segunda-feira, 19 de julho de 2010

Glutamato Monossódico (GMS): O Sabor Que Mata

Glutamato Monossódico (GMS): É este o assassino que se esconde em nossos armários de cozinha?  



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Um silencioso e difundido assassino que é pior à sua saúde que álcool, nicotina e muitas outras drogas está provavelmente escondido em seu armário de cozinha neste exato momento. [1]. "Ele" é o glutamato monossódico ou GMS (MSG, Monossodium Glutamate do nome original em inglês), um realçador de sabor que é conhecido amplamente como um aditivo na comida chinesa, mas que na verdade é adicionado a milhares de alimentos que você e sua família regularmente comem, especialmente se você é como a maior parte dos norte-americanos e come a maioria de sua comida como alimento processado ou em restaurantes.

Glutamato monossódico é um dos piores aditivos alimentares no mercado e é usado em sopas enlatadas, biscoitos, carnes, saladas, refeições congeladas e muito mais. É encontrado em restaurantes e supermercados locais, na lanchonete da escola das crianças, e incrivelmente, mesmo na comida de bebê e em fórmulas infantis.

O GMS é mais do que somente um tempero como o sal e pimenta, ele realça o sabor dos alimentos, fazendo o gosto de carnes processadas e refeições congeladas ficar melhor e cheirar melhor, as saladas ficarem mais saborosas e comidas enlatadas com gosto menos metálico.

Enquanto os benefícios do GMS à indústria de alimentos está bem clara, este aditivo alimentar pode estar lentamente e silenciosamente fazendo grandes danos para sua saúde.



O que exatamente é o Glutamato Monossódico?

Você pode lembrar quando o pó de GMS chamado "Accent" primeiramente veio aos mercados norte-americanos. Bem foi há muitas décadas anterior a este, em 1908, que o glutamato foi inventado. O inventor foi Kikunae Ikeda, um japonês que identificou a substância natural que incrementava o sabor, provinda da alga marinha.

Tomando como base esta substância, eles foram capazes de criar um aditivo criado pelo homem, o glutamato monossódico, e ele e seu parceiro criaram a Ajinomoto, que é hoje o maior produtor deste produto (e, interessante, também um produtor de remédios).
Quimicamente falando, o GMS é aproximadamente 78% de ácido glutâmico livre, 21% de sódio, e até 1% composto de contaminantes. [3].

É uma ideia errada que o glutamato monossódico é um condimento ou um amaciador de carne. Na realidade, ele tem um sabor fraco, além do que, quando você ingere GMS, você pensa que o alimento que está comendo tem mais proteína e tem um melhor sabor. Ele faz isso enganando sua língua, usando um pouco conhecido quinto estado de sabor: umami.

Umami é o gosto do glutamato, que é um saboroso gosto encontrado em muitas comidas japonesas, bacon e também no aditivo alimentar tóxico glutamato monossódico. É por causa do umami que o alimento com GMS tem sabor mais forte, robusto, e geralmente melhor, para muitas pessoas, do que o alimento sem ele.

O ingrediente não se tornou amplamente divulgado nos Estados Unidos até a Segunda Guerra Mundial, quando os militares americanos perceberam que a ração dos soldados japoneses era muito mais saborosa que as versões americanas por causa do GMS.

Em 1959, a FDA (Food and Drug Administration, ou Agência Norte-Americana de Controle de Alimentos e Medicamentos), classificou o glutamato monossódico como "ordinariamente conhecido como seguro (Generally Recognized as Safe ou GRAS)" e assim se manteve desde então. Ainda assim foi um sinal de alerta quando apenas 10 anos depois uma condição conhecida como a "Síndrome do restaurante chinês" apareceu na literatura médica, descrevendo os numerosos efeitos colaterais, desde falta de sensação, até palpitações cardíacas que a pessoas experienciavam depois de comer glutamato.

Hoje esta síndrome é mais apropriadamente chamada "complexo dos sintomas do GMS" (termo original do inglês: MSG Symptom Complex), que a FDA identifica como "reações de curto-prazo" do glutamato. Mais destas "reações" ainda virão à tona.

Glutamato Monossódico: o Sabor Que Mata


Por que Glutamato Monossódico é tão perigoso?

Uma das melhores visões gerais dos reais perigos do glutamato vem do Doutor Russell Blaylock, um neurocirurgião "board certified" (que tem anos de treinamento e entendimentos da diagnose, tratamento e prevenção de enfermidades) e autor do "Excitotoxinas: o Sabor que Mata". Nele ele explica que o glutamato é uma excito-toxina, o que significa que ele superexcita suas células ao ponto de ser perigoso ou mortal, causando danos em vários graus - e potencialmente mesmo acionar ou piorar disfunções de aprendizado, Alzheimer, Parkinson, Lou Gehrig, e mais.

Parte do problema também é que o ácido glutâmico livre é o mesmo neurotransmissor que o seu cérebro, sistema nervoso, pâncreas e outros órgãos usam para iniciar certos processos em seu corpo. [4]. Até a FDA afirma:

"Estudos tem mostrado que o corpo usa glutamato, um aminoácido, como um transmissor de impulsos nervosos no cérebro e que há também tecidos que respondem ao glutamato em outras partes do corpo. As anomalias no funcionamento dos receptores de glutamato tem sido conectadas com certas enfermidades neurológicas, como o Alzheimer e a doença de Huntington (distúrbio caracterizado por movimentos musculares anormais espontâneos e irregulares). Injeções de glutamato em animais de laboratório resultaram em danos às células nervais do cérebro." [5]

Embora a FDA continua a alegar que consumir glutamato monossódico nos alimentos não causa estes efeitos danosos, muitos outros especialistas dizem o contrário.
De acordo com Dr. Blaylock, numerosos receptores glutâmicos tem sido encontrados tanto no sistema de condução elétrica do coração quanto no músculo do coração em si. Isto pode ser bem danoso para seu coração, e pode mesmo explicar as mortes inesperada às vezes vista entre atletas jovens.

Ele diz: "Quando um excesso de excito-toxinas de origem alimentar, como o GMS, proteína hidrolisada de soja e concentrada, caseinato de sódio e aspartato do aspartame, são consumidas, estes receptores glutâmicos são super-estimulados, produzindo arritmia cardíaca. Quando o estoque de magnésio está baixo, como vemos em atletas, os receptores glutâmicos são muito sensíveis e mesmo níveis pequenos destas excito-toxinas podem resultar em arritmias cardíacas e morte". [6]

Muitos outros efeitos adversos tem sido relacionados ao consumo regular de GMS, incluindo:


* Obesidade
* Danos oculares
* Cefaleia (dor de cabeça)
* Fadiga e Desorientação
* Depressão



Além do mais, mesmo a FDA admite que as "reações de curto-prazo" conhecidas como complexo dos sintomas do GMS (MSG Symptom Complex) podem ocorrer em certos grupos de pessoas, especialmente os que ingeriram "altas doses" de glutamato monossódico ou aqueles que tem asma. [7]


De acordo com a FDA, O complexo de sintomas do GMS pode envolver sintomas como:

* Perda de sensibilidade 

* Sensação de queimadura
* Formigamento
* Pressão facial ou sensação de sufocamento
* Dor no peito ou dificuldade respiratória
* Cefaleia
* Náusea
* Palpitação cardíaca
* Sonolência
* Fraqueza

Ninguém sabe informar com certeza quantas pessoas podem ser "sensíveis" ao GMS, mas estudos dos anos 70 sugerem que 25 a 30% da população norte-americana era intolerante ao Glutamato - em níveis então encontrados em alimentos. Desde que o uso do Glutamato expandiu dramaticamente deste aquele período, é estimado que até 40% da população pode ser impactada. [8]



Como saber se o Glutamato Monossódico está em sua comida

Os produtores de alimentos não são estúpidos, e eles são cautelosos do fato que as pessoas como você procuram evitar comer este tipo de aditivo alimentar asqueroso. Como resultado, você acha que eles respondem removendo o glutamato de seus produtos? Bem, poucos tem feito, mas a maioria deles só tentaram "limpar" suas embalagens. Em outras palavras, eles tentam esconder o fato que o GMS é um ingrediente.

Como eles fazem isso? Usando nomes que você nunca poderia associar com o produto.
É requerido pela FDA que os produtores de alimentos listem o ingrediente "glutamato monossódico" nas embalagens dos alimentos, mas eles não tem que listar os ingredientes que contém ácido glutâmico livre, mesmo se ele é o principal componente do GMS.

Há mais de 40 ingredientes que contém ácido glutâmico [9], mas você nunca sabe se eles só são nomes isolados. Além disso, em alguns alimentos o ácido glutâmico é formado durante o processamento, e novamente, as embalagens dos alimentos não lhe informam isso.



Dicas para evitar o Glutamato Monossódico de sua alimentação

Em geral, se um alimento é processado você pode supor que ele contém glutamato (ou um de seus pseudo-ingredientes). Então, se você aderiu a uma alimentação de alimentos frescos, você pode bem garantir que você está evitando esta toxina.

O outro local onde você terá que tomar cuidado são os restaurantes. Você pode perguntar que itens do menu são livres de glutamato, e pedir que nenhum glutamato seja adicionado em sua refeição, mas claro que o único local onde você pode ter certeza absoluta do que é adicionado ou não é a sua própria cozinha.

Para realmente se garantir, você deve saber com que ingredientes tomar precaução em alimentos empacotados. 


Aqui está uma lista de ingredientes que SEMPRE contém glutamato monossódico: 
(nem todos foram traduzidos por não existir correlato ao português, segue abaixo os nomes originais como constam no artigo): 

Autolyzed Yeast (Extrato de levedura), Calcium Caseinate (Caseinato de calcio), Gelatin (Gelatina), Glutamate/Glutamic Acid (Ácido glutâmico), Hydrolyzed Protein, Monopotassium Glutamate ( Glutamato monopotássico), Monosodium Glutamate (Glutamato monossódico), Sodium Caseinate (Caseinato de sódio),Textured Protein, Yeast Extract (Extrato de levedura), Yeast Nutrient

Estes ingredientes frequentemente contém glutamato ou criam este durante o processamento: [10] (não foram traduzidos os termos abaixo, por isso fica listado integralmente os originais em inglês):


 Flavors and Flavorings (Condimentos), Seasonings (Temperos), Natural Flavors and Flavorings, Natural Pork Flavoring, Natural Beef Flavoring, Natural Chicken Flavoring, Soy Sauce, Sopy Protein Isolate, Soy Protein, Bouillon, Stock, Broth, Malt Extract, Malt Flavoring, Barley Malt, Why Protein,Carrageenan, Maltodextrin, Pectin, Enzymes, Protease, Corn Starch, Citric Acid, Powdered Milk, Anything Protein Fortified, Anything Enzyme Modified, Anything Ultra-Pasteurized

Se você come alimentos processados, por favor lembre-se de verificar estes nomes ocultos do glutamato.



Escolhendo ser Livre dos Glutamatos

Tomar a decisão de evitar GMS em sua alimentação é mais que possível uma escolha sábia para todos ao seu redor. Reconhecidamente, toma mais tempo planejando na cozinha e preparando comida em casa, usando ingredientes frescos e cultivados localmente. Mas saber que sua comida é pura e livre de aditivos tóxicos como o glutamato é algo inestimável.
Além disso, escolher seu alimento lhe trará ultimamente um melhor sabor e valores mais saudáveis que qualquer comida processada com glutamato que você pode comprar no supermercado.

Nota do tradutor: O texto é escrito utilizando o contexto dos Estados Unidos, nem por isso ele não deixa de ser válido no Brasil ou em outro país que seja. No país, o glutamato é encontrado em salgados como batata-frita com sabor de cebola, embutidos como salames, também na mortadela, presunto, frios em geral, no molho de soja (algumas marcas aparentemente não colocam este ingrediente) e em muitos produtos japoneses. Ler o rótulo das embalagens é um bom começo para evitar o consumo desta substância. O equivalente maléfico doce do glutamato é o aspartame, encontrado em produtos diet, light, e similares. Grandes empresas usam GMS, leia a lista de ingredientes, e zele pelo seu bem-estar. O melhor protesto é não comprar produtos de quem não tem se preocupa com a sua saúde e claro, a dos animais.



Nota do tradutor: O texto é escrito utilizando o contexto dos Estados Unidos, nem por isso ele não deixa de ser válido no Brasil ou em outro país que seja. No país, o glutamato é encontrado em salgados como batata-frita com sabor de cebola, embutidos como salames, também na mortadela, presunto, frios em geral, no molho de soja (algumas marcas aparentemente não colocam este ingrediente) e em muitos produtos japoneses. Ler o rótulo das embalagens é um bom começo para evitar o consumo desta substância. O equivalente maléfico doce do glutamato é o aspartame, encontrado em produtos diet, light, e similares. Grandes empresas usam GMS, leia a lista de ingredientes, e zele pelo seu bem-estar. O melhor protesto é não comprar produtos de quem não tem se preocupa com a sua saúde. Em português http://www.vidaintegral.com.br/noticias.php?noticiaid=948

Fontes e Referências:
- Notícias Naturais: Glutamato Monossódico (GMS): O Sabor Que Mata
-Blog Mercola: MSG: Is This Silent Killer Lurking in Your Kitchen Cabinets?

[1] Mercola.com “The Shocking Dangers of MSG You Don’t Know,” video Part 1
[2][3][9][10] Price-Pottenger Nutrition Foundation, Samuels, Jack “MSG Dangers and Deceptions”
[4] MSGTruth.org “What Exactly is MSG?”
[5] U.S. Food and Drug Administration “FDA and Monosodium Glutamate (MSG)” August 31, 1995
[6] eMediaWire “Athlete Alert: Renowned Neurosurgeon Identifies Aspartame & MSG in Sudden Cardiac Death” April 15, 2005
[7] FDA Consumer Magazine “MSG: A Common Flavor Enhancer” January-February 2003
[8] TruthinLabeling.org “This is What the Data Say About Monosodium Glutamate Toxicity and Human Adverse Reactions”


Fonte

Beneficios do Vinagre Natural de Maçã

O vinagre de maçã fermentado naturalmente não contem aditivos nem conservantes, sem qualquer contra indicação.
Os efeitos benéficos do vinagre no organismo:

ANEMIA: Doença causada por hemorragia, agentes químicos ou carência vitamínica ela pode ser perigosa porque predispõe a outras enfermidades. Para combatê-la o organismo necessita de ferro, vitamina B-12 além de uma extensa lista de elementos nutritivos. O vinagre de maçã contém grande parte desses elementos, portanto utilize-o, prontamente, nas saladas e nas refeições em geral, se pretende combater a anemia.

ARTRITE: Ocorre quando as articulações inflamam devido à infecção bacteriana ou traumática. Para amenizar as dores causadas por esta doença e tratá-la faça o seguinte: misture uma colher (café) de vinagre de maçã em um copo com água. Beba a mistura pela manhã e à noite. Outro método que consideram eficaz é beber um copo com água antes das principais refeições, contendo 2 colheres (café) de vinagre.

ASMA: Pode ser aliviada combinando-se os benefícios da acupressão com o vinagre de maçã. Aplique gaze umedecida com vinagre no lado interno dos pulsos, prendendo-as com a ajuda de um elástico.

CABELOS: Ficam mais macios, abundantes e vistosos, se aplicar neles, depois de lavados e enxaguados, uma mistura de água e vinagre. Meça dois copos de água morna, misture uma colher (chá) de vinagre e despeje sobre os cabelos ainda úmidos.

CÃIBRAS: Tomar, durante as refeições, um copo de água misturado com uma colher (sobremesa) de vinagre de maçã, diariamente, combate as cãibras noturnas. Outro bom remédio para evitá-las é fazer uma mistura com 1 colher (café) de vinagre de maçã e 1 colher (sopa) de lactado de cálcio em 1/2 copo de água. Beba essa mistura uma vez ao dia.

CALOS: Aplique compressas de vinagre de maçã, utilizando para isso meia fatia de pão dormido embebido em vinagre. Faça isso toda noite antes de dormir até que os calos desapareçam por completo.

CASPA: Após lavar a cabeça normalmente, enxágüe os cabelos com uma água contendo 1/2 copo de vinagre de maçã misturado com três copos de água morna. Esse tratamento além de combater a caspa, revigora os cabelos escuros e dá brilho aos cabelos claros.

CATARATA: O desenvolvimento da catarata está associado à oxidação do cristalino. Isto ocorre quando os radicais livres alteram a sua estrutura. Entretanto, o betacaroteno encontrado, principalmente na cenoura, mas também em outros alimentos como a maçã e o vinagre desta fruta, podem prevenir a catarata, isto porque o betacaroteno é um poderoso antioxidante que diminui os riscos de desenvolvimento da doença. Logo, para prevenir-se da catarata consuma, demasiadamente, alimentos que contenham betacaroteno, sem esquecer de ingerir doses diárias do vinagre de maçã.

COCEIRA NA PELE: Podem ser aliviadas se passar na pele um chumaço de algodão umedecido com vinagre de maçã.

COCEIRA NOS OLHOS: Você pode aliviá-las passando no local um chumaço de algodão embebido em vinagre de maçã. O vinagre deve ser diluído na proporção de 1 volume de vinagre para 4 volumes de água.

COLESTEROL: O vinagre contém uma fibra, a pectina, que percorre lenta e suavemente o organismo se aglutinando ao colesterol. Ao percorrer o organismo rumo à saída, a pectina leva consigo o colesterol. Eliminando o alto nível de colesterol, se reduz os riscos de problemas cardiovasculares, como ataques cardíacos e apoplexia.

CRAVOS E ESPINHAS: À noite, quando for deitar-se, passe no rosto uma pomada feita com morangos e vinagre de maçã. A pasta deve ser preparada com três morangos e 1/4 de copo de vinagre de maçã, amasse bem e deixe a mistura descansar por duas horas. Aplique esta pomada sobre o rosto e durma com ela, retirando-a, pela manhã, lavando normalmente o rosto. Faça o tratamento três vezes por semana e, em breve, se livrará das espinhas e cravos. Este tratamento também conserva a pele macia e saudável, retardando o envelhecimento.

DIGESTÃO DIFÍCIL: O vinagre de maçã contém substâncias bastantes semelhantes às que são naturalmente secretadas pelo estômago para digerir os alimentos, por isso ele leva a fama de facilitador digestivo. Ao passo que auxilia na digestão é óbvio que ocorre uma melhora geral do metabolismo. Para combater a má digestão beba, no meio das refeições, 3 colheres (chá) de vinagre de maçã em um copo com água.

DOR DE GARGANTA: Misture 1/4 de copo de vinagre de maçã e beba 1 colher (sopa) a cada 2 horas. Faça gargarejos com uma mistura de um copo de água morna e uma colher (sopa) de vinagre.

DOR DE CABEÇA: Coloque um pouco de vinagre de maçã na água de um inalador. Inale essa mistura durante 5 minutos, em seguida deite-se e a dor de cabeça vai desaparecendo aos poucos; ou enrole um pano umedecido com vinagre de maçã em volta da cabeça como se fosse um turbante.

DOR NO ESTÔMAGO: Beba, aos poucos, um copo de água morna contendo 1 colher (sopa) de vinagre de maçã. Este procedimento além de amenizar as dores de estômago, também combate a flatulência.

ESQUECIMENTO: Acredita-se que quem bebe, regularmente, pequenas doses de vinagre goza de urna mente viva por muito mais tempo.

FLATULÊNCIA (GASES): Acredita-se que não há nada que cause mais flatulência que os grãos das leguminosas, portanto sempre que for cozinhar feijão e outras leguminosas, coloque na panela do cozimento um pouco de vinagre.



"ATENÇÃO.... As dicas e receitas não são prescrições médicas, e sim meramente informativas da utilização popular do Vinagre de Maçã. Antes de tratar-se com o Vinagre de Maçã, consulte o seu médico, em especial se possuir doenças crônicas ou estiver fazendo uso de remédios químicos....

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Pimentas, um santo remédio

O Ministério do Bom-humor adverte: consumir pimentas e pimentões alivia dor de cabeça, melhora a circulação e não faz mal para o estômago.

Um molho especial de pimenta caiu na mesa de Marcos Cury, num bar, em Campinas, no interior do Estado de São Paulo e virou o centro das atenções. Ele criou cinco misturas para utilizar em salgados e lanches, nas reuniões com os amigos. A mesa ao lado experimentou, o boca-a-boca atraiu outros fregueses do bar e as encomendas só fizeram aumentar. O blend ganhou nome e embalagem — “Ardência no Regaço” — e obrigou o representante de material de engenharia a virar empresário.

Hoje, a pimenta é o principal fruto dos Cury em uma das maiores empresas de conservas e condimentos finos do País. Representa 50% das 20 toneladas de tudo que é produzido no sítio da família, em Morungaba, vizinha a Campinas. A produção já tem certificação como cultura orgânica, com reconhecimento internacional, e é exportada para países da Europa e Ásia, além de ser distribuída em 800 pontos de vendas no Brasil.

A família Cury prospera com bom-humor e praticamente sem dor-de-cabeça. E não é força de expressão. Essas são duas das propriedades terapêuticas das pimentas, segundo o clínico geral Alexandre Feldman. “Existem estudos demonstrando a eficácia da capsaicina e da piperina — componentes químicos, respectivamente, da pimenta vermelha e da pimenta-do-reino — na prevenção a dores de cabeça. Essas substâncias também possuem propriedades anticâncer. Comer pimenta ainda ‘provoca’ bem-estar, devido à estimulação à liberação de endorfinas, fabricadas no cérebro e responsáveis por sensações agradáveis, gerando bom humor”, explica.

Feldman conta que maias, astecas, hindus e várias tribos africanas sempre foram comedores de pimenta, hábito hoje disseminado entre seus descendentes, no México, Índia, África e nordeste do Brasil (por influência africana). O médico é um defensor das pimentas e incentivador de seu consumo como remédio e na prevenção de doenças. As substâncias químicas que tornam as pimentas ardidas são capazes de combater dores crônicas, por sua ação antiinflamatória. A recomendação é experimentar sem medo do sabor picante e, assim, acostumar, pouco a pouco. A alimentação deve ser saudável e o tempero das refeições, moderado, mas qualquer tipo de pimenta serve.  
Funciona contra enxaqueca, por exemplo. Alexandre Feldman tem uma receita caseira publicada no livro Enxaqueca, finalmente uma saída, de sua autoria. “Já recebi, através do meu site, relatos de pessoas que utilizam chá de pimenta, com sucesso, quando têm dores de cabeça. É só misturar 6 ou 7 grãos de pimenta-do-reino em uma xícara de água fervendo, deixar por 10 minutos e tomar em seguida”, assegura. E contesta algumas crenças populares: “Dizem que pimenta provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas. Tudo isso é mito e nunca foi demonstrado na literatura médico-científica”.  
Sejam destinadas à Medicina ou à culinária, as pimentas e os pimentões garantem alta variedade de opções. As espécies nativas são todas do gênero Capsicum, da família Solanaceae. Cerca de 12 mil hectares delas são cultivados anualmente no país, gerando recursos da ordem de US$ 1,5 milhão, somente na comercialização de sementes, segundo estatísticas da Embrapa Hortaliças. A área de cultivo brasileira, no entanto, é considerada insignificante se comparada à chinesa, cerca de 8.400 vezes maior.
 “O Brasil ainda é pouco competente na produção de pimenta, principalmente a malagueta. A Índia é a maior produtora dessa pimenta brasileira. O País não acordou: tem tudo para ser o maior produtor do mundo e não é”, desabafa a jornalista Rosa Nepomuceno, autora do livro Viagem ao Fabuloso Mundo das Especiarias. Para ela, a malagueta é a verdadeira “pequena notável” porque está inserida na culinária e no cultivo em escala mundial.  
E quando se pensa no conhecimento sobre a diversidade genética das espécies nativas brasileiras, então, a defasagem é ainda mais grave. Mesmo sendo origem de grande número de espécies do gênero Capsicum, com áreas importantes de ocorrência tanto na Mata Atlântica como na Amazônia, o Brasil ainda engatinha nas pesquisas. Estudos da Embrapa Hortaliças recomendam programas de melhoramento das coleções de germoplasma de todo o gênero. Falta conhecimento sobre resistência a doenças, sabor, aroma, cor, tipo de fruto ou produtividade.  
A própria Embrapa procura preencher a imensa lacuna com o projeto Capsicum, uma expedição de pesquisadores que foi a campo em busca de espécies silvestres, semidomesticadas e domesticadas. Informações relevantes foram levantadas e incorporadas à literatura técnica sobre as pimentas brasileiras. Os pesquisadores verificaram que o número de espécies silvestres brasileiras parece ser maior do que o referido em bibliografia; expandiu-se, consideravelmente, o conhecimento sobre a distribuição geográfica de algumas espécies; o Sudeste brasileiro foi confirmado como o maior centro de diversidade para espécies silvestres do gênero; acrescentaram-se informações sobre a estrutura de populações; as espécies silvestres brasileiras apresentam uma dispersão diferente daquelas semidomesticadas.  
Além da informação, a qualidade e a quantidade do material coletado permitirão o estabelecimento, senão da única, da maior coleção de espécies silvestres de Capsicum. Quem sabe assim o brasileiro acorda para o valor ardido de uma de suas melhores aliadas de mesa. Como diria o filósofo Aristóteles, “a natureza não faz nada sem propósito”.  
Uma família famosa  
A batata (Solanum tuberosum), a beringela (Solanum melongena), o tabaco (Nicotiana tabacum), o tomate (Lycopersicon esculentum) e as pimentas (Capsicum sp.) pertencem à mesma família vegetal: as solanáceas. Trata-se de uma grande família, espalhada por todo o planeta, com mais de 90 gêneros e cerca de 3.000 espécies. Apesar da distribuição mundial, a maioria das espécies se concentra na América do Sul, na América Central e na Austrália. Na sua grande maioria, são ervas e arbustos.  
A palavra solanácea vem do latim solari – consolar ou aliviar – devido às propriedades calmantes (narcóticas) de algumas espécies. Outras são venenosas e terapêuticas: o tabaco (rico em alcalóides e com propriedades inseticidas), a mandrágora ou Mandrake (Mandragora officinarum), a belatona (Atropa belladonna, de onde extrai- se a atropina), a erva do diabo do escritor Carlos Castañeda e as daturas (Datura inoxia, D. stramonium), ricas em estramônio e escopolamina.  
Entre pimentas e pimentões – verdes, vermelhos, doces e tipo caiena – são mais de 20 espécies do gênero Capsicum, com grande variedade de tamanho, cor, forma e pungência, como a pimenta malagueta (Capsicum frutescens); a rocoto (Capsicum pubescens); a pimenta vermelha, cambuci, fina, dedo de moça (Capsicum baccatum); a pimenta jalapeña (Capsicum annuum), e a pimenta de passarinho, de cheiro ou de bode (Capsicum chinense), que apesar do nome é originária das Américas.  
Muitas são silvestres e outras totalmente domesticadas pelo homem. Entre as cultivadas no Brasil, apenas uma veio da Ásia: a pimenta-do-reino, que, a rigor, não é uma pimenta como as outras: pertence à família das piperáceas (seu nome científico é Piper nigrum) e tem princípios ativos bem diferentes. Na América do Sul, a maior diversidade de espécies do gênero Capsicum encontra-se na Mata Atlântica entre o Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.  
(Evaristo E. de Miranda é doutor em Ecologia e pesquisador da Embrapa Monitoramento por Satélite)

Tesouro do descobrimento
  
Cristóvão Colombo descobriu as pimentas em 1492. Diego Alvarez Chanca, médico a bordo da segunda expedição de Colombo (de 1493), embarcou as primeiras plantas de Capsicum para a Espanha. Em 1494, escreveu sobre os efeitos medicinais destas plantas. Levadas pelos portugueses para a Europa, África e Ásia, já no século 16 uma variedade de pimenta em Goa (Índia) era chamada de Pernambuco, documentando sua origem. O Livro de Cozinha da Infanta Dona Maria de Portugal, de 1507, apresentava diversas receitas de carnes com pimenta.  
Outro registro histórico é do alemão Hans Staden, prisioneiro dos índios tupinambás entre 1547 e 1555. Ele fez um relato bastante circunstanciado das pimentas: “Há duas qualidades de pimenta naquela terra. Uma é amarela, outra vermelha. Ambas as qualidades crescem, porém, da mesma maneira.
Quando a pimenta está verde tem o tamanho do fruto da roseira brava, que cresce no espinheiro. O pimenteiro é um pequeno arbusto de mais ou menos uma braça de alto. Tem pequenas folhas e fica cheio de pimenta. A pimenta tem gosto ardido. Os selvagens a colhem e secam ao sol”.  
Staden relatou o uso da pimenta como alimento – “Quando os índios cozinham peixe ou carne põem dentro habitualmente pimenta verde” – e como arma de guerra – “Quando o vento sopra, fazem uma grande fogueira e lançam dentro um montão de pés de pimenta. Se a fumaça dá de encontro às cabanas, o inimigo tem que sair então para fora”. Séculos depois, o mesmo princípio é empregado no spray de pimenta utilizado pela polícia e em armas de defesa pessoal.  
Dentre os primeiros e principais registros científicos sobre a pimenta está o trabalho de Leonhartus Fuchsius de 1543: De historia stirpium. Ele contém a descrição e três desenhos da pimenteira, muito detalhados. Os frutos e sementes da pimenta espalharam-se pelo mundo e foram incorporados à culinárias dos mais diversos povos. Hoje, só a China planta mais de 700 mil hectares de pimenta e os tailandeses e coreanos estão entre os maiores consumidores do mundo: 5 a 8 gramas por pessoa/dia. A palavra pimenta tornou-se sobrenome no Brasil e em Portugal, e tanto pimenta como pimenteiras designam rios, bairros e cidades de Minas Gerais, Mato Grosso, Rondônia e São Paulo.
Cultive sua preferida em casa
More em apartamento ou em casa, você pode cultivar pimentas e pimentões em vasos e jardineiras. As dicas dos cuidados necessários são do paisagista e fotógrafo Du Zuppani:
» As pimenteiras são vendidas em lojas especializadas e supermercados. Se preferir, compre sementes, plante a meio centímetro da superfície e, quando germinar, escolha a melhor muda e elimine as outras
» A medida mínima do vaso é de 20 cm de diâmetro e 30 cm de altura
» Os vasos ou jardineiras devem ficar em lugares de bastante claridade ou com algumas horas de sol
» No fundo do vaso coloque 2 cm de pedra brita ou caco de telhas para a drenagem
» Utilize composto já pronto ou faça o seu: 70% de terra, 20% de areia e 10% de terra orgânica
» Molhe duas a três vezes por semana. Quando a terra estiver úmida adie uma rega
» Se observar anomalia no desenvolvimento, avalie se a planta não está em local inadequado
» Se quiser guardar sementes para novo plantio, tire do fruto, embrulhe em jornal e deixe secar em lugar fresco
Capriche na conserva   
Ingredientes:
1 copo de vinagre branco
1 copo de cachaça
1 colher (de sopa) de açúcar
1 colher (de chá) de sal
Cerca de 500 g de pimentas selecionadas  
Modo de preparo:
Faça o branqueamento das pimentas, ou seja, coloque-as na água fervente e deixe em torno de 20 segundos. Retire e mergulhe em água gelada. Seque as pimentas. Faça uma calda com o vinagre, a cachaça e o açúcar, levando esta mistura para ferver por 2 minutos. Coloque as pimentas num vidro esterilizado e jogue por cima a calda quente. Se quiser, tempere com dente de alho ou cebola, para enriquecer o sabor. Tampe o vidro. Forre a panela com um pano, coloque água à temperatura ambiente. Coloque o vidro, tampado, de boca para baixo, sobre o pano. Deixe ferver em fogo brando. Apague o fogo e retire o vidro da água somente depois de esfriar, para não estourar.
Pão delícia
Ingredientes:
50 gramas de fermento biológico
2 colheres de sobremesa de açúcar
_ lata de creme de leite
200 ml de leite
_ xícara de cerveja
_ xícara de óleo de milho
1 xícara de água morna
2 ovos inteiros
1 colher (de sopa) de sal
1 pimentão amarelo
1 pimentão vermelho
1 pimentão verde
1 pitada de bicarbonato de sódio  
Modo de preparo:
Dissolva o fermento em um pouco de água e misture os ovos. Acrescente a cerveja, o sal e o creme de leite, misturando tudo muito bem. Aos poucos, coloque a farinha. Sove a massa (mole), ‘rasgando’ por 5 minutos. Separe em três partes iguais. Bata no liquidificador cada pimentão (com casca e cru) com uma pitada de bicarbonato de sódio. Acrescente à massa 6 colheres de sopa do pimentão batido: uma cor de pimentão para cada parte da massa. Coloque farinha, se necessário, até que solte da mão. Deixe crescer por 20 a 30 minutos. Divida ao meio cada uma das três partes. Pegue uma parte de cada cor e faça rolos para uma forma grande de pão (10x30x8cm). Asse em forno médio por 30 a 40 minutos.
Para saber mais: 
Informações gerais no livro Capsicum: pimentas e pimentões no Brasil, editado pela Embrapa e organizado por F. J. B. Reifschneider. No site 
www.sct.embrapa.br/LiV
Histórias e usos reunidos pela jornalista Rosa Nepomuceno no livro Viagem ao fabuloso mundo das especiarias, já publicado pela Editora José Olympio, e O Brasil na rota das especiarias, da mesma editora, com lançamento previsto para o final do ano. Informações (21) 2585 2060
Dicas de cultivo no site da Embrapa Hortaliças: www.cpnh.embrapa.br/projetos/capsicum/index6.htm
Dicas medicinais no site do Dr. Alexandre Feldman: site www.enxaqueca.com.br
Companhia das Ervas: site www.ciadaservas.com.br 

Confraria da Pimenta: Blog dedicado aos apreciadores de pimenta. Molhos, conservas, doces, geléias, sementes, ou seja, tudo relacionado a pimenta. E muitas CURIOSIDADES sobre pimentas !


Nota do Universo dos Alimentos:
A minha amiga Ellen vai adorar esta matéria! Visitem o Blog porque é inteligente e Ético!

domingo, 11 de julho de 2010

Vantagens e riscos de uma dieta vegetariana

A dieta ovolactovegetariana contém todos os alimentos da dieta omnívora com excepção dos produtos cárneos e do pescado.

Nunca se ouviu falar tanto de dieta vegetariana como agora. O que para muitas pessoas tem a ver com razões culturais, religiosas, filosóficas ou mesmo de saúde, para outras é uma questão de moda. E para outras ainda, sobretudo os adolescentes, um excelente mote de discussão e atrito com os pais, numa área que lhes é, ou aparenta ser, tão sensível. Por isso, de vez em quando, aparecem-me na consulta mães angustiadas porque os seus filhos decidiram enveredar por uma alimentação vegetariana. É justa esta preocupação? Depende do tipo de alimentação vegetariana que se propõem fazer.

Se é vegetarianismo puro, também chamado de veganismo, que exclui qualquer produto ou subproduto de origem animal, eu diria que é não só preocupante para os adolescentes, como para crianças, grávidas e mesmo adultos, uma vez que é uma dieta que pode resultar em anemia perniciosa ou alterações neurológicas, se não for complementada com suplementos de vitamina B12. No meu entender, uma dieta que tem que recorrer à farmácia ou à ervanária para obter produtos que não se encontram nos alimentos é tudo menos natural, uma vez que fora das cidades, onde estes produtos não são comercializados, a alimentação será seguramente deficitária.


Por outro lado, a dieta ovolactovegetariana, muito em voga sobretudo entre os defensores dos direitos dos animais, que inclui todos os produtos de origem vegetal, produtos lácteos e ovos é uma dieta bem mais saudável do que a geralmente praticada pelos pais, onde se abusa dos produtos cárneos (tão responsáveis pela elevada incidência de cancro de cólon em Portugal), gorduras saturadas e cereais refinados, a par do reduzido consumo de produtos hortofrutícolas com as sabidas consequências para os sistemas digestivo ou cardiovascular.
A soja é obrigatória em regimes vegetarianos?Com um teor de proteínas superior ao das outras leguminosas como o grão-de-bico ou o feijão e mesmo ao da carne, não contendo colesterol e apresentando vitaminas e minerais em quantidades superiores aos dos outros alimentos deste grupo, é um alimento aconselhável para substituir a carne ou o pescado. A sua riqueza em isoflavonas parece ter algum papel (embora, quanto a isto, os estudos não sejam completamente conclusivos) no alívio dos sinais e sintomas da menopausa.

No entanto, é bom referir que não há só vantagens no seu consumo. Na realidade, a maior parte da soja que é comercializada, além de ser maioritariamente obtida a partir de grãos geneticamente modificados, sofre complexos processos industriais que obrigam a que o produto final seja suplementado para suprir as perdas industriais. Ora o que se sabe é que a adição destas substâncias, como cálcio ou vitaminas por exemplo, não tem a mesma biodisponibilidade, ou seja, o mesmo aproveitamento orgânico, que o produto original. E no que respeita aos organismos geneticamente modificados (transgénicos), há que ter muita cautela no seu consumo pois, sendo recentes, não estão ainda devidamente estudados os seus efeitos na saúde humana.

Para já, tudo o que se sabe é que a única vantagem que apresentam é para os produtores e não para os consumidores... Por isso, quando comprar soja, prefira a "biológica" que dá maiores garantias de não ser geneticamente modificada. Se vai consumir soja pela primeira vez, comece por uma pequena quantidade, pois além de poder provocar flatulência, pode desencadear uma reacção alérgica em quem é sensível.
A dieta vegetariana emagrece?A dieta ovolactovegetariana contém todos os alimentos da dieta omnívora com excepção dos produtos cárneos e do pescado. Ora, a maioria das pessoas diz que engorda porque come muito pão, fritos, bolos, etc., e não porque come muita carne ou muito peixe. Então porque emagreceria apenas por excluir o seu consumo?

Na realidade, o que faz engordar é o consumo excessivo de calorias, venham elas de onde vierem: proteínas, hidratos de carbono ou gorduras que são os únicos nutrientes que fornecem energia. Se comermos almôndegas vegetarianas fritas (como já comi num restaurante vegetariano) acompanhadas de arroz cujo refogado foi feito com muita gordura e um monte de salada "regada" com muito azeite, bem podemos esperar por um milagre se a ideia era perder peso
Embora na maioria das vezes nos esqueçamos disso, o Homem faz parte do ecossistema terrestre e de uma cadeia alimentar que insiste em subverter.

Tal como prometi, o artigo de hoje volta a abordar a alimentação vegetariana.

Embora não seja especialista na matéria, uma vez que a minha formação académica bem como as bases de pensamento que fui adquirindo ao longo do tempo fundamentam toda a minha actuação profissional com base na alimentação mediterrânea (ver artigo A dieta mais saudável do mundo), contava hoje fazer referência a algumas combinações alimentares que permitem, numa dieta ovolactovegetariana, obter todos os nutrientes de que o organismo precisa sem ter que se recorrer a suplementos dietéticos.

Tendo, no entanto, chegado uma carta aberta do Centro Vegetariano, disponível nos comentários do artigo anterior "Vantagens e riscos de uma dieta vegetariana", em que era solicitado que se colmatassem as lacunas alegadamente evidenciadas nesse artigo, não poderia deixar de usar este mesmo espaço para o fazer.

Em primeiro lugar, sou contra toda e qualquer espécie de fundamentalismo, seja religioso, político ou mesmo alimentar, que me dá a faculdade de, com facilidade e pensamento próprio, aproveitar ou rejeitar o que de bom ou mau é veiculado em cada "filosofia". De resto, essa coerência de pensamento tem-me permitido resistir, de forma quase estóica nos tempos que correm, ao constante acenar de "notas" de vários sectores (publicidade, clínicas de estética ou ervanárias, por exemplo), para que ajudasse a impingir às pessoas produtos ou tratamentos nos quais não acredito e assim contribuir para um negócio que muitos consideram mover quantias semelhantes às da indústria petrolífera. Na minha actividade profissional estão incluídas duas associações mutualistas cujos sócios são, na sua maioria, pessoas de fracos recursos financeiros. Como tal, sempre que prescrevo uma dieta, entre muitos outros factores, tenho que ter essa condição em conta. Embora na maioria das vezes nos esqueçamos disso, o Homem faz parte do ecossistema terrestre e de uma cadeia alimentar que insiste em subverter. Por isso, como qualquer ser vivo, é na natureza que tem de obter todos as substâncias necessárias à sua sobrevivência porque foi assim que sempre sobreviveu até ao aparecimento da indústria alimentar e farmacêutica. A afirmação do Centro Vegetariano de que "esse tipo de alimentos ou suplementos já não estão apenas acessíveis nas grandes cidades - até em lojas online se podem encontrar", parece de alguém que desconhece o Portugal profundo e que se habituou a viver entre paredes de betão. Não fiquei por isso muito surpreendida, quando localizei o site desta loja e verifiquei que efectivamente era mais um centro de vendas online de suplementos alimentares como a vitamina B12 e outros "produtos naturais" e em que o aconselhamento alimentar se resume à comercialização de produtos supostamente indispensáveis à saúde, em grande parte dos casos importados, e que não fazem parte da alimentação tradicional. Recorrer a este tipo de produtos representa, para além de uma considerável ginástica financeira, uma despromoção dos recursos locais e nacionais.

Gostaria também de sublinhar que nunca disse que o vegetarianismo era uma moda, mas sim que era uma moda para algumas pessoas. Há 16 anos que na minha consulta tenho contacto diário com pessoas e não são estatísticas ou estudos de quem quer que seja que me fazem deixar de ver cada paciente como uma entidade única e individualizada. Aquilo que tenho constatado é que muitas vezes os jovens mudam radicalmente os seus hábitos alimentares como meio de requererem a atenção dos pais, independentemente de poderem estar até a fazer escolhas mais saudáveis.

Relativamente à soja, que raramente encontramos na sua forma de semente, a não ser em casas "especializadas", e uma vez que a legislação parece começar agora a ser cumprida e fiscalizada, desde que observemos os rótulos e estes não refiram que é geneticamente modificada, podemos comprá-la com alguma segurança em qualquer supermercado, prescindindo da biológica que é seguramente mais cara.

Portugal produz todos os alimentos necessários a uma alimentação saudável sem que seja preciso recorrer a produtos sintéticos para colmatar quaisquer lacunas. Mesmo que a dieta seja ovolactovegetariana! Pecamos normalmente pelo excesso de alguns alimentos como a carne o pelo défice de outros como produtos hortícolas, fruta, leguminosas e frutos secos, por exemplo. Uma alimentação racional, baseada na pirâmide mediterrânea e com base nos recursos locais é, além de saudável, muito mais barata, factor a ter em conta sobretudo em épocas de crise...

PAULA VELOSO Nutricionista e autora de Dietas sem Dieta e Dieta sem Castigo



Nutricionista explica as vantagens e desvantagens de se adotar uma dieta vegetariana



Por Ana Ligia Noale

A opção de ser vegetariano precisa ser acompanhada da descoberta de novos sabores de fontes alternativas de nutrientes vitais

Soja
Muitas pessoas não gostam de carnes ou simplesmente optam por deixar de ingerir o alimento. Mas será que vale a pena trocar o cardápio com carne por um vegetariano? Pesquisas demonstram que dietas com maiores quantidades de proteínas vegetais trazem mais benefícios para a saúde quando comparadas com dietas à base de proteínas animais. "Muitos estudos indicam que a prevalência de doenças crônicas é menor entre os vegetarianos", afirma a nutricionista Maria Angela Marcondes.

A nutricionista alerta que, ao se adotar um cardápio vegetariano, a pessoa precisa prestar muita atenção na quantidade de proteína e calorias ingerida. "A opção de ser vegetariano precisa ser acompanhada também da necessidade de se descobrirem novos sabores de fontes alternativas desses nutrientes vitais e buscar orientações de uma nutricionista para uma dieta equilibrada. Caso contrário, a falta desses nutrientes acaba prejudicando o equilíbrio do organismo e acarretando desnutrição proteica e anemia", acrescenta.

De acordo com Maria Angela, as proteínas de origem vegetal devem aparecer no cardápio com maior frequência quando se adota uma postura vegetariana. "Alimentos como soja, quinua, amaranto, lentilha, feijões e as leguminosas fornecem isoladamente, ou combinadas entre si, as quantidades dietéticas recomendadas de proteínas e minerais importantes para a manutenção das funções vitais", diz a nutricionista.

Maria Angela explica que quem pratica atividade física também pode adotar uma dieta vegetariana. "O importante é associar o consumo de proteínas vegetais com frutas, verduras, legumes, cereais integrais, leguminosas e oleaginosas. Assim, o corpo estará bem nutrido e com as defesas em alta para a prática de exercícios físicos", finaliza.

Alimentos que fornecem quantidades dietéticas recomendadas de proteína e minerais importantes para a manutenção das funções vitais:
Quinua
Soja - é uma excelente fonte alternativa às proteínas animais. Além de fonte proteica completa, possui também outros componentes benéficos à saúde como: isoflavonas, vitaminas do complexo B, fibras e minerais. Atua no combate de doenças cardiovasculares e câncer.

Quinua - seu teor proteico é maior que de outros cereais, contém 16 aminoácidos essenciais, rico em zinco, magnésio, potássio, ferro e manganês. Auxilia no controle das doenças cardiovasculares e aumenta a imunidade.

Amaranto - proteína de alto valor biológico, melhora a qualidade do sangue fornecendo mais vitalidade e energia, e também é uma fonte alternativa de cálcio.

Oleaginosas e sementes - nozes, castanhas, amêndoas, semente de gergelim, girassol, abóbora e outros são excelentes fontes de proteínas, gorduras insaturadas, fibras e substâncias antioxidantes.

Leguminosas - feijões em geral, ervilha seca, lentilha, grão-de-bico, soja e outras são ótimas fontes de carboidratos, proteínas, fitoquímicos, fibras solúveis, vitaminas do complexo B, e minerais, como potássio e ferro.

Fonte: 
Jornal Cidade

Análise da composição corporal vs. Peso Ideal

Post image for Tudo que você precisa saber sobre composição corporal!Mais importante do que ter um determinado peso (teoricamente ideal), é ter uma adequada composição corporal – quantidades de massa magra e massa gorda ideais, em função da idade, do sexo e da actividade física.

O peso ideal é aquele que proporciona o máximo de saúde: bem-estar físico, mental e social. E este, é impossível vê-lo impresso em qualquer tabela ou gráfico, ou calculá-lo através de fórmulas.

O “peso ideal” ou “peso desejável” é um conceito teórico que surgiu das “Tabelas de Peso Desejável”, da Metropolitan Life Insurance Company. Após estudo dos seus segurados, obtiveram o peso desejável para cada um dos sexos e para cada valor de estatura, ao qual estava associado menor mortalidade.

Muito mais do que um peso ideal, precisamos de uma adequada composição corporal – quantidades de massa magra e massa gorda ideais, em função da idade, do sexo e da actividade física.

A que corresponde o seu Peso Corporal?

Ver imagem em tamanho realQuando se pesa numa balança obtém o valor do seu peso corporal total, ou seja, a soma dos pesos das várias partes do corpo – músculos, ossos, gordura, sangue e órgãos.

A pesagem na balança é uma análise limitada, pois faz apenas a leitura quantitativa do peso.

Quando falamos em obesidade ou excesso de peso, queremos referir-nos a um excesso de gordura acumulada, que pode não estar associada a excesso de peso. Por outro lado, a palavra emagrecer significa perder gordura, e pode não significar perda de peso.

O que é a Análise da Composição Corporal?

Ao analisar a composição corporal de uma pessoa obtém-se um resultado qualitativo do seu peso, isto é, dá informação acerca da quantidade total de massa gorda (% de gordura) e de massa magra (conjunto de todas as massas não gordas, como os músculos, os ossos, os órgãos, etc.).

A composição corporal é uma variável dependente da idade e do sexo: a massa gorda aumenta com a idade, e é maior no sexo feminino.
Existem várias tabelas de valores de massa gorda recomendáveis, mas de uma forma geral, a faixa ideal de % de gordura é:

- Nos homens: entre 10 e 18%


- Nas mulheres: entre 20 e 25%

A gordura é vista normalmente como algo de indesejável, mas uma certa quantidade de gordura é essencial para o normal funcionamento do corpo. A percentagem de gordura nunca deve ser inferior a 5% no homem e a 9% na mulher – é a gordura essencial.

Os homens devem esforçar-se por terem 15% de massa gorda, enquanto o objectivo das mulheres deve ser aproximadamente os 20%. Do ponto de vista médico, valores de gordura acima de 25% nos homens, e 35% nas mulheres aumentam consideravelmente o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

Imagine 2 homens com a mesma idade (30 anos), a mesma altura e o mesmo peso.
Caso 1
183 cm
87 kg
24% gordura





Caso 2
183 cm
87 kg
15% gordura





O senhor que representa o caso 1, embora tendo o mesmo peso que o caso 2, tem excesso de gordura (cerca de 9% a mais) e deve tentar perdê-lo, através de uma alimentação equilibrada e da prática regular de exercício físico. O senhor do caso 2 apresenta um perfil de composição corporal dentro da normalidade, não necessitando alterar o seu peso.

Existem inúmeras Técnicas para Análise da Composição Corporal, entre elas, a medição das Pregas Cutâneas, a Bioimpedância Eléctrica, a Tomografia Axial Computorizada, a Medição da Água Corporal Total, entre outras.

Cada um de nós tem um peso ideal próprio, e que consegue manter através de uma alimentação equilibrada e ajustada às necessidades de energia, e através da prática regular de exercício físico. Muitas vezes, para se ir de encontro a padrões estéticos padronizados, travam-se verdadeiras batalhas com a balança, fazem-se dietas rigorosas de fome, perde-se peso rapidamente (nada tem a ver com perda de gordura, normalmente o peso perdido faz-se à custa de água e massa muscular) e na melhor das hipóteses fica-se cada vez mais gordo (com maior percentagem de gordura)!

Lembre-se que o importante é a qualidade do seu peso, e não a quantidade.

Fonte

sábado, 10 de julho de 2010

Toddy: achocolatado ganha versão vegana e orgânica


Um dos achocolatados mais famosos entre os brasileiros acaba de ganhar uam versão orgânica e vegana. Segundo o site do produto – visite e saiba mais Toddy Orgânico – o lançamento traz apenas cinco ingredientes: cacau e açúcar orgânicos, extrato de malte, sal e lecitina de soja.
Assista a um vídeo que conta um pouco do processo produtivo deste produto.