?
É mais caro ser veg(etari)ano?
Mesmo quando falamos de produtos industrializados, podemos constatar uma diferença financeira favorável à dieta vegana, em relação à dieta onívora. Clique na imagem ao lado para ver um exemplo prático: Na tarde do último sábado, dia 21 de agosto de 2010, foi constatada a diferença entre os preços de creme de soja e creme de leite na unidade do Carrefour Bairro que fica na avenida Norte Sul, em Campinas-SP. Há pouco tempo era comum encontrarmos produtos industrializados veganos muito mais caros que os produtos de origem animal. A equiparação dos preços se dá provavelmente por conta do aumento da demanda de produtos livres de crueldade. A lógica é simples: mais gente comprando, vendas aumentando, preço mais baixo.
O ideal é que toda pessoa prepare seu alimento, utilizando de seu próprio esforço para produzir e preparar o que come. Isso é o mundo ideal, mas na correria em que vivemos é muito importante ter produtos industrializados veganos a um preço justo.
Além das questões levantadas pelo Fabio, é valido acrescentar que não precisamos (nem devemos) ficar reféns das indústrias de produtos que procuram simular os “sabores onívoros”. Não precisamos tomar leite de soja de caixinha, consumir leite condensado ou creme de leite de soja, comer salsicha ou almôndega vegetal e muito menos nos “deliciar” com vegan junk food. Não que não possamos, de vez em quando, consumir essas “besteiras”. Talvez não fiquemos muito mais pobres se adquirirmos esses produtos em ocasiões especiais.
Entretanto, não podemos nos esquecer do que realmente necessitamos, isto é, proteínas, carboidratos, lipídios, fibras, vitaminas e minerais, e importante é salientar que todos esses nutrientes são conseguidos por meio de uma dieta natural, balanceada, colorida e tanto melhor quanto mais fresca, leia-se, menos industrializada.
Se optarmos por sermos “veganos de feira” em vez de “veganos de mercado” talvez nosso bolso sinta a diferença, mas sem dúvida alguma, a maior diferença quem vai sentir é nossa saúde.
Para colaborar com nosso cotidiano alimentar podemos contar com o Physicians Committee for Responsible Medicine. Seus Power Plate, New Four Food Groups e Vegetarian Start Kit são auxiliares bastante pertinentes.
Somente a vitamina B12 não encontramos na feira (e por isso a mesma deve ser, de alguma forma, suplementada), todo o restante dos nutrientes essenciais para ter assegurada uma vida plena estão lá. Conheça os 4 grupos alimentares e opte você também por uma dieta rica em saúde sem precisar gastar todo seu dinheiro para isso (adaptado de The New Four Food Groups).
“Favas” (Legumes)
Você deve consumir 2 ou mais porções diárias. As favas são boas fontes de fibras, proteínas, ferro, cálcio, zinco e vitaminas do complexo B. Nesse grupo incluem-se o feijão, a soja, a lentilha, a ervilha, o grão-de-bico, o leite de soja, o tofu, o tempê, a proteína vegetal texturizada, etc. Tamanho da porção: ½ xícara de feijões cozidos, ½ xícara de tofu ou tempê, 1 xícara de leite de soja.
“Frutos” (Fruits)
Você deve consumir 3 ou mais porções diárias. As frutas são ricas em fibras, vitamina C e betacaroteno. Inclua pelo menos uma porção por dia de boas fontes de vitamina C tais como frutas cítricas, melões e morangos. Opte por consumir os frutos inteiros em vez de na forma de sucos, desse modo você não descarta as valiosas fibras. Tamanho da porção: 1 fruta média, ½ xícara de frutas cozidas, ½ xícara de suco.
“Hortas” (Vegetables)
Você deve consumir 4 ou mais porções diárias. As hortaliças são boas fontes de vitamina C, betacaroteno, riboflavina, ferro, cálcio, fibras e outros nutriente. Vegetais folhosos verde-escuros como o brócolis, o couve, a mostarda e a chicória são especialmente ricos nessas importantes substâncias. Vegetais amarelos e alaranjados como a batata-doce, a cenoura e a abóbora provêm betacaroteno extra. Inclua generosas e variadas porções de hortaliças em sua dieta. Tamanho da porção: 1 xícara de vegetais crus, ½ xícara de vegetais cozidos.
“Grãos” (Whole Grains)
Você deve consumir 5 ou mais porções diárias. Nesse grupo incluem-se o pão, o arroz, as massas, os cereais quentes ou frios, o milho, o millet, a cevada, o trigo, etc. Grãos são ricos em fibras e outros carboidratos complexos, bem como em proteínas, vitaminas do complexo B e zinco. Construa cada refeição em torno de um prato saudável de grãos integrais. Tamanho da porção: ½ xícara de cereal quente, ¼ xícara de cereal seco, 1 fatia de pão.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Tudo sobre vitaminas
Saiba quais são as funções das vitaminas, o que o excesso e a falta de cada uma podem causar e em que alimentos são encontradas.
As vitaminas são um grupo de compostos orgânicos necessários apenas em quantidades mínimas na dieta, mas essenciais para reações metabólicas específicas do interior da célula e necessárias para o crescimento normal e para a manutenção da saúde. Várias delas agem como coenzimas ou como um grupo de enzimas responsáveis pela promoção de reações químicas essenciais.
VITAMINA A
Funções: visão, crescimento, desenvolvimento ósseo, desenvolvimento e manutenção do tecido epitelial (pele), imunidade, reprodução, anti-cancerígeno.
Fontes: óleo de dendê, cenoura, couve, espinafre, manteiga.
Deficiência: cegueira noturna, alterações cutâneas.
Excesso: dor e fragilidade óssea, hidrocefalia e vômitos em crianças, pele seca com fissuras, unhas frágeis, perda de cabelo, gengivite, anorexia, irritabilidade, fadiga, hepatomegalia e função hepática anormal, oscite e hipertensão portal.
VITAMINA B1 (ou TIAMINA)
Funções: respiração tecidual, metabolismo de corboidratos, gorduras e proteínas.
Fontes: nozes, levedo de cerveja, germe de trigo.
Deficiência: confusão mental, fraqueza muscular, instabilidade emocional, depressão, irritabilidade, perda de apetite, letargia,beri-beri (insuficiência cardíaca e manifestações nervosas).
Excesso: Não conhecido.
VITAMINA B2 (ou RIBOFLAVINA)
Funções: crescimento, produção de corticosteróides, formação das células vermelhas do sangue, gliconeogenese e atividade reguladora das enzimas tiróideas.
Fontes: hortaliças de folhas verdes, levedo de cerveja.
Deficiência: estomatite angular, lacrimejamento, queimação e coceira nos olhos, síndrome uro-genital.
Excesso: Não conhecido.
VITAMINA B3 ou PP (NIACINA)
Funções: componente de coenzimas relacionadas às enzimas respiratórias e vasodilatadoras.
Fontes: trigo integral, amendoim.
Deficiência: fraqueza muscular, anorexia, indigestão, pelagra, estomatite angular, língua vermelha, lesões dematológicas, perturbações mentais.
Excesso: formigamento e enrubecimento da pele, sensação de latejamento na cabeça.
VITAMINA B5 (ÁCIDO PANTOTÊNICO)
Funções: essencial para a digestão de carboidratos, gorduras e proteínas.
Fontes: presente em todos os vegetais.
Deficiência: dermatites, sensação de queimação, perda de apetite, náusea, indigestão, estresse.
Excesso: não se conhecem efeitos tóxicos sérios, mas a ingestão de grandes quantidades pode causar diarréia.
VITAMINA B6 (ou PIRIDOXINA)
Funções: imunidade celular, liberação de glicogênio hepático e muscular, diurético.
Fontes: cereais, pães integrais, banana, batata, abacate.
Deficiência: anormalidades no sistema nervoso central, retardo mental, convulsões, anemia hipocrônica.
Excesso: insônia.
VITAMINA B9 (ÁCIDO FÓLICO)
Funções: divisão celular e transmissão de traços hereditários, formação e maturação dos eritrócitos e leucócitos.
Fontes: espinafre, vegetais de folhas verdes, levedo de cerveja, cenoura.
Deficiência: diminuição do crescimento, anemia megaloblástica e outros distúrbios sangüíneos, glossites e distúrbios no tratogastrointestinal.
Excesso: interfere na ação farmacológica de drogas anticonvulsivas.
VITAMINA B12 (CIANOCOBALAMINA)
Funções: metabolismo celular, crescimento.
Fontes: suplementos de origem vegetal
Deficiência: diminuição do crescimento, anemia e outros disturbios sanguíneos e distúrbios no trato gastrointestinal.
Excesso: interfere na ação farmacológica de drogas anticonvulsivas.
VITAMINA C (ÁCIDO ASCÓRBICO)
Funções: produção e manutenção do colágeno (integridade celular), cicatrização, absorção do ferro.
Fontes: frutas cítricas, hortaliças de folhas verdes, pimentão, tomate, batata.
Deficiência: fragilidade capilar, hemorragia, escorbuto.
Excesso: formação de cálculos de urato, cistina e oxalato (+ de 9 g/dia).
VITAMINA D
Funções: absorção, mobilização e reabsorção de cálcio e fosfato.
Fontes:luz solar.
Deficiência: raquitismo, osteomalácia.
Excesso: calcificação óssea excessiva, cálculos renais, calcificação metastática de partes moles (rins e pulmões), hipercalcemia, cefaléia, fraqueza, vômitos, náusea, constipação, poliúria, polidipsia.
VITAMINA E
Funções: antioxidante.
Fontes: germe de trigo, óleo de milho, sementes de algodão, girassol e soja, vegetais de folhas verdes.
Deficiência: fragilidade muscular, deposição ceróide no músculo liso, creatinúria, hemólise, reabsorção fetal, atrofia testicular, anormalidades embrionárias, distrofia muscular, encefalomalácia e necrose hepática.
Excesso: efeito anticoagulante e prolongamento do tempo de coagulação sangüínea.
VITAMINA K
Funções: processo de coagulação sangüínea.
Fontes: vegetais de folhas verdes, nabo.
Deficiência: hemorragia.
Excesso: anemia hemolítica, hernicterusem crianças.
As vitaminas são um grupo de compostos orgânicos necessários apenas em quantidades mínimas na dieta, mas essenciais para reações metabólicas específicas do interior da célula e necessárias para o crescimento normal e para a manutenção da saúde. Várias delas agem como coenzimas ou como um grupo de enzimas responsáveis pela promoção de reações químicas essenciais.
VITAMINA A
Funções: visão, crescimento, desenvolvimento ósseo, desenvolvimento e manutenção do tecido epitelial (pele), imunidade, reprodução, anti-cancerígeno.
Fontes: óleo de dendê, cenoura, couve, espinafre, manteiga.
Deficiência: cegueira noturna, alterações cutâneas.
Excesso: dor e fragilidade óssea, hidrocefalia e vômitos em crianças, pele seca com fissuras, unhas frágeis, perda de cabelo, gengivite, anorexia, irritabilidade, fadiga, hepatomegalia e função hepática anormal, oscite e hipertensão portal.
VITAMINA B1 (ou TIAMINA)
Funções: respiração tecidual, metabolismo de corboidratos, gorduras e proteínas.
Fontes: nozes, levedo de cerveja, germe de trigo.
Deficiência: confusão mental, fraqueza muscular, instabilidade emocional, depressão, irritabilidade, perda de apetite, letargia,beri-beri (insuficiência cardíaca e manifestações nervosas).
Excesso: Não conhecido.
VITAMINA B2 (ou RIBOFLAVINA)
Funções: crescimento, produção de corticosteróides, formação das células vermelhas do sangue, gliconeogenese e atividade reguladora das enzimas tiróideas.
Fontes: hortaliças de folhas verdes, levedo de cerveja.
Deficiência: estomatite angular, lacrimejamento, queimação e coceira nos olhos, síndrome uro-genital.
Excesso: Não conhecido.
Funções: componente de coenzimas relacionadas às enzimas respiratórias e vasodilatadoras.
Fontes: trigo integral, amendoim.
Deficiência: fraqueza muscular, anorexia, indigestão, pelagra, estomatite angular, língua vermelha, lesões dematológicas, perturbações mentais.
Excesso: formigamento e enrubecimento da pele, sensação de latejamento na cabeça.
VITAMINA B5 (ÁCIDO PANTOTÊNICO)
Funções: essencial para a digestão de carboidratos, gorduras e proteínas.
Fontes: presente em todos os vegetais.
Deficiência: dermatites, sensação de queimação, perda de apetite, náusea, indigestão, estresse.
Excesso: não se conhecem efeitos tóxicos sérios, mas a ingestão de grandes quantidades pode causar diarréia.
VITAMINA B6 (ou PIRIDOXINA)
Funções: imunidade celular, liberação de glicogênio hepático e muscular, diurético.
Fontes: cereais, pães integrais, banana, batata, abacate.
Deficiência: anormalidades no sistema nervoso central, retardo mental, convulsões, anemia hipocrônica.
Excesso: insônia.
VITAMINA B9 (ÁCIDO FÓLICO)
Funções: divisão celular e transmissão de traços hereditários, formação e maturação dos eritrócitos e leucócitos.
Fontes: espinafre, vegetais de folhas verdes, levedo de cerveja, cenoura.
Deficiência: diminuição do crescimento, anemia megaloblástica e outros distúrbios sangüíneos, glossites e distúrbios no tratogastrointestinal.
Excesso: interfere na ação farmacológica de drogas anticonvulsivas.
VITAMINA B12 (CIANOCOBALAMINA)
Funções: metabolismo celular, crescimento.
Fontes: suplementos de origem vegetal
Deficiência: diminuição do crescimento, anemia e outros disturbios sanguíneos e distúrbios no trato gastrointestinal.
Excesso: interfere na ação farmacológica de drogas anticonvulsivas.
VITAMINA C (ÁCIDO ASCÓRBICO)
Funções: produção e manutenção do colágeno (integridade celular), cicatrização, absorção do ferro.
Fontes: frutas cítricas, hortaliças de folhas verdes, pimentão, tomate, batata.
Deficiência: fragilidade capilar, hemorragia, escorbuto.
Excesso: formação de cálculos de urato, cistina e oxalato (+ de 9 g/dia).
VITAMINA D
Funções: absorção, mobilização e reabsorção de cálcio e fosfato.
Fontes:luz solar.
Deficiência: raquitismo, osteomalácia.
Excesso: calcificação óssea excessiva, cálculos renais, calcificação metastática de partes moles (rins e pulmões), hipercalcemia, cefaléia, fraqueza, vômitos, náusea, constipação, poliúria, polidipsia.
VITAMINA E
Funções: antioxidante.
Fontes: germe de trigo, óleo de milho, sementes de algodão, girassol e soja, vegetais de folhas verdes.
Deficiência: fragilidade muscular, deposição ceróide no músculo liso, creatinúria, hemólise, reabsorção fetal, atrofia testicular, anormalidades embrionárias, distrofia muscular, encefalomalácia e necrose hepática.
Excesso: efeito anticoagulante e prolongamento do tempo de coagulação sangüínea.
VITAMINA K
Funções: processo de coagulação sangüínea.
Fontes: vegetais de folhas verdes, nabo.
Deficiência: hemorragia.
Excesso: anemia hemolítica, hernicterus
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